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“Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai o vosso passado” (v.7).
O livro de Esdras apresenta o relato de quando o profeta Ageu e o profeta Zacarias falaram da parte de Deus “aos judeus que estavam em Judá e em Jerusalém” (Ed 5:1). O povo estava, mais uma vez, se desviando do que realmente importava e permitindo que seu coração fosse tomado pela ostentação de viver no luxo que por tanto tempo vislumbrou em Babilônia. Ao invés de olharem para o templo e lembrarem que o Senhor os levou de volta para casa, agarraram-se à oportunidade de construir para si fortunas perecíveis.
A reedificação do templo significava muito mais do que simplesmente restaurar paredes ou reerguer ruínas. Tratava-se de uma prova de fidelidade e uma forma de unir todo o povo num só propósito. A deslealdade para com Deus e o descaso para com a Sua casa levaria Judá a um estado ainda pior do que antes. “Considerai o vosso passado” (v.5 e 7) não foi dito duas vezes sem propósito, mas era a voz do Senhor a confirmar a obra que Ele desejava realizar na vida de Judá e que deseja realizar em nossa vida hoje: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap 2:4-5).
A queda de Judá se deu justamente por ter desviado os olhos para contemplar as práticas dos povos vizinhos. A cobiça pelo alheio foi se enraizando nos corações até que não mais faziam caso do Senhor e do sagrado. Deus não pode abençoar o que é acumulado a custo de negligência espiritual. Em um tempo onde é cada um por si e onde “cada um… corre por causa de sua própria casa” (v.9), Deus nos diz: “Considerai o vosso passado”, busque lembrar de onde você caiu, arrependa-se e volte a Me amar!
Assim como Zorobabel, Josué “e todo o resto do povo atenderam à voz do SENHOR, seu Deus, e às palavras do profeta Ageu” (v.12), o Senhor diz a nós, hoje: “Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr 20:20). Para os que atendem à voz de Deus, Ele promete: “Eu sou convosco” (v.13) e grava não só nos registros da história deste mundo, mas nos registros celestes o nome daqueles que, com amor e com temor, dedicam-se “ao trabalho na Casa do SENHOR dos Exércitos, seu Deus” (v.14).
A obra de reedificação que se deu no passado é a obra que já tem sido realizada no tempo do fim e que se apressa para o seu cumprimento. Semelhante à precisão cronológica da profecia de Ageu, Deus tem um tempo determinado para a conclusão da obra final. A Bíblia diz que o Espírito de Deus estava com Ageu (Ed 5:1) e tanto ele como os demais profetas não foram subjugados pela vontade de um Deus tirano, mas “indagaram e inquiriram… investigando, atentamente, qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava” (1Pe 1:10 e 11). Da mesma forma, Deus deseja que investiguemos a Sua Palavra, que a examinemos com diligência e O adoremos de forma racional (Rm 12:1). Se quisermos ser habitação do Espírito Santo, antes, precisamos dar ouvidos à Sua voz. Só assim, Ele abrirá os nossos olhos para contemplar os tesouros celestes e jamais abriremos mão destes pelos corruptíveis.
Enquanto muitos se acomodam em pensar: “Não veio ainda o tempo” (v.2), ou, “Meu Senhor demora-se” (Mt 24:48), aqueles que têm buscado com humildade de coração a verdade presente (2Pe 1:12), reconhecem que esta “já é a última hora” (1Jo 2:18) e, na Palavra da Verdade, têm buscado a santificação a qual Jesus pediu ao Pai que nos concedesse (Jo 17:17). Permita que a Palavra de Deus, que é a verdade, continue lhe reavivando e reedificando o que o inimigo tornou em ruínas. Quando “todo o resto do povo” (v.12) de Deus dos últimos dias estiver unido nesta obra como um só homem, não veremos a glória de um templo terreno, mas, “segundo a mensagem do SENHOR” (v.13), habitaremos onde o templo “é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro” (Ap 21:22). Aleluia! Amém!
Feliz sábado, habitação do Espírito Santo!
