Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 5 by jquimelli
30 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-5/

 

Comentário Devocional

Quando foi a última vez que você experimentou alegria real? O que lhe traz a verdadeira felicidade?

Jesus começa o Sermão do Monte com uma lista de como obter a felicidade. Tente ler estes versos substituindo a palavra “bem-aventurado” pela palavra “feliz”.

Agora, como alguém pode ser feliz, se está chorando? Se é pobre? Não parece fazer sentido.

O Sermão do Monte de Jesus foi verdadeiramente radical. Em Suas declarações sobre o reino Jesus apresenta conceitos que parecem contradizer a natureza humana. Mas é exatamente por isso que este sermão é tão poderoso e tão transformador. Ele toca os cantos mais profundos de nossas vidas.

Este sermão, que ocupa os capítulos cinco, seis e sete no Evangelho de Mateus, bem poderia ser chamado de “Manifesto do Reino de Jesus”, as intenções de Seu governo. Em outras palavras, Jesus está dizendo: “Estas são as bases do Reino dos céus que veio a este mundo”. Em Jesus até mesmo nossas dores, tristezas e maus tratos podem ser transformados pela alegria de tê-Lo conosco. Talvez os melhores exemplos disso são as vidas dos Seus seguidores, como Paulo e Silas (At 16:23-25). A única explicação para a alegria deles era Jesus em seus corações.

Hoje, o Sermão do Monte é considerado a mais bela declaração do cristianismo, mas é muito difícil de se colocar em prática. Não é de admirar que Gandhi em sua famosa palestra no Ceilão em 1927 tenha dito: “Muito do que é apresentado como cristianismo na verdade é uma negação do Sermão do Monte.” Em outras palavras, é uma negação do que Jesus disse a respeito do modo como devemos viver.

Leia Mateus 5 novamente e pense em como você pode viver esse sermão em sua vida hoje.

Oleg Kostyuk
Hope Channel Program Host


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/5 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=180
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados30-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MATEUS 5 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de janeiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria


MATEUS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
30 de janeiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MATEUS 5 – Após jejuar e orar, Jesus venceu a tentação, operou milagres, e investiu profusamente no ministério da pregação.

No final do capítulo anterior, Mateus registrou numerosas multidões afluindo de diversos lugares para seguir a Jesus.

Então foi pregado o sermão do monte, o primeiro sermão longo de Jesus registrado. Através dele, Jesus tinha como objetivo tirar os pecadores do reino das trevas e introduzi-los no reino da luz. Seus princípios são contrários às filosofias mundanas. Jesus declara que felizes (makários, bem-aventurados) são os…

• …Humildes de espírito; não os orgulhosos.
• …Que choram; não os insensíveis.
• …Mansos; não os nervosos.
• …Insaciados; não os cheios de si.
• …Misericordiosos; não os indiferentes/intolerantes.
• …Limpos de coração; não os maliciosos/imorais/corruptos.
• …Pacificadores; não os briguentos.
• …Justos; não os desonestos/infiéis/fraudulentos.
• …Perseguidos por causa de Cristo; não os perseguidores.

Após apresentar a satisfação no coração do cristão genuíno (vs. 1-12), Jesus revelou o impacto da aplicação dos princípios divinos na sociedade (vs. 13-16).

Em seguida, Jesus apresentou a legislação do reino de Deus. A Lei e os profetas incluem os Dez Mandamentos, porém, vai além deles. Jesus mostrava que o Antigo Testamento não era cultura judaica; era a cultura do Céu, que os judeus não aderiram.

O Antigo Testamento não perdeu sua autoridade, nem caducou com a vinda de Cristo; pelo contrário, brilhou ainda mais as Suas sublimes mensagens. Em Seu poderoso sermão, Jesus citou…

• …O sexto e o sétimo mandamentos da Lei Moral (vs. 21-32);
• …A lei levítica para falar do falso juramento e das promessas feitas a Deus (vs. 33-37);
• …A Lex Talionis (lei da retaliação) para falar do respeito e amor ao próximo (vs. 38-48).

