Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 6 by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-6/

Depois de ser rejeitado em Sua cidade natal, Cristo reuniu seus discípulos e enviou-lhes a pregar de dois em dois nas cidades vizinhas dando-lhes poder para curar enfermos e expulsar demônios e ressuscitar os mortos. Como Rei do Universo Ele tem autoridade absoluta sobre o diabo. O Senhor está disposto a conceder-lhe o mesmo poder concedido aos discípulos a fim de que você seja vitorioso contra o mal.

Ao pressionar seu rosto contra as barras frias, João pediu a seus discípulos para encontrarem Jesus e Lhe perguntarem: “Você é quem deveria vir ou procuramos outro?” Como Jesus respondeu? Não houve nenhuma rejeição dura, mas um lembrete gentil: “Vá e conte a João de novo as coisas que você ouve e vê: os cegos recebem a vista, e os coxos andam; os leprosos são limpos e os surdos ouvem; Os mortos são ressuscitados, e o evangelho é pregado aos pobres”.

Caro leitor, tenha fé em Jesus. Ele tem autoridade divina e poder onipotente para fazê-lo atravessar as tempestades e provações desta vida!

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

Texto original: : https://www.revivalandreformation.org/?id=1209
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados28-02-2018.mp3



MARCOS 6 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2018, 0:55
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MARCOS 6 – COMENTÁRIOS PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2018, 0:49
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MARCOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2018, 0:45
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MARCOS 6 – Quanto mais Jesus revelava Sua natureza pelos Seus feitos, mais suscitava a incredulidade contra Ele. Quanto mais bondade o Messias demonstrava pelos Seus atos, mais a maldade erguia-se para opor-Lhe.

“O capítulo 5 de Marcos apresenta o triunfo da fé, enquanto o capítulo 6 registra a tragédia da incredulidade. O capítulo 5 de Marcos é um marco luminoso do poder de Jesus no meio da escuridão da miséria humana. Vemos nele o triunfo de Cristo sobre o diabo, a doença e a morte. Agora, no capítulo 6, vemos a incredulidade dos nazarenos, de Herodes e dos próprios discípulos” (Hernandes Dias Lopes).

• Jesus sofreu rejeição em sua própria casa; pela incredulidade das pessoas, muitas coisas que poderiam ser feitas não foram realizadas. Contudo, Jesus treinou Seus discípulos a fim de infiltrarem na sociedade com o evangelho (vs. 1-3).
• Jesus foi rejeitado na pessoa de Seu precursor. João Batista, que preparava o caminho para Jesus, fora preso e degolado por falar a verdade num ambiente de imoralidade. Após isso, Jesus almejou passar um momento isolado visando à reflexão (vs. 14-32).

Embora Jesus precisasse descansar, muitas vezes não conseguiu. Se Ele precisava descansar, quanto mais nós que somos fracos e limitados! Visando a isso, Deus deixou a noite para descanso diário e, o sábado para descanso semanal. Além disso, creio que férias familiares são de suma importância para renovação das forças e energias.

“O cansaço físico e o esgotamento emocional sinalizam a necessidade do descanso. É nesse contexto que os discípulos saem com Jesus para um lugar deserto, com o propósito de descansarem… Ao desembarcarem, porém, uma numerosa multidão segue Jesus, porque tinham visto os sinais que ele fazia na cura dos enfermos” (Lopes).

• Por causa da busca da multidão, Jesus não conseguiu ter Seu momento de reflexão. Ele Se compadeceu e atendeu física, emocional e espiritualmente à multidão que O procurou. Após terminadas as atividades do dia e despedida à multidão, Jesus insistiu num tempo de solidão. Depois de renovado foi ter com Seus discípulos por sobre as águas e os ensinou a vencer a incredulidade (vs. 45-52).
• A multidão procurava Jesus apesar dos incrédulos (vs. 53-56).

A incredulidade ainda impera arrogantemente em nossa sociedade, aprenderemos a desenvolver fé com os ensinos de Jesus? – Heber Toth Armí.



