Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 37 by jquimelli
27 de outubro de 2017, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário Devocional

O remanescente de Israel estava cativo na Babilônia quando recebeu a mensagem divina de restauração (Ez 36). A desilusão e o choque pelo cativeiro e a recente queda de Jerusalém fizeram nascer a dúvida no coração do povo: Deus realmente retirará a nação do cativeiro? Será que essa renovação de Israel realmente vai acontecer? Deus responde a essas perguntas com uma mensagem cheia de efeitos visuais e sonoros.

A cena de abertura é um vale cheio de ossos muito secos. Deus testa a fé do profeta, perguntando se esses ossos secos podem viver. Ezequiel diz que só o Senhor sabia a resposta. E esta resposta do Senhor vem sob a forma de uma ordem para que Ezequiel profetize aos ossos secos para que vivam. Deus diz que irá colocar carne sobre os ossos e respiração e vida nesses novos corpos.

Ezequiel obedece e, em meio a um grande barulho dos ossos batendo uns nos outros, estes revivem e passam a ser um exército vivo (verso 10). O significado é claro. A nação de Israel que estava morta seria trazida de volta à vida pelas ações de Deus e seria recolocada em sua própria terra. Através da mensagem dos ossos secos todos saberão que o Senhor é Deus.

Em nosso mundo imperfeito, é nossa tendência focar no pecado ao nosso redor e, talvez, até mesmo na aridez espiritual existente entre o povo de Deus. Nos perguntamos se esses ossos secos espirituais podem ser trazidos de volta à vida. Assim como perguntou a Ezequiel, Deus pergunta a você e a mim: “você acredita que esses ossos podem viver?” Deus pode fazer com que os ossos secos espirituais do século 21 possam ressuscitar pelo Seu poder!

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/37 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1085
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/37
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/03/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 37 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio 
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
27 de outubro de 2017, 0:55
Filed under: Sem categoria



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
27 de outubro de 2017, 0:45
Filed under: Sem categoria

EZEQUIEL 37 – Assim como uma nação morta, sem vida, pode ser vivificada, uma igreja moribunda, apática e fria pode ser reavivada pelo poder sobrenatural do Espírito Santo.
Leia o texto sagrado, focalize-se na mensagem do profeta inspirado. Então, reflita: Você já…
• …pregou a Palavra de Deus e se sentiu como Ezequiel, pregando a ossos secos?
• …teve a sensação de não ver nenhuma ação após seus apelos ao final do sermão?
• …percebeu que os membros da igreja são tão frios e indiferentes à verdadeira, impactante e profunda mensagem divina como se fossem ossos ressecados?
O pecado resseca a vida espiritual. A negligência às coisas do alto é um veneno para a religiosidade. Colocar Deus em segundo ou último plano nos mata espiritualmente.
Os ossos secos (vs. 1-3) é um exército espiritualmente morto (vs. 4-8). No grande conflito, soldados mortos não lutam, não têm reação alguma. Porém, quando a verdadeira Palavra de Deus imbuída do poder do Espírito é devidamente proclamada, o maior dos milagres acontece. O exército morto recebe nova vida (vs. 9-14) e os soldados se unem para a batalha divina (vs. 15-28).
O vale onde estava os ossos se refere ao povo de Israel espalhado pelas nações do mundo. O texto não fala da segunda vinda de Cristo, mas do poder revivificador de Deus. Também não fala da ressurreição física dos mortos, mas do reavivamento aos mortos espirituais. Assim como Deus restauraria a vida espiritual da nação judaica, Ele pode reviver uma igreja morta.
A pregação da Palavra veiculada no poder sobrenatural do Espírito Santo é o meio de restaurar, unificar e purificar um povo vivendo sob a desgraça e miséria do pecado.
Os pedaços de madeira representavam a nação de Israel, que fora divida em duas após a morte de Salomão. Deus, porém, promete unificar Seu povo! Deste sermão de Ezequiel (vs. 15-28) destacamos as seguintes lições:
• A união provida pelo Espírito Santo segue-se à eliminação da ambição, inveja e inimizade do povo de Deus.
• Jesus precisa ser o único Senhor de todos; e todos devem ser seus humildes súditos.
• O reavivamento e a reforma à parte da Palavra e do Espírito Santo são falsos.
• O remanescente fiel surge pela atuação do Espírito Santo através da Palavra Divina.
• Deus quer reavivar-nos urgentemente!
Animemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 37, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de outubro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua. Estabelecê-los-ei, e os multiplicarei, e porei o Meu santuário no meio deles para sempre” (v.26).


