Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 36 by jquimelli
17 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-36/

Aqui no Quênia, há uma febre de apostas entre os jovens e adultos. Muitos estão participando de apostas esportivas e loterias, na esperança de ganhar o jackpot [NT: algo como “Mega Sena acumulada”].

Em Gênesis 36, encontramos uma narração da genealogia de Esaú. Apesar de Deus ter prometido multiplicar Jacó e enriquecê-lo, Esaú é aquele que se multiplica e é enriquecido primeiro.

O cumprimento da promessa de Deus a Jacó aparece mais tarde, mas o efeito da bênção permaneceu por mais tempo e se completa no Israel espiritual. Deus prometeu a Jacó que dele descenderiam os reis (Gên 35: 11), mas o sangue de Esaú se torna real muito antes que o de Jacó. No entanto, pouco é mencionado sobre a linhagem de Esaú após a terceira e quarta geração.

Na história de Jacó, aprendemos que, seja qual for o tempo, a palavra de Deus será cumprida. Não fomos chamados para sermos distraídos pelo que é fugaz e temporário, nem sermos desencorajados caso ocorra atraso da promessa; o chamado é para, em todas as coisas, permanecermos fiéis.

Podemos confiar que Deus completará o trabalho em nós e que ele não é negligente em relação à sua promessa (Fp 1:6, 2 Pe 3:9).

Eliud Choge
Auditor de Sistemas de Informação
Nairobi, Kenya

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=282
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (voz: Valesca Conty):



GÊNESIS 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
17 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 36 – A Palavra de Deus revela-nos grandes verdades, dão-nos elevadíssimas orientações e preciosíssimos conselhos práticos, tanto seculares como espirituais. Utilizando-a corretamente, amplia a percepção das coisas e alimenta nossa mente.

Observe com atenção o esboço do capítulo em questão:

1. Genealogia de Esaú em Canaã e seu afastamento desta terra (vs. 1-8);
2. Filhos e príncipes de Esaú até a terceira geração (vs. 9-19);
3. Filhos e príncipes de Esaú: Os Hereus de Seir (vs. 20-30);
4. Reis e príncipes de Edom (vs. 31-43).

Embora nota-se a família e descendência de Esaú prosperando, não se nota nenhum deles buscando a Deus; isso prova que prosperidade nem sempre está vinculada com fidelidade a Deus, apenas na cabeça dos ambiciosos e escrúpulos religiosos.

Percebe-se consagração, reavivamento e reforma em Jacó e sua família no capítulo anterior, mas no caso de Esaú e sua família não há nada de espiritualidade, mesmo obtendo grande prosperidade.

A conquista do Monte Seir revela grandeza de Esaú e sua realeza. Assim como Jacó teve seu nome mudando, Esaú também teve o seu, para Edom, que quer dizer avermelhado, devido à troca de sua primogenitura com um prato de lentilhas vermelhas – indiferença a algo tão nobre!

Negligência em buscar a Deus leva à indiferença aos princípios do Céu. O caminho trilhado por Esaú é uma advertência a quem não quer ir para o inferno.

Esaú foi pai dos edomitas, grande nação!

Esaú ficou sem a bênção da qual seu pai dera a Jacó, por engano. Contudo, Deus não o deixou na miséria. Ao dar-lhe vida, família e prosperidade, oferecia-lhe uma oportunidade de arrependimento; contudo, isso nunca aconteceu. O autor de Hebreus nos adverte:

“Cuidado com a síndrome de Esaú: desprezar o dom permanente de Deus para satisfazer um apetite passageiro. Vocês sabem que Esaú, mais tarde, se arrependeu daquele ato impulsivo e tentou, ora com lágrimas, ora sem lágrimas, recuperar a bênção de Deus – mas já era tarde demais” (Hebreus 12:16-17, AM).

Aplicações:

1. Insignificantes atitudes podem afetar a vida/família inteira;
2. Prosperidade não está sempre vinculada à fidelidade, pode ser oportunidade do pecador reconhecer Quem é o Abençoador;
3. Ninguém se perderá por falta de oportunidade ou de bênçãos, mas por falta de amor a Deus.

Precisamos relacionar-nos com Deus! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 36 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de novembro de 2018, 0:30
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“São estes os filhos de Esaú, e esses seus príncipes; ele é Edom” (v.19).


Mesmo após a sua reconciliação com Jacó, Esaú levou sua família e tudo o que lhe pertencia “e se foi para outra terra, apartando-se de Jacó, seu irmão” (v.6). Semelhante ao problema enfrentado por Abraão e seu sobrinho Ló, “a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado. Então, Esaú, que é Edom, habitou no monte Seir” (v.7-8). A diferença entre os nomes de suas mulheres relatados no texto de hoje e em Gênesis 26:34 e 28:9, pode ser explicada considerando dois costumes orientais:

  1. Seus nomes podem ter sido mudados naquela fase de sua vida. Este era um costume comum, assim como Abrão tornou-se Abraão, Sarai que recebeu o nome de Sara e o próprio Esaú que foi chamado de Edom;
  2. Judite e Oolibama, além de serem diferentes os nomes citados no capítulo de hoje, também se diferem no nome de seus pais e na nacionalidade de ambas. As esposas que não tivessem filhos não eram citadas nas genealogias, portanto, pode-se cogitar que as duas primeiras esposas de Esaú citadas no capítulo de hoje fossem outras mulheres, já que aquelas, provavelmente, não tenham lhe dado descendência.

Houve uma junção, por casamento, entre os filhos de Esaú e os filhos de Seir, “moradores da terra” em que Esaú se estabeleceu (v.20). Seus príncipes e reis revelam que se tornaram um povo organizado e regido por governantes antes mesmo “que houvesse rei sobre os filhos de Israel” (v.31). Para Esaú, a conveniência política era mais importante do que fazer a vontade de Deus. Através de seus casamentos, misturando-se com os povos pagãos, decretou de uma vez por todas a sua separação da nação eleita do Senhor. Enquanto Jacó se tornou Israel, príncipe de Deus, Esaú se tornou “pai de Edom” (v.43), fundador de um reino ímpio e idólatra.

As genealogias podem não ser os textos bíblicos mais agradáveis de se ler, mas possuem importantes informações que nos ensinam importantes lições. O Senhor desaprova a união do santo com o profano. Sobre isso, escreveu o apóstolo Paulo: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?” (2Co.6:14-16). Apesar do contexto mais provável do texto de Paulo referir-se à associação dos coríntios com falsos apóstolos, ele também se aplica a casamentos mistos e associações comerciais ilícitas.

Em cada aspecto da vida, o povo de Deus precisa dar ao mundo uma clara mensagem de sua fé. Ao unir-se, sob qualquer circunstância, em sociedade com o incrédulo, o cristão assume o risco de perder a sua identidade e cair na triste “estatística” de Mahatma Gandhi: “Eu gosto de Cristo. Eu não gosto de vocês, cristãos. Vocês são tão diferentes de Cristo”. Assim como a identidade de Esaú mudou de filho de Isaque para “pai de Edom” (v.43), muitos têm recusado a paternidade divina em troca de vantagens terrenas e provisórias. Mas um título nunca poderá substituir a essência. Esaú era o primogênito, mas foi em Jacó que Deus viu um coração disposto a servi-Lo e a amá-Lo.

Hoje, o Senhor não está dizendo que os casamentos entre fiéis e ímpios devem ser desfeitos, mas que o que um dia começou errado, por Sua infinita graça, seja transformada em uma união harmônica. Que pelo procedimento do fiel, o cônjuge descrente seja ganho para Cristo. Estamos vivendo em um tempo decisivo e nossas escolhas, mais do que nunca, possuem uma influência que tem o poder de selar a nossa vida e a de outros ou para a vida, ou para a morte eterna. Que o Espírito Santo encontre em nós corações dispostos a servir e a amar ao Senhor e que, revestidos de Cristo, nossos pensamentos, palavras e ações revelem que pertencemos à família do Céu.

Feliz sábado, filhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis36 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
17 de novembro de 2018, 0:05
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673 palavras

1-43 O capítulo contém uma contabilidade concisa dos descendentes de Esaú e está inserida aqui para mostrar o cumprimento da promessa de “muitas nações”, dada à Sara e Abraão (17:5-6, 16), mesmo fora da linha da promessa. Esta lista contém setenta nomes e assinala um movimento político abrangente de uma extensa família (36:1-8) para uma organização tribal (vs 15-19) e finalmente a uma monarquia (vs 31-39), o que lembra a própria história de Israel. Deut. 23:7 lembra as futuras gerações que os edomitas são irmãos e não deveriam ser abominados, mesmo embora  em períodos subseqüentes Edom e Israel tenham se tornados amargos inimigos (Obadias; Sal. 137:7-9) (Andrews Study Bible).