MARCOS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos” (v.5).


Durante trinta anos, Jesus havia convivido com a humanidade, observando suas mazelas e andando com pecadores. Destes trinta anos, pouco mais de vinte viveu em Nazaré. Antes de dar início ao Seu ministério público, o Seu caráter santo e irrepreensível se destacava entre seus irmãos e no meio de Seu povo. Suas palavras eram doces e cheias de fidelidade, Suas atitudes eram revestidas de amor e de compaixão, mas, de qualquer forma, à vista dos Seus, Ele não passava de um homem justo que havia crescido entre eles. Diante da incredulidade de corações que não aceitaram olhar para Jesus com os olhos da fé, Sua missão foi incompreendida e rejeitados Seus milagres.

Ao transmitir as instruções aos doze discípulos, Cristo os advertiu acerca das dificuldades que certamente haveriam de passar. Munidos apenas do básico, as primeiras duplas missionárias foram enviadas para sentir, na prática, as bênçãos e os desafios do trabalho missionário. Com certeza, após este período de árduo serviço e do duro golpe da notícia sobre a morte de João Batista, o coração dos apóstolos foi fortemente atribulado. Tomados pela exaustão, foram surpreendidos pelas consoladoras palavras: “Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto” (v.31). Jesus valorizou a necessidade humana do descanso. Em linguagem contemporânea, poderíamos dizer que Jesus nos convida a termos os nossos momentos “off-line” com Ele. Momentos de estar a sós com Cristo para recarregarmos as nossas “baterias”.

Contudo, muito além do cansaço físico e emocional, estava a compaixão por aqueles pelos quais tornou-Se servo. Não tendo “tempo nem para comer” (v.31), Jesus e os doze apóstolos encontravam, em cada parada, uma grande multidão de ovelhas feridas, desgarradas e sedentas do alimento espiritual. Mas ao pedir aos discípulos para dar à multidão o alimento físico, Cristo não os desafiou a fazer, por seus próprios esforços, que “cinco pães e dois peixes” (v.38) fossem alimento suficiente para todos, e sim que aquela pequena porção fosse entregue em Suas mãos. A parte que coube aos discípulos foi a de distribuir, repartir. Ali, Jesus ensinou outra importante lição ao Seu grupo apostólico: o pouco do homem que é dedicado a Deus em benefício do próximo, torna-se em montante suficiente para quem o recebe e em lucro para quem o dá. Afinal, todos “comeram e se fartaram; e ainda recolheram doze cestos cheios” (v.42-43).

A descrença no poder de Deus e a falta de conhecimento a Seu respeito redundam em rejeição. Herodes, por exemplo, sabia que João não era uma pessoa comum, mas um “homem justo e santo” (v.20). As palavras do pregador itinerante lhe deixavam perplexo, a ponto de escutá-lo “de boa mente” (v.20). Mas a atitude de Herodes não passou de perplexidade e, permitindo ser governado por seus próprios impulsos, fez um juramento que lhe roubou a paz.

Quantos há que, da mesma forma, têm ouvido as verdades da Palavra de Deus com a mesma animosidade, mas que, por não tomarem uma firme decisão, cambaleiam “como ovelhas que não têm pastor” (v.34) para um abismo sem volta. Jesus não pode fazer milagre onde há resistência. Quantas vezes não tentamos conduzir a nossa vida lutando por conta própria contra os ventos desta vida, enquanto Jesus está bem à nossa frente, a nos dizer: “Tende bom ânimo! Sou Eu. Não temais!” (v.50).

Até mesmo os discípulos estavam vulneráveis a endurecer o coração (v.52). Ninguém está imune. Mas o Maravilhoso Conselheiro nos ensinou a “receita” contra esta “enfermidade” cardíaca: servir uns aos outros. Ao enviar os discípulos para ensinar, ao proporcionar-lhes a obra de distribuir o alimento à multidão, ao compelir-lhes “a embarcar” (v.45) e permitir que compartilhassem daqueles momentos de turbulência, Jesus estava lhes ensinando a sábia lição do serviço altruísta. Afinal de contas, Ele mesmo afirmou: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13:35).

