Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO – DIA 9 – O INCENSÁRIO by Jobson Santos
19 de janeiro de 2018, 18:00
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O incensário e o incenso são símbolos da intercessão de Cristo em nosso favor.

Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Hebreus 7:25

Como nosso Intercessor cumpre a obra que a Si mesmo Se impôs, apresentando a Deus o incensário que contém os Seus méritos imaculados e as orações, confissões e ações de graças de Seu povo.

{Parábolas de Jesus, p. 78.2}

Cristo, como nosso Mediador, à direita do Pai, mantém-nos sempre em vista, pois é tão necessário que Ele nos guarde por Suas intercessões como que nos remisse por Seu sangue. {Nossa Alta Vocação, p. 45.3}

Sou muito grata por que podemos confiar em Deus. E o Senhor é honrado quando nEle confiamos, levando-Lhe todas as nossas perplexidades. … O Senhor Jeová não tinha por completo os princípios da salvação enquanto tão-somente Seu amor tinha sido investido. Por Sua própria designação colocou Ele junto ao Seu altar um Advogado revestido de nossa natureza. Como Intercessor nosso, é Sua obra apresentar-nos a Deus como Seus filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O receberam. Dá-lhes poder, por virtude de Seus próprios méritos, para se tornarem membros da família real, filhos do celeste Rei. E o Pai demonstra Seu infinito amor a Cristo, que com Seu sangue pagou nosso resgate, recebendo como amigos Seus aos amigos de Cristo, e dando-lhes as boas-vindas. Ele está satisfeito com a expiação feita. É glorificado pela encarnação, pela vida, morte e mediação de Seu Filho. {LuC 75.4}

Em nome de Cristo nossas petições ascendem ao Pai. Ele intercede em nosso favor, e o Pai nos põe à disposição todos os tesouros de Sua graça, para deles nos apropriarmos, fruí-los e os comunicarmos a outros. Pedi em Meu nome, diz Cristo. Não digo que pedirei ao Pai por vós, pois o mesmo vos ama, por isso que vós Me amastes. Fazei uso de Meu nome. Isso dará eficácia a vossas orações, e o Pai vos dará as riquezas de Sua graça. Portanto, pedi e recebereis, para que vossa alegria seja completa. {LuC 76.1}

Que condescendência! Que privilégio nos é concedido! Cristo é o elemento de ligação entre Deus e o homem. … Ao nos aproximarmos de Deus mediante a virtude dos méritos de Cristo, somos cobertos com Suas vestes sacerdotais. Ele nos coloca bem junto a Seu lado, estreitando-nos com Seu braço humano, enquanto com o Seu braço divino Ele alcança o trono do Infinito. Põe os Seus méritos, qual incenso suave, num incensário que nos entrega nas mãos, a fim de encorajar as nossas petições. Promete ouvir e atender a nossas súplicas. Sim; Cristo Se tornou o Mediador da oração, entre o homem e Deus. Ele também Se tornou o Mediador da bênção, entre Deus e o homem. Combinou divindade e humanidade. — Carta 22, 1898. {Nos Lugares Celestiais , p. 76.2}

As determinações e concessões de Deus em nosso favor são ilimitadas. O trono da graça exerce os maiores atrativos, pois está ocupado por Aquele que consente em ser por nós chamado Pai. Mas Deus não considerou completo o princípio da salvação, enquanto era representado somente pelo Seu amor. Por isso determinou colocar junto ao Seu altar um Mediador [vestido com a] nossa natureza. Como nosso Intercessor, Seu ministério consiste em apresentar-nos perante Deus como filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O recebem e, por virtude de Seus próprios méritos, lhes concede constituírem-se membros da família real, filhos do Rei celestial.{Testemunhos para a Igreja 6, p. 363.3}

Achegando-se ao trono da graça, o filho de Deus se constitui cliente do grande Advogado. À primeira manifestação de arrependimento e desejo de perdão, Cristo defende a causa desse filho como se fosse Sua, intercedendo perante o Pai como se o fizesse por Si próprio.

