Reavivados por Sua Palavra


Mateus 2 by Jobson Santos
27 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-2/


Comentário devocional
:

No segundo capítulo de Mateus vemos como Deus começou a falar com Seu povo novamente depois de séculos de silêncio entre o AT e o NT, quando não houve nenhum profeta ou nova revelação profética escrita. Parece que Mateus queria enfatizar que Deus usa pessoas comuns. Ele queria que os leitores e os ouvintes vissem que foi a obediência de pessoas comuns que possibilitou que o plano de Deus se cumprisse na Terra.

Imagine o que José deve ter sentido ao saber que sua noiva estava grávida e que ele não era o pai! Mas então, o anjo do Senhor lhe aparece em sonho e ele ouviu, acreditou e obedeceu. Mas Deus não parou por aí. Ele enviou José e Maria depois do nascimento de Jesus para o Egito. José continuou a obedecer a vontade de Deus, porque sentiu que lhe havia sido confiada a enorme tarefa de proteger a vida do Messias.

É interessante ver como pessoas simples como José e Maria foram obedientes e é triste ver como meticulosos estudantes da Bíblia, como os sacerdotes, fecharam os olhos para a mais importante profecia, a profecia que indicava a chegada do Messias.

Assim como Deus confiou a José uma responsabilidade, hoje também Ele confia ao Seu povo uma importante tarefa: levar a mensagem de Jesus ao mundo inteiro. Para cumprirmos esta missão necessitamos ouvir a voz de Deus e sermos obedientes. Deus irá nos guiar passo a passo. Precisamos apenas estar dispostos a obedecê-Lo por amor.

 

Oleg Kostyuk
Apresentador do programa “Cross Connection”
Hope Channel

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1177
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/03
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados27-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MATEUS 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2018, 0:55
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MATEUS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2018, 0:45
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MATEUS 2 – O fato de Jesus ter vindo ao mundo só terá resultado se Ele tiver lugar na estrebaria de nosso coração.

Três grupos existirão até o fim da história do pecado:

1. Algumas pessoas, como Herodes, sempre odiarão Jesus (vs. 2, 12-23). Perseguidores, críticos, ateus, incrédulos, etc. possuem ódio mortal contra Ele, mesmo que no fundo sabem que deveriam aceitá-lO!
2. Muitas pessoas, como os sacerdotes e escribas, negligenciarão sempre a Jesus (vs. 3-6). Professar ser cristão não é a mesma coisa que ser cristão. Aqueles que vivem relaxada, superficial e negligentemente as orientações de Cristo não O amam de verdade.
3. Alguns sempre adorarão a Jesus, como os magos (vs. 2, 11). Esses presentes valiosos revelam o quanto devemos valorizar Jesus.

Curioso é que os sábios vieram do Oriente, com presentes caros, até Jerusalém; guiados sobrenaturalmente por uma estrela, sem serem judeus; entretanto, nada disso atiçou a curiosidade dos líderes religiosos, conhecedores de Bíblia, a investigarem se realmente o Messias, prometido em todo o Antigo Testamento, estaria nascendo em seus dias.

Indagados por Herodes, os principais líderes religiosos citaram de memória Miqueias 5:2 (v. 6). Consequentemente, o texto mostra que, conhecer a Bíblia não é o mesmo que conhecer Jesus. Ser Dr. em teologia, pastor, padre, bispo, presbítero, diácono, professor de classe bíblica, etc. não é garantia de ser verdadeiramente religioso.

O que precisa ser feito? Submeter-se a Deus como demonstraram os sábios:

• É necessário buscar a Jesus com fé sincera: Viajando a camelos, enfrentando o deserto arenoso, frio à noite e calor de dia, eles viajaram com fé.

• É necessário procurar Jesus séria e diligentemente: Sem perceber vestígios do nascimento do Messias em Jerusalém, os sábios perguntaram diligentemente por Ele até chegar a Herodes, o governador. Eles não desistiram enquanto não O encontraram.

• É necessário seguir à revelação inspirada: Possivelmente os sábios tiveram apenas a profecia de Números 24:17; contudo, eles atentaram para o que tinham.

Enfim, cuidado com a religiosidade teórica, superficial e formal. Apenas quem segue os passos dos magos aos procurarem por Jesus encontrarão e adorarão ao verdadeiro Salvador

Se Jesus não hesitou em nascer numa estrebaria fétida Ele não terá problema em nascer num coração apodrecido de dúvidas e pecados. Ele quer transformar nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de janeiro de 2018, 0:30
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“E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo” (v.10).


Havia-se passado cerca de quatrocentos anos após a última profecia messiânica. Um longo período de silêncio foi então rompido por três “magos do Oriente” (v.1) que, de repente, fazem a perturbadora pergunta: “Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?” (v.2). Pergunta esta que alarmou não somente o ímpio rei Herodes, mas “toda a Jerusalém” (v.3). Imediatamente, foram convocados “todos os principais sacerdotes e escribas do povo” para deles saber “onde o Cristo deveria nascer” (v.4). De pronto, vem a resposta: “Em Belém da Judeia” (v.5), como escreveu o profeta Miqueias (v.6). Herodes, temendo perder o seu trono, reúne os magos em secreto e os persuade a informar-lhe onde estava Jesus para poder ir adorá-Lo, quando, na verdade, a sua intenção era matar Aquele que pensou lhe ser uma ameaça.

Apesar da terrível intenção de Herodes, a sua reação foi equivalente ao seu caráter maligno, mas a reação do povo de Jerusalém e de seus líderes religiosos foi ainda pior. Quão diferente foi a atitude dos magos comparada a deles! Percebendo a grandiosidade do que representava aquela nova estrela, partiram em uma longa e difícil viagem esperando ouvir de longe os cânticos de Jerusalém a receber o Seu Salvador. Mas que surpresa deve ter sido para aqueles sábios descobrir que eles eram os únicos na cidade “santa”, ansiosos por ver o recém-nascido Messias. Aqueles homens do Oriente podiam não saber todas as informações acerca do Cristo, mas mostraram aos sacerdotes e escribas que não bastava o conhecimento das Escrituras, mas o conhecimento do Deus das Escrituras. E, como iniciaram a sua viagem, da mesma forma continuaram, apenas os três. Nenhum do povo os acompanhou. Nenhum dos líderes religiosos mostrou interesse de unir-se a eles para adorar e levar seus tesouros Àquele que trocara os tesouros celestes por uma vida de escárnio e privações.

Mal havia nascido, e o tão “esperado” Messias foi rejeitado e perseguido. “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11), tendo que partir com seus pais para o Egito (v.13). Satanás utilizou de todos os meios que podia para interromper o milagre da salvação. Em sua fúria e terror ao ver cumprir-se a fiel promessa, Herodes foi seu instrumento para amortizar ainda mais a mente do povo, desviando a atenção do nascimento do Salvador para a morte de tantas crianças inocentes (v.16). O que profetizou Jeremias se cumpriu. E os vivas de júbilo foram trocados por inconsolável pranto (v.18). Mas a missão salvífica havia apenas começado e, durante trinta anos, Jesus testemunhou as rudezas de um mundo imerso no pecado, antes de sentir a dor da rejeição do povo que se chamava pelo Seu nome.

A triste condição espiritual de Israel na primeira vinda de Cristo não é dessemelhante da que prevalece no meio cristão de hoje. Assim como as profecias apontavam para o exato cumprimento do nascimento do Salvador, diante de nossos olhos as profecias se cumprem e se avolumam indicando que o relógio do Apocalipse está prestes a soar a “meia-noite” (Mt 25:6). O Espírito Santo tem exclamado “com potente voz” (Ap 18:2) o derradeiro clamor e, da mesma forma que se deu com os magos do Oriente tem acontecido nestes últimos dias. Há uma igreja invisível sendo chamada em todo o globo terrestre enquanto o povo do advento dorme e, à semelhança dos sacerdotes e escribas, gaba-se do conhecimento: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap 3:17). A Bíblia não foi escrita para nos fornecer informações, mas para transformar a nossa vida. Estudar as Escrituras a fim de assegurar a vitória nos debates é para Deus considerado inútil e fútil (Tt 3:9). Mas estudá-la a fim de obter o verdadeiro conhecimento redundará em vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo 17:3).

Muito em breve, o exército de anjos entenderá que chegou a hora de brilhar não mais como uma estrela no firmamento, de erguer um cântico não apenas aos pastores no campo (Lc 2:13), mas chegada é a hora de toda a humanidade contemplar a Majestade dos Céus e a uma só voz exclamar: Só o Senhor é Deus! Que, assim como o foi com os magos do Oriente, seja esta a nossa reação diante do advento do nosso Redentor. Alegremo-nos, povo do Senhor, “com grande e intenso júbilo” (v.10), pois eis que o nosso Rei vem vindo!

Feliz sábado, “a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm 4:8)!

Desafio do dia: Prepare um “presente para Jesus” e entregue a alguém que esteja necessitando.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus2
#RPSP



MATEUS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
27 de janeiro de 2018, 0:20
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Belém da Judéia. Aldeia a uns 8 km ao sul de Jerusalém. … É chamada “Belém da Judéia” não para distingui-la da cidade de mesmo nome, uns 12 km a noroeste de Nazaré, mas para ressaltar que Jesus provinha da tribo e do território que deram origem à linhagem dos reis davídicos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Belém. Literalmente, “casa do pão”. Seu nome anterior, Efrata (Gn 48:7), significa “fertilidade” (ver com. de Gn 53:19). A região de Belém, com suas colinas e seus vales cobertos de vides, figueiras, oliveiras e campos de cereais, provavelmente era, em parte, o celeiro da Judeia. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 292, 293.

rei Herodes. Herodes, o Grande (37 – 4 a.C.), que deve ser distinguido dos outros Herodes da Bíblia. … Assim como a maioria dos governantes daqueles dias, eera implacável: assassinou a esposa, os três filhos, a sogra, o cunhado, o tio e muitos outros – sem mencionar os meninos de Belém (v. 16). Seu reinado também ficou célebre pelo esplendor, conforme se vê nos muitos teatros, anfiteatros, monumentos, altares pagãos, fortalezas e outros edifícios que erigiu ou reformou – incluindo a maior de todas as obras, a reconstrução do templo de Jerusalém, iniciada em 14 a.C. e terminada 68 anos depois de sua morte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

uns magos do oriente. As lendas populares atribuíram nomes a estes magos, fazendo deles três reis orientais; talvez o número de presentes (v. 11) e uma aplicação do Sl 72.10-11 levaram a estas conjeturas, porém o evangelho não se detém nestes assuntos. Bíblia Shedd.

Do Gr. magoi, que designava homens de diferentes classes cultas. A palavra “magos” vem dessa raiz. Entretanto, esses “magos” não eram magos no sentido como hoje se entende essa palavra. Eles eram nobres de nascimento, educados, ricos e influentes. Eram os filósofos, os conselheiros do reino, instruídos em toda sabedoria do antigo Oriente. Os “sábios” que foram em busca do Cristo recém-nascido não eram idólatras; eram homens retos e íntegros. Eles estudavam as Escrituras hebraicas e ali encontraram uma clara exposição da verdade. Em particular, as profecias messiânicas do AT chamaram sua atenção e, entre elas, as palavras de Balaão: “uma estrela procederá de Jacó” (Nm 24:17). É provável que também conhecessem e entendessem a profecia de tempo de Daniel (Dn 9:25, 26), e chegaram à conclusão de que a vinda do Messias estava próxima. CBASD, vol. 5, p. 293.

Jerusalém. O fato de os magos terem sido guiados a Jerusalém em vez de a Belém (DTN, 61) é um indício do propósito divino de que a sua visita fosse um meio de chamar a atenção dos líderes da nação para o nascimento do Messias (ver v. 3-6). A atenção e o interesse do povo foram despertados ao saberem da missão dos magos, e então buscaram estudar as profecias. Os líderes judeus se ofenderam com o fato de os magos serem gentios e se recusaram a crer que Deus passaria por alto os hebreus e Se comunicaria com pagãos (ver DTN, 62, 63). CBASD, vol. 5, p. 293.

Rei dos judeus. Uma indicação de que os magos eram gentios e que Mateus desejava também adorá-Lo com seu evangelho. Andrews Study Bible.

Sua estrela. Essa estrela não era uma conjunção de planetas, como imaginaram alguns, nem uma nova (fenômeno astronômico), como sugeriram outros. A “estrela” que apareceu na noite do nascimento de Cristo era um “longínquo grupo de anjos resplendentes” (DTN, 60; v. 7). CBASD, vol. 5, p. 294.

alarmou-se o rei Herodes. A aparente relutância dos sacerdotes em divulgar informações sobre as profecias messiânicas, mencionadas sem dúvida pelos magos, fez Herodes suspeitar de que os sacerdotes conspiravam com os magos a fim de destroná-lo, talvez por meio de uma revolta popular. CBASD, vol. 5, p. 294.

alarmou-se … toda a Jerusalém. Não é de se surpreender que toda a cidade se alarmasse, pois seus habitantes sabiam do que Herodes era capaz. Temendo uma revolta popular, ele bem poderia decretar a matança de centenas ou milhares do povo. CBASD, vol. 5, p. 294.

chefes dos sacerdotes. Os saduceus responsáveis pelo culto no templo em Jerusalém.

Mestres da lei. Os estudiosos judaicos daquela época, instruídos para profissionalmente desenvolver, ensinar e aplicar a lei do AT. A autoridade deles era rigorosamente humana e tradicional. Bíblia de Estudo NVI Vida.

indagava. A forma do verbo, em grego, indica que Herodes indagou com persistência. Aparentemente os sacerdotes tentavam se evadir de uma resposta direta. Herodes teve que arrancá-la deles. CBASD, vol. 5, p. 295.

assim está escrito. Em João 7:42 fica claro que o significado de Miqueias 5:2 era conhecido mesmo do povo. CBASD, vol. 5, p. 295.

com precisão. Herodes exigiu informação específica. CBASD, vol. 5, p. 295.

11 o menino com Maria, Sua mãe. Todas as vezes que Jesus e Sua mãe são mencionados juntos, Ele é mencionado primeiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O adoraram ..ouro, incenso e mirra. A adoração incluía presentes significativos: ouro, simbolizando a realeza; incenso, a divindade; mirra, o sacrifício. Bíblia Shedd.

Alguns dos mais valiosos e transportáveis presentes disponíveis, eles foram, sem dúvida, essenciais para a sobrevivência financeira da família de José na viagem ao Egito. Andrews Study Bible.

11 na casa. Jesus então tinha pelo menos 40 dias. CBASD, vol. 5, p. 295.

A lei levítica estipulava que o tempo de “impureza” da mãe se tivesse um menino era de 40 dias, se tivesse uma menina, era de 80 dias. … Durante esse período ela deveria permanecer em casa e não deveria participar das práticas religiosas públicas. Era a mãe, e não a criança, que precisava de “purificação”. A mãe e a criança precisavam comparecer ao templo para a “purificação” de um e apresentação do outro. Houve uma finalidade dupla que levou José, Maria e Jesus a Jerusalém nessa ocasião [Lc 2:22], numa distância de oito quilômetros. A ida ao templo ocorreu antes da visita dos magos, porque, depois disso, José e Maria não se atreveriam a visitar Jerusalém. Além disso, deixaram Belém e foram ao Egito quase que imediatamente após a visita dos magos. CBASD, vol. 5, p. 770 [com. sobre Lc. 2:22].

13 tendo eles partido. Tanto os magos como José e Maria foram desviados do caminho de Herodes pela mensagem mandada por Deus.Bíblia Shedd.

foge para o Egito. O Egito era outra província romana e estava além da jurisdição de Herodes. … Nessa época, muitos judeus viviam no Egito. Portanto, José não estaria completamente entre estranhos. Havia sinagogas nas cidades, e até mesmo templos judeus. Heliópolis (Om, cf. Gn 41:45, 50; 46:20) é o lugar para o qual, segundo a tradição, José e Maria figuram em busca de segurança. CBASD, vol. 5, p. 296.

15 Do Egito chamei Meu Filho. Essa citação de Os 11.1 referia-se aos tempos de Moisés, quando Deus chamou a nação para sair do Egito. Mateus, porém, sob a inspiração do Espírito, também a aplica a Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 matar todos os meninos. …estimou-se que numa aldeia cuja população provavelmente não excedesse 2 mil habitantes, incluindo arredores, teriam existido apenas cerca de 50 ou 60 crianças da idade indicada, e que somente metade delas seriam meninos [justificando um dos possíveis porquês do historiador Josefo não ter citado a matança dos meninos de Belém]. CBASD, vol. 5, p. 297.

18 Ramá. Há diferença considerável de opinião quanto a identificação de Ramá. CBASD, vol. 5, p. 297.

Raquel chorando. As palavras de Jermias [Jr 31:15] ser referem às amargas experiências dos cativos hebreus levados a Babilônia, em 586 a.C. [provavelmente passando por Ramallah, de Efraim, a 15 km a noroeste de Jerusalém]… A morte de Raquel, em algum lugar próximo dali, no nascimento de Benjamin (ver Gn 35:18-20), torna a metáfora bem apropriada. Ela chamou seu filho de Benoni (ver Gn 35:18), que significa “filho da minha tristeza”. Inspirado, Mateus aplica as palavras de Jeremias à matança das crianças de Belém ordenada por Herodes. CBASD, vol. 5, p. 297.

22 Arquelau. Esse filho de Herodes, o Grande, reinou sobre a Judéia e sobre Samaria durante dez anos apenas (4 a.C. – 6 a.C.). Foi excepcionalmente cruel e tirânico, sendo deposto por isso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Galileia. Sua população era uma mistura de judeus e gentios, e os preconceitos religiosos da maioria judia eram menos evidentes ali. … Seus habitantes era desprezados pelos residentes da província da Judeia, mais próspera (Jo 7:52; cf. Mt 26:69; Jo 1:46). CBASD, vol. 5, p. 298.

23 Nazaré. Um pequeno vilarejo cerca de 100 km ao norte de Jerusalém, entre o extremo sul do mar da Galileia e o mar Mediterrâneo. … Era uma vila proverbial por sua impiedade, mesmo entre o povo da Galileia. CBASD, vol. 5, p. 298.

Ele será chamado Nazareno. Essas palavras exatamente não se acham no AT e provavelmente se referem a várias prefigurações e/ou predições do AT (observe o plural “profetas”) de que o Messias seria desprezado (e.g., Sl 22.6; Is 53.3), pois nos dias de Jesus, “Nazareno” era quase sinônimo de “desprezado” (v. Jo 1.45,46). Alguns sustentam que Mateus, ao chamar “Nazareno”, refere-se em primeiro lugar à palavra “renovo” (heb netser) de Is 11.1. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A raiz mais provável [para o nome de Nazaré] é nasar, da qual deriva netser, um “ramo”, “rebento” ou “renovo”. CBASD, vol. 5, p. 299.




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