Que as Escrituras não sejam em nossa vida motivo de perplexidade, mas a Palavra de Deus viva que continue nos conduzindo ao pleno conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo e a uma vida de discipulado.

Bom dia, discípulos de Jesus!

DEZ DIAS DE ORAÇÃO, 7° dia: Oremos para que nossa família seja instrumento nas mãos de Deus no cumprimento da missão.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos6
#RPSP



MARCOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2018, 0:20
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1. Sua Terra. Depois de deixar Nazaré para assumir o ministério, Jesus não voltou ali até iniciar o ministério pela Galileia. O tempo decorrido foi de cerca de 18 meses … , provavelmente do outono de 27 d.C. até a primavera de 29 d.C. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 668.

2. Que sabedoria é esta … ? … a sabedoria infinita da inteligência, do entendimento e da sabedoria de Jesus … era muito evidente; na verdade, foi isso que os perturbou. CBASD , vol. 5, p. 668.

5. Nenhum milagre. Jesus deixou de fazer milagres ali não por falta de poder, mas devido à incredulidade das pessoas envolvidas. CBASD , vol. 5, p. 669.

14. Chegou isto aos ouvidos. Os relatos chegaram a Herodes de todas as regiões revelando uma rápida expansão do evangelho. Antes Jesus pode ter sido considerado pelas autoridades como apenas um pregador itinerante e isolado … então se tornou evidente que Ele representava um movimento bem maior. Herodes não podia mais ignorá-Lo. CBASD , vol. 5, p. 669.

22. Filha de Herodias. Marcos enfatiza aqui o fato de que Herodias mandou a própria filha dançar, em vez de uma dançarina profissional. Mesmo para os padrões da corte de Herodes, nenhuma jovem  mulher respeitável teria empreendido uma dança voluptuosa [sensual] como essa. De qualquer ponto de vista, essa ação ultrapassou os limites da decência. Salomé nada mais era do que um fantoche no esquema de sua mãe para matar João. CBASD , vol. 5, p. 671.

23. E jurou-lhe. Herodes estava fora de si diante da honra sem precedentes de ter uma nobre princesa dançando para o prazer dele e dos convidados. CBASD , vol. 5, p. 671.

37. Dai-lhes vós mesmo de comer. Em grego, o pronome “vós” é enfático, como se Jesus dissesse: “Dai-vós de comer a eles.” Todas as ordens de Deus contém o poder necessário para executá-las. CBASD , vol. 5, p. 673.

39. Relva verde. Esta informação é registrada apenas por Marcos.Devido ao fato de as chuvas serem escassas na Palestina, de maio a setembro … , a grama estaria verde somente no inverno ou na primavera [novembro a abril, aprox.]. Isto ocorreu, então, apenas poucos dias antes da Páscoa de 30 d.C., e a grama, portanto, estaria na sua melhor forma (ver Jo 6:4).  CBASD , vol. 5, p. 674.

42. E se fartaram. O pão multiplicado milagrosamente, evidenciado a autenticidade do milagre, foi distribuído a cada pessoa da vasta multidão, não em quantidade pequena, mas o suficiente para satisfazer o apetite. Esta abundância comprovou o poder ilimitado de Jesus. Somente quando as necessidades de todos foram plenamente resolvidas, o fornecimento foi interrompido. … A abundância testificou a respeito dos recursos infinitos de Deus e de Sua capacidade de prover “infinitamente mais que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef 3:20).  CBASD , vol. 5, p. 675.

52. Não haviam compreendido. Sua atenção não estava no milagre que tinham acabado de presenciar, mas na própria desilusão [dos discípulos] por Jesus não se permitir ser coroado rei.  CBASD , vol. 5, p. 676.

 



MARCOS 5 by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-5/

Quando Jesus se preparava para sair daquele lugar de barco, os dois ex-endemoniados quiseram ficar com Ele. Eles se sentiam seguros na Sua presença. Eles tentaram entrar no barco, mas Jesus disse: “Vá para casa, para a sua família e anuncie-lhes quanto o Senhor fez por você e como teve misericórdia de você” (verso 19 NVI).

