Filed under: Sem categoria
Comentário Devocional
Quando vamos fazer um importante transação, como comprar uma casa ou uma propriedade, nem sempre recebemos um claro “assim diz o Senhor”, como Jeremias recebeu. Mas é importante lembrar que Deus quer estar envolvido em todos os aspectos de nossa vida, quer sejam grandes ou pequenos.
Portanto, fazemos bem em passar tempo em oração antes de comprar uma casa ou fazer qualquer investimento substancial. Poderá ser necessário investir algum tempo revendo os princípios da Palavra de Deus e como eles se relacionam com o negócio que estamos planejando. Em seguida, com base nestes princípios, podemos considerar os demais fatores envolvidos. Não há dúvida de que quando Jeremias atendeu à ordem de Deus e adquiriu o campo do seu primo em Anatote, ele estava concedendo a Deus o primeiro lugar.
Não fazia muito sentido comprar um terreno numa época em que Jerusalém estava prestes a ser invadida e subjugada pelos babilônios. Mas o profeta obedeceu, mesmo sem entender tudo o que estava envolvido. Através desta ação Jeremias demonstrou a sua confiança na promessa de Deus de que um dia o seu povo voltaria do cativeiro e propriedades voltariam a ser negociadas na terra.
Fazemos bem em obedecer a Deus em todas as coisas, pois suas orientações são seguras e visam apenas o nosso bem.
Michael Sekupa
Diretor Associado Patrimônio Ellen G. White
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/32, https://www.revivalandreformation.org/?id=1014 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/32/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/02/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 32 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 32 – Agir com fé parece loucura numa cultura incrédula. Depender das promessas de Deus e viver Seus princípios quando tudo conspira contra e quando a lógica circunstancial parece indicar direção oposta é a atitude mais sábia que alguém pode ter.
O exército babilônico acampava ao redor de Jerusalém, a tentativa dos judeus de obterem auxílio por meio de aliança com o Egito resultou em frustração, Jeremias estava preso por parecer favorável ao inimigo, ninguém dava crédito às suas palavras de juízo.
A terra prometida estava comprometida. A sociedade e a religião estavam em caos total. Hanameel, primo de Jeremias, o procurou na prisão e ofereceu-lhe um campo frente ao lugar do acampamento inimigo a fim de preservar a herança familiar. Uma terra sem valor, prestes a ser devastada.
Jeremias comprou a terra por dezessete peças de prata. Loucura? Jeremias seguiu a orientação divina, a qual sempre será vista como loucura numa sociedade incrédula, mesmo religiosa.
O esboço do capítulo auxilia-nos a interpretá-lo sabiamente:
• A introdução trata do contexto da profecia: Vigésimo ano do reinado de Zedequias em Judá e décimo oitavo ano do reinado de Nabucodonosor em Babilônia, cujo exército cercava Jerusalém. O profeta estava preso e era questionado (vs. 1-5).
• Deus revela e orienta ao profeta sobre seu primo Hanameel e suas intenções. Jeremias compra seu campo em Anatote. As escrituras foram devidamente guardadas por Baruque (vs. 6-25).
• Deus responde a perplexa oração do profeta mostrando que, apesar do juízo iminente, Ele restauraria tudo novamente; então, os moradores de Judá poderiam comprar e vender propriedades outra vez (vs. 26-44).
“Comprar um terreno em Anatote era uma forma deliberada de esperança. Todos os atos com base na esperança expõem-se ao ridículo, porque parecem impraticáveis, dissociados da realidade visível. Porém, na verdade, eles são a realidade que está sendo edificada, mas ainda não pode ser vista. A esperança nos leva a atitudes relacionadas às promessas de Deus […]. A esperança age na convicção de que Deus vai completar o trabalho que foi iniciado, mesmo contra todas as evidências, especialmente quando estas são adversas” (Eugene Peterson).
Apesar das circunstâncias, temos razões para reavivar-nos! Deus não conhece problemas insolúveis, nada Lhe é difícil demais. Confiar nEle é a decisão mais sábia, ainda que pareça loucura!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que Me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos” (v. 39).
Deus tem várias maneiras de falar com Seus filhos. Sem dúvida alguma, a Sua criatividade nas ilustrações através dos Seus profetas mostram que o Criador bem sabe que o homem melhor compreende algo não somente com palavras, mas também com recursos visuais e com objetos ou costumes que lhe são familiares. Não foi sem razão que a maior parte dos ensinamentos de Cristo foi feita com o uso de parábolas.
