Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 35 by jquimelli
16 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-35/

Gênesis 35 mostra três situações de morte relacionadas a Débora, Raquel e Isaque.

Débora serviu fielmente como ama de Rebeca enquanto vagavam da Mesopotâmia para Canaã. Jacó e Raquel lamentaram sua morte como a perda de uma querida amiga da família que muito contribuíra para eles. Como lembrança, seu túmulo sob um carvalho em Betel foi chamado Alom Bacute (Allon bachuth), “o carvalho do choro” (v. 8).

Pouco tempo depois, Raquel deu à luz seu segundo filho. Mas este seu presente para o amado Jacó lhe custou a vida. No seu leito de morte Raquel deu ao menino o nome de Benoni, “filho da minha tristeza”, porém Jacó o batizou de Benjamim, “filho da minha força”. A morte de Raquel foi para ele uma profunda e pesada dor, lembrada ainda em seu leito de morte.

A longa vida de Isaque em Hebrom foi a de um estrangeiro, assim como havia sido a vida de Abraão. Mas seus 180 anos foram marcados tanto pela obediência, quanto pelo sofrimento e trabalho. Ele viveu, surpreendentemente, 180 anos (v. 28).

Penso nestes finais de vida relatados nas histórias das Escrituras. Toda a vida de serviço fiel de Débora, o verdadeiro amor de Raquel à sua família e a perseverança de Isaque como um crente entre os pagãos, tocam meu coração aqui na Malásia.

Mercella Chen
Estudante malaia no iEAT
Institute of East Asia Training

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=281
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (voz: Valesca Conty):



GÊNESIS 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de novembro de 2018, 0:56
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GÊNESIS 35 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 35 – Existem coisas que são obvias que desagradam a Deus; contudo, pelo fato de agradar pretensões pervertidas do pecador tais coisas, geralmente, acompanham aos servos do Senhor. Consequentemente, carecemos de reavivamento e reforma.

1. Quando determina-se radicalmente encontrar-se com Deus de todo coração cada pecador sabe, no íntimo, como realmente age o adorador diante do Senhor. Jacó prontamente pediu à família que se livrasse e se purificasse dos ídolos para entrar na presença de Deus: Trocaram roupas, tiraram ornamentos e enterraram ídolos/deuses (vs. 1-9);

2. Quando o pecador reconhece Deus como Senhor e aceita servir-Lhe, Deus faz (ou renova) uma aliança com ele. Para Jacó, Deus…

• Reiterou o novo nome, Israel, apresentado em Gênesis 32:28 para lembrar-lhe sua transformação e seu compromisso (vs. 9-10);
• Revigorou sua promessa de torná-lo pai de uma multidão de nações (v. 11);
• Renovou a promessa de dar a seus descendentes a terra que fora prometida a Abraão e Isaque (v. 12).

3. Mesmo após ter experiência real, concreta e sobrenatural com Deus, coisas ruins acontecem, pois o mundo é mau (vs. 13-20). Raquel, a amada de Jacó, veio a óbito em sua segunda gestação. Contudo, teve tempo dar ao bebê o nome de Benoni, mas Jacó alterou para Benjamim (vs. 13-20);

4. Mesmo quem amadurece seu relacionamento com Deus e passa por reavivamento e reforma familiar, enfrentará agruras neste mundo vil. O pecado estava bem vivo nesta família. Rúben teve um caso com a concubina de seu pai. Isaque faleceu com 180 anos de idade; Jacó esteve em seu funeral, mas nunca mais viu sua mãe (vs. 21-29).

Aplicação:

Há muitos que preferem criar deuses transportáveis, que podem até ser roubados e mesmo enterrados, do que abrir mão de suas tralhas espirituais para adorar e servir ao Deus verdadeiro.

Santificar-se exige renúncia daquilo que nos separa de Deus. A vaidade é o maior ídolo da atualidade, ou sempre foi. Além dos ídolos/deuses, a família de Jacó abriu mão de roupas impróprias e ornamentos do corpo para encontrar-se com Deus. Reavivamento está ligado intimamente com reforma.

Distante de Deus, achamos que artigos de vaidade (pulseiras/pingentes/correntes/brincos/argolas/piercing/etc.; unhas pintadas/adesivadas/coloridas/etc.; maquiagens/batons/cabelos tingidos/luzes/tatuagens/etc.; roupas caras/indecentes/extravagantes/etc.) não têm nada a ver com fidelidade. Não é? (embora sejam um tipo de idolatria)…

“Reaviva-nos radicalmente, Senhor!” – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de novembro de 2018, 0:30
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“… Farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia e me acompanhou no caminho por onde andei” (v.3).


Após o ocorrido em Siquém, Jacó temeu pela própria vida e pela vida de sua família. A atitude de seus filhos despertaria o ódio geral das cidades circunvizinhas. Porém, Deus fez com que estas cidades fossem tomadas de terror, de forma que não ousassem perseguir a Jacó e seus filhos. A ordem divina para que retornassem a Betel foi seguida de um despertamento e reforma no meio do povo: “Então, deram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas” (v.4). Este rito representa uma purificação, uma demonstração de arrependimento e de desapego das influências pagãs.

Ao enterrar aqueles objetos, Jacó deu início a uma nova fase em sua família, assumindo um novo estilo de vida. O Senhor Se agradou disto, lhe aparecendo outra vez, lhe abençoando e renovando a aliança que com ele fizera. A morte de Raquel lhe causaria grande dor, mas o nascimento de Benjamim selaria a sua prole com a promessa de que se tornariam uma “multidão de nações” (v.11). Cada altar erguido ao Senhor simbolizava um lugar de verdadeira adoração. Os doze filhos de Israel possuíam limitações e fraquezas, mas seria a partir de sua descendência que Deus suscitaria uma nação de verdadeiros adoradores.

A purificação é um processo de limpeza que resulta da busca por santificação. Não se trata de uma mudança externa apenas, mas do resultado de uma transformação que começa no coração. Cada “ídolo” rejeitado e cada hábito nocivo abandonado é seguido de uma bênção divina. Para cada degrau avançado, erguemos um altar de adoração ao “Deus Todo-Poderoso” (v.11). Deus não exige de nós uma mudança instantânea, mas nos conduz em uma jornada onde passo a passo nos ensina que a verdadeira adoração não provém de nosso enganoso coração, e sim da entrega deste aos cuidados do Espírito Santo.

A obra de purificação que o Senhor realiza no meio do Seu povo sempre será o resultado da graça e do perdão que Ele nos oferece: “Eu, Eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de Mim e dos teus pecados não Me lembro” (Is.43:25). Não há mérito algum naquele que decide abandonar a velha vida para tornar-se uma nova criatura. Mas quando adoramos a Deus através da nossa vida porque O amamos, tudo passa a ter um significado diferente e abandonar a aparência do mal torna-se um resultado inevitável. Isto não significa deixar de ser um pecador, mas, consciente da natureza pecaminosa que domina os nossos membros, colocarmo-nos nas mãos do Oleiro a fim de que Ele nos molde segundo a Sua vontade.

Quer você ser purificado e despir-se das vestes do pecado? Então, o Senhor te diz, hoje: “Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes” (Zc.3:4).

Bom dia, purificados por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis35 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by jquimelli
16 de novembro de 2018, 0:10
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GÊNESIS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
16 de novembro de 2018, 0:05
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793 palavras

sobe a Betel. Jacó tinha um voto a cumprir (28.20-22; 34:1-31). A revelação de Deus em Betel (vs. 9-13) reitera as promessas da aliança com Abraão, que anteriormente havia adorado em Israel.  Bíblia de Genebra.

Jacó temia que o traiçoeiro massacre dos siquemitas feito por Simeão e Levi levasse à represália por parte de outras tribos cananéias vizinhas. O idoso patriarca parece ter refletido sobre o horrível ato e suas esperadas consequências, sem saber o que fazer ou para onde se voltar. Em sua perplexidade, Deus apareceu uma vez mais e o instruiu quanto a como proceder para proteger sua família. Jacó deve ter se sentido feliz com a certeza de que o mesmo braço divino que o havia escudado contra a ira de Labão e a inimizade de Esaú continuaria a protegê-lo e preservá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 433.

