Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 38 – Os inimigos do povo Deus, por mais ousados e poderosos que sejam, nunca terão a última palavra frente aos planos divinos.

• A profecia contra Gogue nos ensina preciosas lições nos dias atuais!

Gogue não é um país ou nação específica na geografia política do mundo. É a representação simbólica de todos os inimigos do povo de Deus em todas as épocas.

“É pura fantasia querer neles descobrir uma referência velada à Rússia ou a outras nações da atualidade. Mesmo que se admita que esta profecia tenha aplicação escatológica  (para o fim dos tempos), isto não quer dizer que estes nomes (citados em Ezequiel 38 e 39) se aplicam a nações específicas. Na batalha escatológica descrita em Apocalipse 20:7-10, os termos Gogue e Magogue simplesmente designam todas as nações ímpias empenhadas na última batalha contra o Altíssimo” (Siegfried J. Schwantes).

O sensacionalismo nas profecias chama a atenção dos incautos, atrai multidões e torna popular o seu proclamador. Isso explica por que muitos apreciam pregá-las. Porém, se não estiverem em harmonia com a intenção do Autor do texto sagrado, por trás desse pregador está o espírito do próprio demônio, que querendo exaltar-se intentou o engano como estratégia.

O texto nos informa que Deus…

• …sabe sobre as nações que intentarão atacar Seu povo que retornaria do exílio à Terra Prometida, conhece as estratégias e planos dos pagãos antes mesmos deles decidirem o que farão. Desejando salvá-los, Deus, através de oráculos, confronta aqueles que O estão sempre confrontando (vs. 1-10).
• …conhece o futuro e prevê ações dos exércitos das nações que se Lhe opõem e pretendem atacar Seu fragilizado povo pelas consequências de seus pecados, após ser restaurado pela graça e misericórdia divinas à sua terra. Para proteger Seu povo, Deus intervém nos planos dos pagãos (vs. 11-23).

A teologia deste texto é impressionante. O Grande Conflito é batalha de Deus, não do ser humano. O alvo é o povo, o qual será prêmio daquele que vencer. Satanás luta para conquistar a todos para Si; em contrapartida, Deus entra na batalha para vencer.

• Com Deus, venceremos!

Observe atentamente os versículos 16 e 23. Estude-os! Agora reflita: A redenção tem a ver com o governo de Deus, bem como com a necessidade do pecador! Isso está claro em Gênesis 3:14-15. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Ezequiel 38, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de outubro de 2017, 0:30
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“Pois, no Meu zelo, no brasume do Meu furor, disse que, naquele dia, será fortemente sacudida a terra de Israel” (v.19).


Apesar da incerteza quanto à identidade de Gogue e Magogue, a aplicação profética destes nomes certamente não foi apenas para o período pós-exílio, mas também o é para o período que antecede o retorno de Jesus à Terra e o que sucede o período do milênio. Como termos genéricos, Gogue e a “terra de Magogue” (v.2), representam todas as autoridades e nações que rejeitaram e que rejeitarão o Deus de Israel, como está escrito: “e sairá [Satanás] a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar” (Ap 20:8).

Dentro desta perspectiva, existem dois momentos na história desta “nação” apóstata: como um povo que avança parecendo que vai vencer (v.15), e como aquele que perecerá sob o brasume da ira de Deus (v.22). Segurando o estandarte do engano, Satanás tem avançado em seus propósitos de “roubar, matar e destruir” (Jo 10:10). E assim como tentou, a todo custo, eliminar o povo do qual descenderia o Messias, hoje, a sua ira é contra a igreja de Cristo e “os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17).

O pecado têm mostrado todos os seus resultados e o desfecho da história deste mundo revelará a santidade de Deus quando a Sua glória consumi-lo. “Nos últimos dias” (v.16), a terra “será fortemente sacudida” (v.19). A natureza já tem manifestado a fragilidade do planeta após milênios de pecado. Mas, enquanto a cólera de Deus se volta contra o pecado, a ira de Satanás tem como objetivo destruir o pecador. Enquanto Deus vindica Sua santidade, a estratégia final de Satanás é fazer o mundo acreditar que não existe pecado e, consequentemente, que não existe verdade absoluta.

