Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
30 de janeiro de 2018, 0:45
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MATEUS 5 – Após jejuar e orar, Jesus venceu a tentação, operou milagres, e investiu profusamente no ministério da pregação.

No final do capítulo anterior, Mateus registrou numerosas multidões afluindo de diversos lugares para seguir a Jesus.

Então foi pregado o sermão do monte, o primeiro sermão longo de Jesus registrado. Através dele, Jesus tinha como objetivo tirar os pecadores do reino das trevas e introduzi-los no reino da luz. Seus princípios são contrários às filosofias mundanas. Jesus declara que felizes (makários, bem-aventurados) são os…

• …Humildes de espírito; não os orgulhosos.
• …Que choram; não os insensíveis.
• …Mansos; não os nervosos.
• …Insaciados; não os cheios de si.
• …Misericordiosos; não os indiferentes/intolerantes.
• …Limpos de coração; não os maliciosos/imorais/corruptos.
• …Pacificadores; não os briguentos.
• …Justos; não os desonestos/infiéis/fraudulentos.
• …Perseguidos por causa de Cristo; não os perseguidores.

Após apresentar a satisfação no coração do cristão genuíno (vs. 1-12), Jesus revelou o impacto da aplicação dos princípios divinos na sociedade (vs. 13-16).

Em seguida, Jesus apresentou a legislação do reino de Deus. A Lei e os profetas incluem os Dez Mandamentos, porém, vai além deles. Jesus mostrava que o Antigo Testamento não era cultura judaica; era a cultura do Céu, que os judeus não aderiram.

O Antigo Testamento não perdeu sua autoridade, nem caducou com a vinda de Cristo; pelo contrário, brilhou ainda mais as Suas sublimes mensagens. Em Seu poderoso sermão, Jesus citou…

• …O sexto e o sétimo mandamentos da Lei Moral (vs. 21-32);
• …A lei levítica para falar do falso juramento e das promessas feitas a Deus (vs. 33-37);
• …A Lex Talionis (lei da retaliação) para falar do respeito e amor ao próximo (vs. 38-48).

O seguidor de Cristo, liberto do reino das trevas, conduzido ao reino dos céus, torna-se súdito do Soberano do Universo; portanto, deve refletir o caráter dEle (v. 48) e proclamar a justiça e a legislação desse novo reino (vs. 17-20).

Nisto consiste o segredo das bem-aventuranças. Os reinos deste mundo contrastam com o reino de Deus, o mesmo contraste deve haver entre os seguidores de Cristo e o mundo.

Como os profetas, o cristão pode sofrer perseguição, mas o galardão será tão grande quanto o deles (v. 12).

Sejamos súditos do reino de Deus e auxiliemos na libertação dos súditos do reino do diabo! – Heber Toth Armí.



MATEUS 5, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de janeiro de 2018, 0:30
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“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (v.20).


A partir de hoje, iniciamos o estudo de três capítulos que irão mudar para sempre a nossa vida e o equivocado e popular conceito de vida cristã. Nos dias de Cristo, o modelo religioso da sociedade era o dos escribas e fariseus. Sob o manto do zelo e das incontáveis tradições, estes grupos de religiosos julgavam-se santos e dignos do louvor da “plebe pecadora”. Com oratória impecável, orações eloquentes e moral aparentemente incontestável, sua presença era imponente e intimidante. Não tinham qualquer simpatia pelos necessitados, apesar de ostentar uma vida de caridade a fim de serem vistos. Era uma vida cheia de obras, mas vazia do poder de Deus. Eram mestres de si mesmos.

Então, as multidões se depararam com um Rabi diferente. As Suas palavras não soavam intimidantes, mas preenchiam os corações solitários com um amor inexplicável. Sua pregação não tinha por finalidade acusar, mas salvar. Suas mãos não lhes apontava as mazelas, mas se estendiam para curá-las. Seus olhos não os criticavam, mas os amava. Ele não Se sentou para condená-las, mas para ensiná-las (v.2). E Suas primeiras palavras exprimiam o primeiro fundamento da vida cristã: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (v.3). Isto é, feliz é aquele que confessa: “Deus, eu não consigo!”. Vocês sabem o que isso representa? A maravilhosa graça de um Deus que nos diz: “Eu já consegui por você!”.