Estes homens haviam conhecido Jesus por apenas algumas horas. Aparentemente, não sabiam sobre Ele muito que pudessem compartilhar. No entanto, quando contaram ao povo da região de Decápolis a sua experiência “todos ficavam admirados” (verso 20 NVI).

Enquanto testemunhamos a favor do nosso Senhor, devemos lembrar a lição ensinada pela experiência desses homens: “Podiam dizer o que sabiam; o que eles próprios tinham visto e ouvido, e experimentado do poder de Cristo. É o que a todo aquele cujo coração foi tocado pela graça de Deus, é dado fazer” (O Desejado de Todas as Nações, 236).

Jamais devemos pensar que não temos nada para compartilhar a respeito de Jesus. Deus precisa que digamos aos outros o que Jesus fez por nós, não importa o quão simples ou quão grande seja. Ao fazermos isso, Ele irá alcançá-los com o Seu amor.

David Smith
Pastor da Igreja da Universidade Collegedale
Tennessee, EUA

Texto original: : https://www.revivalandreformation.org/?id=1208
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MARCOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de fevereiro de 2018, 0:45
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MARCOS 5 – O grande conflito é nítido na vida diária de qualquer pessoa.

Alguns mais outros menos, mas todos somos atacados pelo diabo. Entretanto, Cristo está disponível para ajudar-nos; e, com Ele, a vitória é certa!

“Jesus Cristo, o Servo de Deus, é Senhor sobre qualquer situação e Conquistador de qualquer inimigo. Se cremos nele e seguimos suas ordens, não precisamos ter medo” (Warren Wiersbe).

No capítulo em análise temos:

• Confronto e vitória de Jesus sobre as forças do mal (vs. 1-20)
• Jesus é desafiado pela enfermidade, mas lidou com ela melhor do que o melhor dos médicos (vs. 21-34).
• Pior do que a enfermidade, Jesus ficou frente à frente com a morte, contudo, a morte não tem maior poder que Jesus (vs. 35-43).

Jesus não está limitado a nada. O poder da sociedade não é maior que o poder de Jesus de influenciar as pessoas presas a conceitos ou preconceitos sociais. O poder dos demônios encontram limites e resistência no poder de Jesus. O poder das doenças e da morte é limitado frente ao poder ilimitado do Filho de Deus.

Deveríamos aproximar-nos mais de Jesus, ser Seu amigo. Deveríamos depender mais de Jesus, submetermos a Ele a fim de sermos libertos de tudo o que nos aflige, e com Ele poder vencer tudo o que nos limita viver uma vida de verdadeira liberdade e felicidade.

Observe algumas verdades a mais que merecem nossa atenção neste capítulo:

1. Para Jesus o diabo é real e seus demônios agem de forma literal destruindo vidas, lançando na sarjeta ou mesmo entre os sepulcros levando a sociedade a tratá-las como lixo.
2. Jesus não ignora a crueldade, o poder e a malícia de Satanás; Ele lida com seriedade reconhecendo sua realidade; contudo, Jesus é mais poderoso e vence a malignidade com bondade.
3. Satanás faz estragos em pessoas, em animais e até na economia de um município ou país; entretanto, a ignorância tem dificuldades para aceitar Jesus. Por isso, os libertos devem testemunhar.
4. Doença ou morte, homem ou mulher, judeu ou gentio, nada disso é obstáculo para os milagres de Jesus, somente a nossa incredulidade.

Como a mulher hemorrágica ou o chefe da sinagoga, devemos depositar nossa fé e confiança no poder de Jesus, o Salvador! – Heber Toth Armí.



MARCOS 5 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de fevereiro de 2018, 0:45
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MARCOS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Ele, porém, olhava ao redor para ver quem fizera isto” (v.32).