Amados, assim como o Senhor é santo, Ele também chamou algumas coisas de santas:

  1. O sábado é santo (Gn 2:3; Êx 20:8; Is 58:13-14; Ez 20:12, 20);
  2. A Lei de Deus é santa (Rm 7:12);
  3. Nós somos chamados para ser santos (Lv 19:2; 1Pe 1:16).

Gogue e Magogue não se refere apenas às nações que perseguirão o remanescente dos últimos dias, mas àqueles que têm buscado “cobrir a terra” (v.16) com mentiras e sutilezas deitando por terra tudo o que acima Deus chamou de santo. Apesar de possuir o apoio de “muitos povos” (v.15), “todos os homens que estão sobre a face da terra tremerão” (v.20) diante dos juízos do Poderoso de Israel.

Temos sido testemunhas oculares das últimas cenas deste mundo que está prestes a ser abatido pela “chuva inundante” (v.22) das pragas finais. E qual tem sido a tua e a minha reação diante de tão urgente mensagem? “Fogo e enxofre” (v.22) não foi preparado para nós, e sim “para o diabo e seus anjos” (Mt 25:41). Portanto, não trate como profano o que Deus chamou de santo. Volte-se para as Escrituras. Estude a Bíblia com diligência e oração. Então, como Cristo, vencerás o tentador pelo poder do Espírito Santo mediante o “está escrito” (Mt 4:4).

Feliz sábado, santos dos últimos dias!

Jornada espiritualChuva Serôdia. Chegou a hora!“, 13° dia: “Há uma missão extraordinária para a qual você foi chamado(a). Inicie uma jornada de jejum e oração pedindo ao Senhor que lhe capacite para o Seu ministério” (Manassés Queiróz, Chuva Serôdia. Chegou a hora, pág. 79).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel38
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EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de outubro de 2017, 0:27
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[Nota: A seleção dos comentários selecionados de hoje está extensa, mas a julgamos relevante em virtude da complexidade, riqueza, importância e aplicabilidade atual (p. ex., muitos aplicam esta profecia ao estado atual de Israel – da profecia).]

38:1 – 39:29 Estes capítulos formam uma unidade literária e contém uma profecia sobre Gogue, da terra de Magogue. A mensagem principal é clara: no futuro (38:8, 16), Gogue iniciaria, do extremo norte (38:6, 15: 39:2), uma campanha, com seus aliados  (38:2-8), contra Israel. Isso aconteceria depois que os judeus houvessem retornado do cativeiro assírio/babilônico (38:8, 12; 39:23, 25, 27, 28) e estivessem habitando com segurança em sua terra (38:8, 14; 39:26). Então, o juízo divino (38:18-22; 39:2-6, 17-20) destruiria Gogue e sua confederação nos montes de Israel (39:4, 15); dessa forma, Israel (39:7, 22, 28) e todas as nações saberiam que o Senhor é Deus (38:16, 23; 39:6b, 7, 13b, 21, 28) e Sua santidade seria vindicada (38:16b, 23; 39:7, 27). … A profecia sobre o ataque de Gogue ao povo de Deus seria cumprida no futuro (de acordo com a perspectiva do profeta Ezequiel), depois que Israel retornasse do cativeiro babilônico (39:23, 25, 27). “Gogue e Magogue” são inimigos futuros, que só atacariam quando Israel estivesse vivendo com segurança em sua terra, em paz com as nações vizinhas, sem sofrer nenhuma ameaça visível (38:11, 12). Bíblia de Estudo Andrews.