Quando Jesus afirmou que o reino dos céus é dos pequeninos (Mt 19:14), Ele estava replicando Mateus 5:3, em outras palavras. O salmista Davi nos dá um vislumbre do que seja experimentar esta verdadeira felicidade e paz: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo” (Sl 131:2). A entrega a Deus envolve plena confiança nos cuidados do Único capaz de nos salvar. Feito isto, as demais bem-aventuranças irão cumprir-se em nossa vida, e o Espírito Santo nos fará sal e luz em um mundo que, assim como as multidões ao pé do monte, carece de ver obras que glorifiquem a Deus (v.16).

Em todas as épocas, o Senhor tem convocado um exército de bem-aventurados que siga as pegadas de seu Mestre e proclame a sublime verdade de que Ele veio para nos dar exemplo, e não para revogar o que Ele mesmo promulgou: “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (v.18). Ainda vivemos sob o mesmo céu e sobre a mesma terra, portanto, violar a lei de Deus usando a preciosa graça de Jesus como desculpa é pecado e é um ensino contrário ao que Ele mesmo ensinou: “… não vim para revogar, vim para cumprir” (v.17).

Na sequência, Ele faz o que Isaías profetizou a Seu respeito: “Foi do agrado do SENHOR, por amor da Sua própria justiça, engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (Is 42:21). Então, Ele continua o Seu mais famoso sermão ampliando, tornando ainda mais gloriosos, mandamentos do Decálogo que os líderes religiosos zelavam com rigor, enquanto os transgrediam constantemente em seu íntimo. “Não matarás” (Êx 20:13) e “Não adulterarás” (Êx 20:14), foram postos em um patamar muito acima da justiça dos escribas e fariseus (v.20). Jesus não revogou a Lei que é uma expressão de Seu próprio caráter, mas ensinou o verdadeiro modo de observá-la, o modo que agrada a Deus e que sucede a entrega do coração a Ele.

Nas bem-aventuranças Jesus já nos dá um vislumbre de que, ao contrário do que se prega nos púlpitos da prosperidade, a vida eterna é para os humildes, os que choram, os que não revidam o mal, os famintos e sedentos, os perseguidos, os injuriados, os injustiçados, porque a felicidade do cristão não está neste mundo e no que ele oferece, mas está em Cristo e na esperança da fiel promessa de “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe 3:13).

Quando confessamos a Deus que não conseguimos e nos entregamos totalmente aos Seus cuidados paternos; quando vamos a Ele com o coração de uma criança, o Seu amor vai sendo derramado em “nosso coração pelo Espírito Santo” (Rm 5:5) e Ele mesmo vai nos tornando perfeitos como o Pai celeste é perfeito (v.48). Não é o que fazemos, portanto, que nos torna dignos da salvação, mas é a confissão da nossa indignidade que dá lugar ao Espírito Santo de fazer de nossa vida um troféu de Cristo para a glória de Deus. E a essência disto tudo é a perfeita obra do amor.

Permita que o milagre do amor opere em seu coração a verdadeira perfeição aos olhos de Deus: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (v.44). Lembre-se: o milagre começa quando você confessa: “Deus, eu não consigo!”.

Bom dia, humildes de espírito!

Desafio do dia: Inicie hoje um propósito de oração diário. Ore por todos aqueles que você tenha dificuldade de relacionamento, pedindo a Deus que o Espírito Santo derrame em seu coração o Seu amor incondicional.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus5
#RPSP



MATEUS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
30 de janeiro de 2018, 0:20
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1 multidões. Ao que tudo indica, essas multidões eram as “numerosas multidões” de Mateus 4:25 que seguiam Jesus depois de Sua primeira viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia. O Sermão do Monte foi feito provavelmente no fim do verão (MDC, 2, 45) do ano 29 d.C., por volta da metade de Seus três anos e meio de ministério. … o Sermão do Monte é a o mesmo tempo o discurso inaugural de Cristo como Rei do reino da graça e também a constituição do reino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 333.

monte. Mateus continua a traçar paralelos entre Cristo e Moisés. Andrews Study Bible.

O monte no qual Cristo proferiu o Sermão do Monte é chamado de “Sinai do Novo Testamento”, visto que ele é para a igreja cristã o que o monte Sinai foi para a nação judaica. CBASD, vol. 5, p. 333.

O conteúdo deste sermão é semelhante ao sermão da planície, registrado em Lc 6. Bíblia de Genebra.

Apesar de algumas diferenças no relato do sermão e sobre as circunstâncias de seus ouvintes, … não se pode questionar o fato de que esses dois relatos se refiram à mesma ocasião. … os relatos não são excludentes, mas complementares. … Várias outras partes do Sermão do Monte apresentadas em mateus ocorrem em pontos diferentes do evangelho de Lucas, sem dúvida porque Cristo repetiu esses pensamentos em ocasiões posteriores. O Sermão do Monte apresenta um contraste notável entre o cristianismo e o judaísmo da época de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 334.

discípulos. Lit., “alunos”. … pode ter sido empregado aqui em sentido mais amplo, não se referindo somente aos doze. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3-12 bem-aventurados. gr. makarios. Bíblia Shedd.

A palavra significa mais que “feliz”, porque a felicidade é um sentimento que muitas vezes depende das circunstâncias externas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nas primeiras palavras do Sermão do Monte, Cristo enfatiza o desejo supremo de todo coração humano: felicidade. Esse desejo foi implantado no ser humano pelo próprio Criador e, originalmente, tinha o propósito de levá-lo a encontrar verdadeira felicidade por meio da cooperação com o Deus que o criou. O pecado acontece quando o ser humano tenta alcançar a felicidade como um fim em si mesma, sem considerar a obediência a Deus. … A felicidade está no coração daqueles que estão em paz com Deus (cf Rm 5:1) e com seu próximo (cf. Mq 6:8), que caminham de acordo com os dois grandes mandamentos da lei de amor (ver Mt 22:37-40). CBASD, vol. 5, p. 335.

Inclui bem-estar espiritual, tendo a aprovação de Deus e, assim, um destino mais feliz (Sl 1). Bíblia de Genebra.

Se as bem-aventuranças forem divididas em dez (uma para cada verso), elas podem ser divididas de modo similar às duas tábuas a lei dada no Monte Sinai: as primeiras quatro tratam do relacionamento do homem com Deus e as seis últimas do relacionamento do homem com seus semelhantes. Andrews Study Bible.

3 pobres “em” espírito (NVI). Os pobres “em espírito” podem se referir a todos que dependem de Deus, não importa seu status social ou econômico. Andrews Study Bible.

…[O termo] se refere àqueles que são extremamente pobres no sentido espiritual e sentem necessidade daquilo que o reino dos céus tem a lhes oferecer (cf. At 3:6; ver com. de Is 55:1). CBASD, vol. 5, p. 336.

Reino dos céus. Os judeus imaginavam que o reino dos déus se baseava na força que obrigaria as nações da terra a se submeterem a Israel. Mas o reino que Cristo veio estabelecer começa no coração do ser humano, permeia a vida e transborda para o coração de outras pessoas

O reino não é algo merecido por serviços prestados. É mais uma dádiva que uma recompensa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 mansos. A mansidão aqui referida é de natureza espiritual, uma atitude de humildade e submissão a Deus. Nosso modelo de mansidão é Deus. Bíblia de Genebra.

13 sal. O sal era utilizado para dar sabor e preservar (em uma sociedade sem refrigeração). A metáfora é um chamado evangelístico para se misturar com o mundo e transformá-lo. Andrews Study Bible.

Os depósitos de sal, ao longo do mar Morto, contêm não só o cloreto de sódio, mas uma variedade de outros minerais também. Este sal pode tornar-se sem utilidade quando a chuva lava sua salinidade, tornando-o insípido no correr dos anos. Bíblia de Genebra.

17 lei … profetas. Os cinco primeiros livros do AT e todos os demais da Escritura hebraica. Jesus não está fazendo distinção entre as leis cerimoniais, civis e morais. Ele está aqui confirmando toda a vontade de Deus registrada nas Escrituras hebraicas e mostrando sua continuidade. E mais, Ele as cumpre. Andrews Study Bible.

cumprir. Jesus cumpriu a lei no sentido de dar a ela seu significado pleno. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 escribas e fariseus. Eles eram exatos e escrupulosos em seguir as 613 leis encontradas na Torah. Mas a justiça que Jesus exigia estava acima das particularidades externas da lei. Ia ao cerne da intenção. Jesus dá seis exemplos nos vv. 21-48. Andrews Study Bible.

21-48. As questões abordadas nestes versos foram chamadas tradicionalmente de “as seis antíteses” (ou declarações por contraste), porque cada uma se inicia com “Vocês tem escutado o que foi dito… mas Eu digo a vocês“. Jesus toma um ensino ou entendimento de uma passagem da Escritura e lhe dá um entendimento mais profundo, completo e cristão.  Andrews Study Bible.

22 inferno de fogo. Literalmente, “o geena [gr. geena] de fogo”, ou “o inferno de fogo”. Geena, inferno, é uma transliteração do heb. ge’ ben hinnom,  “vale de Hinom” ou “vale do Filho de Hinom” (Js 15:8). Esse vale está ao sul e a oeste de Jerusalém e se encontra com o vale de Cedrom ao sul da Cidade de Davi e do tanque de Siloé (ver com. de Jr 19:2). O ímpio rei Acaz (ver vol. 2, p. 70) parece ter introduzido o rito pagão bárbaro de queimar crianças a Moloque num lugar chamado Tofete, no vale de Hinm (2Cr 28:3; cf. PR, 57), no tempo de Isaías … Manassés, neto de Acaz, retomou essa prática (2Cr 33:1, 6; cf. Jr 32:35). … Como punição por essa e outras maldades, Deus advertiu Seu povo de que o vale de Hinom um dia se tornaria “o vale da Matança” para os cadáveres deste povo” (Jr 7:32, 33; 19:6; cf. Is 30:33). Da mesma forma, o fogo de Hinom se tornou símbolo do último grande dia de juízo e punição dos ímpios (cf. Is 66:24). No pensamento escatológico judaico, derivado em parte da filosofia grega, geena era o lugar onde as almas dos pagãos eram mantidas sob punição até o dia do juízo final e das recompensas. A tradição que diz que o vale de Geena era um lugar onde se queimava lixo e, portanto, um símbolo do fogo do último dia, parece ter se originado com o Rabbi Kimchi, um erudito judeu dos séculos 12 e 13. CBASD, vol. 5, p. 347,

27, 28 não adulterarás. Adulterar, para o judeu, observando-se a letra de Êx 20.14, seria deitar-se com a mulher do seu próximo. Para Jesus, é isto e ainda algo mais. Bíblia Shedd.

31-32 divórcio. Duas escolas rabínicas tinham interpretações diferentes para Dt 24:1, quanto ao divórcio: Hillel o permitia para qualquer motivo; Shammai o permitia apenas por adultério. Jesus está mais próximo ao pensamento de Shammai. … Além disso, Ele corrige o mau uso da passagem bíblica acentuando a importância e permanência do matrimônio.  Andrews Study Bible.

34 de modo algum jureis. Jesus está se referindo a um legalismo estreito e enganador, que exige um juramento específico para obrigar o cumprimento daquilo que foi falado. A implicação de uma tal abordagem com relação à honestidade, é que só necessitamos ser verdadeiros sob juramento.  Bíblia de Genebra.

38-42. Jesus está ensinando um pacifismo ativo. Ele rejeita vingança violenta e retaliação.  Andrews Study Bible.

40. túnica … capa. A túnica era uma roupa interna, e a capa, uma roupa solta, externa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 se alguém te obrigar. A possibilidade de um soldado romano coagir uma pessoa a servir como guia ou transportador de carga era real. Mesmo se compelido por força a fazer alguma coisa por alguém, a pessoa pode demonstrar liberdade para fazer voluntariamente mais do que foi exigido, ao invés de fazer o serviço de má vontade.  Bíblia de Genebra.

42 Provavelmente, não uma referência de dar a todos os que pedirem, mas uma referência específica aos pobres (cf. Dt 15.7-11; Sl 112.5, 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

43 odeie o seu inimigo. …o ódio para com os inimigos era parte aceitável na ética judaica da época. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto não está no Antigo Testamento, mas era uma falsa conclusão derivada do ensino dos escribas, inferido da estreita compreensão daquilo que significava “próximo”, que para eles era simplesmente um outro judeu. Jesus mostra que a verdadeira intenção de Lv 19.18 é incluir até os inimigos (Lc 10.29-37). Bíblia de Genebra.

Esta expressão pertence à tradição popular dos judeus, à época. Bíblia Shedd.


Nota: Infelizmente, por questões práticas de tempo disponível e espaço, tivemos que restringir a compilação dos excelentes comentários do Comentário Bíblico Adventista, vol 5, que apresenta 22 páginas sobre o cap. 5, o qual em muito recomendamos.



MATEUS 4 by jquimelli
29 de janeiro de 2018, 1:00
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-4/

Comentário devocional:

Mateus no capítulo quatro apresenta Jesus como um jovem adulto conduzido pelo Espírito ao deserto. Isso aconteceu logo depois dEle ter sido proclamado o Filho de Deus (Mat. 3:17). Após 40 dias no deserto o diabo chega e tenta Jesus. A tentação não foi apenas sobre transformar pedras em pão. Satanás estava principalmente questionando a identidade de Jesus. “Você é realmente o Filho de Deus? Se você é o Filho de Deus, prove-o!” No deserto, Jesus está buscando compreender melhor seu propósito e missão.

Jesus estava passando por uma crise muito parecida com a nossa. Como outras pessoas que procuram fazer a vontade de Deus, Jesus estava em busca de detalhes a respeito de Sua vida e vocação: os princípios fundamentais, o propósito e o método que Ele iria utilizar. Muitas vezes somos conduzidos a encruzilhadas da fé. Talvez a nossa identidade como filhos e filhas de Deus seja atacada. Às vezes, é difícil encontrar o nosso propósito na vida. Mas Jesus nos deixou um exemplo. Ele buscou corajosamente no deserto respostas para estas questões. Sua segurança em sua missão e identidade foi baseada na Palavra de Deus. Na verdade, cada ataque de Satanás foi derrubado com a Escritura (Mt 4: 4, 7, 10).

Somos tentados todos os dias, todas as horas de nossas vidas. E uma das maiores tentações é nos desviarmos do elevado propósito de Deus para nossas vidas. Lembremos sempre que somos filhos de Deus e que fomos “chamados segundo o seu propósito” (Rom. 8:28). Assim como Jesus venceu o tentador e foi vitorioso em sua missão de vida, assim também nós podemos ser vitoriosos se nos deixarmos dirigir pelo Espírito de Deus.

Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/4  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1179

Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/05

Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli

Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados29-01-2018.mp3

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MATEUS 4 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de janeiro de 2018, 0:55
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MATEUS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de janeiro de 2018, 0:45
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MATEUS 4 – O evangelista Mateus, movido pelo mesmo Espírito que os profetas, intenta provar que Jesus é o Messias entre tantas vozes conflitantes; além disso, seus escritos mostram a realeza de Jesus visando impactar o coração do leitor, seja este judeu ou não.

No texto em análise, Jesus…

• …foi tentado sem cair em pecado (vs. 1-11). Ser tentado não é pecado, pecado é cair na tentação.
• …criou residência em Cafarnaum; Mateus citou o Antigo Testamento para mostrar que a vida de Cristo estava sendo regida pelas profecias divinas (vs. 12-16).
• …apresentou o teor e conteúdo de Suas pregações (v. 17).
• …chamou colaboradores a fim de serem treinados para fazer avançar Seu ministério (vs. 18-22).
• …tornou-Se muito ativo; Mateus sintetizou as ações dEle logo no início do seu livro (vs. 23-25).

Sobre as tentações de Jesus, o comentário da Bíblia de Estudo Andrews destaca:

• “Só Mateus menciona o jejum. Ele deseja fazer um paralelo com o jejum de Moisés por 40 dias e 40 noites no monte Sinai, no deserto (Dt 9:9-18). A experiência também é paralela aos 40 anos de peregrinação dos israelitas no deserto, cercados de tentações e provas (Dt 8:2, 3)”.
• “O diabo tentou Jesus primeiro no ponto de sua maior necessidade imediata. De maneira semelhante, somos tentados em nossa maior vulnerabilidade. Segundo Mateus, as tentações do materialismo e uso do poder foram duas maiores enfrentadas por Jesus (ver v. 8)”.
• “No grego, aquilo que vem por último ou primeiro é o mais importante. Para Mateus, a realeza de Jesus [explorada na última tentação] era estratégia para seu evangelho”.

O chamado dos discípulos e as ações sociais de Jesus foram importantes, porém não mais importantes que Sua pregação evangelística e Sua missão pautada pela revelação do Antigo Testamento.

