Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 4 by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2018, 1:00
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-4/

Comentário devocional:

Mateus no capítulo quatro apresenta Jesus como um jovem adulto conduzido pelo Espírito ao deserto. Isso aconteceu logo depois dEle ter sido proclamado o Filho de Deus (Mat. 3:17). Após 40 dias no deserto o diabo chega e tenta Jesus. A tentação não foi apenas sobre transformar pedras em pão. Satanás estava principalmente questionando a identidade de Jesus. “Você é realmente o Filho de Deus? Se você é o Filho de Deus, prove-o!” No deserto, Jesus está buscando compreender melhor seu propósito e missão.

Jesus estava passando por uma crise muito parecida com a nossa. Como outras pessoas que procuram fazer a vontade de Deus, Jesus estava em busca de detalhes a respeito de Sua vida e vocação: os princípios fundamentais, o propósito e o método que Ele iria utilizar. Muitas vezes somos conduzidos a encruzilhadas da fé. Talvez a nossa identidade como filhos e filhas de Deus seja atacada. Às vezes, é difícil encontrar o nosso propósito na vida. Mas Jesus nos deixou um exemplo. Ele buscou corajosamente no deserto respostas para estas questões. Sua segurança em sua missão e identidade foi baseada na Palavra de Deus. Na verdade, cada ataque de Satanás foi derrubado com a Escritura (Mt 4: 4, 7, 10).

Somos tentados todos os dias, todas as horas de nossas vidas. E uma das maiores tentações é nos desviarmos do elevado propósito de Deus para nossas vidas. Lembremos sempre que somos filhos de Deus e que fomos “chamados segundo o seu propósito” (Rom. 8:28). Assim como Jesus venceu o tentador e foi vitorioso em sua missão de vida, assim também nós podemos ser vitoriosos se nos deixarmos dirigir pelo Espírito de Deus.

Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/4  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1179

Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/05

Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli

Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados29-01-2018.mp3

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MATEUS 4 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de janeiro de 2018, 0:55
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MATEUS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de janeiro de 2018, 0:45
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MATEUS 4 – O evangelista Mateus, movido pelo mesmo Espírito que os profetas, intenta provar que Jesus é o Messias entre tantas vozes conflitantes; além disso, seus escritos mostram a realeza de Jesus visando impactar o coração do leitor, seja este judeu ou não.

No texto em análise, Jesus…

• …foi tentado sem cair em pecado (vs. 1-11). Ser tentado não é pecado, pecado é cair na tentação.
• …criou residência em Cafarnaum; Mateus citou o Antigo Testamento para mostrar que a vida de Cristo estava sendo regida pelas profecias divinas (vs. 12-16).
• …apresentou o teor e conteúdo de Suas pregações (v. 17).
• …chamou colaboradores a fim de serem treinados para fazer avançar Seu ministério (vs. 18-22).
• …tornou-Se muito ativo; Mateus sintetizou as ações dEle logo no início do seu livro (vs. 23-25).

Sobre as tentações de Jesus, o comentário da Bíblia de Estudo Andrews destaca:

• “Só Mateus menciona o jejum. Ele deseja fazer um paralelo com o jejum de Moisés por 40 dias e 40 noites no monte Sinai, no deserto (Dt 9:9-18). A experiência também é paralela aos 40 anos de peregrinação dos israelitas no deserto, cercados de tentações e provas (Dt 8:2, 3)”.
• “O diabo tentou Jesus primeiro no ponto de sua maior necessidade imediata. De maneira semelhante, somos tentados em nossa maior vulnerabilidade. Segundo Mateus, as tentações do materialismo e uso do poder foram duas maiores enfrentadas por Jesus (ver v. 8)”.
• “No grego, aquilo que vem por último ou primeiro é o mais importante. Para Mateus, a realeza de Jesus [explorada na última tentação] era estratégia para seu evangelho”.

O chamado dos discípulos e as ações sociais de Jesus foram importantes, porém não mais importantes que Sua pregação evangelística e Sua missão pautada pela revelação do Antigo Testamento.

1. Jesus cumpriu a profecia de Isaías 9:1-2 ao iluminar as pessoas que vivem “na região e sombra da morte” (vs. 12-16). O mesmo Ele quer fazer conosco, independente do meio imoral em que moramos.
2. Jesus mostrou que Sua intenção é levar pessoas à conversão; por isso, Sua pregação consistiu em convidar Seus ouvintes ao arrependimento, apresentando a razão para isso: “Porque está próximo o reino dos céus” (v. 17).