Enquanto Cristo intercede por nós, o Pai nos oferece os tesouros de Sua graça para que os possuamos, regozijando-nos neles e repartindo-os com outros. “Naquele dia pedireis em Meu nome”, disse Jesus, “e não vos digo que Eu rogarei por vós ao Pai; pois o mesmo Pai vos ama; visto como vós Me amastes.” Devemos pedir em nome de Cristo. Isso tornará eficaz nossa oração, e o Pai nos distribuirá as riquezas da Sua misericórdia; por isso “pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra”. João 16:26, 27, 24. {Testemunhos para a Igreja 6, p. 364}

Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hebreus 4:15,16



Zacarias 12 by Jobson Santos
19 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: acontecimentos finais | Tags: ,

Comentário devocional:

Nos capítulos anteriores, a ira de Deus se pronunciou pela punição de Seu povo e seus líderes por sua iniquidade. Neste capítulo vemos o nosso Deus como alguém que cuida de Seu próprio povo apesar de sua rebelião persistente, mesmo quando Ele tem de puni-los para que cheguem ao arrependimento.

O povo de Israel voltou do cativeiro, Jerusalém foi reconstruída, numa sucessão de eventos que refletiam um milagre após outro, fato que deveria ter levado o povo a uma séria reflexão. Esta profecia, no entanto, aponta para o milagre maior, quando a Jerusalém celestial, que será habitada pelo remanescente fiel, descerá do Céu para a Terra, para aqui permanecer eternamente.

É impressionante perceber que Deus anunciou claramente que Jesus seria traspassado. Ele seria perfurado na cruz por causa dos nossos pecados. Foi o próprio Senhor Deus quem revelou isso de antemão a Zacarias, o Profeta. Em outras palavras, fomos nós que traspassamos a Jesus com nossos pecados.

De acordo com Zc 12:12-14, todos irão chorar pelos seus pecados. Mas é nossa escolha se iremos lamentar e clamar ao Senhor pelos nossos pecados ANTES de Sua vinda, enquanto Jesus ainda está intercedendo por nós, o que levará à salvação eterna, ou vamos chorar NA sua vinda por causa da destruição condenatória.

Senhor, ajuda-nos a fazer parte do primeiro grupo! Concede-nos o verdadeiro arrependimento e reforma. Que possamos reconhecer a Ti como Criador e Redentor de nossas vidas enquanto ainda temos oportunidade. Amém.

Sook-Young Kim
Kyungpook Universidade Nacional
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/12 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1169
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/26
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 12 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


ZACARIAS 12 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
19 de janeiro de 2018, 0:55
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ZACARIAS 12 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
19 de janeiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 12 – O que é Armagedom? O antepenúltimo capítulo de Zacarias tratará desse importantíssimo tema.

• Armagedom é à profecia da maior das guerras, a qual precisa ser conhecida, estudada e compartilhada.

Deus fará uma reforma geral, mundial e total. Clamamos por reavivamento e reforma porque é um alvo e uma profecia que devemos esperar.

• Nesse tempo, o povo de Deus será purificado e reformado, e o pecado será massacrado.

Medite em cada versículo, depois leia estes pontos:

1. Antes do armagedom haverá uma conversão em massa, o reavivamento e reforma mundial do povo de Deus despertará o mundo para a conversão mundial; consequentemente, isso atrairá a perseguição mundial pelos agentes do mal (vs. 1-6).

2. O Armagedom será a vitória de Deus sobre os agentes do diabo, os quais se unirão visando a destruição do remanescente fiel, mas fracassarão (v. 11).

• Ajuntar-se-ão contra Jerusalém (o emblema do remanescente de Deus), “todas as nações da terra”; porém, todos os que se erguerem contra ela, certamente serão feridos (v. 4).

• “Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de pânico a todos os cavalos, e de loucura os cavaleiros”; mas, “sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos” – Deus olha com atenção ao Seu povo (v. 4).

3. O Armagedom é uma destruição em massa, mas também uma proteção certa ao povo que buscou corretamente ao Senhor (vs. 7-9, 12-14).

4. No tempo do fim, por causa dAquele que no passado fora transpassado, gerará um derramamento do Espírito (v. 10) e uma maciça conversão da igreja e do mundo (vs. 11-14), que varrerá por completo a idolatria e o pecado do mundo todo (13:1-5).

A obra divina de purificação do planeta está ligada à oportunidade de salvação que Deus oferece à população mundial. Quem decidir-se pelo mal será influenciado a combater o bem num projeto mundial; contudo, certamente Deus entrará em cena como entrou no Calvário, então o mal será derrotado.

Todo esse processo divino têm três partes: A morte de Jesus no Calvário e Sua ressurreição; o advento de Cristo em glória para retirada dos salvos a fim de protegê-los; e, no fim do milênio, acontecerá a destruição total do mal.

Deus não está indiferente aos impenitentes. Deus está agindo para salvar. Experimente viver Seus planos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 12, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de janeiro de 2018, 0:30
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“E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para Aquele a quem traspassaram; pranteá-Lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por Ele como se chora amargamente pelo primogênito” (v.10).


“Esta mensagem profética pode ser intitulada como ‘O triunfo do programa de Deus’“ (CBASD, v.4, p.1223). De forma contundente e com a autoridade do Deus Criador de todas as coisas (v.1), o Senhor deixa bem claro que, muito acima dos propósitos do coração humano estão os desígnios do Seu coração. Como está escrito: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec 3:1). E o sábio termina dizendo que há “tempo de guerra e tempo de paz” (Ec 3:8). Certamente, assim como Deus havia determinado o tempo de disciplina para o Seu povo, também estabeleceria o tempo de paz.

Por sete vezes a expressão “naquele dia” apresenta a perfeita exatidão do Criador, exaltando a excelência de Seus planos, assim como em sete dias “estendeu o céu, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele” (v.1; Gn 2:2). Entretanto, os perfeitos propósitos divinos não ultrapassam o limite da escolha humana. As profecias relativas à libertação e salvação são condicionais, o seu cumprimento depende de nossas decisões.

Deus desejava tornar Jerusalém o centro de toda a Terra. Um lugar onde todos os povos seriam bem-vindos para adorar o seu Criador. Onde haveria um povo peculiar, diferente de todos os demais, mas não exclusivista. Um povo cuja identidade fosse revelada na mais pura expressão do amor e no mais fiel compromisso com a verdade. Jerusalém seria um escudo intransponível para os inimigos, mas, ao mesmo tempo, uma cidade-refúgio para os verdadeiros adoradores.

Contudo, a resposta do povo não foi compatível com as expectativas de Deus e, lamentavelmente, desviaram os olhos do plano original para satisfazer as próprias inclinações. A cena do Calvário deveria ter-lhes provocado profundo arrependimento e contrição. Porém, foi um chocante espetáculo onde o público ovacionava os líderes judeus pelo “sucesso” de seu feito. Quando a terra deveria prantear (v.12) pelo inocente Cordeiro pascal, apenas murmurava a Sua morte como um triste fim. Quando “cada família à parte” (v.14) deveria lamentar a morte de seu Salvador, cada qual voltava a ocupar-se em seus labores cotidianos.

As “mulheres à parte” (v.12) também deveriam prantear pelo Unigênito. “Não poucas mulheres se acham na multidão que segue à Sua morte cruel Aquele que não foi condenado. Sua atenção fixa-se em Jesus… Ao cair Jesus desfalecido sob a cruz, irrompem em lamentoso pranto… [Jesus] sabia que não O estavam lamentando como um enviado de Deus, mas movidas por sentimentos de piedade humana. Não lhes desprezava a simpatia, mas esta Lhe despertou no coração outra, mais profunda ainda, para com elas mesmas. ‘Filhas de Jerusalém’, disse Ele, ‘não choreis por Mim, mas chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos’. Lucas 23:28” (Ellen G. White, DTN, p. 525).

A indiferença é um dos piores sentimentos humanos. Ela provoca amargura e endurece o coração, tornando-o cético e inacessível. Pessoas indiferentes, geralmente, não se preocupam com os sentimentos do próximo. Seu foco está na satisfação de seus gostos e preferências, de maneira tal que não importa se eles resultem na infelicidade do outro, desde que a própria felicidade seja atendida. São fortes candidatos a pecar contra o Espírito Santo (Mt 12:32). O horror da cruz não ofendeu os corações indiferentes que ali estavam, mas foi um massacre diante do olhar daqueles que sabiam que diante deles estava a Majestade dos Céus ou dos que assim não O reconheciam mas que tinham o mínimo de piedade.

Ellen White nos dá a seguinte orientação:
Far-nos-ia bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus. Deveremos tomá-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais” (Ellen G. White, DTN, p. 83). Este é um excelente antídoto contra o veneno da indiferença. Faça uso dele “cada família à parte” (v.12) e veremos, ainda em nossos dias, o cumprimento da promessa de Malaquias 4:6.

Bom dia, aqueles que “têm a força do SENHOR dos Exércitos, seu Deus” (v.5)!

Desafio do dia: Separe um tempo de sua devoção diária para estudar as cenas finais da vida de Cristo.

Rosana Garcia Barros

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