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1 Anciãos. Isto é, os representantes de alto nível dentre os líderes civis e eclesiásticos. 464.
2 Vale. O vale de Hinom foi localizado ao sul de Jerusalém (ver mapa, p. 534 [CBASD]; ver com. de Jr 7:31). … O vlae pode ter recebido o nome de seu primeiro proprietário ou de alguém que acampou ali (ver com. de 2Rs 23:10; M7 5:22). CBASD, vol. 4, p. 464. [Ver tb. com. de Jr 7:31.]
4 Sangue de inocentes. Evidentemente, uma referência aos cruéis sacrifícios de crianças ao deus Moloque (ver com. de Jr 7:31). CBASD, vol. 4, p. 464.
6 O vale da Matança. Em justa retribuição à adoração idólatra e cruel de Judá, este abominável local se tornaria um lugar de “matança” quando Jerusalém fosse tomada pelos babilônios (ver 2Rs 25:1-9). CBASD, vol. 4, p. 464.
9 Fá-los-ei comer. Ver Dt 28:49-57; Lm 2:20. Josefo registra um caso … durante o cerco de Tito, em 70 a.D. (Guerra dos Judeus, vi.3.4). CBASD, vol. 4, p. 464.
12 Farei desta cidade um Tofete. O desprezo sugerido pelo nome Tofete seria lançado sobre toda cidade de Jerusalém (ver com. de Jr 7:31). … Alguns consideram que a palavra é derivada do heb. tuf, … e afirmam que o nome foi dado a esse lugar por causa do costume de usar tambores para abafar os gritos das crianças enquanto eram sacrificadas. CBASD, vol. 4, p. 465, 418.
13 Sobre cujos terraços. Os terraços planos das casas antigas eram lugares oportunos para a adoração dos corpos celestes (ver Jr 32:29; Sf 7:31). CBASD, vol. 4, p. 465.
14 Casa do SENHOR. Do vale de Hinom, onde ele encenou sua mensagem aos líderes do povo (ver v. 1, 2), o profeta prosseguiu para o templo, a fim de anunciar o juízo divino ao povo como um todo. CBASD, vol. 4, p. 465.
15 Assim diz o SENHOR. Evidentemente, Jeremias repetiu o discurso feito aos líderes no vale de Hinom; sendo assim, este versículo contém um breve resumo da mensagem. CBASD, vol. 4, p. 465.
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Comentário Devocional
De alguma forma, o povo especial de Deus nos dias de Jeremias tinha alterado a ordem das coisas. Embora fossem a criação do Mestre Oleiro, eles queriam dizer-Lhe como as coisas deveriam ser. Eles queriam fazer o trabalho do oleiro em vez de se deixarem transformar na peça que o Oleiro tinha originalmente criado!
Deus enviou uma forte mensagem ao Seu povo através de Jeremias. Ele os lembrou de que Ele era o Oleiro e tinha o direito e a capacidade de descartar a argila ou torná-la em algo diferente do que ela era.
A mensagem era: Abandonem os seus maus caminhos e salvem a vida de vocês! Continuem no caminho em que vocês estão e os resultados serão desastrosos! Deus apelou ao coração do Seu povo! Mas eles rejeitaram o Seu apelo. Então vem a pergunta do Criador: Você pode acreditar no que meu povo está fazendo? Eles se esqueceram de seu Criador e passaram a adorar ídolos sem valor. Eles estão trazendo desgraça sobre si mesmos! Deste modo eles me deixam sem alternativa. Vou ter que virar as costas para eles!
Você acha que seria seguro entregar essas mensagens de Deus a um povo rebelde? As pessoas estavam fartas de ouvir Jeremias profetizar contra eles e seu modo de vida. Então planejaram um complô para primeiro atacá-lo verbalmente e retirar a força das mensagens de Deus que o profeta estava apresentando. Depois planejaram um esquema para tirar a sua vida. Estava claro que a mensagem de Jeremias provinha de Deus – possuía todas as características de uma mensagem profética divina. Mas sempre foi plano do maligno diminuir e tornar sem efeito a Palavra de Deus. E quando a intenção do coração é má, ficamos profundamente ressentidos que apontem os nossos erros. No tempo de Jeremias, o povo culpado chegou até a tentar matar o mensageiro para se livrar da mensagem. Que terrível!