1. Jesus cumpriu a profecia de Isaías 9:1-2 ao iluminar as pessoas que vivem “na região e sombra da morte” (vs. 12-16). O mesmo Ele quer fazer conosco, independente do meio imoral em que moramos.
2. Jesus mostrou que Sua intenção é levar pessoas à conversão; por isso, Sua pregação consistiu em convidar Seus ouvintes ao arrependimento, apresentando a razão para isso: “Porque está próximo o reino dos céus” (v. 17).

Como responderemos? Como os discípulos, no versículo 22? Deixaremos tudo por Jesus?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 4, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de janeiro de 2018, 0:30
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“Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (v.4).


Após Seu batismo, Jesus foi “levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” (v.1). Muitos têm negligenciado ou ignorado este relato da vida de Cristo e perdido o grande privilégio de compreender esta fase da vida cristã que a maioria não está disposta a enfrentar. E por não darem atenção a esta importante fase do início do ministério terrestre de Jesus, não são poucos que diante dos “desertos” da vida têm abandonado a fé.

A primeira tentação lançada sobre Jesus foi a mesma que levou Eva a pecar. O fruto proibido foi mais uma vez oferecido sob o disfarce de transformar pedras em pães (v.3). Satanás tentou a Jesus justamente com o que mais o Seu corpo tinha necessidade naquele momento. Pelo apetite, tentou incitá-Lo a usar Seu poder divino para aliviar o Seu sofrimento. Contudo, obteve a resposta proveniente de uma vida de oração, jejum e estudo das Escrituras. Eis o trio espiritual que deve reger a vida cristã! Semelhante às tentações do deserto, Satanás tem usado as mesmas estratégias e, infelizmente, tem logrado êxito.

A condescendência com o apetite (v.3), a distorção da Palavra de Deus (v.6) e as atrações que o mundo oferece (v.8) têm sido as principais armas do inimigo contra aqueles que Cristo veio salvar. Aproveitando-se de um cristianismo fragilizado pela falta de comunhão, não é do interesse de Satanás que as pessoas saiam de suas igrejas, mas que ali permaneçam exatamente do jeito que estão: aparentemente santas, mas vazias por dentro. Notem que, assim como Jesus, o diabo também usou o “está escrito” (v.6). Ou seja, nem todo aquele que faz uso das Escrituras está sob a aprovação de Deus e multidões têm sido enganadas pelo mau uso das Sagradas Letras.

Muitos têm caído no engodo de que o batismo é o início de uma vida sem problemas e, diante da primeira dificuldade, abandonam a fé. Iniciam a vida cristã sobre o frágil alicerce das emoções e esquecendo-se de seguir nos passos de Jesus, perdem o privilégio de serem servidos pelos anjos (v.11). Jesus mesmo afirmou que o caminho da vida eterna não é um caminho fácil, mas é apertado e poucos são os que conseguem acertá-lo (Mt 7:14), porque nem todos estão dispostos a abnegar do próprio eu para viver pela fé.

Após a vitória no deserto, “passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (v.17). A missão de Seu precursor, João Batista, agora Ele tomou em Suas mãos. E como precursores de Sua segunda vinda, a mensagem que ao povo do advento foi confiada tem sido pregada há mais de cento e cinquenta anos. Como o foi na era messiânica, assim se dará em nossos dias, quando Deus mesmo procurará as Suas ovelhas e as buscará (Ez 34:11). Jesus está convocando um povo que, à semelhança dos discípulos, “imediatamente” (v.20) têm deixado tudo para segui-Lo. Homens e mulheres que, no mesmo instante, aceitem ao chamado salvífico: “Vinde após Mim” (v.19).

O desejo de Cristo é o de curar a todos (v.24). Mas “numerosas multidões” (v.25) O tem seguido apenas com esta finalidade. Dão mais valor às bênçãos do Senhor do que ao Senhor das bênçãos. Amados, Jesus obteve a vitória no deserto para que hoje possamos ser vitoriosos com Ele. Se apenas seguirmos nos Seus passos, pelo Seu poder, seremos mais que vencedores. Creia que, em nome de Jesus, o resultado do seu deserto será o de um inimigo derrotado e de um banquete preparado pelo Céu (v.11).

Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4:7).

Bom dia, vencedores em Cristo!

Desafio do dia: Forme uma dupla missionária e aliste-se no exercito do Deus Vivo. Procure o diretor de ministério pessoal da sua igreja.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus4
#RPSP

 
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