Como responderemos? Como os discípulos, no versículo 22? Deixaremos tudo por Jesus?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 4, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de janeiro de 2018, 0:30
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“Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (v.4).


Após Seu batismo, Jesus foi “levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” (v.1). Muitos têm negligenciado ou ignorado este relato da vida de Cristo e perdido o grande privilégio de compreender esta fase da vida cristã que a maioria não está disposta a enfrentar. E por não darem atenção a esta importante fase do início do ministério terrestre de Jesus, não são poucos que diante dos “desertos” da vida têm abandonado a fé.

A primeira tentação lançada sobre Jesus foi a mesma que levou Eva a pecar. O fruto proibido foi mais uma vez oferecido sob o disfarce de transformar pedras em pães (v.3). Satanás tentou a Jesus justamente com o que mais o Seu corpo tinha necessidade naquele momento. Pelo apetite, tentou incitá-Lo a usar Seu poder divino para aliviar o Seu sofrimento. Contudo, obteve a resposta proveniente de uma vida de oração, jejum e estudo das Escrituras. Eis o trio espiritual que deve reger a vida cristã! Semelhante às tentações do deserto, Satanás tem usado as mesmas estratégias e, infelizmente, tem logrado êxito.

A condescendência com o apetite (v.3), a distorção da Palavra de Deus (v.6) e as atrações que o mundo oferece (v.8) têm sido as principais armas do inimigo contra aqueles que Cristo veio salvar. Aproveitando-se de um cristianismo fragilizado pela falta de comunhão, não é do interesse de Satanás que as pessoas saiam de suas igrejas, mas que ali permaneçam exatamente do jeito que estão: aparentemente santas, mas vazias por dentro. Notem que, assim como Jesus, o diabo também usou o “está escrito” (v.6). Ou seja, nem todo aquele que faz uso das Escrituras está sob a aprovação de Deus e multidões têm sido enganadas pelo mau uso das Sagradas Letras.

Muitos têm caído no engodo de que o batismo é o início de uma vida sem problemas e, diante da primeira dificuldade, abandonam a fé. Iniciam a vida cristã sobre o frágil alicerce das emoções e esquecendo-se de seguir nos passos de Jesus, perdem o privilégio de serem servidos pelos anjos (v.11). Jesus mesmo afirmou que o caminho da vida eterna não é um caminho fácil, mas é apertado e poucos são os que conseguem acertá-lo (Mt 7:14), porque nem todos estão dispostos a abnegar do próprio eu para viver pela fé.

Após a vitória no deserto, “passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (v.17). A missão de Seu precursor, João Batista, agora Ele tomou em Suas mãos. E como precursores de Sua segunda vinda, a mensagem que ao povo do advento foi confiada tem sido pregada há mais de cento e cinquenta anos. Como o foi na era messiânica, assim se dará em nossos dias, quando Deus mesmo procurará as Suas ovelhas e as buscará (Ez 34:11). Jesus está convocando um povo que, à semelhança dos discípulos, “imediatamente” (v.20) têm deixado tudo para segui-Lo. Homens e mulheres que, no mesmo instante, aceitem ao chamado salvífico: “Vinde após Mim” (v.19).

O desejo de Cristo é o de curar a todos (v.24). Mas “numerosas multidões” (v.25) O tem seguido apenas com esta finalidade. Dão mais valor às bênçãos do Senhor do que ao Senhor das bênçãos. Amados, Jesus obteve a vitória no deserto para que hoje possamos ser vitoriosos com Ele. Se apenas seguirmos nos Seus passos, pelo Seu poder, seremos mais que vencedores. Creia que, em nome de Jesus, o resultado do seu deserto será o de um inimigo derrotado e de um banquete preparado pelo Céu (v.11).

Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4:7).

Bom dia, vencedores em Cristo!