Precisamos ser humildes e aceitar as correções de Deus porque elas são para o nosso bem.
“Querido Pai,
Molda-me e faça de mim um vaso que trará honra a Ti como Mestre Oleiro. Eu me entrego para ser remodelado por Tuas mãos. Amém”.
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/
Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/18, https://www.revivalandreformation.org/?id=1025 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/18/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 18 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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JEREMIAS 18 – Deus é misericordioso e paciente, porém, não ignorante nem negligente. Ele demonstra paciência com Israel e Jeremias. Antes de aprofundar-se no capítulo, amplie tua visão nesta citação de John MacArthur:
“Há uma estreita ligação entre o cap. 17 e os caps. 18-20. A destruição está em pauta (cap. 17), mas o arrependimento pode impedir que ele venha (18.7-8). Contudo, o arrependimento não acontecia (18.12), de maneira que a imagem da botija despedaçada de Jeremias ilustra Deus despedaçando Israel como castigo (cap. 19). Então, o espírito da rejeição (cf. 19.15) levaria à perseguição do porta-voz de Deus (cap. 20)”.
Jeremias 18 oferece-nos estes excelentes pontos para reflexão:
• Feito do barro pelo próprio Deus, pessoas são como jarros moldados pelas mãos do oleiro Criador, nisso reside seu valor.
• O jarro deve ser usado para o propósito para o qual foi feito; mas, diferentemente do jarro de barro, o povo de Deus “declara que andará consoante os seus próprios projetos”, observa William MacDonald.
• Contrastando com o jarro, o povo possui comportamento antinatural: insubordinação e rebelião. A criação irracional obedece, a criação racional desobedece. “A neve não abandona o Líbano, mas Israel se esqueceu da fonte de água viva da qual a água da vida flui para a terra” (C. F. Keil).
• Desprezo pelo Criador faz o pecador submeter-se a conceitos e líderes falsos. Perde-se a percepção. Interpreta-se às avessas a vontade de Deus. Ignora-se que suas escolhas resultarão em autodestruição.
• Deus observa e faz tudo para salvar, mas quem O despreza terá de enfrentar Seu juízo. Deus não é ignorante, nem negligente!
• O pior ódio é o religioso; por não conseguir atacar Deus o alvo torna-se Seus mensageiros. “O povo de Jerusalém forja projetos contra Jeremias, afirma que continuará a confiar em seus próprios sacerdotes e profetas e tramam atacá-lo por meio da difamação” (MacDonald).
• Ao amadurecer, o mensageiro de Deus começa a entender melhor as coisas. Assim se deu com Jeremias, e o mesmo pode dar-se conosco.
A ignorância é um problema que nem Deus resolve se não houver humildade. Então, ore: “Eu quero ser, Senhor amado, como vaso nas mãos do oleiro. Quebra minha vida e faze-a de novo. Eu quero ser… um vaso novo”. “Renova-me, Senhor Jesus. Já não quero ser igual…” – Heber Toth Armí.
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“Não poderei Eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? – diz o SENHOR; eis que, como barro na mão do oleiro, assim sois vós na Minha mão, ó casa de Israel” (v. 6).
Mediante uma obra artesanal, Deus deu mais um recado ao Seu povo através de Jeremias. A situação era demasiadamente grave, porém, para o SENHOR, não era impossível. O furor de Sua ira contra uma nação pode ser contido através de uma atitude: CONVERSÃO. A mudança de rota do mal para o bem promove igualmente uma mudança no plano divino.
Quando o profeta Jonas se recusou a ir a Nínive, o seu medo não foi provocado simplesmente pela malícia daquele povo, mas por saber que as misericórdias do SENHOR são infinitamente maiores do que a Sua ira: “pois sabia que és Deus clemente”, confessou Jonas, “e misericordioso, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e que Te arrependes do mal” (Jonas 4:2). Jonas teve medo de que o SENHOR perdoasse aquela nação detestável e sentou de camarote esperando a destruição de Nínive.
Diferente de Jonas, Jeremias enfrentou a fúria do povo e aceitou o chamado proclamando as palavras de Deus com rogos e com lágrimas. Tomado de compaixão, o profeta clamava para que o povo se arrependesse e se convertesse de seus maus caminhos. Deus estava disposto a mudar-lhes a sorte e transformar-lhes de barro estragado em um lindo vaso. Mas a resposta do povo era terrível. E, em meio a ameaças e línguas ferinas, o profeta clama por justiça.
Não havia mais lembrança de Deus entre o povo (v. 15) e “a dureza do seu coração maligno” (v. 12) não permitia que reconhecessem as palavras de Jeremias como sendo uma revelação do SENHOR.
Abusavam da boa vontade e da sensibilidade do profeta ferindo-o com a língua. Usavam de falsidade para atingi-lo emocionalmente e para dar fim ao seu ministério.
Mas o clamor do homem de Deus não ficaria sem resposta. Nenhum filho de Deus que com o coração quebrantado diga: “Olha para mim, SENHOR” (v. 19), deixa de ser atendido. O Céu se volta para o contrito de coração e é movido para atender uma prece como estas. Jeremias não pediu algo diferente do que Deus já havia dito que faria aos ímpios. Ele simplesmente dirigiu a Deus o clamor de um bem-aventurado: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mateus 5:6).
Assim como em um contrato existem cláusulas que consistem em direitos e deveres, e o descumprimento de tais deveres suscitam penalidades; também a aliança feita entre o SENHOR e o Seu povo estava sendo quebrada, e passível tornou-se das sanções (maldições) muito bem elencadas pelo profeta (v. 21). À semelhança de Ananias e Safira, o povo vivia uma falsa religião e receberia a mesma sentença daquele casal avarento (Atos 5:1-11).
Devemos sim seguir a ordem do Mestre amando os nossos inimigos e orando pelos que nos perseguem (Mateus 5:44), mas assim como aquela geração de Israel, bem como Ananias e Safira receberam a maldição pelas obras de seus corações malignos, também podemos orar, como Jesus orou, que o SENHOR nos guarde do mal (João 17:15). Jeremias notou bem, pelo Espírito de Deus, com que espécie de gente estava lidando, a mesma que Paulo nos rogou para que nos afastemos: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; AFASTAI-VOS DELES, porque estes tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos” (Romanos 16:17-18).
Está chegando a hora e, já chegou, em que o SENHOR diz “a vós outros que conheceis o tempo: JÁ É HORA de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, AGORA, mais perto do que quando no princípio cremos” (Romanos 13:11). Portanto, “convertei-vos, pois, AGORA, cada um do seu mau proceder e emendai os vossos caminhos e as vossas ações” (v. 11). É tempo de fechar a nossa boca para falar uns dos outros e a usarmos para erguer clamores diante do SENHOR.
A escolha é sua: barro estragado ou vaso de bênçãos?
Bom dia, vasos de bênçãos!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias18
#RPSP
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3 Rodas. A roda que estava embaixo tinha o propósito de impelir a máquina com os pés; a roda que estava em cima segurava o pedaço de barro que as mãos do oleiro modelavam enquanto a revolvia. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 460
6 Não poderei Eu fazer de vós … ? Neste versículo, Deus fala a Israel, não a indivíduos, mem com respeito à salvação pessoal, mas como uma nação e em termos de seu relacionamento de aliança e em termos de aliança com Ele (ver v. 7). Todos os relacionamentos com Israel em tempos passados foram baseados no chamado da nação para servir como guardiã de Sua vontade revelada (Rm 3:1, 2) e para ser Seu instrumento especial para a salvação do mundo (Gn 12:1-3; Dt 4:6-9, 20; 7:6-14; ver p. 13, 14). CBASD, vol. 4, p. 460, 461.
Como o barro. Deus, como o mestre oleiro, estaria justificado ao descartá-los como nação. Contudo, Ele desejava recuperar o inútil vaso de barro e “fazer dele outro vaso” (v. 4). Todas as promessas. CBASD, vol. 4, p. 461.
10 Do bem. Os judeus não deveriam pensar que o papel deles como povo escolhido do Senhor lhes assegurava a continuidade do favor divino, independentemente de agirem em harmonia com a vontade divina. CBASD, vol. 4, p. 461.
12 Não há esperança. Uma representação do Senhor do que as pessoas estavam dizendo em seu íntimo e nas ações … expressando … uma atitude que desafiadoramente rejeita a proposta de misericórdia de Deus expressa no versículo anterior [“mau proceder”]. É como se os apóstatas dissessem: “Não adianta! Eu amo os deuses estrangeiros, e continuarei a ir atrás deles” (ver Jr 2:25, NVI). CBASD, vol. 4, p. 461.
