Reavivados por Sua Palavra


Ezequiel 16 by jquimelli
6 de outubro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Neste capítulo temos a mais longa alegoria de toda a Bíblia. Nele, a infidelidade de Jerusalém ao Senhor é comparada à imoralidade de uma prostituta. Palavras como prostituição, promiscuidade, lascívia, depravação, imoralidade, são usadas muitas vezes neste capítulo para descrever a falta de fidelidade de Judá a Deus. A história de Jerusalém, narrada como um conto figurativo de uma menina que nasce e cresce até a maturidade, é apresentada para expor os pecados de Israel.

Surpreendentemente, apesar da longa história de maldade de Jerusalém, a alegoria deixa claro que Deus não a rejeitará para sempre (v. 60-63). Felizmente para nós, Deus continua a perdoar os pecados daquele que se arrepende e um dia estabelecerá uma existência onde a justiça prevaleça e a rebelião contra Ele não mais existam.

É encorajador perceber que, se estamos em Cristo, já vivemos nessa “aliança eterna”. Nosso futuro lar é a Nova Jerusalém, onde alegremente habitaremos em cumprimento desta promessa de fidelidade da parte de Deus.

Sempre houve uma esperança para nós, porque Deus ainda nos ama. Não importa quanto tenhamos nos degenerado, nunca estamos tão longe que não possamos ser resgatados.

Pr Mohanraj Israel
Spicer College, Índia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/16 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1064
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/13/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 16 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 16 – PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 16 – Este capítulo apresenta uma mulher infiel, possui imagem sexual explícita. A ideia é falar do adultério espiritual, mais comum pela idolatria, que é trocar Deus por qualquer coisa ou pessoa.

Dizem que o amor suporta mais a morte do que a traição. Ser traído é dolorido, a traição fere profundamente o coração. O adultério espiritual fere terrivelmente o coração de Deus, que neste texto é exemplificado como marido ferido, embora fora amoroso, fiel, dedicado, atencioso e responsável.

Por outro lado, Israel é visto como esposa de Deus; mas, seu caráter o condena, sua reputação não é boa. Além de desprezar o único Deus amoroso, Isarel O troca por qualquer coisa insignificante, descamba para a prostituição e adultério espiritual escancarado.

Após dar o título para o capítulo: “A mulher adúltera: Pisoteando a graça de Deus”, Daniel Isaac Block o sintetiza em cinco pontos:

1. Chamado ao comparecimento de Israel – intimação (vs. 1-3a);
2. A acusação de Jerusalém (vs. 3b-34);
3. A sentença de Jerusalém: Suspensão da graça (vs. 35-43);
4. Tal mãe, tal filha: Jerusalém desqualificada para a graça (vs. 44-56);
5. O duplo raio de esperança (vs. 53-63).

Deveríamos ler várias vezes esse capítulo em várias versões bíblicas. Faça isso; e, depois, com oração, medite nestas aplicações espirituais:

• Como Israel, podemos estar vivendo um romance aos trancos e barrancos com Deus, ferindo Seu coração e fazendo-O sofrer por nossa instabilidade emocional.
• Podemos cometer adultério sem nunca ter casado ou nunca ter traído nosso cônjuge; o adultério espiritual é real, pior que qualquer traição, pois significa trair nosso amado Criador e Salvador.
• Embora nossa safadeza espiritual seja evidente, e nossa infidelidade a Deus seja levada a julgamento, Deus está mais do que disposto a nos oferecer perdão para reatar o relacionamento arruinado.
• Da mesma forma que a traição conjugal atrai muitas desgraças, a traição espiritual não é diferente, pode ser pior – Israel caiu da graça e perdeu sua terra e liberdade.
• Apesar das práticas detestáveis dos pecadores, Deus não os abandona; pelo contrário, como um marido perdidamente apaixonado, propõe aceitar de volta os prostitutos, idólatras, ingratos, infiéis, imorais e adúlteros.
• Deus anseia nosso arrependimento; ao buscarmos Seu perdão, Ele restaura nossa condição e livra-nos da desgraça de nosso pecado.

Peça perdão ao Senhor! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 16, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de outubro de 2017, 0:30
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“Portanto, ó meretriz, ouve a palavra do SENHOR” (v. 35).


Não, Deus não estava se referindo a Babilônia neste capítulo, e sim a menina dos Seus olhos: Jerusalém. Naquele tempo muitas meninas que nasciam eram abandonadas à própria sorte, mas Deus usou desta analogia para declarar o Seu amor pelo Seu povo desde o nascimento. Semelhante ao louvor poético do livro de Cantares, o SENHOR não economiza palavras de afeto para descrever a Sua noiva. Com ela, Ele firmou concerto adornando-a com o melhor de Seu reino e cobrindo-a com Sua glória (v.14). Eis que “era tempo de amores” (v.8).