Em cada lugar onde o Salvador colocava os pés, o Seu objetivo era sempre o mesmo: salvar pessoas. Ao entrar na “terra dos gerasenos” (v.1) não foi diferente. “Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao Seu encontro, um homem possesso de espírito imundo” (v.2). Um homem que num ato de desespero, “quando, de longe, viu Jesus, correu e O adorou” (v.6). Acorrentado a uma condição que, mais cedo ou mais tarde, o levaria à morte, ele avistou a Vida. O seu clamor ininterrupto foi interrompido pelo socorro que há tanto buscara. Aqueles que o atormentavam logo calaram a sua voz, mas não conseguiram calar a súplica do seu coração que clamava por libertação.

O que os gerasenos consideraram um grande prejuízo e que os porqueiros anunciaram como maldição, aquele ex-endemoninhado, “em perfeito juízo” (v.15), com coração transbordante de gratidão, anunciaria como uma grande bênção. O homem que por tanto tempo havia vivido entre os mortos, não viu outro caminho a seguir senão Aquele que lhe devolveu a dignidade e a vida. Mas a ordem que lhe foi dada compreendia a missão especial de ser um representante de Jesus em sua casa e entre aqueles que O não aceitaram. A ordem de Cristo a Seus seguidores continua sendo a mesma: “Vai para tua casa, para os teus” (v.19). E, como aquele homem, o Senhor deseja que sejamos testemunhas de tudo o que Ele nos fez e de Sua terna compaixão para conosco, principalmente dentro de nossos lares.

Mas há um segundo personagem que também foi ao encontro de Jesus com uma insistente súplica e o que aconteceu em seguida compõe um dos menores versículos da Bíblia, contudo, um dos mais significativos: “Jesus foi com ele” (v.24). O compassivo Redentor Se condoía de cada coração partido, de cada suplicante aflito, de cada pecador arrependido, de cada trôpego errante. Como a luz do sol, Sua vida irradiava luz nas trevas que predominavam na Terra e era praticamente impossível vê-Lo ou falar-Lhe sem que tivesse que disputar espaço com uma grande multidão que O comprimia.

No entanto, um registro especial foi reservado nas Escrituras para a terceira personagem deste capítulo. Após doze anos de muito sofrimento e de muita humilhação. Após esgotar todos os seus recursos e de perceber que só ia de mal a pior, viu em Jesus a sua única esperança. Atravessando a grande multidão, com muita dificuldade, aquela mulher tinha um plano em mente: “Se eu apenas tocar as vestes, ficarei curada” (v.28). E, “vindo por trás” de Jesus, “por entre a multidão, tocou-Lhe a veste” (v.27). Notem que a Bíblia não diz que foi o poder da fé que a curou, mas o poder que saiu de Jesus (v.30). Quando confiamos nAquele que nos salvou, a consequência inevitável é a salvação. Tentado a perder a fé pelas desanimadoras palavras dos que o desmotivavam (v.35), Jairo decidiu confiar nas palavras de Cristo: “Não temas, crê somente” (v.36), tornando-se testemunha ocular do milagre da ressurreição de sua filha.

Qual tem sido a barreira que lhe tem impedido de ir ao encontro de Jesus? Hoje, o Senhor nos diz que nem demônios, nem multidões e nem a morte “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8:39). Por isso, não desista de clamar “noite e dia” (v.5). Não pense que o seu problema não tem solução, mas continue suplicando “insistentemente” (v.23). Não permita que pessoas lhe impeçam de tocar nas vestes de justiça de Cristo. Lembre-se que, no meio de grande multidão, os olhos do Salvador percorriam “ao redor” (v.32) para encontrar o olhar de uma única alma. Jesus está, agora, olhando para a Terra e a pergunta é esta: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc 18:8). Que muito em breve possamos ouvir da boca do nosso Resgatador: “Filho(a), a tua fé te salvou” (v.34).

Bom dia, salvos pela fé que há em Cristo Jesus!

DEZ DIAS DE ORAÇÃO, 6° dia: Oremos pela salvação de nossas famílias.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos5
#RPSP




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