38:4 O primeiro aspecto mencionado como ação de Deus (38:4-16; 39:2) é uma descrição da estratégia maligna de Gogue (38:10). Ele planejou destruir Israel deliberadamente (v. 10-12) e seu orgulho o levou à própria destruição (ver a ênfase na primeira pessoa do singular nos v. 11 e 12). O orgulho e a destruição de Gogue refletem de perto o orgulho e a queda de Lúcifer retratados em Is 14:12-15 (comparar com Ez 28:17-19). Bíblia de Estudo Andrews.

A palavra do SENHOR. O princípio [da diferenciação entre o que é imediato e o que é futuro ou escatológico] pode ser declarado da seguinte forma: As profecias com respeito á glória futura e de Israel e de Jerusalém eram primariamente condicionais e dependiam da manutenção da aliança (ver Jr 18:7-10; PR, 704). Elas teriam um cumprimento literal nos séculos subsequentes se Israel tivesse aceitado totalmente os planos de Deus. O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias em seu propósito original. Contudo, isso não implica necessariamente que essas profecias não tenham um significado original. … Ezequiel 38 e 39 teria se cumprido literalmente depois que os judeus retornaram do exílio, caso eles tivessem atendido às condições apresentadas pelos profetas. Pelo fato de eles as haverem recusado persistentemente, a condição de prosperidade aqui retratada nuca se cumpriu. Consequentemente, não pôde haver o ataque combinado dos pagãos contra um povo que habitasse na prosperidade mencionada. A profecia terá uma aplicação futura? … No NT, há apenas uma referência direta aos símbolos usados nesta profecia: Apocalipse 20:8. Nesta passagem, João diz como esta profecia, que teria se cumprido literalmente em época anterior, terá certo grau de cumprimento na luta final contra Deus empreendida pelas hostes dos ímpios, chamadas de “Gogue e Magogue”. O Espírito de Profecia não faz uma exposição direta deste capítulo. … “Como influenciava as nações pagãs para destruírem Israel, assim, num futuro próximo, ele (Satanás) incitará as maléficas potências terrestres para destruir o povo de Deus” (T9, 231; cf. TM, 465). Este conflito milenar terminará, finalmente, com a destruição de Satanás e suas hostes (denominadas “Gogue e Magogue”, em Ap 20:8), no final do milênio. Por esta época, o conflito terá atingido proporções globais e não poderá mais estar restrito à esfera indicada em Ezequiel 38 e 39, cuja referência é a um conflito militar contra um estado judaico politicamente restaurado (ver T6, 18, 19, 395). CBASD, vol. 4, p. 773, 774.

Gogue. Este é o nome escolhido por Ezequiel para designar o líder das hostes pagãs que atacariam o estado judaico restaurado após o retorno dos exilados (ver v. 14-16). Esforços para identificá-lo com qualquer personagem histórico são infrutíferos. … [No NT,] O termo é usado em conexão com Magogue para simbolizar as nações ímpias, as quais Satanás reúne após o milênio para atacar a Cristo e tentar tomar a Nova Jerusalém (Ap 20:8). … Gogue é muito provavelmente um nome abstrato pelo qual Ezequiel descreve o líder das hostes pagãs que fazem um ataque final a Israel após a restauração deste e numa ocasião em que o povo de Deus está desfrutando a prosperidade prometida sob a condição de obediência. CBASD, vol. 4, p. 775.

Da terra de Magogue. O “Magogue” de Ezequiel era a terra de Gogue, e, como no caso de “Gogue”, seu significado é obscuro. CBASD, vol. 4, p. 775.

Todo o teu exército. A vasta coalizão de povos foi totalmente equipada contra Israel. Seus planos pareciam ter sido cuidadosamente elaborados; os preparativos foram feitos. Do ponto de vista militar, todas as vantagens pareciam estar com os que atacavam. No entanto, se Yahweh estava contra Gogue, Israel não tinha nada a temer.  CBASD, vol. 4, p. 778.