A palavra fugias é significativa porque Jacó estava outra vez fugindo para salvar sua vida (cf 34.30). Bíblia Shedd.

2 Lançai fora. O arrependimento envolve a renúncia de qualquer coisa que impeça ou atrapalhe a adoração e o culto a Deus. A exigência primária da aliança é a lealdade exclusiva a Deus (Êx 20.3-5; Js 24.24; Jz 10.16). Bíblia de Genebra.

4 deram a Jacó. Jacó recobrou sua liderança espiritual sobre a família (30.2, nota; 34:1-31, nota [Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação da idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó]). Bíblia de Genebra.

argolas  das orelhas. Estes brincos eram amuletos associados com cultos pagãos. Bíblia de Genebra.

Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Êx 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião. Bíblia Shedd.

terror. Destaca a proteção especial de Deus em um ambiente de crescente hostilidade (ver Êx 15:14-17). Andrews Study Bible.

A proteção de Deus sobre a família de Jacó através de um pânico induzido (cf Êx 23.27; Js 2.9) foi necessária porque a sua reputação havia mudado de pacíficos pastores (34.21) para vorazes guerreiros (34.30). Bíblia de Genebra.

edificou ali um altar. Jacó finalmente cumpriu seu voto ao Senhor (28.20-22). Ao construir este altar, a família patriarcal reconheceu as promessas da aliança e consagrou a Terra Prometida. O culto regular seria crucial se eles quisessem manter a separação religiosa dos cananeus vizinhos (cap. 34; Nm 25.1-3 e notas). Ver 12.7, nota; 13.18; 22.9; 32.20.  Bíblia de Genebra.

16 Efrata. O nome mais antigo de Belém (cf. v. 19, em Judá). Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 alma. O significado da palavra hebraica é “vida” (9:4-5; Jó 2:4, 6). O texto simplesmente diz que Raquel morreu.  Andrews Study Bible.

Benoni. “filho da minha dor”. Benjamim. “Filho de mão direita”. Bíblia Shedd.

O nome [Benjamim] também pode significar “filho do sul” – distinguindo-o dos demais filhos que nasceram no norte.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os hebreus geralmente descreviam direções com base em uma pessoa olhando para o oriente [leste] – a mão direita, consequentemente, pontava para o sul. Bíblia de Genebra.

22 O arrogante ato de Ruben em se deitar com a concubina de seu pai terá futuramente paralelo no ato de Absalão (2Sm 16:22). Muito provavelmente ele desejava assegurar sua posição de liderança sobre o clã e seu direito de primogênito e mostrar seu descontentamento com a falta de amor de Jacó por Lia, sua mãe. Andrews Study Bible.

Este último golpe foi ainda mais amargo e devastador que a morte de Raquel ou a violação de Diná. CBASD, vol. 1, p. 437.

O ato de Rúben foi uma reivindicação arrogante e prematura de seus direitos como primogênito – no caso, o direito de herdar a concubina do pai. Por causa disso, perderia a condição legal de primogênito (ver 49.3, 4; 1Cr 5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Pelo seu pecado, Rúben foi privado de sua posição de primogênito (48.1, nota) e de sua liderança (49.3-4; Dt 22.30), que Judá, o quarto filho de Lia, viria a assumir (49.8-10)

27-29 A informação da morte de Isaque encerra as histórias de Isaque e Jacó. Com base na cronologia interna [à Bíblia], Isaque viveu aproximadamente mais doze anos após José ter sido vendido à escravidão. Isaque morreu após uma vida plena (25:7-11) e com toda a família de Jacó à sua volta. Andrews Study Bible.

Seu obituário é inserido antes do momento real de sua morte para evitar interromper a história de José. CBASD, vol. 1, p. 438.

Isaque aparece novamente na narrativa(28.5). Sua jornada terminou tendo ele um grande número de anos, mas Deus o deixou depois que tentou impedir Seus propósitos na bênção (25.19, nota [Depois que Isaque tenta obstruir a bênção de Deus sobre Jacó (cap. 27), não se ouve nada mais acerca dele até a sua morte (35.27-29)]. Bíblia de Genebra. [NC: Gen 27:4 e 33 revelam que a real intenção de Isaque era transmitir a Esaú as bênçãos da Aliança].




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