Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO – DIA 4 – A TÚNICA by Jobson Santos
14 de janeiro de 2018, 11:25
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A túnica do sacerdote é um símbolo da justiça de Cristo que cobre nossa nudez quando a aceitamos.

Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas jóias. Isaías 61:10

Todos os que vestiram as vestes da justiça de Cristo, estarão perante Ele como escolhidos, fiéis e verdadeiros. Satanás não tem poder para arrancá-los da mão de Cristo. Ele não permitirá que passe para o poder do inimigo pessoa alguma que tenha reclamado, com penitência e fé, Sua proteção. Está empenhada Sua palavra: “Que se apodere da Minha força, e faça paz comigo; sim, que faça paz comigo”. Isaías 27:5. A todos é feita a promessa dada a Josué: “Se observares as Minhas ordenanças, […] te darei lugar entre os que estão aqui”. Zacarias 3:7. Anjos de Deus andarão de ambos os lados seus, mesmo neste mundo, e no final estarão entre os anjos que circundam o trono de Deus. {Conselhos para a Igreja, p. 360.3}

É a justiça de Cristo que torna o pecador penitente aceitável a Deus e opera sua justificação. Por mais pecaminosa que tenha sido sua vida, se ele crê em Jesus como seu Salvador pessoal, permanece diante de Deus nas imaculadas vestes da justiça imputada de Cristo.

O pecador tão recentemente morto em delitos e pecados é vivificado pela fé em Cristo. Ele vê pela fé que Jesus é seu Salvador e está vivo para todo o sempre, podendo “salvar totalmente [todos] os que por Ele se chegam a Deus.” Hebreus 7:25. Na expiação realizada para ele, o crente vê tal largura, comprimento, altura e profundidade de eficiência — ele vê tal inteireza de salvação, adquirida a um preço tão infinito, que sua alma se enche de louvor e gratidão. Contempla, como por espelho, a glória do Senhor e é transformado na Sua própria imagem, como pelo Espírito do Senhor. Vê o manto da justiça de Cristo, tecido no tear do Céu, talhado por sua obediência e imputado à pessoa arrependida pela fé em seu nome.

Quando o pecador tem uma visão dos incomparáveis encantos de Jesus, o pecado deixa de ser atraente para ele; pois contempla Aquele que é o mais distinguido entre dez mil e totalmente desejável. Compreende por experiência pessoal o poder do evangelho, cuja vastidão de desígnio só é igualada por sua preciosidade de propósito. {Fé e Obras, p. 96}

Uma fé generalizada não é suficiente. Precisamos usar as vestes da justiça de Cristo, e usá-las aberta, corajosa, e decididamente, ostentando a Cristo e não esperando muito do homem finito, mas manter-nos olhando para Jesus e deixando-nos cativar pela perfeição de Seu caráter. Então tornaremos individualmente manifesto o caráter de Jesus, e deixaremos claro que estamos revigorados pela verdade, pois ela santifica o coração e mantém cativos os pensamentos, em obediência a Cristo. {Refletindo a Cristo, p. 100.5}

Os verdadeiramente justos, que sinceramente amam e temem a Deus, cobrem-se do manto da justiça de Cristo tanto na prosperidade como na adversidade. Renúncia própria, sacrifício pessoal, benevolência, bondade, amor, paciência, magnanimidade e confiança cristã são os frutos diários produzidos por aqueles que estão verdadeiramente ligados com Deus. Seus atos podem não ser publicados ao mundo, mas eles mesmos estão diariamente lutando contra o mundo e ganhando preciosas vitórias sobre a tentação e o mal.

Todos os que se vestiram da justiça de Cristo estarão perante Ele como escolhidos, e fiéis e leais. Satanás não tem poder para arrancá-los da mão do Salvador. Nenhuma alma que em penitência e fé reclame a Sua proteção, permitirá Cristo que passe para o poder do inimigo.

