Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 26 by jquimelli
7 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-26/

Quando Deus Se declara como o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (Êxodo 3:6, Mateus 22:32; Atos 3:13), Ele Se declara o Deus de pessoas que lutam e de famílias problemáticas que são salvas e curadas por Sua graça. A história do Gênesis é realmente uma longa história da família que se tornou a nação de Israel, com foco nas quatro primeiras gerações dos homens e mulheres que foram seus líderes. Esses homens e mulheres foram Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó, Raquel e Lia e José e Asenate. Nós muitas vezes os consideramos heróis bíblicos e gigantes da fé. De fato, as suas histórias são mencionadas brevemente em Hebreus 11 como exemplos de fé. Contudo, como nós, suas vidas foram também profundamente marcadas por seus pecados e dos pecados de outros contra eles.

A história da família de Deus, como relatada em Gênesis, revela uma família marcada por embriaguez, engano, homicídio, adultério, incesto, covardia, inveja, ódio, traição, contenda entre maridos e esposas e descrença direta de Deus. Na verdade, é uma história de pessoas e famílias que lutam com problemas. No entanto, é também a história do Deus que salva e cura pessoas e famílias problemáticas. É a história do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.

Douglas Tilstra
Diretor de Vida Acadêmica
Walla Walla University

Postado no blog mundial em: https://www.revivalandreformation.org/?id=250
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça este comentário em áudio [voz”Valesca Conty]:



GÊNESIS 26 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 26 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 26 – Uma das maiores causas de dificuldades na vida é a imprudência. Imprudência nos relacionamentos resulta em tremendos sofrimentos. Imprudência é agir precipitadamente/irrefletidamente: Falta de cuidados.

Um jornal peruano declarou: “Acidentes ocorrem frequentemente nas estradas peruanas, pela imprudência dos motoristas, o mau estado das pistas e a informalidade do setor de transporte”. Podemos, facilmente, parafrasear: Acidentes ocorrem frequentemente na estrada da vida pela imprudência dos seres humanos, o mau caráter que possuem e sua natureza pecaminosa.

Enfocando a família, pode-se acertadamente dizer que as famílias são destruídas diariamente pela imprudência. Sofrimentos, dores, traumas e problemas familiares surgem da imprudência vivida nos lares. Observe:

1. Imitar os erros dos pais é imprudência fatal. Ao fazer isso, Isaque põe sua esposa em perigo, a beleza de sua esposa tornou-se a causa de crise no casamento (vs. 1-7);

2. A duplicidade no casamento acarreta terríveis sofrimentos: Ser uma coisa em casa e, fora de casa ser diferente, é falsidade. Agir em casa diferentemente de como se age fora, fazer carinho num lugar e não em outro, pode resultar em tragédias (vs. 8-11);

3. Egoísmo, medo, mentira, desconfiança, falta de comunicação, negligências e falta de considerar Deus nas tomadas de decisões, são pecados que levam a acidentes mortais. Coloque o sinto de segurança, aprenda a viver bem para que a viagem na estrada da vida seja de bonança;

4. A não ser que Deus intervenha, nada impedirá que nas imprudências da vida a desgraça sobrevenha (vs. 10-13).

Além desses pontos aplicáveis diretamente ao casamento, o capítulo aponta princípios para relacionamentos mais abrangentes, para evitar arruinar toda a família:

1. Não é sábio provocar ou vingar-se de vizinhos que nos provocam, ser prudente evita muitos acidentes. Quando Deus abençoa Seus filhos, os filhos das trevas são tomados por inveja e agem cruelmente. Ao abrir novos poços e não vingar-se quando invejosos contenderam, Isaque protegeu a família de muitos males; aliás, sua prudência resultou em bênçãos divinas (vs. 14-33);

2. Não é nada sábio agir por instinto ou vingar-se: Esaú casou-se com mulheres pagãs, ele teve duas esposas. Esse casamento foi a desgraça de sua vida e a tristeza para seus pais. A imprudência é a causa de terríveis tragédias, a porta para imoralidades (vs. 34-35).

Portanto, seja prudente! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de novembro de 2018, 0:30
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“Na mesma noite, lhe apareceu o Senhor e disse: Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque Eu sou contigo; abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão, Meu servo” (v.24).


Isaque estava prestes a passar por experiência semelhante a que seu pai havia passado. Em dias de fome, teve de buscar auxílio na terra dos filisteus. As terras do Egito, porém, certamente lhe eram uma possibilidade posterior. Mas o Senhor lhe apareceu, dando-lhe uma ordem expressa: “Não desças ao Egito. Fica na terra que Eu te disser” (v.2). A obediência de Abraão pôde ser vista em seu filho e, igualmente, a reprodução de suas ações precipitadas. Assim como Abraão mentiu a respeito de Sara, Isaque mentiu sobre o parentesco com Rebeca, “porque era formosa de aparência” (v.7).

Seu amor por sua amada esposa, contudo, não poderia ficar em secreto por muito tempo. “Abimeleque, rei dos filisteus, olhando da janela, viu que Isaque acariciava a Rebeca, sua mulher” (v.8). Mais uma vez, a mentira foi descoberta e a misericórdia de Deus sobrepuja a falível natureza humana. Isaque “prosperou, ficou riquíssimo… de maneira que os filisteus lhe tinham inveja” (v.13, 14). E cada poço “que os servos de seu pai haviam cavado” (v.15), os filisteus enchiam de terra. Até que a prosperidade de Isaque tornou-se causa de sua expulsão daquele lugar.

Prontamente, “Isaque saiu dali e se acampou no vale de Gerar, onde habitou” (v.17). E sem conflitos ou intenção de provocá-los, ele tornou a abrir “os poços que se cavaram nos dias de Abraão, seu pai” (v.18), e passou a abrir novos poços. Mas estes também foram motivo de contenda para “os pastores de Gerar” (v.20), que lhe tomavam o direito àquela água. E assim se sucedeu duas vezes, até que, na terceira, não houve contenda. Isto foi um bálsamo ao coração do pacífico Isaque e à sua paciência o Senhor respondeu com bênção: “Não temas, porque Eu sou contigo; abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão, Meu servo” (v.24). Seguindo o exemplo de seu pai, Isaque “levantou ali um altar” e invocou o nome do Senhor (v.25).

A vida do herdeiro da promessa era um testemunho vivo de que a bênção do Senhor o acompanhava, de forma que isso era claramente visto, inclusive por seus inimigos (v.28). Aquele acordo de paz representa a fidelidade do que está escrito: “Sendo o caminho dos homens agradável ao Senhor, Este reconcilia com eles os seus inimigos” (Pv.16:7). O fato de que “eles se foram em paz” (v.31) também estabelece um limite de convivência. Viver em paz uns com os outros nem sempre significa intimidade ou estar perto. Por vezes, a distância é a melhor alternativa ao se estabelecer uma aliança de paz. Que o Senhor nos conceda sabedoria em nossos relacionamentos e que, como Isaque, sejamos cavadores de poços de paz, e não entulhadores de poços de contendas. Seja dito a nosso respeito: “Tu és agora o abençoado do Senhor” (v.29).

Bom dia, abençoados do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis26 #RPSP

Comentários em áudio:

https://www.youtube.com/user/nanayuri100

https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 26- ÁUDIO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de novembro de 2018, 0:05
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GÊNESIS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de novembro de 2018, 0:05
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839 palavras

3 habita nela. a palavra hebraica traduzida como “habitar” indica um “forasteiro” ou um estrangeiro residente na terra (21.34; Hb 11.9,13). Isaque deve permanecer no lugar como um “estranho” que ainda não possui a terra (Bíblia de Genebra).

5 Tem em vista a ênfase e a especificidade deste comando, parece existir algum entendimento dos detalhes da lei dos Dez mandamentos de Deus bem antes do Sinai (Bíblia de Genebra).

Alguns eruditos tem admitido que mandamentos, preceitos , estatutos, leis, são palavras que indicam algo no gênero que teria sido preservado até os dias de Moisés. Embora isto não esteja provado, tais palavras expressam bem o constante cuidado de Abraão em observar todas as revelações e instruções oriundas de Deus (Bíblia Shedd).

A obediência de Abraão é descrita em termos que recordam a exigência feita a Israel para que obedeça à lei de Moisés (cf Dt 11.1). Abraão é um tipo de Cristo que, pela Sua obediência, cumpriu as justas exigências da lei e assegurou as suas bênçãos sobre a sua descendência (Mt 5.17-18) (Bíblia de Genebra).

6 ficou. Assim como seu pai Abraão, Isaque respondeu com obediência à promessa de Deus (12.4; 17.23; 22.3) (Bíblia de Genebra).

7 Isaque repete o mesmo erro que seu pai cometeu duas vezes. O medo o fez contar uma mentira (Andrews Study Bible).

Ele podia ter recebido em sua alma aquela graça suficiente que está sempre ao alcance dos homens tentados; mas, como muitos de nós, olhou para baixo e não para cima (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

8 acariciava. O hebraico significa “brincar” e é da mesma raiz que o nome de Isaque (Bíblia de Genebra).

