Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 19 by jquimelli
9 de outubro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Ezequiel 19 é um lamento sobre a queda dos monarcas em Judá e sua desolação e cativeiro. Foi escrito em forma poética e compreende duas partes.

A primeira parte (v. 1-9) fala do fim trágico de dois dos últimos reis de Judá. Este reino é retratado como uma leoa criando seus filhotes (v. 2). O primeiro filhote, Jeoacaz, assumiu o trono após a morte de seu pai, Josias. Ele reinou apenas durante três meses, quando Faraó Neco II veio em 609 aC e carregou-o em cadeias para o Egito, onde morreu mais tarde em cativeiro (2Rs 23:31-34, Jer 22:11-12). O segundo filhote era ou Joaquim, que depois de um breve reinado de três meses, foi levado para a Babilônia em 597 aC (2Rs 24:8-15) ou Zedequias, que após ter seus olhos removidos foi levado para a Babilônia, preso com algemas de bronze, em 586 aC (2Rs 24:18-25:7).

Tivesse Zedequias aprendido com os erros de seus antecessores e atendido à Palavra de Deus, a cidade de Jerusalém e o Templo não teriam sido destruídos (Jr 38:17). Mas sua resistência obstinada resultou na queda de Judá e no fim da monarquia.

Não vale a pena persistir no pecado, porque o resultado final é sempre a destruição.

Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer, Índia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/19 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1067
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/16/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 19 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 19 – PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
9 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 19 – A realidade humana não limita a Deus. Do real desespero da humanidade Deus suscita esperança. Nada O impede de agir no mundo para beneficiar aos pecadores.
O capítulo em análise ensina-nos preciosas lições que valem nossa total atenção. Ele pode ser assim dividido para que obtenhamos uma visão geral de seu conteúdo:
1. Um lamento pelos líderes:
a) A leoa, símbolo de Judá (v. 2; ver Gênesis 49:9; I Reis 10:18-20).
b) Um leãozinho, levado ao Egito (vs. 1-4; ver Jeremias 22:10-12; II Reis 23:30-34)
c) Outro leãozinho, deportado para Babilônia (vs. 5-9; Jeremias 22:24-30; II Reis 24:8-16).
2. Um lamento pela terra prometida:
a) A videira, um retrato da nação dos judeus, o povo de Deus (v. 10; ver Isaías 5:1-7; Jeremias 2:21).
b) Os galhos fortes, símbolos do rei Zedequias (v. 11; ver Ezequiel 17:13).
c) O vento oriental que arrastou os galhos fortes representam as investidas de Nabucodonosor contra Jerusalém levando os príncipes judeus cativos para Babilônia (vs. 12-14; ver Jeremias 52:1-11).
Lamentos são expressões de aflições diante de uma realidade desesperadora. Motivadas pela angústia e amargura da alma, a infelicidade e a tristeza são expressas em palavras com tons fúnebres.
Com a realidade de uma nação despencando sem ninguém capaz de frear a apostasia… que, consequentemente, fora literalmente arrancada com furor e lançada por terra tornando-se deserta, tendo seus habitantes deportados para o exílio… realmente era lamentável!
Além disso, o rei “Joaquim foi seguido no trono por seu tio Zedequias, mas o reinado deste foi tão apagado que para todos os efeitos a dinastia terminou com Joaquim. Assim pensavam os judeus e mesmo Ezequiel, tanto assim que profecias são sempre datadas no início do cativeiro de Joaquim, sem referência alguma a Zedequias […]. No desastre final não restou nem mesmo uma vara da estirpe real que pudesse empunhar o cetro de Davi” (Siegfried J. Schwantes).
• Se era o fim da dinastia davídica, não havia grande razão para desesperar?
• Como viria o Messias se a promessa baseava-se na dinastia davídica?
Apesar dos pesares, o Leão da tribo de Judá se levantaria sobre a Terra, como de fato aconteceu; e, logo dominará para sempre todo o Universo (Miqueias 5:2; Apocalipse 5:5). Portanto, troque teu lamento por reavivamento!
Compartilhe esta esperança! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 19, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de outubro de 2017, 0:30
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“E tu levanta uma lamentação sobre os príncipes de Israel” (v. 1).


Do hebraico “qinah”, lamentação significa “cântico fúnebre”. Era realmente lamentável a situação de uma nação que tinha tudo para ser a capital do mundo sendo destruída por seu próprio orgulho. O SENHOR usou de duas parábolas para se referir aos mesmos eventos, assim como Jesus usou várias parábolas para se referir ao Reino dos Céus. A leoa e a videira, ambas, representam Jerusalém ou todo o Israel. “Um dos seus filhotinhos” (v.3) representa o rei Jeoacaz, e “outro dos seus filhotes”, Joaquim (v.5).

Sob a opressão de Faraó-Neco, Joacaz foi levado cativo para o Egito e lá morreu (2Rs 23:34). Joaquim foi preso por Nabucodonosor que, por sua vez, constituiu a Zedequias como novo rei (2Rs 24:17). A sucessão de invasões e capturas redundaria em uma nação completamente diferente do plano original do SENHOR e fracionada em territórios gentílicos.

A árvore que deveria ter dado muito fruto para a eternidade, “foi arrancada” (v.12), furtivamente, do solo fértil e deitou raízes “numa terra seca e sedenta” (v.13) e “secou-lhe o fruto” (v.12). Estavam simplesmente colhendo os resultados da negativa às palavras do SENHOR. Israel havia perdido a sua identidade como povo do Deus verdadeiro.

No Salmo inaugural, o salmista descreve a diferença entre os justos e os ímpios. E novamente a figura da árvore é utilizada como referência: “Ele [justo] é como árvore plantada junto a corrente de águas” (Salmo 1:3). Mas os “ímpios não são assim; são, porém, como a palha” (Idem, v. 4). A Bíblia toda deixa bem claro que sempre houve dois grupos de pessoas: ímpios e justos, trigo e joio, néscios e prudentes. Não à toa que o sábio Salomão dedicou quase treze capítulos de Provérbios para fazer esta distinção.

O desejo de Deus não é o de que fiquemos “servindo de lamentação” (v.14), mas que tenhamos fé firme de que a nossa identidade não é daqui, mas possuímos identidade superior a qual nos habilita a igualmente afirmar que a nossa cidadania não pertence a este mundo. Fomos todos criados para propósitos grandiosos que ultrapassam a nossa finita compreensão. E somos chamados para ser testemunhas de Jesus (At 1:8) e não Seus representantes genéricos. Ao contrário do rei Jeoacaz, que a expressão “as nações ouviram falar dele” (v.4) não seja para vergonha nossa. Temos “um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6).

Qual é a sua identidade neste grande conflito no qual estamos todos inseridos? Não há meio termo, amado. Diante de nós está o caminho da vida e o caminho da morte, a bênção e a maldição. Todas as vezes que Israel caiu em apostasia foi por dar as costas ao SENHOR, às Suas leis e aos Seus profetas. Porém, a fidelidade para com Deus produz fruto tão excelente que promove no justo um deleite nas coisas celestiais. O “seu prazer está na lei do SENHOR” e nela se deleita em meditar “de dia e de noite” (Salmo 1:2).

Continue sendo reavivado pelas Escrituras e por elas sendo motivado a seguir os passos do teu Salvador (1Pe 2:21).

Bom dia, testemunhas de Jesus!

Desafio do dia: Jornada espiritual “O Último Chamado de Deus“, 6° dia: Além de restaurar o altar da família, restaure também o altar da comunhão pessoal. Dedique a primeira hora do seu dia para ter um encontro particular com Deus e você perceberá que este sempre será o melhor momento de cada dia.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel19
#RPSP



EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
9 de outubro de 2017, 0:25
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