Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO – DIA 5 – O ÉFODE by Jobson Santos
15 de janeiro de 2018, 11:00
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Como o sumo sacerdote carregava o éfode sobre os ombros, nosso Sumo Sacerdote carrega nossos fardos, fortalece-nos em nossas provações e nos capacita a testemunhar por Ele mesmo em circunstâncias difíceis.

E até à velhice eu serei o mesmo, e ainda até às cãs eu vos carregarei; eu vos fiz, e eu vos levarei, e eu vos trarei, e vos livrarei. Isaías 46:4

Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. 1 Pedro 5:7

Nosso precioso Salvador convidou-nos a juntar-nos a Ele, e unir nossa fraqueza a Sua força, nossa ignorância a Sua sabedoria, nossa indignidade a Seus méritos. {A Fé Pela Qual Eu Vivo, p. 92.5}

Esperança e coragem são essenciais ao perfeito serviço para Deus. Esses são frutos da fé. O desânimo é pecaminoso e irrazoável. Deus está em condições e disposto a outorgar a Seus servos “mais abundantemente” a força de que necessitam para a tentação e prova. Os planos dos inimigos de Sua obra podem parecer bem assentados e firmemente estabelecidos; mas Deus pode subverter os mais fortes deles. E isto Ele faz em seu devido tempo e maneira, quando vê que a fé de Seus servos foi suficientemente testada.

Para o desalentado há um seguro remédio — fé, oração e trabalho. Fé e atividade proverão segurança e satisfação que hão de aumentar dia após dia. Estais tentados a dar guarida a sentimentos de ansiedade ou obstinado desânimo? Nos dias mais negros, quando as aparências parecem mais agressivas, não temais. Tende fé em Deus. Ele conhece vossas necessidades; possui todo o poder. Seu infinito amor e compaixão são incansáveis. Não temais que Ele deixe de cumprir Sua promessa. Ele é eterna verdade. Jamais mudará o concerto que fez com os que O amam. E concederá a Seus fiéis servos a medida de eficiência que suas necessidades requerem. O apóstolo Paulo testificou: “E disse-me: A Minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. […] Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Deus. Porque quando estou fraco, então sou forte”. 2 Coríntios 12:9, 10. {Profetas e Reis, p. 80}

A força dos que O amam e servem será renovada dia a dia. Sua compreensão será colocada a serviço deles, para que não errem ao executar os propósitos divinos. Não deve existir desânimo no serviço de Deus. Nossa fé deve suportar a pressão que tiver de ser suportada. Deus pode e está disposto a dar a Seus servos toda a força de que necessitarem. Ele irá mais que cumprir as elevadas expectativas desses que nEle depositaram sua confiança. Ele lhes dará a sabedoria que suas variadas necessidades demandarem. {Testemunhos para a Igreja 8, p. 10-11}

Oh, é excelente coisa ser correto para com Deus, o coração em harmonia com seu Criador, de modo que ao contato com o mau exemplo, o qual por sua aparência enganosa afastaria a alma do dever, anjos possam ser enviados para socorrê-lo! Mas tenha em mente, se você convidar a tentação, não terá o auxílio divino para evitar que seja vencido. Os três heróis suportaram a fornalha ardente porque Jesus andou com eles em meio às chamas. Se tivessem por conta própria andado no fogo, teriam sido consumidos. Assim será com você. Se não entrar deliberadamente em tentação, Deus o sustentará quando a tentação vier. {Testemunhos para a Igreja 3, p. 47.2}

15 - Éfode sacerdotal



Zacarias 8 by Jobson Santos
15 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: acontecimentos finais

Comentário devocional:

A frase “o Senhor dos exércitos” aparece 18 vezes nesse capítulo. “Exércitos” representam miríades de anjos, e a frase quer dizer que o Senhor é poderoso para governar sobre todo o universo. Podemos ter confiança nEle e em Sua Palavra!

Este capítulo foi escrito enquanto eles estavam reconstruindo o templo depois do exílio (v. 9). Como resultado do Seu profundo anseio pelo bem estar do seu povo, Deus diz que Jerusalém será chamada a cidade da fidelidade (v. 3).

O profeta sugere algumas condições para isso. O Senhor instrui gentilmente as pessoas a respeito de como elas devem agir para desfrutar de Suas bênçãos na terra restaurada: devem falar a verdade ao próximo, realizar julgamentos justos nas cortes e não maquinarem o mal contra seus companheiros (v. 16 e 17).

Apesar de todas essas promessas animadoras, de alguma forma, o povo que retornou para a terra de Israel não cumpriu as condições estipuladas pelo Senhor, e os olhos do profeta agora se movem do período de construção do segundo templo para o povo remanescente do tempo do fim.

Zacarias vê as pessoas buscando os mensageiros do tempo do fim. Muitas pessoas virão ao Senhor de diferentes cidades e países, buscando a Sua graça e salvação. Aquilo que o antigo Israel não cumpriu, nós seremos capazes de realizar, pelo poder do Seu Espírito. Estas pessoas vêm para ouvir sobre a “verdade presente”, que está sendo pregada pelo remanescente fiel.

Tal visão brilhante está esperando a nossa fidelidade para alcançar o seu cumprimento. Queremos fazer parte da visão que Zacarias teve. Queremos ser fiéis ao nosso Senhor. Amém.

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/8 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1165    
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/22   
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 8 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


ZACARIAS 8 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de janeiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



ZACARIAS 8 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de janeiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 8 – Deus não desiste de ninguém. Sua paixão por Seu povo excede à nossa compreensão. Seu desejo de abençoar a quem merece castigo e condenação é maior que qualquer outro desejo.

Philip G. Samaan fornece-nos um esboço que facilita nossa compreensão do capítulo em questão:

1. O grande ciúme de Deus (v. 2);
2. A presença no meio de Seu povo (v. 3);
3. Jerusalém, a cidade de paz e alegria (vs. 4-5);
4. O Deus do impossível (v. 6);
5. Deus salvará e reunirá Seu povo do Concerto (vs. 7-8);
6. “Sejam fortes as mãos de todos vós” (vs. 9-13);
7. O apelo de Deus para justiça social (vs. 14-17);
8. Jejuns pesarosos tornam-se ocasiões festivas (vs. 18-19);
9. A poderosa atração da religião genuína (vs. 20-22);
10. “Deus está conosco” (v. 23).

A explicação profética de Zacarias para a situação do povo está dividida em sete diferentes citações (vs. 2, 3, 4, 6, 7, 9 e 14) seguida por outra explicação que está dividida em três citações (vs. 19, 20, 23), cada uma começando com “Assim diz o Senhor”, mostrando que não eram opiniões e declarações meramente humanas.

O plano divino certamente se cumprirá. Independentemente da infidelidade do povo, Deus continua fiel. O plano da redenção aconteceria através da presença do Messias na Terra.

O capítulo em pauta promove esperança em meio ao desespero. Deus incentiva os aflitos a confiarem nEle que o futuro seria promissor. A terra improdutiva tornaria fértil. Os dias de tristezas voltariam a ser de alegria. A assolada Jerusalém se tornaria atração mundial como lugar de adoração.

• A morte de Cristo em Jerusalém atraiu ao mundo, mas é após a purificação total da Terra que Jerusalém será a capital da adoração.

A Jerusalém que não terá perigo para crianças, paz e longevidade para os adultos ainda está no futuro. O Templo é importante, mas o Senhor do Templo é muito mais; por isso, na Nova Jerusalém não haverá templo, devido à presença constante de Deus com Seu povo (Apocalipse 21 e 22).

Antes disso, Deus quer que todas as nações O conheçam e deixem o paganismo para se render ao Seu projeto de salvação/comunhão! Proclame isso ao mundo!

Para tal missão, Deus anima-nos a fortalecer as mãos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 8, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que salvarei o Meu povo…” (v.7).


Após uma dura e necessária repreensão, Zacarias relata uma mensagem de restauração e de salvação. Os “grandes zelos” (v.2) do Senhor por Seu povo faria de Jerusalém “a cidade fiel” (v.3), morada do SENHOR dos Exércitos. Então, há uma descrição sobre as praças da cidade, que seriam tanto de repouso para “velhos e velhas” (v.4), como lugares de brincadeiras cheios de “meninos e meninas” (v.5). Ou seja, seria um lugar abundante de paz e de alegria, um lugar “maravilhoso” (v.6) de se viver.

