Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 18 by jquimelli
8 de outubro de 2017, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário Devocional

Ezequiel 18 começa com um provérbio que era popular entre os exilados na Babilônia: “Os pais comem uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotam?” (v. 2 NVI). Os exilados acreditavam que o juízo que lhes havia acontecido era devido aos pecados de seus antepassados e não deles. E que não havia nada que pudessem fazer sobre isso. Eles falharam em reconhecer sua própria maldade e o papel que haviam desempenhado em trazer julgamento sobre si mesmos. Assim, acabaram acusando Deus de ser injusto.

Este conceito errôneo originou-se da má interpretação de passagens bíblicas tais como Ex. 20:5; 34:7 e Deut. 5:9-10 que falam que Deus castiga a iniquidade de uma geração até a terceira e quarta geração de seus descendentes.

O restante do capítulo refuta esse falso provérbio, demonstrando o princípio bíblico básico que “Aquele que pecar é que morrerá” (v. 4 NVI). Embora seja verdade que gerações seguintes, muitas vezes, sofrem as consequências dos pecados da geração passada, a culpa de seus antepassados não é transferível para eles. Cada um é responsável por seus próprios pecados ou erros cometidos e, assim, seus próprios atos serão a base da punição.

Deus é acusado de ser injusto pelos exilados (v. 25, 29), mas a Sua justiça é evidente em julgar cada pessoa de acordo com as escolhas que fez. Se um homem perverso se converter do seu mau caminho e fizer o que é certo, viverá; mas se um homem justo voluntariamente se afasta de justiça e faz o que é mal, ele morrerá (v. 21-28).

À luz de tudo isto, Deus pede a Seu povo que reconheça seus caminhos injustos e se afaste deles, porque Ele não tem prazer na morte do perverso, mas deseja o seu arrependimento para que ele viva (v. 23, 32). O urgente chamado é para o arrependimento. Àqueles que atenderem é prometido “um coração novo e um espírito novo” (v. 31 NVI). E isto se chama GRAÇA!

Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer, Índia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/18 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1066
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/15/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 18 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 18 – PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de outubro de 2017, 0:55
Filed under: Sem categoria


EZEQUIEL 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
8 de outubro de 2017, 0:45
Filed under: Sem categoria

EZEQUIEL 18 – Na faculdade de teologia, eu tinha um professor, Gerson Pires de Araújo, que seguidamente repetia a seguinte premissa: “Ah! Se cada um soubesse que é dono do seu próprio destino”.
Essa grande verdade se acha no capítulo em análise… Estude-o com atenção e oração!
“Um dos principais fundamentos da Escritura é apresentado nesse capítulo (também ensinado em Dt 24.16; 2Rs 14.6). O castigo é proporcional à fé e à conduta de cada pessoa. Ele havia predito a punição que recairia sobre a nação, mas a razão era o pecado individual (cf. 3.16-21; 14.12-20; 33.1-20)” (John MacArthur).
Este é “um capítulo singular sobre a responsabilidade de cada pessoa pelas próprias ações. Questiona a visão de que o juízo resultava dos pecados da geração passada (citada em forma de provérbio no v. 2). No contexto, encontra-se a incompreensão das passagens bíblicas acerca da punição que se estende até a terceira ou quarta geração (ver Êx 20:5, 6; 34:7; Dt 5:9, 10). Três gerações são mencionadas neste capítulo: um homem justo (Ez 18:5), seu filho ladrão (v. 10) e o filho arrependido do ladrão (v. 14), a fim de demonstrar que cada um é responsável pela própria vida. Desse modo, prestará contas perante Deus e será julgado segundo as próprias obras. Estes princípios são explicados nos v. 21-24 (ver também 33:12-20). O comportamento revela nossas escolhas, atitudes, valores e, portanto, nosso caráter” (Bíblia Andrews).
• Quando não assumimos nossos erros, facilmente podemos acusar falsamente a Deus (vs. 1-13).
• Deus não Se defende, Ele apresenta a doutrina da responsabilidade individual diante da vida e do juízo (vs. 14-32).
Esse assunto é bem interessante e amplo, deve ser interpretado com equilíbrio. Warren Wiersbe observa:
“A culpa e a condenação pelo pecado do pai ou da mãe não podiam ser passadas adiante para os filhos, contudo as consequências do pecado dos pais podiam trazer sofrimento para a família […]. Nem Jeremias nem Ezequiel negaram que pessoas inocentes estavam sofrendo em decorrência dos pecados dos líderes judeus ímpios (Lm 5:7). Contudo, se opuseram ao fato de o povo estar usando o provérbio como desculpa para seus próprios pecados, afirmando que sua geração não era culpada de desobediência”.
Antes de querer achar um culpado para nossos erros, devemos assumi-los e confessá-los a Deus! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 18, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de outubro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Eis que todas as almas são Minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é Minha; a alma que pecar, essa morrerá” (v. 4).