Desafio do dia: A primeira obra que o Espírito Santo deseja realizar em nós é a mudança de coração (Ez 36:26). Ore e peça que esta obra seja realizada em sua vida a cada dia, “até ser dia perfeito” (Pv 4:18).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Ageu1
#RPSP
Comentário devocional:
No capítulo três, o profeta muda abruptamente de assunto da ira de Deus contra as nações vizinhas para a situação de Jerusalém. Deus vai direto ao ponto ao descrever o núcleo do problema do antigo Israel, assim como em nossas vidas: a falta de vontade de ouvir a Deus, de aceitar a correção. O versículo 9 marca um ponto de virada surpreendente no capítulo: Deus vai purificar o Seu povo e reuni-los. A purificação não é um processo fácil.
Deus purifica os nossos lábios, para que possamos verdadeiramente adorá-Lo e servi-Lo com integridade. A única coisa que temos a fazer é responder a sua intervenção a nosso favor, e Ele continuará a trabalhar em nós e através de nós. Assim, a promessa se tornará realidade: O remanescente de Israel confiará no nome do Senhor.
Os versículos 14 a 20, representam uma jóia na Bíblia: Deus nos convida a cantar, a nos alegrar-nos porque Ele está agindo a favor do seu povo, e porque o próprio Deus está se alegrando por nossa causa. O versículo 17 diz: Ele terá grande prazer em você; em Seu amor Ele não vai mais lhe repreender, mas se deleitará em você com júbilo.
Que quadro! Deus alegrando-se em nós a ponto de cantar de alegria! A imagem que me vem à mente é a imagem de um noivo adornando a sua noiva com belas roupas e depois regozijando-se por vê-la tão bela. Deus está nos tratando de uma forma maravilhosa e surpreendente. Louvemos ao Senhor por aquilo que Ele é!
Norbert Zens
Tesoureiro da Divisão Inter Europeia
Bern, Suiça
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zep/3 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1155
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/12
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Sofonias 3 NVI
Texto bíblico: Sofonias 3 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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SOFONIAS 3 – Se Deus fosse injusto, Seu caráter seria inconsistente. Como não é, Sua justiça exige providências contra o pecado que assola o mundo e tudo o que nele há. Logo, é necessário um julgamento rigoroso.
A santa ira de Deus move Suas ações, não sem antes revelar Sua infinita bondade e expressar Sua graça. Quanto mais entendimento se adquire sobre a santidade de Deus e Sua ira contra o pecado, mais valor se dará a Sua graciosa graça.
Talvez por isso Arthur W. Pink analisa: “Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade”. Entretanto, este destaque à justiça só dá maior valor ao Seu amor e graça. Pois, onde estaríamos agora se não fossem estes últimos atributos divinos?
O capítulo de nossa meditação pode ser assim esboçado:
1. Juízo sobre Jerusalém: a cidade da paz, não será poupada, nem as igrejas cristãs. Desobediência, resistência à correção, incredulidade e impiedade, ganância, leviandade, hipocrisia, tudo será castigado (vs. 1-7).
2. Um remanescente sobrará e será consolado, pois Deus vingará os perversos na segunda vinda de Cristo; e, os poucos fiéis serão ricamente abençoados: salvação plena (vs. 8-20).
Revelado por Deus, “…o plano da redenção tinha um propósito ainda mais vasto e profundo do que a salvação do homem. Não foi para isto apenas que Cristo veio à Terra; não foi simplesmente para que os habitantes deste pequeno mundo pudessem considerar a lei de Deus como devia ela ser considerada; mas foi para reivindicar o caráter de Deus perante o Universo” (Patriarcas e Profetas, cap. 4, p. 68/37).
Infelizmente, diante de tudo o que já foi revelado na Bíblia e no sacrifício de Cristo, apenas poucas pessoas se salvarão. Contudo, se não fosse a graça de Deus, nem mesmo estes se salvariam. “Portanto, cante, filha de Sião! Celebre, Israel! Filha de Jerusalém, alegre-se! Faça festa! […] Não há mais o que temer do mal, nunca mais” (vs. 14-15).