O seguidor de Cristo, liberto do reino das trevas, conduzido ao reino dos céus, torna-se súdito do Soberano do Universo; portanto, deve refletir o caráter dEle (v. 48) e proclamar a justiça e a legislação desse novo reino (vs. 17-20).

Nisto consiste o segredo das bem-aventuranças. Os reinos deste mundo contrastam com o reino de Deus, o mesmo contraste deve haver entre os seguidores de Cristo e o mundo.

Como os profetas, o cristão pode sofrer perseguição, mas o galardão será tão grande quanto o deles (v. 12).

Sejamos súditos do reino de Deus e auxiliemos na libertação dos súditos do reino do diabo! – Heber Toth Armí.



MATEUS 5, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (v.20).


A partir de hoje, iniciamos o estudo de três capítulos que irão mudar para sempre a nossa vida e o equivocado e popular conceito de vida cristã. Nos dias de Cristo, o modelo religioso da sociedade era o dos escribas e fariseus. Sob o manto do zelo e das incontáveis tradições, estes grupos de religiosos julgavam-se santos e dignos do louvor da “plebe pecadora”. Com oratória impecável, orações eloquentes e moral aparentemente incontestável, sua presença era imponente e intimidante. Não tinham qualquer simpatia pelos necessitados, apesar de ostentar uma vida de caridade a fim de serem vistos. Era uma vida cheia de obras, mas vazia do poder de Deus. Eram mestres de si mesmos.

Então, as multidões se depararam com um Rabi diferente. As Suas palavras não soavam intimidantes, mas preenchiam os corações solitários com um amor inexplicável. Sua pregação não tinha por finalidade acusar, mas salvar. Suas mãos não lhes apontava as mazelas, mas se estendiam para curá-las. Seus olhos não os criticavam, mas os amava. Ele não Se sentou para condená-las, mas para ensiná-las (v.2). E Suas primeiras palavras exprimiam o primeiro fundamento da vida cristã: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (v.3). Isto é, feliz é aquele que confessa: “Deus, eu não consigo!”. Vocês sabem o que isso representa? A maravilhosa graça de um Deus que nos diz: “Eu já consegui por você!”.

Quando Jesus afirmou que o reino dos céus é dos pequeninos (Mt 19:14), Ele estava replicando Mateus 5:3, em outras palavras. O salmista Davi nos dá um vislumbre do que seja experimentar esta verdadeira felicidade e paz: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo” (Sl 131:2). A entrega a Deus envolve plena confiança nos cuidados do Único capaz de nos salvar. Feito isto, as demais bem-aventuranças irão cumprir-se em nossa vida, e o Espírito Santo nos fará sal e luz em um mundo que, assim como as multidões ao pé do monte, carece de ver obras que glorifiquem a Deus (v.16).

Em todas as épocas, o Senhor tem convocado um exército de bem-aventurados que siga as pegadas de seu Mestre e proclame a sublime verdade de que Ele veio para nos dar exemplo, e não para revogar o que Ele mesmo promulgou: “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (v.18). Ainda vivemos sob o mesmo céu e sobre a mesma terra, portanto, violar a lei de Deus usando a preciosa graça de Jesus como desculpa é pecado e é um ensino contrário ao que Ele mesmo ensinou: “… não vim para revogar, vim para cumprir” (v.17).

Na sequência, Ele faz o que Isaías profetizou a Seu respeito: “Foi do agrado do SENHOR, por amor da Sua própria justiça, engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (Is 42:21). Então, Ele continua o Seu mais famoso sermão ampliando, tornando ainda mais gloriosos, mandamentos do Decálogo que os líderes religiosos zelavam com rigor, enquanto os transgrediam constantemente em seu íntimo. “Não matarás” (Êx 20:13) e “Não adulterarás” (Êx 20:14), foram postos em um patamar muito acima da justiça dos escribas e fariseus (v.20). Jesus não revogou a Lei que é uma expressão de Seu próprio caráter, mas ensinou o verdadeiro modo de observá-la, o modo que agrada a Deus e que sucede a entrega do coração a Ele.