As Escrituras nos mostram que o homem não tem uma alma, ele é uma alma: “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente” (Gn 2:7). A alma, portanto, não é uma entidade que sai do corpo após a morte, mas a junção da matéria (corpo) + fôlego de vida (sopro de Deus). E o SENHOR deixa isto bem claro ao afirmar no texto de hoje: “a alma que pecar, essa morrerá”.

Todavia, o mérito da questão não está na alma, mas no destino dela. Reclamando de sua condição, como se Deus fosse injusto, o povo no exílio insinuava que estava recebendo por conta um salário que não lhe cabia. Porém, o SENHOR elenca, dos versos cinco ao nove (releia), a conduta de todo aquele que considera como sendo justo e conclui afirmando: “o tal justo, certamente, viverá, diz o SENHOR Deus” (v.9). E como prova disto, ao citar o nome de três de Seus justos no capítulo quatorze de Ezequiel, Ele incluiu o nome de um dos contemporâneos dos exilados: Daniel.

Levado cativo ainda jovem, Daniel recebeu privilégios que poderiam tê-lo desviado de pronto de sua fé. Longe dos pais, de sua nação e do templo, inserido no centro da corrupção da antiguidade, ele tinha “desculpas” suficientes para alegar a impossibilidade de permanecer fiel. Mas “resolveu Daniel, firmemente” (Dn 1:8), não se contaminar com as “finas iguarias” de Babilônia. A oferta do inimigo sempre vem com o disfarce encantado da ilusão, sob o manto do engano de seu primeiro discurso: “É certo que não morrereis” (Gn 3:4). Enquanto o SENHOR deixa bem claro que o fim do perverso é: “Não viverá” (v.13).

O SENHOR não tem prazer “na morte de ninguém” (v.32), antes, o Seu desejo é que o perverso “se converta dos seus maus caminhos e viva” (v.23). A culpa das iniquidades de um pai não recai sobre o filho e nem a do filho sobre o pai (v.20). Deus julgará “a cada um segundo os seus caminhos” (v.30) e o Seu maior desejo é o de salvar a todos. Por isso que o Seu convite de amor tem sido estendido até os nossos dias com o constante apelo: “Convertei-vos e vivei” (v.32)!

Não haverá desculpas para o pecado que não foi abandonado quando a glória do SENHOR se manifestar sobre as nuvens do céu. A vontade de Deus revelada através de Sua Palavra está à nossa disposição. E o que temos feito dela? Não se engane amado, perante Deus, perverso não é somente o homicida ou o ladrão, mas todo aquele que se desvia do ASSIM DIZ O SENHOR conscientemente.

Eis que diante de nós está o tempo de misericórdia antediluviano, e o SENHOR está convocando os “Noés” que farão entrar na arca suas famílias. Com a mesma fé e firmeza de Daniel, farão tremer todo o exército inimigo através de uma vida de oração. Então, como troféus diante do Universo, Deus os erguerá como “Jós” atuais que terão de enfrentar a grande fúria do maligno, mas que, com Cristo, sairão “vencendo para vencer” (Ap 6:2). O tríplice exemplo de fidelidade será visto no derradeiro grupo de justos que “certamente, viverá” (v.19) PARA SEMPRE!

Bom dia, justos do SENHOR!

Desafio do dia: Jornada espiritual “O Último Chamado de Deus“, 5° dia: Além de desviar seus olhos de coisas seculares, de erguer o altar da família em sua casa e de guardar a lei do SENHOR em seu coração, fortalecido pelo dia de oração e jejum, peça ao SENHOR o auxílio para dar início a uma reforma de saúde em sua vida e em sua casa e, como Daniel, decida firmemente perseverar neste propósito.

Acesse: www.novotempo.com/vidaesaude

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel18
#RPSP

Deixe seu comentário:



EZEQUIEL 18 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
8 de outubro de 2017, 0:25
Filed under: Sem categoria



%d blogueiros gostam disto: