Reavivados por Sua Palavra


VISUALIZAÇÃO DOS TEXTOS DOS 10 DIAS DE ORAÇÃO by jquimelli
23 de janeiro de 2018, 7:59
Filed under: Sem categoria

Ficamos muito felizes por vocês acompanharem o programa DEZ DIAS DE ORAÇÃO.

Aqueles que tiveram dificuldade em visualizar algum dos textos, poderão acessar a todos através de sua categoria (10 dias de oração).

Veja como fazer:

  • Vá ao final do menu esquerdo do blog Reavivados;
  • No campo ASSUNTO, escolha: 10 Dias de Oração.

Assim os Dez Dias de Oração serão mostrados com exclusividade!



Malaquias 2 by Jobson Santos
23 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: Malaquias

Comentário devocional:

“’E agora esta advertência é para vocês, ó sacerdotes. Se vocês não derem ouvidos e não se dispuserem a honrar o meu nome’, diz o Senhor dos Exércitos, ‘lançarei maldição sobre vocês, e até amaldiçoarei as suas bênçãos…’” (Mal. 2:1-2 NVI).

Algumas vezes temos a falsa ideia de que as pessoas só sacrificavam animais quando pecavam. Isso não é verdade. Aqui estão os tipos de sacrifício oferecidos.

* Oferta pelo Pecado: pelo pecado individual.

* Oferta de Comunhão: para louvor.

* Oferta de grãos: para dedicação e bênção.

* Holocausto (oferta totalmente queimada): para expiação.

Vemos um princípio importante aqui: cada área da vida do adorador deveria ser oferecida a Deus.

A apostasia do sacerdócio israelita foi um dos processos mais tristes no Antigo Testamento. A tribo de Levi – separada como se fossem vasos consagrados ao serviço do Senhor – estava sendo representada agora por homens cujo coração tinha se afastado do Senhor.

Ao longo dos próximos 400 anos, a situação do sacerdócio só iria piorar: os políticos e mundanos saduceus distorceriam toda a função do Templo transformando-o em um covil de ladrões (Cf. Mat 21:12,13).

E quanto a nós? O que podemos dizer a respeito de nossa santidade e dedicação ao Senhor? Cristo nos constituiu sacerdotes (Apoc. 1:5-6). Por meio de nossas palavras e ações representamos aquele que nos ama e morreu por nós. Que através de nossa vida coerente e altruísta possamos inspirar outros a conhecer mais do Deus Criador e Redentor.

Andy Nash
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1173
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/30    
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Malaquias 2 NVI

Comentário em
áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de janeiro de 2018, 0:55
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MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
23 de janeiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MALAQUIAS 2 – Precisamos aprender a ler a Bíblia. “Deus não pretende que a leitura bíblica funcione simplesmente como uma droga para a mente aflita. A finalidade da leitura da Bíblia é despertar a nossa mente, não colocá-la para dormir” (J. I. Packer).

Observe a revelação divina em Malaquias 2:

• Enquanto o crente preocupa-se com orações não respondidas (1:13), Deus Se preocupa com o estilo de vida errado de Seu povo (2:16). Quando Deus não responde tuas orações, não O questione; questione-se. O erro nunca está com Deus.

• Se o casamento está falido, o perdão é a melhor solução para reatar a união. Quando falta perdão é porque sobra orgulho; deste modo, o fim de união sempre parecerá o início da solução.

• Quem pratica a religião equivocadamente (vs. 2-9), terá posturas erradas perante Deus e atitudes impróprias diante das pessoas, inclusive do cônjuge (vs. 10-17);

O número de divórcios é tão alto na sociedade atual que muitos filhos se sentem constrangidos em dizer que seus pais são casados.

• A falta de relacionamento sério com Deus conduz as pessoas a relacionamentos contrários aos planos divinos: Jugo desigual (vs. 10-12).

Este capítulo em questão foi tão forte ao povo antigo como o é ao povo moderno, isso porque com mais de 2.400 anos, ainda vivemos numa sociedade imoral e perversa. No versículo 16 Deus disse que odeia duas coisas:

1. “Eu odeio o divórcio”;
2. “Eu odeio aquele que cobre de violência as suas vestes”.

Tem muita gente que não dá a mínima para as máximas de Deus. A imoralidade sexual multiplica-se rapidamente em nossa sociedade. No dia do juízo, Deus não dará a mínima para absolver da condenação estas pessoas (v. 17).

A infidelidade a Deus (vs. 1-9) gera deslealdade no mais íntimo dos relacionamentos (vs. 10-16). Quem tem coragem de romper com o Senhor, terá coragem de romper com qualquer amor. O jugo desigual é um rompimento com a Palavra do Senhor. Cuidado!

O divórcio com Deus gera divórcio com o cônjuge; é por isso que Deus odeia tanto (detesta) o divórcio. “Enfadais ao Senhor com vossas palavras, e ainda perguntais: Em que o enfadamos?” (v. 17).

A vida de relacionamento com Deus é percebida nos relacionamentos com as pessoas: Compromisso afetuoso. Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.



MALAQUIAS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é mensageiro do SENHOR dos Exércitos” (v.7).


Diante da realidade de uma igreja morna e sem noção de sua condição reprovável, Deus apresenta a principal causa de tamanho mal: uma liderança desprezível e indigna (v.9), desobediente às instruções divinas. Em seus corações não havia o sincero desejo de honrar o nome de Deus, mas de conquistar o apreço daqueles que poderiam satisfazer os seus próprios interesses. Contudo, tudo aquilo que recebiam julgando ser bênção, Deus tornaria em maldição. E não poderia haver linguagem mais forte e maneira mais clara de discernir a reprovação de Deus para com os sacerdotes do que a verbalização de tais palavras: “atirarei excremento ao vosso rosto, excremento dos vossos sacrifícios, e para junto deste sereis levados” (v.3).

A tribo de Levi foi escolhida para o sacerdócio e cuidados para com a Casa do Senhor. A aliança estabelecida com esta tribo “foi de vida e de paz” (v.5) e a resposta foi de temor e tremor diante dAquele cujo “nome é terrível” (Ml 1:14). A função dos sacerdotes era a de ensinar ao povo “a verdadeira instrução”, na teoria e na prática, apartando a muitos da iniquidade (v.6). Por seu exemplo de retidão, deveriam ser mensageiros do SENHOR, instruindo Israel acerca da verdadeira piedade e inspirando seus semelhantes a buscarem o caminho da obediência. No entanto, por se desviarem do caminho, por suas palavras e por suas ações faziam “tropeçar a muitos”, violando “a aliança de Levi, diz o SENHOR dos Exércitos” (v.8). Com isso, Deus tornou notório o pecado deles diante do povo, porque não guardaram os mandamentos do SENHOR e foram parciais na aplicação da lei (v.9).

Dando continuidade, Deus indica o pecado que mais profanava “o santuário do SENHOR” (v.11). A apostasia que teve início no coração dos líderes religiosos culminou em “abominação” (v.11) aos olhos de Deus. Os casamentos mistos e o divórcio tornaram-se comuns dentre os filhos de Israel. O matrimônio sagrado, símbolo da união entre Cristo e Sua Igreja, era profanado constantemente. “Casavam e davam-se em casamento” (Mt 24:38) segundo suas próprias preferências, e repudiavam e eram infiéis “para com a mulher da sua mocidade” (v.15), assemelhando-se à geração antediluviana. E o mais surpreendente era a reação do povo mesmo diante de tudo isso: “cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choro e de gemidos” (v.13). Viviam na prática da abominação, não estavam dispostos a sacrificar o eu, no entanto, suas práticas religiosas eram regadas por lágrimas e gemidos perante ofertas que Deus não olhava nem tampouco aceitava (v.13). Deus estava enfadado de tantas palavras falsas (v.17) e da distorção de Sua Palavra com o fim de encobrir pecados ou de fazer o mal ao próximo.

Porque insistimos em guardar dentro de nós sentimentos e pensamentos maus que mascaramos com falsas gentilezas ou com o politicamente correto? Como ousamos adentrar às portas da Casa do SENHOR e pisar em terra santa com um coração carregado de malícias e de rancor, quando não estamos dispostos a permitir que Deus nos conceda um novo coração? Como nos atrevemos a proferir a Palavra de Deus não com o fim de edificar o próximo, mas de acusá-lo e de fazê-lo sentir-se mal? Quem achamos que somos diante dAquele que tudo vê e que tudo conhece? Podemos enganar os outros, podemos até enganar a nós mesmos, mas “de Deus não se zomba” (Gl 6:7). Vivemos sob a forte tendência da geração Laodiceia, de estarmos vivendo um cristianismo morno, ou seja, relativo, pisando nas verdades que com tanto orgulho defendemos, trocando as bênçãos do Senhor pelo excremento de ofertas ofensivas a Ele.

Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” (Hb 3:12-13). Ainda há tempo, amados, de nos achegarmos ao trono de Deus com a oferta de um coração quebrantado e que reconhece a sua incapacidade de andar sozinho. Deus jamais rejeitará um pecador que se arrepende. Eu não conheço o teu coração e nem sei se o seu pecado foi contra o sétimo mandamento do Decálogo (Êx 20:14). Mas de uma coisa eu sei: o mesmo Deus que amou e que não condenou a mulher adúltera, é O mesmo que te diz hoje: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo 8:11).

Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:15). Não cubra mais “de violência as suas vestes” (v.16). Permita que Jesus lhe vista com as Suas brancas vestes de justiça, fazendo de sua vida um testemunho vivo de Seu grande poder e infinita graça!

Bom dia, alvos da infinita graça de Jesus!

Rosana Garcia Barros

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