Desafio do dia: Forme uma dupla missionária e aliste-se no exercito do Deus Vivo. Procure o diretor de ministério pessoal da sua igreja.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus4
#RPSP

 
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MATEUS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2018, 0:20
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1-11 A importância das tentações de Jesus, ainda mais por terem ocorrido no início do Seu ministério público, pode ser mais bem entendida se levarmos em conta o tipo de Messias que Ele haveria de ser. Não levaria a efeito a Sua missão usando Seu poder sobrenatural para necessidades próprias (primeira tentação), usando-o para conquistar muitos seguidores mediante milagres ou magias (segunda tentação) ou fazendo concessões a Satanás (a terceira tentação). Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 tentado. A tradição aponta o Monte da tentação no sul da Judeia. Diabo. Gr diabolos, “maldizente”, o que lança uma pessoa contra a outra. Na mesma narrativa, Marcos emprega a palavra Satanás (Mc 1.13), que é uma transliteração da palavra hebraica sãtãn, “adversário”, “acusador”. Bíblia Shedd.
 
Foi das alturas do monte Nebo que “O Senhor lhe mostrou [ a Moisés] toda a terra” Dt 31:1-4; PP, 471-477), e pode ter sido do mesmo ponto, “um monte muito alto”, que o diabo apresentou a Cristo “todos os reinos do mundo” (Mt 4:8); CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 316.

Ainda que Deus mesmo não tente ninguém (Tg 1.13), as tentações que sofremos estão incluídas no plano soberano de Deus para nosso bem. Se vencermos, seremos fortalecidos; se sucumbirmos, reconheceremos mais claramente a necessidade que temos de mais santificação e graça. Bíblia de Genebra.

Jesus assumiu a natureza humana e, com ela, a possibilidade de ceder ao pecado (DTN, 117). … Só assim poderia ser dito que “foi Ele tentado em todas as coisas, mas sem pecado” (Hb 4:15). De outro modo, se, como afirmam alguns, por ser divino, Jesus não pudesse ser tentado, então Sua tentação teria sido uma farsa. CBASD, vol. 5, p. 317.

2 jejuar quarenta dias e quarenta noites. Somente Mateus menciona o jejum. Ele traça um paralelo com o jejum de Moisés de 40 dias e noites no Monte Sinai (Dt 9:9-18). E também com os 40 anos que os israelitas vaguearam no deserto acossados por tentações e testes (Dt 8:2-3). Andrews Study Bible.

O ministério de Jesus começou com jejum, uma preparação espiritual para a luta com o diabo: destacam-se também as 40 noites, por causa do costume árabe de observar o jejum durante o dia. … A arma usada por Jesus nesta batalha de três etapas, era a Palavra de Deus. “Está escrito”; através dessa arma o diabo foi golpeado e vencido. Bíblia Shedd.

3 Se és o Filho de Deus. Um claro eco das palavras do Pai no Jordão, 40 dias antes. … Com insolente desprezo, Satanás se dirigiu Àquele contra quem tinha falado tão desafiadoramente no Céu antes de ser expulso. … As palavras de Satanás nessa ocasião foram, mas tarde, ecoadas pelo líderes judeus ao zombarem de Cristo na cruz (Mt 27:40). CBASD, vol. 5, p. 318.

pedras se transformem em pães. O tentador primeiramente ataca Jesus no ponto em Sua maior necessidade. De modo similar, somos tentados em nossas maiores vulnerabilidades – por exemplo, materialismo no mundo desenvolvido e poder (religioso e politico) no mundo em desenvolvimento. As tentações de materialismo e poder foram as duas grandes tentações de Jesus de acordo com Mateus. Andrews Study Bible.

4 Está escrito. A fé de Cristo em Deus e o conhecimento de Sua vontade estavam fundamentados nas Escrituras. … Cristo afirma que obedecer à Palavra escrita de Deus tem mais valor e importância até mesmo do que realizar milagres. As citações que Cristo fez das Escrituras nessa ocasião foram todas extraídas de Deuteronômio [Dt 6:13; 6:16 e 8:3]. … As palavras usadas por Cristo para frustrar o tentador foram originalmente ditas por Moisés com referência à primeira ocasião no deserto quando os filhos de Israel murmuravam por causa da falta de água (ver Êx 17:1-7). CBASD, vol. 5, p. 319, 321.

Toda Palavra. …é de vital importância considerar toda a Palavra de Deus. O homem não tem a liberdade de escolher partes da Palavra de Deus que lhe agradam e rejeitar outras. CBASD, vol. 5, p. 320.