13 Perguntai agora. Ver Jr 2:10, 11. Tragicamente, enquanto os gentios eram leais à sua falsa adoração, os israelitas eram infiéis a Deus. CBASD, vol. 4, p. 461.
Virgem. Do heb. Bethulah (ver com. De Is 7:14). Esta palavra apresenta de modo surpreendente a vergonha do adultério espiritual de Israel (Jr 14:17; Ez 16). CBASD, vol. 4, p. 461, 462.
14 A neve deixará. A força do Senhor, na qual o Seu povo deveria ter confiado, é como a inabalável neve do Líbano. CBASD, vol. 4, p. 462.
Faltarão. Os fluxos de tão desejada água fria que fluíam de alturas distantes ou estrangeiras nunca secaram. CBASD, vol. 4, p. 462.
15 Que os fizeram tropeçar. Referência aos falsos profetas e professores que desviaram o povo (ver Jr 14:13-18). CBASD, vol. 4, p. 462.
Nas veredas antigas. Referindo-se à fé dos patriarcas (ver com. De Jr 6:16). Deixando as largas “veredas” ou caminhos, para andar nas “trilhas” …, como Judá poderia esperar outra coisa senão “tropeçar”? CBASD, vol. 4, p. 462.
16 Um espanto. A invasão vindoura causaria despovoamento extremo. … A palavra é melhor traduzida por “horrorizado”. CBASD, vol. 4, p. 462.
Perpétuo assobio. Expressão idiomática de escárnio constante. CBASD, vol. 4, p. 462.
Meneará a cabeça. “Balançarão a cabeça” (NVI); não com desprezo, mas se condoendo em relação à desolada condição da terra. CBASD, vol. 4, p. 462.
17 Vento oriental. Vento abrasador, terrível, opressivo, cheio de pó que vinha do deserto [ao leste] (ver com. DeJr 4:11; cf. Sl 48:7; Jn 4:8). CBASD, vol. 4, p. 462.
Mostrar-lhes-ei as costas. Assim como a luz do “rosto” de Deus foi a plenitude da alegria e da paz (ver Nm 6:25, 26). virar Seu rosto significaria deixá-los nas sombras da miséria. Desta maneira, se faria a justa retribuição aos que viraram as costas ao Senhor (ver Jr 2:27). CBASD, vol. 4, p. 462.
18 Vinde. As mensagens dadas pelo profeta despertaram a hostilidade do povo, que eclodiu em ódio aberto e tentou matar Jeremias (ver Jr 11:21). CBASD, vol. 4, p. 462.
20 Abriram uma cova para minha alma. Uma imagem gráfica que representa os inimigos do profeta como tão hostis a ele que o prenderam em uma cova, como se fosse um animal selvagem. CBASD, vol. 4, p. 462.
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1 Ponteiro de ferro. Um estilete (NVI, BJ) ou uma ferramenta para esculpir (ver Jó 19:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 456.
Diamante. Pedra afiada colocada no ferro para gravura em metal. … empregada neste versículo para mostrar que “o pecado de Judá” estava profundo e endelevelmente gravado “nas tábuas do coração” (ver 2Co 3:3). CBASD, vol. 4, p. 456.
Nas pontas. Muito provavelmente as pontas dos altares de culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 456.
2 Seus filhos se lembram. Educadas em um ambiente de idolatria, as crianças estariam inclinadas a adotar o mesmo caminho perverso. CBASD, vol. 4, p. 456.
Postes-ídolos. Do heb. ‘asherim. Aserá era o nome de uma deusa cananeia adorada com ritos licenciosos, cujo símbolo era uma árvore ou um poste de madeira (ver com de Jz 3:7; ver vol. 2, p. 21, 22). CBASD, vol. 4, p. 456.
Árvores frondosas.Embora Aserá não fosse um bosque, o santuário dessa deusa pagã geralmente estava ligado a um bosque, assim como os “altos montes” foram associados a altares pagãos (ver Dt 12:2, 3; Is 57:7). CBASD, vol. 4, p. 456, 457.
3 Ó monte do campo. Local onde as idolatrias eram realizadas, ou seja, nas montanhas. CBASD, vol. 4, p. 457.