Depois de muitos dias. Não se sabe a extensão de tempo aqui compreendida. CBASD, vol. 4, p. 779.

[Os montes de Israel, que] Sempre [estavam desolados]. Do heb. tamid, “continuamente” (ver com. de Dn 8:11). Os montes de Israel não estiveram sempre desolados, mas, durante o cativeiro, sim. Mesmo após o retorno do exílio, a reabilitação seria um processo gradual, e a restauração plena só viria após a destruição dos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 779.

10 Conceberás mau desígnio. Os v. 4 a 16 apresentam Deus como aquele que faz Gogue ir contra a terra de Israel. Aqui é observado que Deus fará isto no sentido de permitir a Gogue executar os desígnios de seu coração perverso. CBASD, vol. 4, p. 779.

11 Aldeias sem muros. Cf. Zc 2:4, 5. Isto levaria Gogue a esperar uma vitória fácil. CBASD, vol. 4, p. 779.

12 No meio da terra. Literalmente, “no umbigo da terra”. … Aqui, a Palestina é representada como se estivesse no centro da Terra, talvez da mesma forma que Jerusalém foi colocada “no meio das nações e terras” (Ez 5:5). CBASD, vol. 4, p. 779.

16 quando eu tiver vindicado a minha santidade em ti. O Senhor está mostrando as obras e o curso de ação de Gogue, deixando claro seu caráter terrível por meio de sua conduta. Assim, a ação de Deus contra esse inimigo é justificada, e o Senhor vindica seu caráter de amor, verdade e justiça. Bíblia de Estudo Andrews.

Na destruição de Gogue, o caráter de Deus seria plenamente vindicado; da mesma forma, na destruição de Satanás e da vasta multidão de ímpios no final do milênio, a sabedoria, justiça e bondade de Deus serão plenamente vindicadas. Dos lábios de todas as criaturas, tanto as leais quanto as rebeldes, serão ouvidas estas palavras: “justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap 15:3; cf GC, 668-671). CBASD, vol. 4, p. 780.

17 De quem Eu disse nos dias antigos. Uma declaração-chave da profecia, afirmando que Deus, por intermédio de Seus profetas, falara a respeito de Gogue no passado. Isto quer dizer que, anteriormente, o Senhor havia se referido ao assunto de forma geral, pois em nenhuma outra passagem do AT existe uma profecia direta mencionando Gogue. O nome Gogue só ocorre mais uma vez (1Cr 5:4), porém numa genealogia, não em profecia. Bíblia de Estudo Andrews.

Vista em seus aspectos mais amplos, a batalha aqui descrita é apenas a culminação da luta milenar entre os poderes do mal e o povo de Deus, e há frequente menção disso em profecias anteriores. A mais antiga vem do jardim do Éden, na maldição pronunciada sobre a serpente. Deus predisse que haveria guerra constante entre a semente da mulher (a igreja) e Satanás. … Naturalmente, qualquer sucesso da parte do povo de Deus encontra a mais violenta oposição do adversário. A narrativa de Gogue, neste capítulo, é uma descrição do tipo de resistência que haveria no período pós-exílico por um Israel restaurado que, finalmente, cumprisse sua missão divina. Uma vez que a profecia era condicional e as condições não foram preenchidas, as predições não se cumpriram para o Israel literal. Contudo, não se pode projetar todos os detalhes para o futuro, esperando que se cumpram, então. Só se pode esperar, com certeza, que tenham uma aplicação futura os aspectos reiterados posteriormente por autores inspirados. CBASD, vol. 4, p. 780.