Jeremias estava preso por ordem de Zedequias. E mesmo encarcerado e sabendo que mais cedo ou mais tarde Jerusalém seria tomada pelos caldeus, o SENHOR lhe pede que compre certa propriedade. Ainda que não soubesse o motivo para um pedido tão estranho, o profeta conhecia a voz do seu Deus, e entendeu “que isto era a palavra do SENHOR” (v. 8). Então, comprou o campo, assinou a escritura, fechou-a com selo e entregou os documentos a Baruque, para que este os guardasse num vaso de barro como forma de conservá-los.
O interessante é que apesar de Deus já haver revelado o porquê daquele negócio humanamente néscio (v. 15), Jeremias faz uma oração com o fim de compreender melhor o que acabara de fazer. Com palavras de exortação, ele manifesta a sua fé na providência divina através do relato da criação, da história de livramento no êxodo de Israel, além do cumprimento da profecia do cativeiro babilônico. “Contudo” (v. 25), com humildade, reconheceu que não entendeu a finalidade do último pedido de Deus.
A resposta do SENHOR teria sido semelhante a outras que já tinha ouvido se o capítulo tivesse encerrado no versículo 36. Ele poderia simplesmente ter dito: “Apenas confie em Mim, Jeremias. Eu sei o que estou fazendo”. Mas a resposta de Deus a um filho Seu SEMPRE ultrapassa as expectativas. Se Ele tivesse pulado do verso 36 para o 43, já teria respondido o questionamento de Jeremias. Portanto, nos versos 37 a 42 encontramos o “plus” da resposta divina.
Assim como Deus prometeu que o Seu povo iria reaver a terra de Canaã, Jesus prometeu aos cristãos um novo céu e uma nova terra (Ap. 21:1). Condenado a padecer e morrer por pecados que jamais cometeu, Ele deu o Seu sangue para nos comprar não apenas para que desfrutemos de “um campo” da Nova Jerusalém, mas dela toda. Ele poderia simplesmente ter parado na promessa da vida eterna, o que já é demais considerando que não merecemos coisa alguma. Mas Ele foi além, e prometeu nos preparar um lugar (João 14:1-3) que sobrepuja qualquer tentativa humana de imaginar o que lá contém (I Coríntios 2:9).
A primeira mensagem angélica como uma mensagem inaugural do tempo do fim deixa bem claro que o temor do SENHOR é um princípio que deve acompanhar TODAS as gerações: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap. 14:7). E temer a Deus inclui amor abnegado, estrita obediência e plena confiança. O SENHOR nos tem chamado para cumprir a última missão na terra: “Trarão todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, por oferta ao SENHOR” (Isaías 66:20). Ele espera que o Seu povo, como nos dias da igreja primitiva, conservem “um só coração e um só caminho” para que o Seu temor, todos os dias, lhes conduza para o bem (v. 39). Podemos agora não ter respostas para todas as coisas, mas, certamente, cheios do temor do SENHOR, seguiremos cumprindo a missão com amor, obedecendo aos propósitos divinos, na confiança de que a “aliança eterna” (v. 40) feita por Cristo nos levará para a Casa do Pai, onde teremos todas as respostas.
Bom dia, povo do SENHOR!
Desafio do dia: Participe de forma ativa no projeto “Quebrando o silêncio” em sua comunidade. Para mais informações, acesse o site: http://quebrandoosilencio.org
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias32
#RPSP
Filed under: Sem categoria
12 Na presenca de todos os judeus que se assentavam no patio da guarda. Isto demonstra que Jeremias nao foi posto em confinamento fechado, mas estava no patio da prisão (ver v. 2). Esta parabola viva, encenada na presença de muitas testemunhas, logo seria conhecida em toda a cidade. Por meio deste ato de aparente loucura, o profeta enfatizou a convicção de sua predicao de sua predicao de que o povo, embora levado cativo pelos babilonios, retornaria para seu proprio pais (ver v. 15). CBASD, vol. 4, p. 512.
14 Vaso de barro. Nao era incomum, para os antigos, colocar os seus tesouros mais preciosos nestes recipientes (ver 2Co 4:7), porque proviam mais proteção contra umidade e deterioração do que os vasos feitos de madeira. Os famosos vasos do Mar Morto foram preservados neste tipo de vaso. CBASD, vol. 4, p. 512.
24 As trincheiras. Isto e, as torres ou rampas que eram usadas nas operações de cerco (ver com. de Jr 6:6). CBASD, vol. 4, p. 513.
Filed under: Sem categoria
Comentário Devocional
Este capítulo se baseia no mesmo tema discutido no capítulo anterior: a restauração de uma terra que foi devastada pela guerra e saqueada pelas nações invasoras (v. 4,11,18). Além disso, Deus reintroduz o tema da aliança.
A restauração da terra, a punição dos inimigos, o retorno das pessoas à sua terra, tudo isso não tem sentido se não houver uma relação de aliança. A reforma externa não tem sentido se não houver uma correspondente transformação de caráter e restauração do relacionamento com Deus.
Deus não está aqui removendo a lei ou se afastando dela – Ele promete que vai ajudar Israel a interiorizar a lei, de tal forma que ela faça parte de todos os aspectos de sua vida. Deus também promete: ““Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados.” (v. 34 NVI). Este ato de perdão é outra indicação de que o foco de Deus aqui não é alterar a lei, mas transformar o Seu povo. Ele os perdoa e os capacita, implantando Sua lei em seus corações.
Michael Sekupa
Diretor Associado Patrimônio Ellen G. White
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/31 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/31/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/01/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 31 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 31 – Fraco, medroso, sensível, chorão, tímido e acanhado, assim era Jeremias, o profeta de Deus para Israel e as nações. Não era um super líder, nem um super homem. Ele não era blindado contra problemas, embora fosse muito temente a Deus.
Importante saber: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar os fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dEle” (I Coríntios 1:27-27).
Um débil e falho profeta ergue sua voz e exalta ao Deus Todo-poderoso, perfeito, justo e amoroso. O capítulo em pauta é rico em revelações sobrenaturais abrangentes e importantes. Observe atentamente:
• Deus, graciosa e amorosamente, promete libertar e restaurar, com poder, aos exilados do megalomaníaco e mundial Império Babilônico. A ação divina resulta num dinâmico reavivamento coletivo (vs. 1-9).
• Deus age em todos os momentos, seja para conduzir transgressores à disciplina ou para reorientar e trazer de volta. A generosidade e a bondade de Deus nunca abandonam Seus filhos. Deus reverte tristezas em alegrias e transforma choro em risada (vs. 10-14).
• Deus ouve o choro de uma mãe pelos filhos que estão longe. O amor de Deus por Seus filhos é maior a tal ponto almejar para Seu povo coisas bem melhor do que uma mão deseja para seus filhos (vs. 15-26).
• Deus, altruistamente, cuida de Seu povo, promete fazer uma nova aliança com os pecadores. Jesus é o foco do profeta Jeremias (vs. 27-34; ver Mateus 26:28; Marcos 14:24; Lucas 22:20; I Coríntios 11:25; II Coríntios 3:6; Gálatas 3:1-29; Hebreus 8:8-12; 10:16-17).
• Deus oferece perdão, apesar de toda podridão dos pecadores; Deus aceita reconciliação, apesar da rebelião de Seu povo. O amor divino não é instável, nem condicional, nem limitado (vs. 35-37).
• Deus promete que Jerusalém será restaurada. A cidade santa, a Nova Jerusalém, será realização das mãos divinas (vs. 38-40; ver Filipenses 3:20-21; Hebreus 11:16; Apocalipse 21:1-27).
Deus anseia intimidade com a humanidade. Ele quer nossa presença por toda a eternidade; isso, porém, vai depender de nossa aceitação no presente de Sua solução para nossa situação.
Deus quer imprimir Sua vontade em nosso coração. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (v. 3).
Com uma ternura inigualável e linguagem demasiadamente amorável, o SENHOR Se dirige a Seu povo com um discurso bem diferente dos que temos visto até agora. Semelhante ao pai do filho pródigo (Lucas 15:20), Deus prediz o tempo em que acolheria de volta o filho rebelde (v. 9). Semelhante ao pastor que vai em busca da ovelha perdida (Lucas 15:4), Ele traria Israel de volta e o guardaria, “como o pastor, ao seu rebanho” (v. 10). No momento certo, os atalaias de Deus anunciariam: “Levantai-vos, e subamos a Sião, ao SENHOR, nosso Deus!” (v. 6).
A promessa divina era de proteger o Seu povo e livrá-lo das mãos dos mais fortes, assim como livrou Jacó da ira de Esaú (v. 11). O clamor seria convertido em júbilo e a tristeza em alegria. O choro de Raquel, esposa amada de Jacó, que faleceu no parto do seu segundo filho (Gênesis 35:16-19) e foi sepultada em Belém, foi usado como uma profecia que se cumpriria nos dias de Cristo, com a morte dos inocentes de Belém (Mateus 2:18).
Diante de Israel estava uma nova oportunidade, uma esperança para o futuro (v. 17). O povo se converteria e se arrependeria, reconhecendo ao SENHOR como seu Deus (v. 18) e se envergonharia do tempo em que ignoraram a Sua voz (v. 19). Porém, os filhos de Israel teriam de prestar atenção e estar bem seguros nos marcos estabelecidos por Deus (v. 21). A aliança seria renovada (v. 31), e, como a renovação de votos matrimoniais, o SENHOR receberia de volta a menina dos Seus olhos e gravaria em seu coração e mente, as leis que haviam abandonado (v. 33).
O que o SENHOR tem para o Seu povo dos últimos dias hoje não é um convite, É UM CHAMADO! E “ninguém, pois, toma esta honra para si, senão quando chamado por Deus” (Hebreus 5:4). Não é preciso lutar, mas estar alerta (v. 21), para que sigamos com fé o caminho da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (I Timóteo 3:15). Não devemos confiar em nós mesmos, pois já aprendemos que o nosso coração é enganoso (Jeremias 17:9). Mas devemos confiar nAquele que nos ama com amor eterno. A cruz é a resposta e a solução. Devemos apenas crer!
A convocação tem sido feita, assim como o SENHOR convocou os filhos de Israel para torná-los um só povo. Um remanescente ressurgirá, “o restante de Israel” (v. 7), de toda língua, tribo, povo e nação. Não haverá entre eles distinção, pois todos atenderão ao chamado de um só SENHOR. As trevas darão lugar ao intenso brilho das tochas acesas pelo poder dobrado do Espírito Santo e os lugares mais ermos e considerados impossíveis de serem alcançados, serão iluminados por elas. Também não haverá mais desculpas para o comodismo e Deus não mais suportará a falta de zelo e de amor pelo próximo. Ele não mais irá tolerar tamanho descaso daqueles que se chamam pelo Seu nome para com os pequeninos que foram comprados a custo tão alto.
“Eis aí vêm dias” (v. 27), e já chegou, de erguermos a bandeira da verdade que liberta, e balançarmos em todas as direções, buscando a reunião dos filhos do Altíssimo, para que voltem “da terra do inimigo” (v. 16). O SENHOR tem pressa! Ele tem saudades! E não mais suporta ver tanta dor e nem “Raquel chorando por seus filhos” (v. 15)! Como nos dias de Noé, “o mundo inteiro jaz no Maligno” (I João 5:19), e, quando Deus fechar a porta, a Terra gritará de dor, os seus gemidos penetrarão os Céus e o próprio exército de anjos entenderá que chegou a hora de brilhar não mais como uma estrela no firmamento, de erguer um cântico não mais apenas aos pastores no campo. Mas, chegada é a hora de toda a humanidade contemplar a Majestade dos Céus e a uma só voz reconhecer: Só o SENHOR é Deus!
Então, a glória de Cristo refletirá na face de um só povo, assim como refletiu na face de Moisés, pois ambos têm algo em comum na mente e no coração: A santa lei de Deus. Guardaram e amaram os mandamentos do SENHOR e dEle ouvirão: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu SENHOR” (Mateus 25:21). Entra em Jerusalém, lugar que preparei para você, que “jamais será desarraigada ou destruída” (v. 40)!
Ali, “todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados JAMAIS ME LEMBRAREI” (v. 34)!
Não perca mais tempo! “Presta atenção”! Os sinais são evidentes. Ouça os passos de um Deus que Se aproxima!
Bom dia, chamados para a salvação!
Desafio do dia: Oremos pelo reavivamento e reforma em nossa vida e no meio do povo de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias31
#RPSP
Filed under: Sem categoria
15 Ramá. Embora houvesse vários lugares com este nome, quase não há dúvidas de que a Ramá mencionada por Jeremias neste versículo ficava próxima à sepultura de Raquel, que por sua vez, estava no ‘no território de Benjamim, em Zelza’ (1Sm 10:2). Ramá (possivelmente, a moderna Ramallah) ficava na estrada por onde os judeus exilados foram levados no caminho de Jerusalém para Babilônia, e parece ter sido um ponto de encontro dos cativos, antes da árdua jornada rumo ao cativeiro.
O massacre de alguns israelitas pelos babilônios e o cativeiro de outros ocorreram próximo à sepultura de Raquel e revelam a pertinência desta ilustração. Raquel é representada como testemunhando a angústia experimentada por seus descendentes e chorando amargamente por seus filhos. Mateus, inspirado pelo Espírito Santo, aplicou esta passagem ao massacre de Herodes às crianças de Belém.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 506.