5 Então. Em Lucas, a ordem da segunda e terceira tentações é diferente. Não se sabe qual foi a real ordem cronológica, mas á razão para se crer que as três tentações ocorreram na ordem dada por Mateus. … A sequência de eventos apresentada em um dos evangelhos sinóticos [Mateus, Marcos e Lucas] com frequência difere da ordem dada nos outros. Deve-se observar que nenhum dos evangelistas afirma ter disposto a narrativa numa sequência estritamente cronológica,. CBASD, vol. 5, p. 320.

6 Satanás cita as Escrituras, mas usa o Sl 91.11-12 de um modo exatamente oposto ao do sentido original. O Sl é uma exortação para se confiar em Deus; Satanás tenta substituir a confiança por um teste, lançando dúvida sobre a fidelidade de Deus. Não há lugar para a presunção em uma grande fé. Fé e presunção são incompatíveis. Bíblia de Genebra.

Jamais devemos nos colocar desnecessária ou descuidadamente numa posição em que Deus tenha que fazer um milagre a fim de nos salvar dos resultados adversos de uma conduta tola. Não devemos esperar que Deus nos resgate quando sem necessidade nos precipitamos para o perigo. A maturidade da fé nos levará a viver em harmonia com o que Deus já nos revelou e, então, confiar nEle quanto ao restante.  CBASD, vol. 5, p. 322.

8 reinos do mundo. Mateus coloca esta tentação por último. No grego, o mais importante é colocado por último ou em primeiro. Para Mateus, o reinado de Jesus é a chave de seu evangelho.  Andrews Study Bible.

Satanás afirmou ter substituído a Adão como governante legítimo deste mundo (ver Gn 1:28; Jó 1:6,  7), mas governava como usurpador. Contudo, Cristo não contestou diretamente a reivindicação de Satanás, apenas negou que ele tivesse qualquer direito de ser adorado.  CBASD, vol. 5, p. 322.

9 Tudo isto. Satanás de forma eficiente exercia controle sobre os assuntos religiosos e políticos do mundo (Lc 4:6). … [porém] O controle de Satanás da raça humana não era completo. Ainda havia alguns que não lhe eram fiéis. Ele percebeu o desafio implícito na natureza perfeita de Cristo.  CBASD, vol. 5, p. 322.

10 Ao Senhor, teu Deus, adorarás. A crença de que alguém pode servir a dois senhores é um engano do diabo (ver Mt 6:24). Qualquer filosofia de vida que ofereça “tudo isto” e também o céu faz parte da doutrina do próprio diabo. CBASD, vol. 5, p. 323.

12 A prisão de João Batista encerra o ministério de Jesus na Judeia, passando então a exercer Seu ministério na Galileia, estabelecendo o centro das Suas atividades messiânicas em Cafarnaum, importante cidade da Galileia. Bíblia Shedd.

A despeito da aparente popularidade e êxito de Cristo (ver DTN, 181), Seu ministério na Judeia deu poucos frutos (DTN, 194, 245). embora os breves comentários de João sejam toda a informação que se tem do que ocorreu durante esse período, fica claro que transcorreu um tempo considerável (cf. DTN, 214, 231). … A rejeição de Jesus pelo Sinédrio após a cura em Betesda (Jo 5:16, 18) resultou no término de Sua obra na Judeia e fez com que partisse para a Galileia, quando se deu o início formal de Seu ministério ali. Outro fator contribuinte foi a prisão de João Batista (Mt 4:12; Mc 1:14; vem com. de Jo 4:1).  CBASD, vol. 5, p. 324.

Retirou-se. Isto é, transferiu Seu campo de ministério para aquela região. Isso aconteceu na primavera de 29 d.C., após a Páscoa, e foi pelo menos a terceira vez, desde Seu batismo, que Jesus saiu da Judeia para a Galileia. A primeira vez em que partiu para Galileia foi no inverno de 27-18 d.C. (ver Jo 1:43) e a segunda, um ano depois, no inverno de 28-29 d.C. (ver com. de Jo 4:1-4). Após deixar a Judeia, depois da Páscoa de 29 d.C., Jesus não retornou para lá até a Festa dos Tabernáculos, no outono de 30. d.C (DTN, 393, 395, 450-452). … Ao conduzir Sua obra primeiramente na Judeia, Jesus propôs dar aos líderes judeus a oportunidade de aceitá-Lo como o Messias. Se tivessem feito isso, sem dúvida a nação judaica teria se unido a Ele e tido o privilégio de representá-Lo diante das nações do mundo, conforme o plano original previsto nos profetas (ver vol. 4, p. 12-15). CBASD, vol. 5, p. 324, 325.