19 Será fortemente sacudida. Aqui está um aspecto para o qual os escritores do NT chamam a atenção. Eles falam das terríveis convulsões da natureza que precederão a vinda do Filho do homem. Jesus menciona o “bramido do mar e das ondas” e “homens desmaiarão de terror”, não tanto por causa de alguma ameaça militar à segurança, mas porque a natureza parecerá estar fora de seu curso (Lc 21:25, 26; GC, 636). … Nem uma vez, durante a longa história da Terra, exceto em dois eventos bíblicos (ver Js 10:12, 13; 2Rs 20:8-11), o sol deixou de se mover em seu ciclo normal. Todas as leis naturais têm funcionado com consistência regular. Os seres humanos têm confiado na permanência dessas operações, esquecendo-se dAquele em quem “tudo subsiste” (Cl 1:17). Escolheram, em Seu lugar, o ídolo da ciência e, em realidade, “o deus deste século” (2Co 4:4). O fato de que o mundo natural será fortemente sacudido será para eles um terrível despertamento para a tragédia de que o deus que escolheram, “o príncipe da potestade do ar” (Ef 2:2), não tem poder sobre os elementos da natureza. Contudo, ele reivindicava posição e poder de igualdade o Filho de Deus (ver com. de Ez 28:13) e afirmava que, se lhe fosse dada oportunidade, exerceria controle mais equitativo sobre o mundo do que Cristo. Foi-lhe dada a oportunidade para tal demonstração. Agora, em meio a uma Terra cambaleante, todos veem a  falsidade e a arrogância de suas reivindicações e descobrem, demasiado tarde, que o tempo de graça se encerrou para sempre. CBASD, vol. 4, p. 780, 781.

21 A espada de cada um. Isto também encontra paralelo durante o tempo da terrível desilusão, quando as multidões descobrirem que foram iludidas pelos líderes religiosos e, em sua ira, se voltarem contra os mesmos. “As espadas [ou os seus equivalentes modernos] que deveriam matar o povo de Deus são então empregadas para exterminar os seus inimigos. Por toda parte há contenda e morticínio” (GC, 656). De acordo com o relato do AT, houve muitas ocasiões em que Deus trouxe livramento a Seu povo fazendo com que os inimigos lutassem uns contra os outros (ver Jz 7:22; 1Sm 14:20; 2Cr 20:22-24). CBASD, vol. 4, p. 780.

22 Grandes pedras de saraiva. Isto encontra paralelo na sétimas praga, quando pedras de cerca de um talento ampliarão a destruição em andamento (Ap 16:21). O “fogo” pode achar correspondente nos “relâmpagos” de Apocalipse 16:18. Com respeito a estes, é feita a aplicação: “Relâmpagos terríveis estalam dos céus, envolvendo a Terra num lençol de chamas” (GC, 638). CBASD, vol. 4, p. 780.

23 Saberão [Tb em 38:16; 39:6, 7, 22 e 28]. À medida que o conflito se aproxima de seu clímax, os elaborados estratagemas do enganador serão desmascarados, e será revelada a debilidade e falsidade de suas reivindicações. Demônios e homens vão reconhecer que há apenas um que é supremo, e que Seu modo de agir no grande conflito visava a promover o bem eterno de Seu povo e do universo em geral (ver GC, 671). CBASD, vol. 4, p. 780.



EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
28 de outubro de 2017, 0:25
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EZEQUIEL 37 by Jeferson Quimelli
27 de outubro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

O remanescente de Israel estava cativo na Babilônia quando recebeu a mensagem divina de restauração (Ez 36). A desilusão e o choque pelo cativeiro e a recente queda de Jerusalém fizeram nascer a dúvida no coração do povo: Deus realmente retirará a nação do cativeiro? Será que essa renovação de Israel realmente vai acontecer? Deus responde a essas perguntas com uma mensagem cheia de efeitos visuais e sonoros.

A cena de abertura é um vale cheio de ossos muito secos. Deus testa a fé do profeta, perguntando se esses ossos secos podem viver. Ezequiel diz que só o Senhor sabia a resposta. E esta resposta do Senhor vem sob a forma de uma ordem para que Ezequiel profetize aos ossos secos para que vivam. Deus diz que irá colocar carne sobre os ossos e respiração e vida nesses novos corpos.