Como a profecia mais conhecida de Ezequiel, esta visão revela de forma muito clara a condição de Israel como se fosse um amontoado de ossos secos. A nação chamada a ser dentre as demais nações um “aroma de vida para vida”, tornou-se um “cheiro de morte para morte” (2Co 2:16).

Seguindo as ordens de Deus, Ezequiel profetizou e viu um vale de ossos “sequíssimos” (v.2) se tornar “um exército sobremodo numeroso” (v.10). O Senhor ressuscitaria “a casa de Israel” (v.11) de sua morte espiritual e lhes daria uma nova vida (v.14). A divisão do reino não mais existiria (v.17) e um novo rei os governaria “para sempre” (v.25).

Na escuridão deste mundo, o Senhor suscitou homens e mulheres de fé que, como exército de “apenas um” (v.17), têm marchado em conformidade com a luz que receberam. Em um período onde as trevas espirituais pareciam não poder ser dissipadas, Lutero, Huss, Knox, dentre outros, foram as primícias de um povo sobre o qual Deus derramou a luz de Sua Palavra. Firmes e inabaláveis no propósito de viver o “assim diz o SENHOR”, tornaram-se “apenas um” usados poderosamente pela destra de Deus (v.19).

O avanço de tal obra alcançou resultados extraordinários e revolucionou o mundo, dando a todos a chance de participar das mesmas bênçãos divinas. Com a Bíblia em mãos, o que dantes lhes era negado, a verdade que havia sido “lançada por terra” (Dn 8:12) começou a ser revelada e os princípios da santa Palavra de Deus reerguidos.

O capítulo culmina com a promessa da união entre o povo de Deus e dEle, conosco, simbolizado pelo Seu tabernáculo (v. 27). Através dos símbolos do santuário terrestre foi derramada grande luz para possibilitar ao homem a compreensão do caminho divino que, pela verdade, nos conduz à vida (Jo 14:6). Como uma maquete do original (Hb 8:2), ali encontramos todo o plano da redenção da humanidade e o desejo de Deus em estabelecer o Seu reino eterno de justiça. Em Apocalipse 21:3, está escrito: “Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles”.

Está chegando o dia em que “nunca mais para o futuro” (v.22) haverá dois reinos, divisões entre o povo de Deus. “Nunca mais” haverá idolatria, nem apostasia e nem pecado algum (v.23). Onde o “Filho de Davi” (Mt 9:27) reinará eternamente sobre um povo que andará nos Seus juízos, guardará os Seus estatutos e os observará (v.24), sendo “o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem” (Hb 5:9).

Chegada é a hora de um novo reavivamento dos “ossos secos”! “Ossos secos, ouvi a palavra do SENHOR” (v.4)! Não é mais tempo de falar, é tempo de viver! Chegada é a hora de restaurarmos o altar do SENHOR, assim como fez Elias (1Rs 18:30), “pela prática”, tendo as nossas “faculdades executadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (Hb 5:14). De vivermos de maneira plena os princípios bíblicos, ainda que sob a ameaça das fogueiras da perseguição. “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que há de vir virá e não tardará” (Hb 10:37).

A tentativa de acabar com a obra de Deus iniciada com os reformadores está bem diante de nossos olhos. E, sob o discurso de um falso amor, o dia que deveria celebrar o início do renascimento da verdade, congregará o mundo numa infeliz mistura da verdade com o erro. Pressionados pela massa popular, muitos há que abandonarão a fé (1Tm 4:1). Mas, todo aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13). “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12).

Não se iluda com o amor que o mundo oferece, mas, revestido da armadura de Deus (Ef 6:10-18), viva o verdadeiro amor: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo 14:15). E, os que hão de herdar a salvação, como João, conhecem o amor de Deus: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo 5:3). Viva o verdadeiro amor aqui, então, viverás “para sempre” (v.25)!

Bom dia, povo de Deus!

Jornada espiritualChuva Serôdia. Chegou a hora!”, 12° dia: “Sente-se, eleve seus pensamentos a Deus e pergunte: Senhor, tenho vivido como “trigo” ou como “joio”? Em seguida converse com Ele sobre suas dificuldades e decida ser totalmente do Senhor. Para finalizar, clame ao Espírito Santo pela chuva serôdia para capacitá-lo a manter seu compromisso. E tenha certeza que sua oração já foi atendida” (Chuva Serôdia. Chegou a hora!, p. 74).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel37
#RPSP

Deixe um comentário:



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
27 de outubro de 2017, 0:24
Filed under: Sem categoria



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
27 de outubro de 2017, 0:20
Filed under: Sem categoria

1. A mão do Senhor. O cap. 37 consiste de duas partes: a visão dos ossos secos (v. 1-14) e um ato simbólico que prediz a futura união de Israel e Judá (v. 15-28). A visão dos ossos secos devia ilustrar como Israel, que se encontrava espalhado e sem esperança, seria reavivado e restaurado. … O simbolismo, em sua totalidade, pretendia descrever como os eventos teriam se desenrolado, tanto nesse período como posteriormente, caso os judeus tivessem cooperado com Deus e cumprido Seu plano para eles. No entanto, a incredulidade e a desobediência frustraram o propósito divino. Diante disso, é preciso consultar o NT para saber como esses eventos, que teriam se cumprido literalmente no período pós-exílico, se cumprirão na era cristã, com relação ao Israel espiritual. CBASD, vol. 4, p. 770.

2. Sequíssimos. Isso indica que fazia muito tempo que já não tinham vida e enfatiza a impossibilidade de que revivessem. CBASD, vol. 4, p. 771.

5. Espírito. Do heb. ruach, que representa a energia divina que anima os seres vivos. Quando Deus soprou nas narinas do ser humano o fôlego de vida (Gn 2:7), não proporcionou simplesmente o oxigênio que encheu os pulmões de Adão, mas comunicou vida, de modo que as formas inanimadas se tornaram vivas. CBASD, vol. 4, p. 771.

11. Toda a casa de Israel. A intenção primária era, sem dúvida, ilustrar a restauração da nação, ou da “casa de Israel”, cujas condições na época eram apropriadamente simbolizadas por esses ossos secos. CBASD, vol. 4, p. 771.

12. Abrirei a vossa sepultura. O plano divino original de uma restauração que culminaria na ressurreição não foi alcançado pelo Israel literal. Aquilo que Deus teria efetuado pela nação de Israel será então cumprido por meio do novo Israel. Sendo que as circunstâncias se alteraram, certos aspectos da profecia mudaram. Os escritores do NT informam como essas profecias, que deviam ter-se cumprido antes, serão finalmente aplicadas (ver p. 21-25). Esses escritores descrevem claramente o tempo e as circunstâncias da ressurreição final (Jo 5:28, 29; iTs 4:16 17; Ap 20:l-5; etc). CBASD, vol. 4, p. 771.

21. E os congregarei. O primeiro passo no cumprimento das promessas divinas seria a restauração dc Israel do cativeiro entre os pagãos. Este remanescente devia consistir daqueles que aproveitaram a disciplina do exílio e se tornaram espiritualmente renovados. Uma vez que o reavivamento, que era um pré-requisito, nunca Foi alcançado, nem antes nem depois do retorno liderado por Zorobabel, o cumprimento destas promessas foi postergado. Deus fez por Israel tudo o que a desobediência do povo Lhe permitiu fazer, mas eles permaneceram rebeldes. Portanto. Ele acabou rejeitando-o como um povo. O desenrolar da promessa divina aqui e nos versículos seguintes aplica-se ao que teria ocorrido se os propósitos de Deus tivessem se cumprido. CBASD, vol. 4, p. 771.

22 Para sempre. “Tivesse Israel permanecido leal a Deus e este glorioso edifício [o templo de Salomão] teria permanecido para sempre, como perpétuo sinal de especial favor de Deus a seu povo escolhido” (PR, 46). “Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus”(GC, 19). Ezequiel descreve as condições que poderiam ter imperado (ver Lc 19:42). CBASD, vol. 4, p. 772.

23 Deus livrará Seu povo da idolatria e o purificará. Bíblia de Estudo Andrews.




%d blogueiros gostam disto: