Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 38 by jquimelli
28 de outubro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Quando Deus restaura Seu povo, as forças do mal se levantam contra ele. Nos capítulos 38 e 39, temos a história de uma grande aliança do mal que vem guerrear contra a nação restaurada de Israel. Vemos também como Deus lida com o problema.

O líder dessa aliança contra Israel (contra Deus, na verdade) é chamado de Gogue e ele vem da terra de Magogue. Não sabemos muito sobre a pessoa de Gogue nem da localização de Magogue a não ser que a coalizão de forças encabeçada por ele virá do extremo norte.

A idéia central é clara: antes da restauração final do povo de Deus, uma aliança do mal virá contra ele. Mas Deus não permitirá que eles tenham vitória sobre o Seu povo. Neste conflito, não só o povo de Deus é salvo, mas o próprio Deus é glorificado e conhecido por quem Ele realmente é, mesmo aos olhos de muitas nações (v. 23).

Quando isso acontecer, as pessoas saberão com certeza, como Ezequiel afirma repetidamente, que “Eu sou o Senhor.” Isto é o que Deus quer que todos nós saibamos, que Ele é o Senhor e que realiza tudo o que seja necessário para a salvação do Seu povo.

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/38 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1086
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/38
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/04/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 38 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio 
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
28 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 38 – Os inimigos do povo Deus, por mais ousados e poderosos que sejam, nunca terão a última palavra frente aos planos divinos.

• A profecia contra Gogue nos ensina preciosas lições nos dias atuais!

Gogue não é um país ou nação específica na geografia política do mundo. É a representação simbólica de todos os inimigos do povo de Deus em todas as épocas.

“É pura fantasia querer neles descobrir uma referência velada à Rússia ou a outras nações da atualidade. Mesmo que se admita que esta profecia tenha aplicação escatológica  (para o fim dos tempos), isto não quer dizer que estes nomes (citados em Ezequiel 38 e 39) se aplicam a nações específicas. Na batalha escatológica descrita em Apocalipse 20:7-10, os termos Gogue e Magogue simplesmente designam todas as nações ímpias empenhadas na última batalha contra o Altíssimo” (Siegfried J. Schwantes).

O sensacionalismo nas profecias chama a atenção dos incautos, atrai multidões e torna popular o seu proclamador. Isso explica por que muitos apreciam pregá-las. Porém, se não estiverem em harmonia com a intenção do Autor do texto sagrado, por trás desse pregador está o espírito do próprio demônio, que querendo exaltar-se intentou o engano como estratégia.

O texto nos informa que Deus…

• …sabe sobre as nações que intentarão atacar Seu povo que retornaria do exílio à Terra Prometida, conhece as estratégias e planos dos pagãos antes mesmos deles decidirem o que farão. Desejando salvá-los, Deus, através de oráculos, confronta aqueles que O estão sempre confrontando (vs. 1-10).
• …conhece o futuro e prevê ações dos exércitos das nações que se Lhe opõem e pretendem atacar Seu fragilizado povo pelas consequências de seus pecados, após ser restaurado pela graça e misericórdia divinas à sua terra. Para proteger Seu povo, Deus intervém nos planos dos pagãos (vs. 11-23).

A teologia deste texto é impressionante. O Grande Conflito é batalha de Deus, não do ser humano. O alvo é o povo, o qual será prêmio daquele que vencer. Satanás luta para conquistar a todos para Si; em contrapartida, Deus entra na batalha para vencer.

• Com Deus, venceremos!

Observe atentamente os versículos 16 e 23. Estude-os! Agora reflita: A redenção tem a ver com o governo de Deus, bem como com a necessidade do pecador! Isso está claro em Gênesis 3:14-15. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Ezequiel 38, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de outubro de 2017, 0:30
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“Pois, no Meu zelo, no brasume do Meu furor, disse que, naquele dia, será fortemente sacudida a terra de Israel” (v.19).