Ezequiel obedece e, em meio a um grande barulho dos ossos batendo uns nos outros, estes revivem e passam a ser um exército vivo (verso 10). O significado é claro. A nação de Israel que estava morta seria trazida de volta à vida pelas ações de Deus e seria recolocada em sua própria terra. Através da mensagem dos ossos secos todos saberão que o Senhor é Deus.

Em nosso mundo imperfeito, é nossa tendência focar no pecado ao nosso redor e, talvez, até mesmo na aridez espiritual existente entre o povo de Deus. Nos perguntamos se esses ossos secos espirituais podem ser trazidos de volta à vida. Assim como perguntou a Ezequiel, Deus pergunta a você e a mim: “você acredita que esses ossos podem viver?” Deus pode fazer com que os ossos secos espirituais do século 21 possam ressuscitar pelo Seu poder!

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/37 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1085
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/37
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/03/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 37 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio 
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
27 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 37 – Assim como uma nação morta, sem vida, pode ser vivificada, uma igreja moribunda, apática e fria pode ser reavivada pelo poder sobrenatural do Espírito Santo.
Leia o texto sagrado, focalize-se na mensagem do profeta inspirado. Então, reflita: Você já…
• …pregou a Palavra de Deus e se sentiu como Ezequiel, pregando a ossos secos?
• …teve a sensação de não ver nenhuma ação após seus apelos ao final do sermão?
• …percebeu que os membros da igreja são tão frios e indiferentes à verdadeira, impactante e profunda mensagem divina como se fossem ossos ressecados?
O pecado resseca a vida espiritual. A negligência às coisas do alto é um veneno para a religiosidade. Colocar Deus em segundo ou último plano nos mata espiritualmente.
Os ossos secos (vs. 1-3) é um exército espiritualmente morto (vs. 4-8). No grande conflito, soldados mortos não lutam, não têm reação alguma. Porém, quando a verdadeira Palavra de Deus imbuída do poder do Espírito é devidamente proclamada, o maior dos milagres acontece. O exército morto recebe nova vida (vs. 9-14) e os soldados se unem para a batalha divina (vs. 15-28).
O vale onde estava os ossos se refere ao povo de Israel espalhado pelas nações do mundo. O texto não fala da segunda vinda de Cristo, mas do poder revivificador de Deus. Também não fala da ressurreição física dos mortos, mas do reavivamento aos mortos espirituais. Assim como Deus restauraria a vida espiritual da nação judaica, Ele pode reviver uma igreja morta.
A pregação da Palavra veiculada no poder sobrenatural do Espírito Santo é o meio de restaurar, unificar e purificar um povo vivendo sob a desgraça e miséria do pecado.
Os pedaços de madeira representavam a nação de Israel, que fora divida em duas após a morte de Salomão. Deus, porém, promete unificar Seu povo! Deste sermão de Ezequiel (vs. 15-28) destacamos as seguintes lições:
• A união provida pelo Espírito Santo segue-se à eliminação da ambição, inveja e inimizade do povo de Deus.
• Jesus precisa ser o único Senhor de todos; e todos devem ser seus humildes súditos.
• O reavivamento e a reforma à parte da Palavra e do Espírito Santo são falsos.
• O remanescente fiel surge pela atuação do Espírito Santo através da Palavra Divina.
• Deus quer reavivar-nos urgentemente!
Animemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 37, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de outubro de 2017, 0:30
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“Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua. Estabelecê-los-ei, e os multiplicarei, e porei o Meu santuário no meio deles para sempre” (v.26).


Como a profecia mais conhecida de Ezequiel, esta visão revela de forma muito clara a condição de Israel como se fosse um amontoado de ossos secos. A nação chamada a ser dentre as demais nações um “aroma de vida para vida”, tornou-se um “cheiro de morte para morte” (2Co 2:16).

