Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 24 by jquimelli
14 de outubro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Senhor, erram aqueles que vêem o Seu caminho como uma forma de escapar da tristeza e da dor. Tu nunca prometeste aos teus seguidores uma vida fácil ou próspera. Quando nos tornamos íntimos de Ti, Senhor, sentimos a dor que Tu sentes pelo pecado. Essa realidade é pesada, quase nos esmaga. Ao nos aproximarmos de Ti, a dor pelo pecado, Sua própria tristeza, se torna também nossa. O seu peso nos esmaga e nos quebranta.

No entanto, não recebemos somente Tua dor e sofrimento. Tu nos dás a Si mesmo. Essa é a essência do Calvário. Quem tem a Ti, tem tudo.

Senhor, sabemos que nenhum de nós é chamado por Ti para a auto-punição. Mas o caminho a que Tu nos chama às vezes é um caminho íngreme e rochoso, com muitos espinhos. No entanto, posso dar testemunho neste dia que Tu és suficiente, pois na minha fraqueza eu vejo a Tua força perfeita!

Ross Cole
Avondale College, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/24 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1072/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/20/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 24 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 24 – PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
14 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 24 – A realidade cruel em que se encontra nossa sociedade se deve ao abandono da verdade revelada por Deus em Sua Palavra.
Neste capítulo, “as inúmeras mensagens de Ezequiel para os exilados judeus espiritualmente cegos chegam a seu ponto culminante com um tom grave” – diz Warren Wiersbe.
E, continua:
“Este capítulo encerra a seção do livro que se concentra na destruição de Jerusalém (caps. 4-24) e é dividido em duas partes: uma parábola sobre uma panela (Ez 24:1-14) e um ‘sermão prático’ envolvendo a morte súbita da esposa do profeta (vv. 15-27). Depois disso, Ezequiel trata do juízo de Deus sobre as nações gentias (caps. 25-32) e de suas gloriosas promessas para o povo de Israel”.
Do capítulo em análise, extraímos os seguintes ensinamentos:
• Colocar a panela ao fogo e deitar-lhe água mostra o início do julgamento. Os pedaços de carne acrescentados eram os judeus de Jerusalém buscando abrigo nas cidades vizinhas. A fervura e o cozimento eram o sofrimento pelo sítio babilônico. Deus não quer destruir – Ele inicia devagar e progressivamente sua disciplina, intentando mostrar que o mal não compensa (vs. 1-5).
• A panela enferrujada é a cidade de Jerusalém, “a cidade sanguinária”. A imundícia moral tomou conta total de seus habitantes que nem  vergonha sentiam pelo que faziam. Deus faria com que a lenha fosse amontoada, o fogo aceso, a carne cozida, os ossos se queimarem… até a panela esvaziar-se. Deus coloca freio no desenvolvimento do pecado purificando Seu povo; todavia este prefere o pecado (vs. 5-14).

• Ezequiel era casado, sua esposa era “a delícia de seus olhos”. Subitamente ela morreria, segundo a orientação divina; e, ele não deveria adotar manifestações externas de luto. Assim como um profeta está disposto a tudo para ver a salvação dos pecadores, Deus também – a tal ponto de enviar Seu Filho para morrer de forma cruel, violenta e vergonhosa pelos pecadores (vs. 15-18).
• Os filhos dos judeus e o templo como objeto de “orgulho de seu poder” seriam destruídos pelos caldeus. Então, a dor seria tão grande que ninguém lamentaria ou choraria, apenas gemeria igual que Ezequiel pela morte da esposa (vs. 19-27). É isso que o pecado oferece!
Porque muitos estão negligenciando os princípios morais divinos nada vai frear a corrupção, imoralidade e perversidade de nossa nação, senão o juízo divino! Reavivemo-nos! Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 24, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de outubro de 2017, 0:30
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“Assim vos servirá Ezequiel de sinal; segundo tudo o que ele fez, assim fareis. Quando isso acontecer, sabereis que Eu sou o SENHOR Deus” (v.24).

 

No capítulo onze deste mesmo livro, vimos que os próprios príncipes do povo usaram a ilustração da panela e da carne como uma forma de dizer que Jerusalém jamais seria destruída e ali eles iriam sempre permanecer. Mas, assim como a glória do SENHOR foi retirada do maior objeto de orgulho de Israel, o templo (Ez 10:4, 18; 11:23), Ezequiel, no capítulo de hoje, profetiza a ruína do templo e o resultado da rebelião do povo.

Toda as provas que estavam enfrentando e haviam de enfrentar eram consequência direta de seus pecados, mas também representavam outro meio pelo qual Deus usa por Seu amor: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo” (Ap 3:19).

Entretanto, Jerusalém tornara-se uma panela cheia de ferrugem que o fogo não conseguia consumir: “Trabalho inútil! Não sai dela a sua muita ferrugem, nem pelo fogo” (v.12). Por mais que as provações apresentadas fossem instrumento de purificação do SENHOR, nem assim seriam purificados, e, segundo as suas obras, a cidade orgulho seria julgada (v.14).

A segunda parte deste capítulo externa um dos maiores clamores do SENHOR ao Seu povo e, creio eu, foi o pedido mais difícil que Ele fez ao Seu profeta: “Geme em silêncio” (v.17). Não foi a viuvez de Ezequiel um sinal para o povo, mas a ausência do luto. O luto naquele tempo seguia uma espécie de ritual e um período de lamentação. O sofrimento notório expressava o amor que o enlutado sentia pelo ente querido. A Ezequiel, entretanto, foi expressamente ordenado que não chorasse a morte de sua amada mulher e nem seguisse os procedimentos que envolviam o luto. E ele fez tudo conforme o SENHOR lhe havia mandado (v.18).

Quando o povo de Jerusalém viu Ezequiel no dia seguinte à morte de sua esposa agindo como se nada tivesse acontecido, foi despertado de que algo muito sério estava por vir: “Não nos farás saber o que significam estas coisas que estás fazendo?” (v.19). Quantos sinais e apelos haviam sido dados ao povo antes disso! Se Ezequiel não foi o único instrumento de Deus a trabalhar naquele tempo crítico no resgate de Seu povo (ele foi contemporâneo de Jeremias e outros profetas) , sua vida não foi apenas um chamado – ela foi um grito desesperado de um Deus que não desiste de Seus filhos. A vida de Ezequiel foi um sinal de que o SENHOR é Deus e que o Seu amor está além da compreensão do homem.

E hoje? Assim como o cerco de Babilônia em redor de Jerusalém, estamos igualmente cercados por um inimigo que “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe 5:8). A nossa geração vive em tempos decisivos e sob contagem regressiva para o maior evento de todos os tempos: a volta de Jesus. E o que temos visto? Contrição? Arrependimento? Preparo? Não, amados. Pelo contrário. Há dureza de coração, orgulho e mornidão. Temos sido testemunhas não apenas de sinais, mas de evidências mais do que suficientes para entendermos que não tarda o SENHOR em cumprir a Sua promessa (Hc 2:3).

Onde estão os modernos “sinais ambulantes de Deus” tal qual foi Ezequiel? Onde estão hoje aqueles cuja vida desperta o mundo de que algo muito sério está para acontecer? Em momentos decisivos e terrivelmente corruptos, Satanás avança em enredar a mente humana em uma espécie de transe. Hipnotizados e embriagados em entretenimentos e ocupações, o mundo precisa ser abalado por cristãos que, sob santa ousadia, preguem mesmo que não falem nada. Cristãos que mantenham uma relação tão íntima com Deus que saibam exatamente o momento certo de falar e a quem falar (v.27).

De nada adianta você ler esses comentários diários se primeiramente não buscar na comunhão a sua experiência pessoal com Deus. O SENHOR deseja falar com você e fazer da sua vida um lindo instrumento de salvação nestes últimos dias. Pouco tempo nos resta para esta obra e Deus deseja nos usar para salvar todo “aquele que escapar” (v.27). Coloque-se, hoje, nas mãos do SENHOR e você será para o mundo um cheiro de vida para a vida eterna!

Tenham todos um lindo e feliz sábado, instrumentos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel24
#RPSP

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EZEQUIEL 24 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
14 de outubro de 2017, 0:25
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