Por várias vezes o sonoro e poderoso “Assim diz o SENHOR”, ou “diz o SENHOR dos Exércitos” foi dito pela boca do profeta como um sinal indicativo de que cada promessa de restauração continha a inconfundível assinatura do Deus de Israel. E em Seu profundo amor por Seu povo, o bom Pastor prometeu salvá-lo e trazer de volta todas as Suas ovelhas, “da terra do Oriente e da terra do Ocidente” (v.7), reunindo um só povo sobre o qual reinaria “em verdade e em justiça” (v.8).

A bênção e a provisão de Deus na reconstrução do templo deveria ser motivo de fortalecer lhes a fé. A força das mãos era uma referência ao trabalho. O labor penoso e escravo de outrora (v.10) daria lugar à abundante colheita “de paz” (v.12). A maldição se tornaria em bênção (v.13). O exílio acabou. Não haveria mais o que temer (v.15). Entretanto, após estas notícias sobremodo maravilhosas e a promessa de uma terra restaurada, segue-se uma pequena lista de deveres. Vejamos:

  1. Falai a verdade cada um com o seu próximo” (v.16);
  2. Executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz” (v.16);
  3. Nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo” (v.17);
  4. Não “ame o juramento falso” (v.17);
  5. Amai, pois, a verdade e a paz” (v.19).

Que listinha intrigante, não? Dá para notar qual era o principal pecado entre o povo de Deus: a maledicência. E só para não restar dúvida alguma acerca do que Deus pensa sobre este pecado, a lista abominável ainda termina, dizendo: “porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o SENHOR” (v.17). Isto é, são atitudes que Ele abomina e que não aceita no meio do Seu povo. O Senhor estabeleceu critérios de comportamento para que, por meio de relacionamentos saudáveis e pacíficos, Jerusalém fosse uma bênção não somente para seus habitantes, mas para outros “povos e habitantes de muitas cidades” (v.20), que, tomando conhecimento do amor que dali transbordaria, fossem buscar a Deus e “suplicar o favor do SENHOR” (v.22).

De todos os pecados que nos têm amarrado a esta “quarentena” ininterrupta, creio que os piores estão relacionados com o uso da língua. Bem descreveu Tiago: “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade… e contamina o corpo inteiro” (Tg 3:6). Se lermos a lista de pecados que Paulo elencou como a causa dos “tempos difíceis”, “nos últimos dias” (2Tm 3:1), veremos que praticamente todos, senão todos, estão relacionados com a forma com a qual lidamos uns com os outros. Foi por meio deste instrumento diabólico que Satanás causou divisão entre os seres celestiais e fez cair terça parte dos anjos com ele (Ap 12:4, 9). E tem sido através desta mesma estratégia que ele tem destruído casamentos, famílias e até igrejas.

O chamado do Senhor para o Seu povo continua sendo o mesmo. Se Israel tão-somente cumprisse com o dever do amor mútuo, o dever se tornaria em prazer e, onde houvesse um judeu, haveria “dez homens, de todas as línguas das nações”, lhe dizendo: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (v.23). Amados, nestes últimos dias Deus tem preparado um povo peculiar que, despertado do sono e cheio do Espírito Santo, têm compreendido que, de nada vale uma vida religiosa se esta não for o modelo estabelecido por Seu Mestre e supremo Exemplo: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13:35). Fora disto, não há restauração e muito menos salvação.

Não é fácil refrear o que Bíblia chama de “mal incontido” (Tg 3:8). E quão difícil é dominar os nossos pensamentos críticos e a nossa mente repleta de julgamentos e desconfianças. Por isso a importância da oração e do contato diário com as Escrituras Sagradas. O íntimo relacionamento diário com Deus resulta em um amor, pelo próximo, “sem hipocrisia” (Rm 12:9). Precisamos pedir, constantemente, em atitude de vigilância, que o Espírito Santo derrame em nosso coração “o amor de Deus” (Rm 5:5), e faremos parte de um povo que não pode ser confundido.

Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa, ó Senhor, atende-nos e age” (Dn 9:19). Seja esta a nossa oração!

E se alguém vier atrás de mim por onde eu for, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 481). Seja esta a nossa realidade!

Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!

Desafio do dia: Seguindo as orientações de Jesus (Mt 6:6), faça uma oração de confissão. Peça perdão enquanto há tempo e, se possível, no que depender de você, tenha paz com todos (Rm 12:18).

Rosana Garcia Barros

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