Isaque (Ytzaq) acaricia (metzaheq) Rebeca; aqui também há um jogo de palavras, como em 21.9  (Bíblia de Jerusalém).

10-11 “Culpa” (ou: “atraído… delito”) e “tocar” são dois termos muito relacionados com o santuário. Se alguém tocasse alguma parte sagrada do santuário sem permissão estaria cometendo um erro perante Deus e se tornaria culpado. A despeito destes desvios, Isaque e Rebeca são possessão “santa” de Deus  (Andrews Study Bible).

10 Abimeleque. O termo “Abimeleque” [Av=”pai”; Melech=”rei”] deve ser tomado como significando um título monárquico (tal como o de Faraó) (Bíblia Shedd).

12 semeou. Isaque se estabilizava mais em um lugar do que seu pai nômade. Seu sucesso dependia da chuva do céu (Bíblia de Genebra).

Cento por um é a expressão significativa da prosperidade incomum com que Deus estava enriquecendo a Isaque. Era, portanto, uma proporção duas a quatro vezes maior do que a média conseguida por outros. Tal prosperidade suscitava a inveja dos filisteus, que passaram a desejar-lhe mal, entupindo-lhe os poços, cavados ainda no tempo de Abraão (Bíblia Shedd).

15 lhe entulharam todos os poços. Com a morte de Abraão, os filisteus renegaram, com efeito, o pacto de não agressão (21.22-34). Eles não tinham fé verdadeira no Deus de Abraão (Bíblia de Genebra).

17-22 Três vezes os servos de Isaque reabriram fontes/poços abertos por Abraão. […] A disputa se transformou em inimizade, que levou finalmente à experiência de espaço aberto, o que no VT está frequentemente associado a prosperidade ou salvação (Is. 54:2-3) (Andrews Study Bible).

O rico Isaque retirou-se da terra fértil para o vale de Gerar, dependendo dos poços originalmente cavados por Abraão (v.18). Nenhum dos patriarcas arriscou-se precipitadamente em guerra pela Terra Prometida. Eles confiavam que Deus daria a terra a seus descendentes na hora certa (15.13-14) (Bíblia de Genebra).

20 Esequeheb. “contenda” (Bíblia Shedd).

21 Sitna – heb “inimizade”, “ódio”, ou “acusação” – da mesma raiz da qual deriva a palavra Satanás, que é o acusador (Bíblia Shedd).

22 Reobote – “Alargamento” ou “amplitude” (Bíblia Shedd).

23 Bersebabeer, quer dizer “fonte” e sheba, quer dizer “sete” ou “juramento” (Bíblia Shedd).

O lugar do pacto original de não agressão com os filisteus (21.32) (Bíblia de Genebra).

25 levantou ali um altar. Como seu pai, Isaque construiu um altar em resposta à revelação de Deus (12.7-8) (Bíblia de Genebra).

invocado o nome do SENHOR. Isaque e Rebeca bem sabiam a razão por que Abraão tinha estado tão apreensivo pelo temor de que o filho se casasse com mulher pagã relacionava-se com o fato de que era praticamente universal a ignorância prevalecente com respeito ao Deus verdadeiro. Era vigente, por toda parte, um sem número de religiões enganosas e idólatras (Bíblia Shedd).

26-31 Abimeleque e sua comitiva não foram bem recebidos cordialmente – inicialmente Isaque não ofereceu nenhuma comida (ver 18:1-8) – mas Isaque era suficientemente sábio para finalmente concordar com uma aliança, celebrada por uma refeição comunal (Andrews Study Bible).

34-35 A escolha das esposas de Esaú não foi dirigida pelo desejo de continuar a linhagem escolhida, tendo sido feito, ao contrário, feita sem observância de seu direito de primogenitura (25:29-34) ou mesmo talvez rebelião (Andrews Study Bible).

Os filhos devem tomar cuidado para que não cheguem a causar sofrimentos desnecessários àqueles que os amam (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

A história da bênção roubada é estruturada por referências ao casamento de Esaú com mulheres heteias e o desprazer de seus pais por isto (27.46). O profano Esaú mostrou seu desrespeito pelas bênçãos da aliança ao se casar com filhas da terra (24.3-4; 31-50). Casando-se com cananeias e, consequentemente, aborrecendo seus pais (27.46), ele efetivamente se desligou da herança sagrada (21.21; 25.6) (Bíblia de Genebra).




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