Seguindo as ordens de Deus, Ezequiel profetizou e viu um vale de ossos “sequíssimos” (v.2) se tornar “um exército sobremodo numeroso” (v.10). O Senhor ressuscitaria “a casa de Israel” (v.11) de sua morte espiritual e lhes daria uma nova vida (v.14). A divisão do reino não mais existiria (v.17) e um novo rei os governaria “para sempre” (v.25).

Na escuridão deste mundo, o Senhor suscitou homens e mulheres de fé que, como exército de “apenas um” (v.17), têm marchado em conformidade com a luz que receberam. Em um período onde as trevas espirituais pareciam não poder ser dissipadas, Lutero, Huss, Knox, dentre outros, foram as primícias de um povo sobre o qual Deus derramou a luz de Sua Palavra. Firmes e inabaláveis no propósito de viver o “assim diz o SENHOR”, tornaram-se “apenas um” usados poderosamente pela destra de Deus (v.19).

O avanço de tal obra alcançou resultados extraordinários e revolucionou o mundo, dando a todos a chance de participar das mesmas bênçãos divinas. Com a Bíblia em mãos, o que dantes lhes era negado, a verdade que havia sido “lançada por terra” (Dn 8:12) começou a ser revelada e os princípios da santa Palavra de Deus reerguidos.

O capítulo culmina com a promessa da união entre o povo de Deus e dEle, conosco, simbolizado pelo Seu tabernáculo (v. 27). Através dos símbolos do santuário terrestre foi derramada grande luz para possibilitar ao homem a compreensão do caminho divino que, pela verdade, nos conduz à vida (Jo 14:6). Como uma maquete do original (Hb 8:2), ali encontramos todo o plano da redenção da humanidade e o desejo de Deus em estabelecer o Seu reino eterno de justiça. Em Apocalipse 21:3, está escrito: “Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles”.

Está chegando o dia em que “nunca mais para o futuro” (v.22) haverá dois reinos, divisões entre o povo de Deus. “Nunca mais” haverá idolatria, nem apostasia e nem pecado algum (v.23). Onde o “Filho de Davi” (Mt 9:27) reinará eternamente sobre um povo que andará nos Seus juízos, guardará os Seus estatutos e os observará (v.24), sendo “o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem” (Hb 5:9).

Chegada é a hora de um novo reavivamento dos “ossos secos”! “Ossos secos, ouvi a palavra do SENHOR” (v.4)! Não é mais tempo de falar, é tempo de viver! Chegada é a hora de restaurarmos o altar do SENHOR, assim como fez Elias (1Rs 18:30), “pela prática”, tendo as nossas “faculdades executadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (Hb 5:14). De vivermos de maneira plena os princípios bíblicos, ainda que sob a ameaça das fogueiras da perseguição. “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que há de vir virá e não tardará” (Hb 10:37).

A tentativa de acabar com a obra de Deus iniciada com os reformadores está bem diante de nossos olhos. E, sob o discurso de um falso amor, o dia que deveria celebrar o início do renascimento da verdade, congregará o mundo numa infeliz mistura da verdade com o erro. Pressionados pela massa popular, muitos há que abandonarão a fé (1Tm 4:1). Mas, todo aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13). “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12).

Não se iluda com o amor que o mundo oferece, mas, revestido da armadura de Deus (Ef 6:10-18), viva o verdadeiro amor: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo 14:15). E, os que hão de herdar a salvação, como João, conhecem o amor de Deus: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo 5:3). Viva o verdadeiro amor aqui, então, viverás “para sempre” (v.25)!

Bom dia, povo de Deus!

Jornada espiritualChuva Serôdia. Chegou a hora!”, 12° dia: “Sente-se, eleve seus pensamentos a Deus e pergunte: Senhor, tenho vivido como “trigo” ou como “joio”? Em seguida converse com Ele sobre suas dificuldades e decida ser totalmente do Senhor. Para finalizar, clame ao Espírito Santo pela chuva serôdia para capacitá-lo a manter seu compromisso. E tenha certeza que sua oração já foi atendida” (Chuva Serôdia. Chegou a hora!, p. 74).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel37
#RPSP

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EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
27 de outubro de 2017, 0:24
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EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de outubro de 2017, 0:20
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1. A mão do Senhor. O cap. 37 consiste de duas partes: a visão dos ossos secos (v. 1-14) e um ato simbólico que prediz a futura união de Israel e Judá (v. 15-28). A visão dos ossos secos devia ilustrar como Israel, que se encontrava espalhado e sem esperança, seria reavivado e restaurado. … O simbolismo, em sua totalidade, pretendia descrever como os eventos teriam se desenrolado, tanto nesse período como posteriormente, caso os judeus tivessem cooperado com Deus e cumprido Seu plano para eles. No entanto, a incredulidade e a desobediência frustraram o propósito divino. Diante disso, é preciso consultar o NT para saber como esses eventos, que teriam se cumprido literalmente no período pós-exílico, se cumprirão na era cristã, com relação ao Israel espiritual. CBASD, vol. 4, p. 770.

2. Sequíssimos. Isso indica que fazia muito tempo que já não tinham vida e enfatiza a impossibilidade de que revivessem. CBASD, vol. 4, p. 771.

5. Espírito. Do heb. ruach, que representa a energia divina que anima os seres vivos. Quando Deus soprou nas narinas do ser humano o fôlego de vida (Gn 2:7), não proporcionou simplesmente o oxigênio que encheu os pulmões de Adão, mas comunicou vida, de modo que as formas inanimadas se tornaram vivas. CBASD, vol. 4, p. 771.

11. Toda a casa de Israel. A intenção primária era, sem dúvida, ilustrar a restauração da nação, ou da “casa de Israel”, cujas condições na época eram apropriadamente simbolizadas por esses ossos secos. CBASD, vol. 4, p. 771.

12. Abrirei a vossa sepultura. O plano divino original de uma restauração que culminaria na ressurreição não foi alcançado pelo Israel literal. Aquilo que Deus teria efetuado pela nação de Israel será então cumprido por meio do novo Israel. Sendo que as circunstâncias se alteraram, certos aspectos da profecia mudaram. Os escritores do NT informam como essas profecias, que deviam ter-se cumprido antes, serão finalmente aplicadas (ver p. 21-25). Esses escritores descrevem claramente o tempo e as circunstâncias da ressurreição final (Jo 5:28, 29; iTs 4:16 17; Ap 20:l-5; etc). CBASD, vol. 4, p. 771.

21. E os congregarei. O primeiro passo no cumprimento das promessas divinas seria a restauração dc Israel do cativeiro entre os pagãos. Este remanescente devia consistir daqueles que aproveitaram a disciplina do exílio e se tornaram espiritualmente renovados. Uma vez que o reavivamento, que era um pré-requisito, nunca Foi alcançado, nem antes nem depois do retorno liderado por Zorobabel, o cumprimento destas promessas foi postergado. Deus fez por Israel tudo o que a desobediência do povo Lhe permitiu fazer, mas eles permaneceram rebeldes. Portanto. Ele acabou rejeitando-o como um povo. O desenrolar da promessa divina aqui e nos versículos seguintes aplica-se ao que teria ocorrido se os propósitos de Deus tivessem se cumprido. CBASD, vol. 4, p. 771.

22 Para sempre. “Tivesse Israel permanecido leal a Deus e este glorioso edifício [o templo de Salomão] teria permanecido para sempre, como perpétuo sinal de especial favor de Deus a seu povo escolhido” (PR, 46). “Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus”(GC, 19). Ezequiel descreve as condições que poderiam ter imperado (ver Lc 19:42). CBASD, vol. 4, p. 772.

23 Deus livrará Seu povo da idolatria e o purificará. Bíblia de Estudo Andrews.