1 descendentes. Com essa genealogia de Esaú, começa uma nova seção no Livro de Gênesis (2.4).

Esaú, que é Edom. “Edom”, que deriva da palavra hebraica “vermelho”, era outro nome para Esaú (25.25; 25.30). O termo era também apropriado para a terra de Edom, com formações de arenito e solo avermelhado (Bíblia de Genebra).

2-3 Somente um nome (Basemate) das três esposas de Esaú coincide com as listas anteriores (26:34; 28:9). Talvez as esposas tinham mais de um nome (Andrews Study Bible).

6-8 Edom é ligado ao país montanhoso de Seir (Deut. 2:4-6, 12, 22; Jos. 24:4). O movimento de Esaú relembra outros movimentos de divisão na história patriarcal (Gên. 12:5; 13:5-6; 31:18). Ao sair de Canaã, ele também remove a si mesmo da terra da promessa (Andrews Study Bible).

O retorno de Jacó a Manre confirmou a decisão de Esaú de mudar-se permanentemente para Edom. Separados em espírito, Jacó e Esaú iriam separar-se também geograficamente (Bíblia de Genebra).

7 Reconhecendo o lugar de primazia que deveria proporcionar espaço suficiente a Jacó em Canaã, Esaú procurou mudar-se daí […] tendo em vista a riqueza de que Jacó era herdeiro em virtude da primogenitura (Bíblia Shedd).

8 idumeu. O uso do nome “idumeu” para designar os filhos de Esaú perdurou até o tempo de Cristo. Herodes, o Grande, era idumeu. A extensão das terras pertencentes a Edom (monte Seir) compreendia desde as margens meridionais [ao sul] do Mar Morto até o Golfo de Acaba, ou seja, uma distância de cerca de 160 km. É região de topografia irregular, contendo algumas montanhas, cujos picos atingem a mais de 1000 metros de altura (Bíblia Shedd).

9-14 Esta genealogia enfoca os doze filhos de Esaú (VS. 2-8), sem contar Amaleque, o filho  da concubina de Elifaz, Timna (v. 12) (Bíblia de Genebra).

12 Amaleque era neto de Esaú. Foram seus descendentes que sempre se opuseram a Israel, em todas as circunstâncias, através de séculos, até Hamã, personagem relatado no livro de Ester, que era descendente do rei Agague (Et 3.10; I Sm 15.8ss) (Bíblia Shedd).

Filho de uma concubina. Mais tarde um amargo inimigo de Israel (Êx. 17:8-16), a nação não estava incluída na linhagem edomita (Deut. 25:17-19) (Andrews Study Bible).

15 “Príncipes“, refere-se a capitães tribais (Bíblia Shedd).

15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).

20-30 Esta genealogia apresenta os habitantes aborígenes do monte Seir, os quais os filhos de Esaú destruíram (Dt 2.22) e, em outros casos, com os quais se casaram (VS. 22, 25) 15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).

21 Os horeus eram antigos habitantes de Edom, subjugados por Quedorlaomer (Gn 14.6) e não por Esaú. Descendiam de Seir. Mediante casamento com a filha de Aná, chefe horita, Esaú teria formado relações muito amigáveis com essa tribo (Gn 14.6) (Bíblia Shedd).

28 O nome Uz aparece no drama de Jó, “na terra de Uz” (Jó 1.1) (Bíblia Shedd).

31-39 A lista mostra a transição de Edom de uma estrutura tribal para uma estrutura destinada ao reinado (Bíblia de Genebra).

31-43 Faz distinção entre reis e príncipes no fato de que os primeiros detinham autoridade e exerciam domínio sobre maior extensão territorial do que os segundos (Bíblia Shedd).

35 Sua cidade indica que, [do mesmo modo] como Saul elevara sua cidade nativa, Gibeá, à categoria de capital, também estes reis Edomitas elevavam as respectivas cidades nativas à categoria de capitais enquanto estivessem exercendo o reinado (Bíblia Shedd).

43 A última linha estabelece um vínculo com o v.1, identificando Esaú como o pai de todos os edomitas (Andrews Study Bible).



GÊNESIS 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de novembro de 2018, 0:05
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