Reavivados por Sua Palavra


Ageu 2 by Jobson Santos
7 de janeiro de 2018, 1:00
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Comentário devocional:

Quando uma criança rebelde volta para casa, o que acontece na família? Celebração! Da mesma forma, quando Deus viu o trabalho feito por Seu povo, Ele lhes disse: “Estou feliz. Estou com vocês! Estou feliz não porque o que vocês fizeram foi perfeito, ou  impecável. Mas estou feliz porque vocês retornaram para mim”.

Quando o povo obedeceu ao Senhor e fez o que Ele lhes pediu para fazer, Ele revelou o seu segredo e prometeu que, em pouco tempo, o Desejado de todas as nações viria para preencher de glória este Templo. E a sua glória futura haveria de superar a sua glória passada. Aleluia!

Como um povo que aguarda a segunda vinda do Desejado de todas as Nações, demos de bom grado nossos corações a Deus. O principal templo que precisamos construir hoje é a nossa vida espiritual, o nosso relacionamento com o nosso amoroso Criador que nos levará a trabalharmos de coração para Ele.

Se aceitarmos este desafio e entregarmos completamente o coração ao Senhor, então nos últimos dias, o Senhor nos dirá, eu vou levá-lo para o meu reino e farei de você o meu sinete, o meu anel de selar.

Emmanuel S. D. Manu
Tesoureiro da Divisão Centro-Oeste Africana


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hag/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1157
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/14    
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ageu 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


AGEU 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2018, 0:55
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AGEU 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
7 de janeiro de 2018, 0:45
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AGEU 2 – Ageu deve cumprir ainda hoje seu objetivo através de seu livro.
 
Foi num tempo de paralisia espiritual, quando o povo estava acomodado, após regressar do cativeiro babilônico, e sem recursos suficientes, que Deus levantou o profeta Ageu para libertar Seu povo da letargia reinante.
 
A mensagem do profeta foi poderosa e eficiente: Líderes eclesiásticos e liderados reagiram e reconstruíram o templo em quatro anos, terminando-o em 516 a.C. Tal reconstrução era importante para o primeiro advento do Messias (vs. 2-9).
 
Pode ser que a tua congregação esteja como o templo em que as pessoas da época de Ageu frequentavam: inacabado. Era um esqueleto em ruína parecido a um cadáver que se decompunha, e a espiritualidade dos membros era visível na estrutura do templo (vs. 10-14).
 
• Não seria nosso caso também?
 
Além disso, há um tom messiânico na frase: “virá o Desejado de todas nas nações” (v. 7) – explica Merril F. Unger. Porquanto, extraímos as seguintes implicações:
 
1. Um templo arruinado e esquecido é símbolo de desprezo Àquele que é o único que pode libertar as nações de sua escravidão no pecado (vs. 10-14).
2. Meras cerimônias de purificação não santificam a ninguém; porém, o render-se de coração ao Senhor traz solução para os graves problemas econômicos da nação (vs. 15-19).
3. Um dia o Céu e a Terra serão abalados a fim de que o Reino de Deus seja restaurado plenamente sobre os reinos mundanos: A segunda vinda de Cristo é nossa maior esperança (vs. 20-22).
4. Um dia, Jesus, o Filho de Davi, tipificado por Zorobabel, filho de Davi, assumirá os tronos do mundo e Sua administração será plena de harmonia, honra e glória (v. 23).
 
Desta forma, o profeta…
 
• …abriu os olhos do povo para o presente: O templo; e, para o futuro: O Messias vindouro.
• …mostrou o efêmero: a construção; e, apresentou o eterno: O Messias glorificado.
• …apontou a atualidade: A casa de culto para o momento; e, a escatologia: Quando não haveria necessidade de edificações para a adoração.
 
Jesus, o Desejado de todas as nações, deve ser entronizado hoje (e diariamente) em nosso coração a fim de que haja restauração da nossa mornidão espiritual e aconteça o reavivamento pleno de nossa alma.
 
Quem se dispõe? Você? – Heber Toth Armí.


AGEU 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de janeiro de 2018, 0:30
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“Minha é a prata, Meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos” (v.8).


A reedificação do templo representava um recomeço, uma nova oportunidade, o reavivamento da nação escolhida para um propósito santo. Exatamente na data em que era realizada a Festa dos Tabernáculos, o profeta apresentou ao povo a mensagem do Senhor sobre a glória do segundo templo. Conforme está escrito, esta era a última festa da sequência de todas as celebrações e cerimônias religiosas de Israel. Na Festa dos Tabernáculos, o povo se reunia para alegrar-se perante Deus durante sete dias, habitando “em tendas de ramos” (Lv 23:42). Uma prévia da alegria perene que terão todos os filhos de Deus nas santas moradas.

Conhecendo o coração de Seu povo e a dificuldade que estava enfrentando diante do desafio de reerguer um lugar que lhe trazia fortes lembranças, um brado de motivação soa do instrumento divino: “sê forte… sê forte… sê forte” (v.4)! Aquela obra tinha o objetivo de, muito além de reerguer paredes, reavivar o povo. Levá-lo a viver uma experiência de intimidade com Deus. E, para isso, o principal lhes foi dado: “o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (v.5).

Deus deseja habitar em nós através da pessoa do Espirito Santo. É Ele que nos convence “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16:8) e que nos prepara para sermos habitantes das moradas celestiais. Mas, para isso, é necessário que passemos pelo crivo do Senhor: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O SENHOR é meu Deus” (Zc 13:9). Percebem que há um significado sobremodo profundo quando o Senhor nos diz: “Minha é a prata, Meu é o ouro” (v.8)?

Tudo é de Deus e a Ele pertence, mas a didática usada não se limita a riquezas, mas ao que faz os olhos do nosso Criador brilharem: aqueles que O invocam. Aqueles que reconhecem as suas limitações e decidem confiar nos méritos do Infalível. Provados e burilados, estes se tornam verdadeiros tesouros nas mãos do Senhor. E no dia em que Deus “abalar o céu, a terra, o mar e a terra seca” (v.6), eles permanecerão fiéis para serem levados ao lugar de paz (v.9).

As nossas impurezas e imundícies precisam ser removidas. “Antes de pordes pedra sobre pedra no templo do SENHOR” (v.15), antes da reforma, deve haver o reavivamento. Antes de trabalharmos em favor dos outros, uma obra tão grande quanto deve ser realizada em nosso coração. Porque “em primeiro lugar vem a conversão; depois é que vem o procurar a salvação dos outros” (Ellen G. White, Review and Herald, 10 de setembro de 1903). “Considerai, Eu vos rogo… considerai nestas coisas” (v.18) é o apelo do Artífice divino que deseja nos tornar “mais raros do que o ouro de Ofir” (Is 13:12).

O que temos oferecido ao Senhor? Obras vazias, palavras vãs, aparência de santidade quando o coração está cheio de falsidade? Pois é assim que o Senhor dos Exércitos diz sobre essas obras: “tudo é imundo” (v.14). Amados, consideremos “tudo o que está acontecendo” (v.15) ao nosso redor e despertemos para a solenidade desta hora. Não temos mais tempo a perder confiando que teremos uma fé inabalável quando professamos ser o que não somos; quando a Palavra de Deus não é examinada e a oração é negligenciada. Deus nos escolheu para propósitos eternos! Até quando o Senhor terá de suportar a nossa arrogância em pensar que somos alguma coisa simplesmente porque temos um título religioso e uma capa de santidade?

Não houve, entre vós, quem voltasse para Mim, diz o SENHOR” (v.17). Esta foi a assustadora realidade dos habitantes de Jerusalém e é a nossa realidade hoje. Não temos nada de bom para oferecer ao Dono da prata e do ouro. E o que Ele nos pede é justamente que Lhe entreguemos a nossa fonte de corrupção: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv 23:26). Eis a oferta diária que Deus espera de nós: a entrega do nosso coração. Todo aquele que, diariamente, deposita o coração nos depósitos celestes, recebe os lucros em forma de “muito fruto” (Jo 15:8). E sua vida torna-se uma manifestação do “fruto do Espírito”, sendo uma fonte de “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5:22-23).

Permita que o Espírito Santo realize esta obra em sua vida. Assim como o resto do povo atendeu à voz de Deus e “às palavras do profeta Ageu” (Ag 1:12), que façamos parte dos “restantes” (Ap 12:17) que estarão em pé quando o Senhor fizer “abalar o céu e a terra” (v.21).

Bom dia, mui valiosos do Senhor dos Exércitos!

Desafio do dia: No dia 26 deste mês iniciaremos o nosso estudo do Novo Testamento. Convide amigos e familiares para participar deste projeto e seja um multiplicador de esperança.

Rosana Garcia Barros

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