Apesar da incerteza quanto à identidade de Gogue e Magogue, a aplicação profética destes nomes certamente não foi apenas para o período pós-exílio, mas também o é para o período que antecede o retorno de Jesus à Terra e o que sucede o período do milênio. Como termos genéricos, Gogue e a “terra de Magogue” (v.2), representam todas as autoridades e nações que rejeitaram e que rejeitarão o Deus de Israel, como está escrito: “e sairá [Satanás] a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar” (Ap 20:8).

Dentro desta perspectiva, existem dois momentos na história desta “nação” apóstata: como um povo que avança parecendo que vai vencer (v.15), e como aquele que perecerá sob o brasume da ira de Deus (v.22). Segurando o estandarte do engano, Satanás tem avançado em seus propósitos de “roubar, matar e destruir” (Jo 10:10). E assim como tentou, a todo custo, eliminar o povo do qual descenderia o Messias, hoje, a sua ira é contra a igreja de Cristo e “os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17).

O pecado têm mostrado todos os seus resultados e o desfecho da história deste mundo revelará a santidade de Deus quando a Sua glória consumi-lo. “Nos últimos dias” (v.16), a terra “será fortemente sacudida” (v.19). A natureza já tem manifestado a fragilidade do planeta após milênios de pecado. Mas, enquanto a cólera de Deus se volta contra o pecado, a ira de Satanás tem como objetivo destruir o pecador. Enquanto Deus vindica Sua santidade, a estratégia final de Satanás é fazer o mundo acreditar que não existe pecado e, consequentemente, que não existe verdade absoluta.

Amados, assim como o Senhor é santo, Ele também chamou algumas coisas de santas:

  1. O sábado é santo (Gn 2:3; Êx 20:8; Is 58:13-14; Ez 20:12, 20);
  2. A Lei de Deus é santa (Rm 7:12);
  3. Nós somos chamados para ser santos (Lv 19:2; 1Pe 1:16).

Gogue e Magogue não se refere apenas às nações que perseguirão o remanescente dos últimos dias, mas àqueles que têm buscado “cobrir a terra” (v.16) com mentiras e sutilezas deitando por terra tudo o que acima Deus chamou de santo. Apesar de possuir o apoio de “muitos povos” (v.15), “todos os homens que estão sobre a face da terra tremerão” (v.20) diante dos juízos do Poderoso de Israel.

Temos sido testemunhas oculares das últimas cenas deste mundo que está prestes a ser abatido pela “chuva inundante” (v.22) das pragas finais. E qual tem sido a tua e a minha reação diante de tão urgente mensagem? “Fogo e enxofre” (v.22) não foi preparado para nós, e sim “para o diabo e seus anjos” (Mt 25:41). Portanto, não trate como profano o que Deus chamou de santo. Volte-se para as Escrituras. Estude a Bíblia com diligência e oração. Então, como Cristo, vencerás o tentador pelo poder do Espírito Santo mediante o “está escrito” (Mt 4:4).

Feliz sábado, santos dos últimos dias!

Jornada espiritualChuva Serôdia. Chegou a hora!“, 13° dia: “Há uma missão extraordinária para a qual você foi chamado(a). Inicie uma jornada de jejum e oração pedindo ao Senhor que lhe capacite para o Seu ministério” (Manassés Queiróz, Chuva Serôdia. Chegou a hora, pág. 79).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel38
#RPSP



EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
28 de outubro de 2017, 0:27
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[Nota: A seleção dos comentários selecionados de hoje está extensa, mas a julgamos relevante em virtude da complexidade, riqueza, importância e aplicabilidade atual (p. ex., muitos aplicam esta profecia ao estado atual de Israel – da profecia).]

38:1 – 39:29 Estes capítulos formam uma unidade literária e contém uma profecia sobre Gogue, da terra de Magogue. A mensagem principal é clara: no futuro (38:8, 16), Gogue iniciaria, do extremo norte (38:6, 15: 39:2), uma campanha, com seus aliados  (38:2-8), contra Israel. Isso aconteceria depois que os judeus houvessem retornado do cativeiro assírio/babilônico (38:8, 12; 39:23, 25, 27, 28) e estivessem habitando com segurança em sua terra (38:8, 14; 39:26). Então, o juízo divino (38:18-22; 39:2-6, 17-20) destruiria Gogue e sua confederação nos montes de Israel (39:4, 15); dessa forma, Israel (39:7, 22, 28) e todas as nações saberiam que o Senhor é Deus (38:16, 23; 39:6b, 7, 13b, 21, 28) e Sua santidade seria vindicada (38:16b, 23; 39:7, 27). … A profecia sobre o ataque de Gogue ao povo de Deus seria cumprida no futuro (de acordo com a perspectiva do profeta Ezequiel), depois que Israel retornasse do cativeiro babilônico (39:23, 25, 27). “Gogue e Magogue” são inimigos futuros, que só atacariam quando Israel estivesse vivendo com segurança em sua terra, em paz com as nações vizinhas, sem sofrer nenhuma ameaça visível (38:11, 12). Bíblia de Estudo Andrews.

38:4 O primeiro aspecto mencionado como ação de Deus (38:4-16; 39:2) é uma descrição da estratégia maligna de Gogue (38:10). Ele planejou destruir Israel deliberadamente (v. 10-12) e seu orgulho o levou à própria destruição (ver a ênfase na primeira pessoa do singular nos v. 11 e 12). O orgulho e a destruição de Gogue refletem de perto o orgulho e a queda de Lúcifer retratados em Is 14:12-15 (comparar com Ez 28:17-19). Bíblia de Estudo Andrews.

A palavra do SENHOR. O princípio [da diferenciação entre o que é imediato e o que é futuro ou escatológico] pode ser declarado da seguinte forma: As profecias com respeito á glória futura e de Israel e de Jerusalém eram primariamente condicionais e dependiam da manutenção da aliança (ver Jr 18:7-10; PR, 704). Elas teriam um cumprimento literal nos séculos subsequentes se Israel tivesse aceitado totalmente os planos de Deus. O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias em seu propósito original. Contudo, isso não implica necessariamente que essas profecias não tenham um significado original. … Ezequiel 38 e 39 teria se cumprido literalmente depois que os judeus retornaram do exílio, caso eles tivessem atendido às condições apresentadas pelos profetas. Pelo fato de eles as haverem recusado persistentemente, a condição de prosperidade aqui retratada nuca se cumpriu. Consequentemente, não pôde haver o ataque combinado dos pagãos contra um povo que habitasse na prosperidade mencionada. A profecia terá uma aplicação futura? … No NT, há apenas uma referência direta aos símbolos usados nesta profecia: Apocalipse 20:8. Nesta passagem, João diz como esta profecia, que teria se cumprido literalmente em época anterior, terá certo grau de cumprimento na luta final contra Deus empreendida pelas hostes dos ímpios, chamadas de “Gogue e Magogue”. O Espírito de Profecia não faz uma exposição direta deste capítulo. … “Como influenciava as nações pagãs para destruírem Israel, assim, num futuro próximo, ele (Satanás) incitará as maléficas potências terrestres para destruir o povo de Deus” (T9, 231; cf. TM, 465). Este conflito milenar terminará, finalmente, com a destruição de Satanás e suas hostes (denominadas “Gogue e Magogue”, em Ap 20:8), no final do milênio. Por esta época, o conflito terá atingido proporções globais e não poderá mais estar restrito à esfera indicada em Ezequiel 38 e 39, cuja referência é a um conflito militar contra um estado judaico politicamente restaurado (ver T6, 18, 19, 395). CBASD, vol. 4, p. 773, 774.

Gogue. Este é o nome escolhido por Ezequiel para designar o líder das hostes pagãs que atacariam o estado judaico restaurado após o retorno dos exilados (ver v. 14-16). Esforços para identificá-lo com qualquer personagem histórico são infrutíferos. … [No NT,] O termo é usado em conexão com Magogue para simbolizar as nações ímpias, as quais Satanás reúne após o milênio para atacar a Cristo e tentar tomar a Nova Jerusalém (Ap 20:8). … Gogue é muito provavelmente um nome abstrato pelo qual Ezequiel descreve o líder das hostes pagãs que fazem um ataque final a Israel após a restauração deste e numa ocasião em que o povo de Deus está desfrutando a prosperidade prometida sob a condição de obediência. CBASD, vol. 4, p. 775.

Da terra de Magogue. O “Magogue” de Ezequiel era a terra de Gogue, e, como no caso de “Gogue”, seu significado é obscuro. CBASD, vol. 4, p. 775.

Todo o teu exército. A vasta coalizão de povos foi totalmente equipada contra Israel. Seus planos pareciam ter sido cuidadosamente elaborados; os preparativos foram feitos. Do ponto de vista militar, todas as vantagens pareciam estar com os que atacavam. No entanto, se Yahweh estava contra Gogue, Israel não tinha nada a temer.  CBASD, vol. 4, p. 778.

Depois de muitos dias. Não se sabe a extensão de tempo aqui compreendida. CBASD, vol. 4, p. 779.

[Os montes de Israel, que] Sempre [estavam desolados]. Do heb. tamid, “continuamente” (ver com. de Dn 8:11). Os montes de Israel não estiveram sempre desolados, mas, durante o cativeiro, sim. Mesmo após o retorno do exílio, a reabilitação seria um processo gradual, e a restauração plena só viria após a destruição dos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 779.

10 Conceberás mau desígnio. Os v. 4 a 16 apresentam Deus como aquele que faz Gogue ir contra a terra de Israel. Aqui é observado que Deus fará isto no sentido de permitir a Gogue executar os desígnios de seu coração perverso. CBASD, vol. 4, p. 779.

11 Aldeias sem muros. Cf. Zc 2:4, 5. Isto levaria Gogue a esperar uma vitória fácil. CBASD, vol. 4, p. 779.

12 No meio da terra. Literalmente, “no umbigo da terra”. … Aqui, a Palestina é representada como se estivesse no centro da Terra, talvez da mesma forma que Jerusalém foi colocada “no meio das nações e terras” (Ez 5:5). CBASD, vol. 4, p. 779.

16 quando eu tiver vindicado a minha santidade em ti. O Senhor está mostrando as obras e o curso de ação de Gogue, deixando claro seu caráter terrível por meio de sua conduta. Assim, a ação de Deus contra esse inimigo é justificada, e o Senhor vindica seu caráter de amor, verdade e justiça. Bíblia de Estudo Andrews.

Na destruição de Gogue, o caráter de Deus seria plenamente vindicado; da mesma forma, na destruição de Satanás e da vasta multidão de ímpios no final do milênio, a sabedoria, justiça e bondade de Deus serão plenamente vindicadas. Dos lábios de todas as criaturas, tanto as leais quanto as rebeldes, serão ouvidas estas palavras: “justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap 15:3; cf GC, 668-671). CBASD, vol. 4, p. 780.

17 De quem Eu disse nos dias antigos. Uma declaração-chave da profecia, afirmando que Deus, por intermédio de Seus profetas, falara a respeito de Gogue no passado. Isto quer dizer que, anteriormente, o Senhor havia se referido ao assunto de forma geral, pois em nenhuma outra passagem do AT existe uma profecia direta mencionando Gogue. O nome Gogue só ocorre mais uma vez (1Cr 5:4), porém numa genealogia, não em profecia. Bíblia de Estudo Andrews.

Vista em seus aspectos mais amplos, a batalha aqui descrita é apenas a culminação da luta milenar entre os poderes do mal e o povo de Deus, e há frequente menção disso em profecias anteriores. A mais antiga vem do jardim do Éden, na maldição pronunciada sobre a serpente. Deus predisse que haveria guerra constante entre a semente da mulher (a igreja) e Satanás. … Naturalmente, qualquer sucesso da parte do povo de Deus encontra a mais violenta oposição do adversário. A narrativa de Gogue, neste capítulo, é uma descrição do tipo de resistência que haveria no período pós-exílico por um Israel restaurado que, finalmente, cumprisse sua missão divina. Uma vez que a profecia era condicional e as condições não foram preenchidas, as predições não se cumpriram para o Israel literal. Contudo, não se pode projetar todos os detalhes para o futuro, esperando que se cumpram, então. Só se pode esperar, com certeza, que tenham uma aplicação futura os aspectos reiterados posteriormente por autores inspirados. CBASD, vol. 4, p. 780.

19 Será fortemente sacudida. Aqui está um aspecto para o qual os escritores do NT chamam a atenção. Eles falam das terríveis convulsões da natureza que precederão a vinda do Filho do homem. Jesus menciona o “bramido do mar e das ondas” e “homens desmaiarão de terror”, não tanto por causa de alguma ameaça militar à segurança, mas porque a natureza parecerá estar fora de seu curso (Lc 21:25, 26; GC, 636). … Nem uma vez, durante a longa história da Terra, exceto em dois eventos bíblicos (ver Js 10:12, 13; 2Rs 20:8-11), o sol deixou de se mover em seu ciclo normal. Todas as leis naturais têm funcionado com consistência regular. Os seres humanos têm confiado na permanência dessas operações, esquecendo-se dAquele em quem “tudo subsiste” (Cl 1:17). Escolheram, em Seu lugar, o ídolo da ciência e, em realidade, “o deus deste século” (2Co 4:4). O fato de que o mundo natural será fortemente sacudido será para eles um terrível despertamento para a tragédia de que o deus que escolheram, “o príncipe da potestade do ar” (Ef 2:2), não tem poder sobre os elementos da natureza. Contudo, ele reivindicava posição e poder de igualdade o Filho de Deus (ver com. de Ez 28:13) e afirmava que, se lhe fosse dada oportunidade, exerceria controle mais equitativo sobre o mundo do que Cristo. Foi-lhe dada a oportunidade para tal demonstração. Agora, em meio a uma Terra cambaleante, todos veem a  falsidade e a arrogância de suas reivindicações e descobrem, demasiado tarde, que o tempo de graça se encerrou para sempre. CBASD, vol. 4, p. 780, 781.

21 A espada de cada um. Isto também encontra paralelo durante o tempo da terrível desilusão, quando as multidões descobrirem que foram iludidas pelos líderes religiosos e, em sua ira, se voltarem contra os mesmos. “As espadas [ou os seus equivalentes modernos] que deveriam matar o povo de Deus são então empregadas para exterminar os seus inimigos. Por toda parte há contenda e morticínio” (GC, 656). De acordo com o relato do AT, houve muitas ocasiões em que Deus trouxe livramento a Seu povo fazendo com que os inimigos lutassem uns contra os outros (ver Jz 7:22; 1Sm 14:20; 2Cr 20:22-24). CBASD, vol. 4, p. 780.

22 Grandes pedras de saraiva. Isto encontra paralelo na sétimas praga, quando pedras de cerca de um talento ampliarão a destruição em andamento (Ap 16:21). O “fogo” pode achar correspondente nos “relâmpagos” de Apocalipse 16:18. Com respeito a estes, é feita a aplicação: “Relâmpagos terríveis estalam dos céus, envolvendo a Terra num lençol de chamas” (GC, 638). CBASD, vol. 4, p. 780.

23 Saberão [Tb em 38:16; 39:6, 7, 22 e 28]. À medida que o conflito se aproxima de seu clímax, os elaborados estratagemas do enganador serão desmascarados, e será revelada a debilidade e falsidade de suas reivindicações. Demônios e homens vão reconhecer que há apenas um que é supremo, e que Seu modo de agir no grande conflito visava a promover o bem eterno de Seu povo e do universo em geral (ver GC, 671). CBASD, vol. 4, p. 780.



EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
28 de outubro de 2017, 0:25
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