Teus tesouros darei. Uma alusão aos despojos que os babilônios invasores levariam de Jerusalém, especialmente, do templo (ver 2Rs 24:10-16). CBASD, vol. 4, p. 457.
4 Te privarás da herança que Te dei. Rendição da “herança” de Judá aos caldeus … deixar a terra sem ser cultivada, ou permitindo que ela “descanse” (ver Êx 23:10, 11). O país de Judá, por causa de seu cativeiro próximo, “descansaria” e “desfrutaria seus sábados” (ver Lv 26:32-34; 2Cr 36:21). CBASD, vol. 4, p. 457.
5 Maldito o homem que confia no homem. Percebendo que boa parte dos problemas experimentados pela nação foram causadas por suas alianças com a Assíria e o Egito, o que indicava uma transferência da confiança no Senhor para o “braço” do homem, o profeta subitamente denuncia os responsáveis por essa confiança enganosa. … As nações das quais os israelitas dependiam de ajuda não eram mais do que um conjunto de seres humanos sujeitos às fraquezas comuns a toda a humanidade. A mensagem do profeta tem significado para os dias atuais. Como é fácil para as pessoas procurarem fontes humanas de ajuda e orientação, em vez de confiar no que Deus prometeu! CBASD, vol. 4, p. 457.
6 Confia no homem. Uma forte imagem de desolação e esterilidade. Nesta triste e desamparada condição, totalmente á parte das bênçãos que poderiam ter sido suas, a pessoa que confia no homem “não virá quando vier o bem”. CBASD, vol. 4, p. 457.
Terra salgada. Esta surpreendente imagem imediatamente chamaria a atenção para as costas desoladas do Mar Morto, estéril por causa do conteúdo salgado da água e do solo. CBASD, vol. 4, p. 457.
8 Árvore plantada junto ás águas … não receia. Recebendo muita umidade, esta árvore florescente não é ameaçada pela chegada de uma seca. Assim é com os justos, que recebem força para cada aflição por causa de sua confiança em Deus. CBASD, vol. 4, p. 457.
10 Coração. Literalmente, “rins” (BJ), como representação do interior do ser humano, dos motivos escondidos (ver com. de Sl 7:9). Deus julgará “a cada um conforme as suas obras” (ver Mt 16:27; Rm 14:12; 2Co 5:10; Ap 22:12). [Aos salvos serão atribuídas as obras e méritos perfeitos de Jesus.] O juízo não lidará apenas com as obras dos seres humanos, mas também levará em consideração o “fruto” e a influência dessas obras sobre os outros, tanto na vida como na morte. CBASD, vol. 4, p. 457, 458.
11 Como a perdiz. Experiência da pessoa gananciosa, cuja cobiça a levava a amontoar riquezas alheias e que, cedo ou tarde, elas fariam “para si asas” e desapareceriam (ver Pv 23:5). CBASD, vol. 4, p. 458.
14 Cura-me. Ver Jr 3:22; 30:17; 33:6. O profeta conhece o único que pode curar seu coração pecaminoso (ver Sl 6:2; 30:2; 103:1-3). CBASD, vol. 4, p. 458.
15 Que se cumpra! Estas são as palavras irônicas e debochadas de israelitas não arrependidos, em resposta ás advertências de juízo feitas por Jeremias. CBASD, vol. 4, p. 458.
16 Eu não me recusei a ser pastor. A frase foi traduzida na AA como: “não instei contigo para enviares sobre eles o mal”. CBASD, vol. 4, p. 458.
Nem tampouco desejei. O profeta protesta que, por não desejar ver “o dia da aflição” do juízo divino que ele predisse contra seu povo, ele não estava ansioso para ser o porta-voz de Deus. CBASD, vol. 4, p. 458.
19 Assim me disse o SENHOR. A partir daqui se inicia uma nova linha de profecias sem ligação direta com as anteriores. Esta mensagem foi enviada, possivelmente, depois das registradas em jeremias 14 a 17:18, e algum tempo antes do discurso do templo (ver com. de Jr 7:1; ver também PR|, 411). CBASD, vol. 4, p. 458.
21 Assim diz o SENHOR. Este versículo e os seguintes mostram que a profanação do sábado continuava em Jerusalém, principalmente nas “portas” da cidade (ver com. de Gn 19:1; Js 8:29). CBASD, vol. 4, p. 458.