Nas bem-aventuranças Jesus já nos dá um vislumbre de que, ao contrário do que se prega nos púlpitos da prosperidade, a vida eterna é para os humildes, os que choram, os que não revidam o mal, os famintos e sedentos, os perseguidos, os injuriados, os injustiçados, porque a felicidade do cristão não está neste mundo e no que ele oferece, mas está em Cristo e na esperança da fiel promessa de “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe 3:13).

Quando confessamos a Deus que não conseguimos e nos entregamos totalmente aos Seus cuidados paternos; quando vamos a Ele com o coração de uma criança, o Seu amor vai sendo derramado em “nosso coração pelo Espírito Santo” (Rm 5:5) e Ele mesmo vai nos tornando perfeitos como o Pai celeste é perfeito (v.48). Não é o que fazemos, portanto, que nos torna dignos da salvação, mas é a confissão da nossa indignidade que dá lugar ao Espírito Santo de fazer de nossa vida um troféu de Cristo para a glória de Deus. E a essência disto tudo é a perfeita obra do amor.

Permita que o milagre do amor opere em seu coração a verdadeira perfeição aos olhos de Deus: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (v.44). Lembre-se: o milagre começa quando você confessa: “Deus, eu não consigo!”.

Bom dia, humildes de espírito!

Desafio do dia: Inicie hoje um propósito de oração diário. Ore por todos aqueles que você tenha dificuldade de relacionamento, pedindo a Deus que o Espírito Santo derrame em seu coração o Seu amor incondicional.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus5
#RPSP



MATEUS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
30 de janeiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 multidões. Ao que tudo indica, essas multidões eram as “numerosas multidões” de Mateus 4:25 que seguiam Jesus depois de Sua primeira viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia. O Sermão do Monte foi feito provavelmente no fim do verão (MDC, 2, 45) do ano 29 d.C., por volta da metade de Seus três anos e meio de ministério. … o Sermão do Monte é a o mesmo tempo o discurso inaugural de Cristo como Rei do reino da graça e também a constituição do reino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 333.

monte. Mateus continua a traçar paralelos entre Cristo e Moisés. Andrews Study Bible.

O monte no qual Cristo proferiu o Sermão do Monte é chamado de “Sinai do Novo Testamento”, visto que ele é para a igreja cristã o que o monte Sinai foi para a nação judaica. CBASD, vol. 5, p. 333.

O conteúdo deste sermão é semelhante ao sermão da planície, registrado em Lc 6. Bíblia de Genebra.

Apesar de algumas diferenças no relato do sermão e sobre as circunstâncias de seus ouvintes, … não se pode questionar o fato de que esses dois relatos se refiram à mesma ocasião. … os relatos não são excludentes, mas complementares. … Várias outras partes do Sermão do Monte apresentadas em mateus ocorrem em pontos diferentes do evangelho de Lucas, sem dúvida porque Cristo repetiu esses pensamentos em ocasiões posteriores. O Sermão do Monte apresenta um contraste notável entre o cristianismo e o judaísmo da época de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 334.

discípulos. Lit., “alunos”. … pode ter sido empregado aqui em sentido mais amplo, não se referindo somente aos doze. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3-12 bem-aventurados. gr. makarios. Bíblia Shedd.