15 Galileia dos gentios! Depois da deportação das dez tribos para a Assíria, em 722 a.C., a região conhecida como Galileia (ver Is 9:1) foi habitada quase que exclusivamente por não judeus. Na época de Cristo muitos judeus tinham se estabelecido ali, resultando numa população mista de judeus e gentios.  CBASD, vol. 5, p. 326.

Mateus realça o enfoque de Jesus sobre a nação de Israel, durante o Seu ministério terreno (10.5-6). Contudo sua observação de que o ministério de Jesus cumpre Is 9.2 mostra que o mandato de ir aos gentios, em Mt 28.19, não é uma reflexão posterior; o propósito último sempre incluiu as nações. Bíblia de Genebra.

16 O povo que jazia em trevas. Sua situação é descrita por “trevas”, sem iluminação espiritual, e só na expectativa da morte. A vida, por mais movimentada que seja, é apenas o prelúdio da morte, quando se desconhece o goxo das realidade espirituais que Cristo veio oferecer. Bíblia Shedd.

17 Daí por diante passou Jesus a pregar.Isto é, na Galileia. A frase não implica necessariamente que essa tenha sido a primeira ocasião em que Jesus pregou. Seu ministério público já tinha um ano e meio (ver com. do v. 12).  CBASD, vol. 5, p. 326.

Arrependam-se. Jesus começou Seu ministério público com a mesma mensagem de João Batista (3.2). O povo devia arrepender-se porque o reino de Deus se aproximava na pessoa e ministério de Jesus Cristo. O arrependimento é mais que uma mudança de opinião ou sentir tristeza pelos pecados. É uma reviravolta radical e deliberada, um retorno a Deus, que resulta em mudanças e ações morais e éticas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Próximo. Gr eggiken, “chegou”, “aproximou-se”, “está perto” no tempo ou espaço. Era o ponto vital da história da redenção, o cumprimento de tudo aquilo que é o reino de Deus. Agora forma-se um povo especialmente de Deus pela obra de Cristo. Bíblia Shedd.

19 vinde a Mim. No sentido de se tornar um discípulo em tempo integral.  CBASD, vol. 5, p. 329.

23. Percorria Jesus toda a Galileia. Mateus nem sempre segue uma sequência cronológica estrita de eventos. … Ele tende a reunir os incidentes de acordo com a natureza deles, em vez de o tempo em que ocorreram. A narrativa de Mateus da cura da sogra de Pedro e dos doentes e aflitos que se reuniram à porta da casa de Pedro no findar do sábado em Mateus 8:4 a 17 deveria ser inserida entre os v. 22 e 23 do cap. 4, a fim de apresentar uma sequência cronológica. CBASD, vol. 5, p. 330.

ensinando … pregando … curando. A missão e o evangelismo de Jesus era holístico – englobava proclamação, assim como preocupação social e física.  Andrews Study Bible.

24. lunáticos [ARA; epiléticos, NVI]. A palavra grega assim traduzida … reflete a superstição antiga de que as crises era provocadas pelas mudanças da lua. Bíblia de Genebra.

25 Decápolis. Liga de cidades livres caracterizadas por alto nível de cultura grega. Todas, exceto uma – Citópolis (Bete-Seã) – , ficavam a leste do mar da Galileia e do rio Jordão.  Bíblia de Estudo NVI Vida.



Mateus 3 by Jobson Santos
28 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-3/  

 

Comentário devocional:

Todos os quatro Evangelhos dedicam uma atenção especial a uma pessoa específica, além de Jesus. Uma das pessoas mais mal compreendidas no Novo Testamento, mas que teve uma profunda influência sobre Jesus e o Cristianismo. Seu nome era João Batista.

Toda a história de Jesus e do cristianismo começa a partir do momento em que João batiza Jesus. O próprio Jesus disse em Mateus 11:11: “Digo-lhes a verdade: Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista” (NVI). Mas, entre os cristãos, há uma tendência a subestimar João como não mais que um mensageiro do Messias.

O  que João Batista tinha de tão especial que levou tantas pessoas a segui-lo? A resposta reside na mensagem de João Batista: ““Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo” (v. 2). O ministério de João é um exemplo para todos os cristãos. Afinal, o próprio Jesus foi batizado, não porque Ele precisasse, mas para ser um exemplo para nós. O batismo é mais do que um ritual simbólico; é uma confissão pública de fé e compromisso com Cristo e Sua igreja. Ele simboliza uma verdadeira mudança de vida.

Se ainda não fomos batizados, façamos planos de demonstrar publicamente nossa fé e devoção a Jesus através dessa cerimônia. E quer sejamos novos ou antigos cristãos, aceitemos a mensagem de João Batista e vivamos uma vida que evidencie o verdadeiro arrependimento.

Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/3  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1178
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/04  
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados28-01-2018.mp3  
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/  


POR QUÊ QUATRO EVANGELHOS? by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2018, 0:59
Filed under: Sem categoria

A fim de que um quadro completo da vida e do ministério de Jesus pudesse ser preservado para gerações futuras, o Espírito Santo conduziu e capacitou quatro homens para preservar um registro da narrativa do evangelho, escrito talvez a partir do ponto de vista que interessava a cada um pessoalmente. Cada evangelista foi guiado por um objetivo diferente ao escrever e omitiu certos incidentes mencionados pelos demais, acrescentando certos detalhes (ver p. 178-180).

É como se quatro pintores fizessem um quadro de Jesus, cada um a partir de um ponto de vista diferente. O sujeito é o mesmo, mas o aspecto é diferente. Em conjunto, os quatro retratos fornecem um conceito mais completo e perfeito de Jesus do que uma única figura. O retrato feito pelos quatro evangelistas nos possibilita contemplar a vida de Cristo numa perspectiva real. Tudo o que precisamos saber sobre o Salvador foi revelado (ver O Outro Poder, p. 158). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 272.



MATEUS 3 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de janeiro de 2018, 0:55
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MATEUS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2018, 0:45
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MATEUS 3 – Quase 30 anos se passaram do capítulo anterior. Jesus não exibiu-Se ou exaltou-Se – esperou o tempo oportuno para começar Seu ministério. Ele não fez propaganda, nem campanha política nem usou recursos de marketing. Ele agiu diferentemente daqueles que, atualmente, dizem serem Seus representantes.

João Batista entrou em cena para ser Seu precursor; fez isso sem salário, num lugar nada promissor: o deserto. Não comia em restaurantes glamorosos e nem vestia-se com roupas de grife.

O resultado? Multidões afluíam da cidade para ouvi-lo no deserto da Judeia. Sua mensagem? Simples! “Arrependei-vos” (vs. 1-6).

• Guiado pelo Espírito Santo tudo foge à logica humana.

João tornou-se conhecido por Batista ao introduzir o batismo como evidência de arrependimento; todavia, profetizou que o Messias viria para batizar com Espírito Santo e fogo. Estes não são dois tipos de batismos, em diferentes momentos. A Bíblia não diz “ou com fogo”, mas “e com fogo” (v. 11).

Elucida LeRoy E. Froom que esse texto refere-se a “uma frase explicativa, completando a ideia. É a maneira escriturística de repetir para salientar e reforçar um só pensamento”.

Portanto, “devemos ser batizados com fogo divino agora para escaparmos da destruição do fogo consumidor mais tarde”, salienta Froom. João cumpriu a profecia de Isaías 40:3 e Malaquias 4:5.

Imagina o que seria hoje de um pregador como ele? “Raça de serpentes! O que vocês pretendem rastejando até o rio? Acham que um pouco de água nessa pele de cobra vai fazer alguma diferença? É a vida de vocês que precisa mudar, não a pele! […] O que conta mesmo é a vida. A vida de vocês mostra frutos? Se estiver como madeira morta, só serve para o fogo” (vs. 7-10).

Logo em seguida apareceu Jesus para ser batizado como todos os outros, para identificar-se com os pecadores. Ali a Trindade tornou-Se clara pela primeira vez: Jesus, o Emanuel, no rio Jordão; o Espírito Santo veio em forma de pomba; e, ouviu-se a voz do Pai (vs. 12-17). Três seres divinos, distintos, unidos num mesmo objetivo: salvar pecadores condenados à morte!

1. Precisamos atentar ainda hoje para a mensagem do Batista;
2. Precisamos batizar-nos com Espírito Santo e com fogo para livrar-nos do fogo do inferno.

Evidentemente, é imprescindível o reavivamento e a reforma! – Heber Toth Armí.



MATEUS 3, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (v.2).


Filho de pais zelosos e tementes a Deus, João Batista veio ao mundo com uma missão tão grandiosa, que o próprio Jesus o considerou o maior ser humano que já pisou nesta terra (Mt 11:11). Com vestes peculiares e uma mensagem arrebatadora, João atraía multidões ao “deserto da Judeia” (v.1). Como profetizara Isaías, “a voz do que clama no deserto” (v.3) iniciou a obra de preparar os corações para receber o Messias. João não estava preocupado em agradar pessoas e deixou isto bem claro ao dirigir-se aos fariseus e saduceus com as duras palavras: “Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?” (v.7). A sua vida, tal qual a sua mensagem, era um testemunho de amor, abnegação e serviço. E as pessoas “saíam a ter com ele” (v.5) porque viram em João o que jamais conseguiram ver em seus líderes religiosos.

Há uma sequência neste relato sobre a missão de João que nos aponta a realidade da igreja de Deus naquela época e nos últimos dias:

  1. Arrependei-vos” (v.2). Esta deveria ser a primeira atitude do povo. Este deve ser o nosso primeiro passo. É sempre a primeira entonação do chamado de Deus aos Seus filhos;
  2. … porque está próximo o reino dos céus” (v.2). Porque o Messias logo iniciaria o Seu ministério terrestre. Porque Cristo logo voltará a esta Terra;
  3. e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão” (v.9). A “síndrome” de Laodiceia já existia e hoje tomou corpo bem mais preocupante, pois pouco tempo resta para definirmos de que lado estaremos na batalha final;
  4. Eu vos batizo com água” (v.11). O batismo é um passo essencial na vida do cristão. O próprio Jesus, livre de pecado, foi batizado para que se cumprisse “toda a justiça” (v.15), nos deixando exemplo para que façamos o mesmo;
  5. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (v.11). O Espírito Santo nos foi outorgado como nosso Consolador, Instrutor e Guia. Mediante a Sua obra, somos preparados para suportar a fornalha da aflição e de lá sairmos como ouro refinado;
  6. … recolherá o Seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível” (v.12). Há uma sacudidura em andamento e só estarão a salvo aqueles que produzem “frutos dignos de arrependimento” (v.8).

O batismo de Jesus foi um dos Seus atos mais significativos. Ao ser mergulhado nas águas do Jordão, Cristo não “sepultou” os Seus pecados, pois não os possuía. Mas aceitou a Sua missão, cuja vitória da ressurreição foi aclamada com antecedência pelo Pai, logo que saiu da água: “Este é o Meu Filho amado, em Quem Me comprazo” (v.17). Lendo um testemunho sobre um jovem de um país do Oriente Médio me emocionei com a sua sinceridade. Ao estudar a Bíblia e sendo conduzido pelo Espírito Santo às verdades do Senhor, ele entrou no banheiro de sua casa, encheu um balde, fez uma oração e jogou a água na cabeça com a intenção de batizar-se. Algum tempo depois ele aprendeu que o batismo é por imersão e teve a oportunidade de ser batizado da maneira correta.

Meus irmãos, a missão de João Batista preparou o caminho para a primeira vinda de Cristo e recebemos a mesma missão, mas desta vez para preparar o caminho para o Seu segundo advento. Assim como o Espírito Santo trabalhou no coração daquele sincero jovem, Ele tem trabalhado em nossos corações incansavelmente para que sejamos guiados “a toda a verdade” (Jo 16:13). O batismo é apenas a subida do primeiro degrau. Precisamos continuar subindo, subindo e como Paulo buscando “as coisas lá do alto, onde Cristo vive” (Cl 3:1), almejando logo estar lá com Ele. Sigamos, pois, os passos de Jesus (1Pe 2:21) e, certamente, não erraremos o caminho.

Bom dia, trigo do celeiro do Senhor!

Desafio do dia: Se você ainda não se decidiu pelo batismo, não perca mais tempo. Procure uma igreja no site abaixo e prepare-se para tornar real a decisão mais importante de sua vida.
www.encontreumaigreja.com.br

Rosana Garcia Barros

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