Cargas. Pode ser visto um registro semelhante a respeito da quebra do sábado em Neemias 13:15 a 22. Estas cargas incluíam grãos, vinho, frutas, peixe e outros artigos comerciais trazidos de outros reinos para dentro da cidade, por meio daqueles que vinham ao templo para adorar [principalmente para serem comercializadas no domingo]. … Desta forma, a ilustração apresentada é da negligente observância do sábado, uma prática muito desagradável a Deus (ver Is 56:2-6; cf. Jr 58:13, 14). CBASD, vol. 4, p. 458.
25 Pelas portas desta cidade entrarão reis e príncipes. Seria difícil encontrar alguma passagem bíblica que relate mais acertadamente a grande importância da observância do sábado. Se os judeus tivessem sido leais às leis de Deus, e especialmente ao mandamento do sábado, bênçãos sem medida teriam sido deles. CBASD, vol. 4, p. 459.
Andando em carros e montados em cavalos. Símbolos de pompa real (1Rs 426; Zc 9:9, 10). CBASD, vol. 4, p. 459.
Será para sempre habitada. Promessa de um destino glorioso que poderia ter sido de Jerusalém (ver DTN, 577; cf. PR, 46, 46, 564; ver também p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 459.
27 Não me ouvirdes. A falha dos israelenses em observar o sábado provocaria trágico resultado (ver 2Rs 25:9). CBASD, vol. 4, p. 459.
Não se apagará. Isto não indica que o fogo arderia sem cessar, mas que o “fogo” da justiça retributiva de Deus não se extinguiria até que Seu propósito estivesse completo. Jerusalém foi destruída com fogo pelos babilônios, em 586 a.C., e pelos romanos, em 70 a.D. em ambos os casos, nenhum esforço humano conseguiu interromper a deflagração, até que a obra de destruição a eles atribuída estivesse completa. CBASD, vol. 4, p. 459.
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Comentário Devocional
O Espírito Santo de Deus, através do profeta Jeremias (Jer 17:1) está aqui usando um poderoso contraste para transmitir uma dolorosa realidade. Os pecados da nação de Judá – o próprio povo escolhido de Deus – estavam permanentemente escritos nas pontas dos seus altares e em seus corações. Como isso aconteceu? Simples: “Maldito o homem (ou mulher) que confia no homem” (Jer 17:5 ARA). Qual é o resultado inevitável disto? O coração daquele que confia no homem se afasta do Senhor.
“Mas bendito é o homem (ou mulher) cuja confiança está no Senhor!” (Jer 17:7 NVI). Que incrível diferença! Eu preciso ter esses resultados na minha vida!
Porém, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto”! (v. 9a ARA). O grito doloroso: “quem o conhecerá?” (v 9b) ecoa através dos tempos e em nossa própria consciência despertada.
Alguma vez você já desejou tanto alguma coisa ruim que chegou a conversar consigo mesmo sobre isto? E se arrependeu depois por isso? Eu já. Descobri, nesta ocasião, que se você disser algo a você mesmo por muito tempo (mesmo que esteja mentindo para si próprio) você vai acabar acreditando!
Não importa quem somos, nós realmente não conhecemos a nós mesmos. “Só de um modo o verdadeiro conhecimento do próprio eu pode ser alcançado. Precisamos olhar a Cristo. O desconhecimento dEle é que dá aos homens uma tão alta ideia de sua própria justiça. Ao contemplarmos Sua pureza e excelência, veremos nossa fraqueza, pobreza e defeitos, como realmente são. Ver-nos-emos perdidos e sem esperança, vestidos com o manto da justiça própria, como qualquer pecador. Veremos que se afinal formos salvos, não será por nossa própria bondade, mas pela graça infinita de Deus” Parábolas de Jesus, 79.
Não é à toa que nos versos 13 e 14 ouvimos Jeremias proclamar sua necessidade da graça divina em uma significativa oração! E, assim, também, oramos: “Querido Pai, ’cura-me, … e serei curado; salva-me, e serei salvo, pois Tu és aquEle a Quem eu louvo’ (v. 14 NVI). Tu és minha única esperança! Amém”.
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/
Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/17, https://www.revivalandreformation.org/?id=1026 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/17/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 17 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/