A palavra significa mais que “feliz”, porque a felicidade é um sentimento que muitas vezes depende das circunstâncias externas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nas primeiras palavras do Sermão do Monte, Cristo enfatiza o desejo supremo de todo coração humano: felicidade. Esse desejo foi implantado no ser humano pelo próprio Criador e, originalmente, tinha o propósito de levá-lo a encontrar verdadeira felicidade por meio da cooperação com o Deus que o criou. O pecado acontece quando o ser humano tenta alcançar a felicidade como um fim em si mesma, sem considerar a obediência a Deus. … A felicidade está no coração daqueles que estão em paz com Deus (cf Rm 5:1) e com seu próximo (cf. Mq 6:8), que caminham de acordo com os dois grandes mandamentos da lei de amor (ver Mt 22:37-40). CBASD, vol. 5, p. 335.

Inclui bem-estar espiritual, tendo a aprovação de Deus e, assim, um destino mais feliz (Sl 1). Bíblia de Genebra.

Se as bem-aventuranças forem divididas em dez (uma para cada verso), elas podem ser divididas de modo similar às duas tábuas a lei dada no Monte Sinai: as primeiras quatro tratam do relacionamento do homem com Deus e as seis últimas do relacionamento do homem com seus semelhantes. Andrews Study Bible.

3 pobres “em” espírito (NVI). Os pobres “em espírito” podem se referir a todos que dependem de Deus, não importa seu status social ou econômico. Andrews Study Bible.

…[O termo] se refere àqueles que são extremamente pobres no sentido espiritual e sentem necessidade daquilo que o reino dos céus tem a lhes oferecer (cf. At 3:6; ver com. de Is 55:1). CBASD, vol. 5, p. 336.

Reino dos céus. Os judeus imaginavam que o reino dos déus se baseava na força que obrigaria as nações da terra a se submeterem a Israel. Mas o reino que Cristo veio estabelecer começa no coração do ser humano, permeia a vida e transborda para o coração de outras pessoas

O reino não é algo merecido por serviços prestados. É mais uma dádiva que uma recompensa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 mansos. A mansidão aqui referida é de natureza espiritual, uma atitude de humildade e submissão a Deus. Nosso modelo de mansidão é Deus. Bíblia de Genebra.

13 sal. O sal era utilizado para dar sabor e preservar (em uma sociedade sem refrigeração). A metáfora é um chamado evangelístico para se misturar com o mundo e transformá-lo. Andrews Study Bible.

Os depósitos de sal, ao longo do mar Morto, contêm não só o cloreto de sódio, mas uma variedade de outros minerais também. Este sal pode tornar-se sem utilidade quando a chuva lava sua salinidade, tornando-o insípido no correr dos anos. Bíblia de Genebra.

17 lei … profetas. Os cinco primeiros livros do AT e todos os demais da Escritura hebraica. Jesus não está fazendo distinção entre as leis cerimoniais, civis e morais. Ele está aqui confirmando toda a vontade de Deus registrada nas Escrituras hebraicas e mostrando sua continuidade. E mais, Ele as cumpre. Andrews Study Bible.

cumprir. Jesus cumpriu a lei no sentido de dar a ela seu significado pleno. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 escribas e fariseus. Eles eram exatos e escrupulosos em seguir as 613 leis encontradas na Torah. Mas a justiça que Jesus exigia estava acima das particularidades externas da lei. Ia ao cerne da intenção. Jesus dá seis exemplos nos vv. 21-48. Andrews Study Bible.

21-48. As questões abordadas nestes versos foram chamadas tradicionalmente de “as seis antíteses” (ou declarações por contraste), porque cada uma se inicia com “Vocês tem escutado o que foi dito… mas Eu digo a vocês“. Jesus toma um ensino ou entendimento de uma passagem da Escritura e lhe dá um entendimento mais profundo, completo e cristão.  Andrews Study Bible.