Porém, como uma mulher cujo coração não pertence a seu marido, Jerusalém exaltou-se a si mesma como objeto de cobiça (v.15). A sua fama, ao invés de causar-lhe profunda gratidão por Aquele que a amou primeiro, tornou-se em arrogância e orgulho. Permitiu que o mesmo sentimento que despertou rebelião no Céu fosse aflorado no coração. E mediante a sua formosura, multiplicou a sua prostituição (v.26).

De forma pejorativa, e em linguagem forte, Jerusalém tornou-se um antro de práticas abomináveis, abrindo “as pernas a todo que passava” (v.25). As nações que antes a admiravam, passaram a vê-la como sua igual. Não havia mais diferença entre o povo de Deus e os ímpios, a ponto de sacrificarem seus próprios filhos (v.20) e o SENHOR exclamar: “Ai, ai de ti!” (v.23). A falsa adoração a despojou do título de “rainha” (v.13) para o de “meretriz descarada” (v.30). E sobre a sua cabeça recairiam os juízos de Deus segundo o seu procedimento (v.43). Comparada a Sodoma e a Samaria, Jerusalém praticou coisas piores do que aquelas aos olhos de Deus. A soberba e o egoísmo tornaram-na hostil para com as necessidades do próximo (v. 49 e 52).

No livro de Apocalipse também encontramos a descrição de uma “grande meretriz” (Ap 17:1). Esta sim, referindo-se a Babilônia. E assim como o provérbio citado em Ezequiel: “Tal mãe, tal filha” (v.44), encontramos algo semelhante na visão de João: “BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Ap 17:5). A profecia nos revela que há um poder religioso apostatado cuja apostasia gerou filhas e práticas abomináveis perante o SENHOR. Apesar da degradação de Jerusalém, o seu meretrício cessaria e Deus a conduziria ao arrependimento (v.63). Porém, com relação à Babilônia atual, o chamado ao arrependimento é para todo aquele que dela aceita se retirar: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap 18:4).

Estamos vivendo em tempos difíceis e decisivos. Deus sempre teve e sempre terá um povo para chamar de Seu. A ruína que sobreveio à Jerusalém foi o resultado da maldade que ali governava. Esquecendo-se dos dias de sua mocidade (v.43), provou das consequências de seu fraco coração (v.30). Pela concupiscência dos olhos e da carne caiu em profunda crise espiritual, a ponto de adorar a Deus e aos ídolos ao mesmo tempo. Erguida foi a bandeira da insanidade e deposta a verdadeira Bandeira (Êx 17:15).

O urgente e derradeiro chamado de Deus ao Seu povo no tempo do fim não é diferente em seu objetivo. O SENHOR deseja estabelecer com o Seu Israel atual “uma aliança eterna” (v.60). As práticas abomináveis aos olhos do SENHOR, hoje, não diferem das que levaram Jerusalém à queda. Inseridos em um mundo onde a máxima é de que não há verdade absoluta, a humanidade pensa ter aberto um terceiro caminho, quando a Bíblia deixa bem claro que só existem dois (Dt 30:15; Mt 7:13-14). E nesta busca insaciável pelo prazer a qualquer custo, o homem ergue em seu fraco coração ídolos que jamais conseguirão preencher o espaço que só o Eterno é capaz de preencher (Ec 3:9).

Deus está chamando homens que, semelhante a Josué, assumam o seu sacerdócio do lar e declarem firme e corajosamente ao mundo: “se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais… Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (Js 24:15). Deus está chamando mulheres que não temam a pressão feminista e, como a “mulher virtuosa” (Pv 31:10), assumam a sua “missão de mãe” (1Tm 2:15) como uma sagrada e santa obra. Deus está chamando filhos que, à semelhança de José, honrem a seus pais e ao SENHOR a despeito das tentações que os assaltam (Gn 39:12) e da geração de zumbis que os rodeiam.

Eis o último chamado de Deus às famílias. Eis o cumprimento da profecia dada a Malaquias: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml 4:6). Estamos prestes a ver “outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Idem, 3:18). Não se engane! Não há uma terceira opção.

Bom dia, adoradores do SENHOR!

Desafio do dia: Jornada espiritual “O Último Chamado de Deus“, 3° dia: Nestes últimos dias, Deus tem um povo cuja missão é pregar “as verdadeiras palavras de Deus” (Ap 19:9). Mas esta missão deve começar em seu lar. Erga o altar da família em sua casa, realizando o culto familiar pela manhã e ao final do dia.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel16
#RPSP

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EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
6 de outubro de 2017, 0:25
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