Cada qual terá uma luta intensa para vencer o pecado no próprio coração. Às vezes essa obra é muito penosa e desanimadora; pois ao vermos os nossos defeitos de caráter, pomo-nos a considerá-los, em vez de olhar para Jesus e revestir-nos das vestes da Sua justiça. Todo aquele que entrar na cidade de Deus pelas portas de pérola, fá-lo-á como vencedor, e sua maior conquista terá sido a do próprio eu. — Testemunhos Seletos 3:381. {A Maravilhosa Graça de Deus, p. 25}

E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; Filipenses 3:9

Fonte: http://tendaysofprayer.org/

 

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Zacarias 7 by Jobson Santos
14 de janeiro de 2018, 1:00
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Comentário devocional:

A palavra de Deus tem poder. Ela tem o poder de revelar a nós o próprio Deus. Ela tem o poder de nos encorajar e confortar quando estamos abatidos. A palavra de Deus tem o poder de nos mostrar como realmente somos e de nos inspirar a sermos diferentes.

No entanto, se endurecemos nossa coração como uma pedra, eventualmente, a palavra de Deus não poderá alcançar-nos. Este foi o problema do antigo Israel. Se nos recusarmos a valorizar a lei de Deus e os Profetas, mensagens que nos foram dadas pelo Espírito do Senhor (Zacarias 7:11-12), as consequências serão de nossa inteira responsabilidade.

Zacarias faz seus conterrâneos retornarem em pensamento 70 trás, e mostra-lhes que foi a condição moral daquele tempo que trouxe a destruição do Templo e fez com que os Israelitas fossem levados cativos. Eles não estavam seguindo as instruções de Deus. Eles eram injustos em seus julgamentos, eles não demonstravam solidariedade e compaixão para com o seu povo, e oprimiam os necessitados.

Quando lemos acerca dessa situação no passado, ficamos indignados com o comportamento deles. No entanto, a descrição é muito semelhante ao que está acontecendo ao nosso redor hoje.

Estamos às portas da segunda vinda de Jesus. Ao refletirmos sobre a mensagem de Zacarias, chegamos a conclusão de que é hora de retornarmos para Deus com um espírito contrito. Busquemos ao Senhor com sinceridade e Ele nos ouvirá.

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/7 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1164   
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/21  
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 7 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

 



ZACARIAS 7 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2018, 0:55
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ZACARIAS 7 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2018, 0:45
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ZACARIAS 7 – Para Deus, religião desprovida de ação baseada na revelação, é pura ilusão. Além disso, uma religião baseada em meros rituais sem consagração real é mera formalidade inútil.

Religião é muito mais do que isso; é relacionamento com Deus, um compromisso sério e submissão plena a Ele – o que inclui toda Sua vontade revelada!

Atitudes religiosas, por mais nobres e inteligentes que sejam, indiferentes ao “assim diz o Senhor” é resultado “da própria pecaminosidade e desobediência do povo” (William MacDonald).

• Certamente, existem religiões pecaminosas e rituais perversos diante de Deus, ainda que valorizadas por multidões.

O jejum, neste capítulo, era prática do povo de Deus desde a invasão e destruição de Jerusalém, cuja finalidade era lembrar-se com tristeza a destruição do templo de Salomão. Este jejum foi inventado pelo povo, não revelado por Deus; desta forma, por mais nobre que seja a intenção nos rituais e nas formalidades religiosas, o que importa a Deus é a justiça que surge do Seu coração, aplicada ao coração do adorador (vs. 1-7).

• “Independente da finalidade, os rituais divinos jamais substituem, aos olhos de Deus, a prática da justiça e muito menos a fé” (William Kelly)

Jejuar e até chorar em um dia específico do ano não liberta ninguém do pecado; quem liberta é Cristo. A religião verdadeira está fundamentada num relacionamento apropriado com Deus (vs. 8-14).

O relacionamento com Deus produz bondade e misericórdia; elimina práticas religiosas duvidosas; transforma o interior e transcende ao exterior; desenvolve a espiritualidade e resulta em bons frutos, que refletem o caráter gracioso de Deus.

• Esses são os passos que conduzem indivíduos, famílias e igrejas inteiras ao reavivamento e a reforma.

Atente à revelação:

1. Deus declara: “Vocês estão interessados em religião, eu estou interessado em pessoas” (v. 6);

2. Deus orienta: “Sejam justos uns com os outros. Amem o próximo. Sejam misericordiosos uns com os outros. Não tirem vantagens das viúvas, órfãos, estrangeiros e pobres. Não tramem maldades uns contra os outros – isso é terrível” (v. 10).

3. Quem ignora a Lei de Deus tapa os ouvidos “aos sermões cheios do Espírito pregados” pelos servos do Juiz do Universo (vs. 11-12).

Deus ouve a oração de quem se interessa por ouvir Sua revelação! Religião só tem valor se promover transformação! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 7, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de janeiro de 2018, 0:30
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“Assim falara o SENHOR dos Exércitos: Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9).


Durante os anos de exílio, alguns do povo “foram enviados… para suplicarem o favor do SENHOR” (v.2). Até que, após os setenta anos, eles questionaram aos sacerdotes até quando continuariam com aquela prática. Foi quando o Senhor falou por intermédio de Zacarias, e disse: “Quando jejuastes e pranteastes… acaso foi para Mim que jejuastes, com efeito, para Mim?” (v.5). Em tempos de paz, Deus enviou os Seus profetas para anunciar a Sua vontade, “porém, não quiseram atender e, rebeldes,… deram as costas” ao Senhor “e ensurdeceram os ouvidos, para que não ouvissem” (v.11).

Não foi a prática do jejum que foi desconsiderada por Deus, mas a intenção do jejum. Mesmo afastados do SENHOR, a observância dos rituais religiosos não cessaram e, de contínuo, ainda jejuavam. No entanto, apesar de julgarem ter “prazer em se chegar a Deus” (Is 58:2), suas atitudes não tinham qualquer harmonia com sua religião. O jejum havia perdido totalmente a sua finalidade e foi transformado em aparência de santidade. Era um jejum orgulhoso. Erguiam suas orações com palavras bonitas enquanto seus corações tramavam o mal “contra o seu próximo” (v.10).

Geralmente, o jejum era realizado no sábado, mas não como um sinal de arrependimento e contrição, e sim como um mostruário de “santos” que jejuavam “para contendas e rixas” (Is 58:4). Certa vez ouvi uma frase que me impactou profundamente: “Nós [cristãos] somos o único exército que atira em seus próprios soldados feridos”. Vocês percebem a seriedade disto? O Senhor nos diz: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9). Temos realmente praticado o assim diz o Senhor? Temos verdadeiramente jejuado para a glória dEle?

O grande e maior perigo que nos cerca não está associado às catástrofes naturais, nem tampouco à violência humana, mas ao que Cristo mesmo nos alertou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt 24:12). A prática de qualquer dos mandamentos de Deus consiste em amar. Vejamos a confirmação disto em Romanos 13:10: “O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da lei é o amor”.

Entendem meus amados? Jesus manifestou o amor ao praticar cada um dos mandamentos de Seu Pai (Jo 15:10). Ele não veio revogar (Mt 5:17-18) o que Ele mesmo instituiu, mas veio para nos dar o exemplo de como cumprir com o nosso dever (Ec 12:13). Jesus não escolheu o templo para jejuar diante de todos, mas foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt 4:1). Ele não disse para divulgarmos nossas boas obras, mas que a nossa ajuda ao próximo “fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6:4). Ele não nos orientou a mostrarmos que temos uma vida de oração, mas nos apresentou a forma que agrada a Deus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6:6).

Há recompensa para aqueles que ouvem as palavras de Deus e as praticam. Mas o “coração duro como diamante” (v.12) não é humilde para reconhecer os seus erros e pedir perdão, só jejua e ora pelo que julga ser importante aos próprios olhos. Notem que aquele grupo de judeus não apenas jejuava, mas também chorava (v.3). Muito em breve, Jesus enxugará “dos olhos toda lágrima” (Ap 21:4), mas não as lágrimas derramadas por motivos egoístas. Há bênçãos sem igual reservadas não para os frios legalistas, mas para os verdadeiros adoradores do Amor (1Jo 4:8). Jejuar para interceder e observar a lei do Senhor executando “juízo verdadeiro” com “bondade e misericórdia” (v.9), são as maiores declarações de amor que podemos fazer a Deus e aos nossos semelhantes. É exatamente isso que o SENHOR espera de Seu povo nestes últimos dias!

Quantos anos ainda perderemos derramando lágrimas e erguendo clamores que o Senhor não ouve (v.13)? Quando o remanescente do Senhor se levantar como um genuíno povo de oração e quando a caridade for a essência de sua religião, haverá um reavivamento tal que, semelhante a Estêvão, o mundo não poderá resistir “à sabedoria e ao Espírito” pelo qual falaremos (At 6:10). Que a nossa oração hoje, e a cada dia, seja por um coração semelhante ao de Cristo: “manso e humilde” (Mt 11:29).

Bom dia, povo de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
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