Para quem não se preparou, o dia do juízo será um terror; para os fiéis, será a maior demonstração de amor depois do Calvário! Os salvos estarão para sempre com a bênção da presença do Senhor: “As tristezas acumuladas… vão desvanecer…” (vs. 18-20). Louvado seja Deus!
Temos muitas razões para buscar reavivamento! Deus quer executar Seus maravilhosos planos em nossa vida! – Heber Toth Armí
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“Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do SENHOR” (v.12).
Opressora, rebelde e manchada foram os adjetivos dados a Jerusalém. Maculada pelas iniquidades e abominações que praticava, a cidade “santa” tornou-se em covil de “leões” e de “lobos” (v.3), injustos, “levianos, homens pérfidos” (v.4), levando todo o povo à queda. Até o santuário havia sido contaminado com as práticas pagãs e a Lei do Senhor violada (v.4). Não havia mais pudor ou sentimento de vergonha que despertasse o povo a reconhecer a sua terrível condição. “Manhã após manhã” Deus trazia à luz “o Seu juízo” (v.5), mas os habitantes de Jerusalém já não atendiam “a ninguém”, nem aceitavam disciplina, não confiavam “no SENHOR”, nem se aproximavam “do seu Deus” (v.2). Que coisa triste, não é mesmo? Mas será que estamos longe desta realidade?
Diante da realidade de um mundo governado pela mídia, paulatinamente, as influências midiáticas foram sendo inseridas no meio cristão. O que antes era sutil está exposto e já atingiu um ponto em que se tornou muito difícil fazer diferença entre crentes e descrentes. Na verdade, os costumes que antes caracterizavam o meio evangélico e o tornavam diferente, não só na aparência, mas também no comportamento, foram sendo engolidos pela “ditadura” deste século, enfraquecendo e destruindo a base da sociedade: a família.
O que enfrentamos hoje é uma verdadeira guerra onde, ironicamente, o inimigo é convidado para entrar em nossa casa. A televisão e a internet tornaram-se armas mortíferas à disposição de todos. Desde o mais infante até o mais ancião têm sido contaminados com a “magia” que bloqueia a mente para as coisas santas e que realmente edificam. Quando o assim diz o SENHOR é trocado pelo assim diz a mídia que eu devo ser, criancinhas tornam-se a autoridade da casa, adolescentes desafiam seus pais, pais negligenciam seu dever como sacerdotes do lar, mães trocam sua sagrada obra de educar por trabalho e aparência, fazendo de cada família um verdadeiro campo de batalha.
Logo, “toda esta terra será devorada pelo fogo” do zelo do Senhor (v.8) e Deus suscitará “lábios puros” (v.9), reunirá os Seus “adoradores, que constituem” os filhos de Sua dispersão, que Lhe oferecerão sacrifícios agradáveis (v.10). Ou seja, de cada canto deste planeta Deus reunirá “um povo modesto e humilde, que confia em o nome do SENHOR” (v.12). Estes, “os restantes de Israel, não cometerão iniquidade, nem proferirão mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa, porque serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante” (v.13).
Jesus disse que Ele é o bom Pastor e que as Suas ovelhas são todos aqueles que Lhe reconhecem a voz. A que voz temos dado ouvidos? Não nos enganemos amados! Se preferimos gastar o nosso tempo na televisão, nas redes sociais e navegando na internet em detrimento de ganhar tempo estudando a Palavra de Deus, orando e cumprindo com fidelidade a parte que nos corresponde como membros de uma família, estamos seguindo ao estranho. E Jesus afirmou que as Suas ovelhas “de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele” (Jo 10:5).
Foge enquanto há tempo! Como fez José diante da tentação da mulher de Potifar (Gn 39:12), fuja para longe do que lhe afasta do bom Pastor. “O SENHOR, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te” (v.17), a você e sua família (At 16:31). No dia em que o Juiz de toda a terra Se levantar será para dar a sentença final a todas as nações (v.8) e o Seu desejo é que invoquemos o Seu nome enquanto temos oportunidade, porque “todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo” (Jl 2:32). Como fez Elias (1Rs 18:30), restaure o altar do Senhor em sua casa. A mudança deve iniciar na sua e na minha vida e então contagiar, primeiramente, os de casa.
Jesus tem pressa de voltar e recolher para Si “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is 53:11). Que “naquele dia” (v.16), estejamos cantando, rejubilando, regozijando e exultando “de todo o coração” (v.14) e que possamos dizer: “Eis-me aqui, e os filhos que o SENHOR me deu” (Is 8:18).
Bom dia, “povo modesto e humilde” (v.12)!
Desafio do dia: Se o culto familiar ainda não é uma realidade em sua casa, decida, hoje, em nome de Jesus, restaurar o altar do Senhor. Prepare um lindo culto de pôr do sol junto com sua família.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Sofonias3
#RPSP
Filed under: acontecimentos finais, Sem categoria | Tags: Dia do Senhor, Sofonias
Comentário devocional:
No início do capítulo dois o profeta Sofonias enfaticamente pede ao seu povo para que se unam. Ele usa a expressão ANTES QUE três vezes no versículo 2, referindo-se à urgência do assunto. Ele enfatiza que o dia do Senhor está bem próximo, e portanto ele exorta as pessoas a se voltar para o Senhor, porque senão elas terão que sofrer as consequências da ira divina.
Em seguida, três vezes, o profeta convida o povo a BUSCAR o Senhor. “Busquem o Senhor, todos vocês, os humildes da terra, vocês que fazem o que ele ordena. Busquem a justiça, busquem a humildade” (v. 3, NVI). Fazer isto não é fácil quando a palavra do Senhor apresenta um caminho diferente daquele que desejamos seguir.
Junto com essas palavras fortes do profeta há sinais de esperança. No versículo 7 e 9, o profeta apresenta um remanescente que será o proprietário da terra e experimentará a paz de ter Deus cuidando deles. A característica deste remanescente é a sua humildade e a sua obediência. Esta humildade está em oposição com a arrogância das nações mencionadas previamente por Sofonias.
A humildade é uma característica dos grandes personagens da Bíblia. Ao ligar humildade com justiça, Sofonias deixa claro que a verdadeira humildade está sempre ligada à justiça social.
A cura de igrejas, sociedades e comunidades só é possível através da humildade perante Deus (2 Cr. 7:14) e de uns para com os outros. Portanto, busquemos ao Senhor com humildade e retidão, para que possamos estar protegidos quando Ele vier.
Norbert Zens
Tesoureiro da Divisão Inter Europeia
Bern, Suiça
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zep/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1154
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/11
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Sofonias 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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SOFONIAS 2 – Se você concorda com Sofonias, então, está na hora de confrontarmos o pecado; de falar mais do juízo e da única forma de livrar-se da condenação.
Tem muita gente enganada indo em direção do inferno. Fique alerta: Ou você serve a Deus, ou é escravo do pecado. Não há meio termo – não tem como servir a Deus permanecendo escravo do pecado.
Os profetas não brincavam com coisa séria, não faziam shows de suas mensagens. Preste atenção em Sofonias:
“Busquem o Eterno, todos vocês, que promovem paz com disciplina, que vivem segundo a justiça do Eterno. Busquem as estradas retas do Eterno. Busquem uma vida pacífica e disciplinada. Talvez assim sejam poupados no dia da ira do Eterno” (vs. 2-3).
Embora o tema da ira divina não atraia a atenção de pregadores que desejam popularidade, J. L. Packer observa que “uma das coisas mais impressionantes sobre a Bíblia é o vigor com que os dois Testamentos destacam a realidade e o terror da ira de Deus”.
• Ainda mais impressionante é continuarmos vivos mesmo sendo objetos da ira divina, devido a nossa rebeldia.
O restante do capítulo refere-se à condenação da parte de Deus aos…
• …Filisteus (vs. 4-7);
• …Moabitas e amonitas (vs. 8-11);
• …Etíopes (v. 12);
• …Assírios, principalmente ninivitas (vs. 13-15).
Sofonias é abrangente na mensagem, contudo, sucinto nas palavras. Martin Bucer afirma: “Quem deseja todos os oráculos secretos dos profetas resumidos em um único compêndio deve ler o breve livro de Sofonias”. Ele foi direto ao ponto. Veja o que ele havia dito no capítulo anterior representando a voz de Deus (1:12-13):
“Vou achar e castigar os gordos e preguiçosos, que estão sentados, divertindo-se e relaxando. Eles pensam: ‘O Eterno não faz nada, nem bem nem mal…’. Mas esperem para ver. Eles vão perder tudo o que possuem: dinheiro, casa e terra”.
Agora, ao iniciar o capítulo dois, o profeta expõe: “Portanto, preparem-se. Aprumem-se! Vocês são uma nação que não sabe o que quer. Façam isso antes de serem soprados para longe, como folhas na tempestade, antes que a ira do juízo do Eterno caia sobre vocês, antes que a ira do juízo do Eterno desça com força total”.
O caminho da vida é arrepender-se. Portanto, refugiemo-nos em Deus através de Jesus! – Heber Toth Armí.
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“Buscai o SENHOR, vós todos os mansos da terra, que cumpris o Seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura, lograreis esconder-vos no dia da ira do SENHOR” (v.3).
Iniciando com mais uma advertência para Judá, o profeta dá sequência a uma série de ameaças contra os inimigos do povo de Deus. Como parte do fruto do Espírito Santo (Gl 5:23), a mansidão é uma virtude essencial na vida do cristão e ganhou destaque neste capítulo. Apesar da corrupção generalizada de Judá, o profeta apela aos seus patrícios que ainda eram obedientes a Deus, de que em um tempo onde a voz de ordem era de guerra, o Senhor os chamava a buscar a mansidão.
Considerado o homem mais manso de sua época (Nm 12:3), Moisés logrou o privilégio de falar “boca a boca” (Nm 12:8) com o Senhor. A mansidão não é sinônimo de falta de dinamismo, mas de espírito pacificador, que promove o bem-estar e os bons relacionamentos. O líder de Israel precisava exercer autoridade perante o povo, mas precisava fazê-lo com mansidão. Só que Moisés cometeu um deslize que lhe custou ficar de fora da terra prometida. Cansado das murmurações do povo, ao invés de falar à rocha como Deus lhe ordenara, ele feriu a rocha duas vezes (Nm 20:11).
Jesus disse: “aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11:29). Apesar de seu título de homem “mui manso” (Nm 12:3), não foi de Moisés que a Bíblia disse para seguirmos o exemplo, mas de Jesus. Aprender de Cristo deve ser a nossa prioridade; estudar a Sua Palavra e dela extrair o conhecimento de Deus e a santificação. O contato diário com as Escrituras, o exame das Sagradas Letras é o que nos capacita a dEle aprender e nEle buscar a justiça e a mansidão.
No sermão do monte, Jesus declarou: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt 5:5). O salmista Davi declarou o mesmo: “Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de paz” (Sl 37:11). O profeta Sofonias ao referir-se aos mansos, mais a frente declarou que os “restantes da casa de Judá” (v.7) também herdariam a terra. A mansidão, portanto, resulta em um Lugar de paz.
Os inimigos de Judá poderiam cometer as piores atrocidades, mas se o povo buscasse a mansidão e a justiça, certamente sairia vitorioso, “porque o SENHOR, seu Deus”, atentaria para ele e lhe mudaria “a sorte” (v.7). Todo aquele que escarnece e se gaba “contra o povo do SENHOR dos Exércitos” (v.10), “o SENHOR será terrível contra” ele (v.11).
“Concentra-te e examina-te” (v.1)! Você tem permitido que o Espírito Santo frutifique a mansidão em seu coração? Existe uma terra de paz à nossa espera. Não perca este incomparável privilégio por causa de um orgulho ferido. Espera no Senhor e Ele, no tempo certo, lhe fará justiça, porque, “os que esperam no SENHOR possuirão a terra” (Sl 37:9).
Bom dia, mansos da terra!
Rosana Garcia Barros
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