22 inferno de fogo. Literalmente, “o geena [gr. geena] de fogo”, ou “o inferno de fogo”. Geena, inferno, é uma transliteração do heb. ge’ ben hinnom,  “vale de Hinom” ou “vale do Filho de Hinom” (Js 15:8). Esse vale está ao sul e a oeste de Jerusalém e se encontra com o vale de Cedrom ao sul da Cidade de Davi e do tanque de Siloé (ver com. de Jr 19:2). O ímpio rei Acaz (ver vol. 2, p. 70) parece ter introduzido o rito pagão bárbaro de queimar crianças a Moloque num lugar chamado Tofete, no vale de Hinm (2Cr 28:3; cf. PR, 57), no tempo de Isaías … Manassés, neto de Acaz, retomou essa prática (2Cr 33:1, 6; cf. Jr 32:35). … Como punição por essa e outras maldades, Deus advertiu Seu povo de que o vale de Hinom um dia se tornaria “o vale da Matança” para os cadáveres deste povo” (Jr 7:32, 33; 19:6; cf. Is 30:33). Da mesma forma, o fogo de Hinom se tornou símbolo do último grande dia de juízo e punição dos ímpios (cf. Is 66:24). No pensamento escatológico judaico, derivado em parte da filosofia grega, geena era o lugar onde as almas dos pagãos eram mantidas sob punição até o dia do juízo final e das recompensas. A tradição que diz que o vale de Geena era um lugar onde se queimava lixo e, portanto, um símbolo do fogo do último dia, parece ter se originado com o Rabbi Kimchi, um erudito judeu dos séculos 12 e 13. CBASD, vol. 5, p. 347,

27, 28 não adulterarás. Adulterar, para o judeu, observando-se a letra de Êx 20.14, seria deitar-se com a mulher do seu próximo. Para Jesus, é isto e ainda algo mais. Bíblia Shedd.

31-32 divórcio. Duas escolas rabínicas tinham interpretações diferentes para Dt 24:1, quanto ao divórcio: Hillel o permitia para qualquer motivo; Shammai o permitia apenas por adultério. Jesus está mais próximo ao pensamento de Shammai. … Além disso, Ele corrige o mau uso da passagem bíblica acentuando a importância e permanência do matrimônio.  Andrews Study Bible.

34 de modo algum jureis. Jesus está se referindo a um legalismo estreito e enganador, que exige um juramento específico para obrigar o cumprimento daquilo que foi falado. A implicação de uma tal abordagem com relação à honestidade, é que só necessitamos ser verdadeiros sob juramento.  Bíblia de Genebra.

38-42. Jesus está ensinando um pacifismo ativo. Ele rejeita vingança violenta e retaliação.  Andrews Study Bible.

40. túnica … capa. A túnica era uma roupa interna, e a capa, uma roupa solta, externa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 se alguém te obrigar. A possibilidade de um soldado romano coagir uma pessoa a servir como guia ou transportador de carga era real. Mesmo se compelido por força a fazer alguma coisa por alguém, a pessoa pode demonstrar liberdade para fazer voluntariamente mais do que foi exigido, ao invés de fazer o serviço de má vontade.  Bíblia de Genebra.

42 Provavelmente, não uma referência de dar a todos os que pedirem, mas uma referência específica aos pobres (cf. Dt 15.7-11; Sl 112.5, 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

43 odeie o seu inimigo. …o ódio para com os inimigos era parte aceitável na ética judaica da época. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto não está no Antigo Testamento, mas era uma falsa conclusão derivada do ensino dos escribas, inferido da estreita compreensão daquilo que significava “próximo”, que para eles era simplesmente um outro judeu. Jesus mostra que a verdadeira intenção de Lv 19.18 é incluir até os inimigos (Lc 10.29-37). Bíblia de Genebra.

Esta expressão pertence à tradição popular dos judeus, à época. Bíblia Shedd.


Nota: Infelizmente, por questões práticas de tempo disponível e espaço, tivemos que restringir a compilação dos excelentes comentários do Comentário Bíblico Adventista, vol 5, que apresenta 22 páginas sobre o cap. 5, o qual em muito recomendamos.




%d blogueiros gostam disto: