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JEREMIAS 22 – Líderes políticos não são donos da verdade; portanto, não têm eles a última palavra. Líderes e liderados serão julgados com base na palavra de Deus (ver Romanos 2:2; Tiago 2:12).
A palavra de Deus foi padrão ao profeta Jeremias para proferir profecias contra os reis do povo de Deus. Pois, assumir o trono judeu exigia responsabilidade baseada na revelação divina (ver Deuteronômio 17:14-20; Jeremias 22:1-2, 4-5, 13-16, 21).
Os líderes políticos são responsáveis por ministrar a justiça, amparar os necessitados e evitar a violência (vs. 2-3). Todavia, eles utilizam os recursos da população para construir mansões para si utilizando-se da opressão (impostos altos) e da injustiça, movidos pela avareza, ambição e ganância (vs. 13-17).
Observou William Kelly:
“A realeza sempre foi o último segmento da sociedade a perder a bênção de Deus em Israel. Se o rei andava em retidão, mesmo que o povo e os profetas se houvessem desviados, o Senhor continuava a abençoar Israel. Tudo dependia do rei, da descendência de Davi. Deus poderia disciplinar os profetas, os sacerdotes e o povo, mas se manteria próximo deles por amor de seu servo Davi. Quando, porém, não apenas eles se desviavam, mas também o rei comandava a perversidade, era absolutamente impossível o Senhor permanecer junto deles, e coube a Jeremias a triste missão de pronunciar essa decisão divina”.
A profecia contra os reis Zedequias (vs. 1-9), Salum (vs. 10-12), Jeoaquim (vs. 13-23), e Jeconias (vs. 24-30) mostram que, se líderes políticos não agirem conforme a Palavra de Deus, a sociedade se torna exatamente o que o diabo quer – em vez daquilo que Deus quer.
• A ausência de Deus resulta em caos social. O ser humano destrói ao próprio ser humano. Sequestros e latrocínios proliferam amargura na sociedade. Crimes de aluguel, violência descontrolada nas regiões urbanas e rurais, e assaltos derramam sangue inocente.
• A ausência da Palavra de Deus na sociedade leva a efeito a violência e a extorsão. O jornal de cada dia é um retrato de uma sociedade distante de Deus.
Contudo, não devemos desculpar nossos procedimentos pela irresponsabilidade de nossos líderes políticos, podemos ter Deus como nosso líder e seguir a legislação de Seu reino.
O versículo 29 reza:
“Ó terra, terra, terra! Ouve a Palavra do Senhor!” Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Julgou a causa do aflito e do necessitado; por isso, tudo lhe ia bem. Porventura, não é isso conhecer-Me? – diz o SENHOR” (v. 16).
Digamos que eu saiba o seu nome, a sua profissão e onde você mora. Isto significa que eu lhe conheço de verdade? Não. É apenas um conhecimento superficial. Esta era a situação do povo e, principalmente, de seus governantes. As profecias agora se dirigem a uma sucessão dos reis de Judá. De uma forma reiterada, um rei após o outro buscava apenas seus próprios interesses egoístas e ignorava as palavras do SENHOR por intermédio de Seu servo Jeremias.
A coroa real não representava uma posição privilegiada apenas, mas deveria ser o peso da responsabilidade que sobre cada monarca repousava de governar sob a égide do direito e da justiça. Abaixo do rei estava o povo, mas acima dele deveria estar Deus. Quando o Rei dos reis e SENHOR dos senhores governava o coração de um rei terreno, sob Sua administração havia justiça prática e “tudo lhe ia bem” (v. 16). No entanto, os reis citados no capítulo de hoje buscaram seu próprio infortúnio e, servindo a outros deuses, edificaram para si patrimônio para destruição.
Não tem nada mais ofensivo a Deus do que a injustiça. Como também não tem nada mais agradável ao SENHOR do que a prática da justiça. Os reis de Judá também atuavam como juízes do povo. Sua jurisdição compreendia toda a nação e, diante de tal encargo, com que demasiado interesse deveriam pedir a Deus o mesmo que pediu Salomão: “Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para julgar a Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (I Reis 3:9).
A prática da justiça segundo o coração de Deus é a prova mais contundente de que verdadeiramente O conhecemos: “Porventura, não é isso conhecer-Me?”.
O discípulo amado em sua primeira epístola disse o seguinte: “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nEle não está a verdade” (I João 2:4). Ao ser indagado sobre qual seria “o grande mandamento na Lei”, Jesus respondeu: “Amarás o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” e, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:36-39). Cristo não criou algo novo, mas repetiu as palavras de Deuteronômio 6:5 e de Levítico 19:18, declarando que a essência da lei de Deus é o AMOR. O apóstolo Paulo igualmente inspirado por Deus, declarou: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei”, ou seja, a prática da justiça, “é o amor” (Romanos 13:10).
No grande Dia da volta de Jesus, Ele fará a separação entre dois grupos: os justos e os injustos; os que amaram e os que não amaram; os que O conhecem e os que não O conhecem. E a descrição feita por Ele em Mateus 25:31-46 (Leia!) comprova a veracidade do título perfeitamente apropriado de uma das obras do pastor Alejandro Bullón: “Conhecer Jesus é tudo”, que diz o seguinte: “Se não existir um relacionamento de amor entre Cristo e nós, a vida se torna vazia, oca. O cristianismo vira um fardo, uma pesada carga de proibições e deveres. Podemos carregá-lo um ou dois ou vinte anos, mas um dia chegamos ao limite e o largamos, ou nos tornamos zumbis, homens [e mulheres] sem vida…” (p. 60).
Precisamos desfrutar de um relacionamento íntimo com o nosso Salvador e não viver um cristianismo de formalidades. Jesus deseja ter uma relação de amizade conosco. “Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do SENHOR!” (v. 29), é um clamor dAquele que pagou o preço do teu resgate para que você possa muito em breve encontrar o teu melhor Amigo. Saber o nome de Jesus, que Ele é Deus e que mora no Céu, não faz de você um cristão. Ser cristão é calçar as “sandálias” de Cristo e desgastá-las por amor a Deus e ao próximo. Está você disposto?
Bom dia, cristãos!
Desafio do dia: Adquira o livro “Conhecer Jesus é tudo”. E boa leitura! Acesse: www.cpb.com.br
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias22
#RPSP
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1 Assim diz o SENHOR. A data exata desta mensagem não é certa. Parece claro que ocorreu no reinado de Jeoaquim. CBASD, vol. 4, p. 472.
3 Justiça. Partindo das palavras do versículo anterior …, parece que Jeremias transmitiu a mensagem ao rei, diante de seus súditos, enquanto ele estava assentado à porta (ver com. de Jr 21:12), provavelmente conduzindo os negócios públicos. CBASD, vol. 4, p. 472.
Nem derrameis sangue inocente. Um exemplo desta extrema crueldade foi o assassinato de Urias por Jeoaquim (ver Jr 26:20-23). CBASD, vol. 4, p. 472.
4 Se, deveras, cumprirdes. Novamente o profeta retrata de modo ilustrativo a gloria e a prosperidade que sobreviriam a Jerusalém se o povo cumprisse o proposito divino (ver com. de Jr 17:25). CBASD, vol. 4, p. 472.
6 Tu es para Mim, Gileade. A “casa do rei” é comparada a Gileade e “a cabeça do Líbano”, por causa das matas que estavam no topo das duas cadeias de montanhas. CBASD, vol. 4, p. 472.
7 Teus cedros escolhidos. Nabucodonosor queimou as belas estruturas de madeira de cedro quando tomou Jerusalém (Jr 52:12, 13; cf. 2Rs 25:8, 9; 2Cr 36:19).
10 O morto. Uma referencia a Josias, rei justo de Judá, para quem Jeremias compôs uma lamentação solene (ver 2Cr 35:25). Josias era muito respeitado e amado por seu povo, e sua morte precoce foi profundamente lamentada. CBASD, vol. 4, p. 473.
Aquele que sai. Uma referência ao filho e sucessor de Josias, Jeoacaz, a quem o faraó Neco tirou do trono e levou para o Egito (2Rs 23:31-34; 2Cr 36:2-4). CBASD, vol. 4, p. 473.
11 Salum. Conhecido como Jeoacaz (ver com. de 2Rs 23:30; 1Co 3:15; 2Cr 36:1). CBASD, vol. 4, p. 473.
13 Ai daquele que edifica a sua casa com injustiça. Referência ao próprio Jeoaquim (ver com. do v. 1). Jeoaquim demonstrou desprezo pela condição econômica de seus súditos, que já estavam experimentando as privações da invasão estrangeira e os encargos de pesado imposto (ver 2Rs 23:35). CBASD, vol. 4, p. 473.
Sem paga. Jeoaquim impôs trabalho forçado sobre alguns de seus súditos. Em vez de libertadas, as pessoas foram praticamente escravizadas, recebendo alimento sem salário. CBASD, vol. 4, p. 473.
14 Vermelhão. Possivelmente o mesmo pigmento vermelho que era usado nas construções assírias e egípcias (ver Ez 23:14). Talvez fosse cinabre, barro vermelho ou óxido de ferro. CBASD, vol. 4, p. 473.
15 Só porque rivalizas … ? Jeremias repreende Jeoaquim por procurar superar grandiosidade orgulhosamente exibida pelos outros. CBASD, vol. 4, p. 473.
Acaso, teu pai … ? Uma referência a Josias, pai de Jeoaquim, que desfrutou uma vida normal e equilibrada entre juízo e “justiça” [literalmente, “integridade”]. ele tinha uma grandeza interior que em muito ultrapassou a lória externa dos palácios de Jeoaquim. CBASD, vol. 4, p. 473.
18 Não o lamentarão. Não haveria luto pelo ímpio filho [Jeoaquim] como houve pelo piedoso pai [Josias]. CBASD, vol. 4, p. 473.
20 Sobe ao Líbano. As montanhas do Líbano e Basã dominavam a rota dos babilônios, portanto, este é um local apropriado para lamentar as calamidades de Judá. CBASD, vol. 4, p. 473, 474.
Abarim. Nome próprio daquela parte da cadeia montanhosa ao sul de Gileade e Basã (ver Nm 27:12; 33:47; Dt 32:49).
Todos os teus amantes. As nações, como os assírios e os egípcios, com quem Judá entrou em aliança (2Rs 16:7-9; cf. Ez 23:5, 9; ver com. de Jr 4:30). CBASD, vol. 4, p. 474.
22 O vento. Uma referência ao vento abrasador [do deserto ao] leste como que tipificando a calamidade que varreria a terra deJudá (ver com. de Jr 4:11; 18:17). CBASD, vol. 4, p. 474.
Apascentará todos os teus pastores. Um característico jogo de palavras hebraico. Esta profecia indicava que a invasão babilônica destruiria os príncipes e líderes de Judá. CBASD, vol. 4, p. 474.
26 Lançar-te-ei a ti e a tua mãe … para outra terra. Mãe [Neústa] e filho [Joaquim] foram levados cativos para Babilônia por Nabucodonosor (Jr 29:1, 2; cf. 2Rs 24:10-15). … Joaquim nunca retornou à terra de Judá. CBASD, vol. 4, p. 474.
28 Filhos. Isto parece indicar que, embora Joaquim tivesse apenas 18 anos nessa época (597 a.C.), ele já tinha um ou mais filhos. CBASD, vol. 4, p. 474.
29 Ó terra, terra, terra! Ver com. de Jr 4:20. A repetição tripla da palavra enfatiza a convicção do desígnio de Deus a respeito de Judá (cf. Lc 22:31; Jo 8:51; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 474.
30 Registrai este como se não tivera filhos. Isto significa que nenhum dos “filhos” … ou de seus descendentes se assentaria em seu trono. … Mesmo quando Zorobabel se tornou o líder dos judeus que retornaram do cativeiro [nos tempos de Esdras e Neemias] , ele não governou como rei (ver PR, 451) [Toda a Palestina estava sob domínio persa. Depois, grego e, depois, romano]. CBASD, vol. 4, p. 474.
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Comentário Devocional
Jeremias lembra à Casa de Davi, o rei e os seus príncipes, que a razão de Deus estar entregando a nação aos babilônios é a total corrupção dentro da estrutura dirigente. Deus faz aqui uma apaixonada defesa em prol da justiça, honestidade e compaixão como sendo uma obrigação da liderança para com as pessoas. Os líderes que não atenderem a este apelo de Deus sofrerão as consequências de sua maldade.
Isso me faz lembrar de um princípio que procurei incutir em meus filhos enquanto eles cresciam: tomem boas decisões e coisas boas acontecerão; tomem decisões ruins e coisas ruins acontecerão! Quanto mais boas decisões você tomar, mais coisas boas acontecerão. E o oposto também é verdadeiro: quanto mais cedo você parar de tomar más decisões e começar a tomar boas decisões, coisas boas vão acontecer mais rapidamente!
A boa notícia neste capítulo é que o amor e a justiça de Deus não permitirão que a corrupção do pecado dure para sempre. Se você sofre com injustiça e opressão, saiba que um dia Ele fará o acerto de contas e estabelecerá uma nova ordem de coisas em que habita a justiça. Louvado seja Deus!
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/
Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/21, https://www.revivalandreformation.org/?id=1022 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/21/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 21 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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JEREMIAS 21 – A maior tragédia que alguém pode experimentar é a tragédia espiritual. A qual ocorre pelo amor ao pecado ligada à rejeição à palavra profética.
O segundo livro de Reis é descrito “como ‘o registro nacional mais trágico já escrito’, e a parte mais trágica desse registro trágico é a final, que cobre o período em que Jeremias viveu. Cerca de oitenta ou cem anos depois da morte de Isaías, Jeremias exerceu seu ministério, o qual continuou por mais de quarenta anos, durante os reinados dos últimos cinco reis de Judá (1.1-3). Basta citar esses reis – Josias, Jeocaz, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias – para compreender a escuridão daqueles dias” (J. Sindlow Baxter).
“Coube a Jeremias profetizar em uma época em que todas as coisas em Judá estavam convergindo para uma lamentável catástrofe final; quando a inquietação política estava em seu auge; quando as piores iras dominavam os vários partidos; e os conselhos mais fatais prevaleciam”. Além disso, era difícil para o profeta “ver o próprio povo, a quem amava com a ternura de uma mulher, lançar-se sobre o precipício para a imensa e tumultuada ruína”. Após inserir esta citação do Dr. Moorehead, Baxter declara:
“Jeremias foi o profeta da meia-noite de Judá”.
Nos dias hodiernos vivemos na meia-noite da história de muitos países, ou melhor, do mundo. O dia do juízo começou em 1844 pelas profecias. Portanto, precisamos atentar para as mensagens de juízo do profeta Jeremias. O capítulo em pauta oferece-nos estes pontos:
1. Tem gente que só confia na palavra profética quando começa a perceber que ela, na verdade, está certa. Deus rejeita confiança desta forma (vs. 1-2).
2. Diante de interesses pessoais, não espirituais, Deus, através de Jeremias oferece resposta:
• Primeiramente ao impenitente rei Zedequias (vs. 3-7);
• Depois, ao povo rebelde (vs. 8-10);
• Finalmente, à corte de Davi (vs. 12-14).
Jeremias não foi pessimista, foi realista. Sua mensagem foi como colocar o dedo na ferida para curar, mas o paciente foge de medo e permanece com as mazelas do pecado.
Nossa sociedade precisa da mensagem de Jeremias. Nossas igrejas precisam viver e proclamar salvação com arrependimento, as consequências funestas do pecado, o perigo do desprezo à Palavra de Deus e, a colheita horrível para quem planta no terreno do diabo.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“A este povo dirás: Assim diz o SENHOR: Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte” (v. 8).
As profecias dadas a Jeremias começaram a mostrar a sua veracidade. De uma forma persistente e muito clara, o profeta havia predito a futura destruição caso o povo não se arrependesse dos seus maus caminhos. Porém, obstinados e insubmissos, os líderes do povo tinham sido os primeiros a negar-se a ouvir as palavras proféticas, e encaminharam a nação rumo a uma guerra já vencida.
Nabucodonosor foi escolhido por Deus como um vingador e o momento disso cumprir-se era chegado. Durante muito tempo o profeta havia erguido o último chamado de Deus, sendo por isso ridicularizado e escarnecido. Então, ao ver os exércitos de Babilônia cercar a cidade, o rei Zedequias reconheceu, pela primeira vez, a autenticidade das palavras de Jeremias: “Pergunta agora por nós ao SENHOR” (v. 2). Contudo, ERA TARDE DEMAIS!
A invasão era inevitável e o cerco estava estabelecido. O que o SENHOR havia dito que faria estava diante dos olhos de todo o povo. Contudo, novamente, Ele coloca diante de todos a possibilidade de escolherem “o caminho da vida” (v. 8). Dentro dos portões de Jerusalém, a corrupção e a idolatria prevaleciam e, fora deles, o SENHOR lhes estendeu uma nova chance: “mas o que sair e render-se aos caldeus, que vos cercam, viverá, e a vida lhe será como despojo” (v. 9). A mensagem central era: Entreguem-se à Babilônia, e vocês não irão participar dos juízos que recairão sobre Jerusalém e toda a Judá.
A história comprova que Babilônia assumiu o governo do mundo da época e, com cetro de ferro, Nabucodonosor ergueu um império que teve grande êxito por quase 70 anos. Porém, após este período, Deus faria o Seu povo sair de Babilônia e regressar para Jerusalém. O que nos mostra que, para cada fase da história, o SENHOR tem um chamado especial para o Seu povo, que se resume na seguinte ordem: “Ouvi a palavra do SENHOR!” (v. 11).
A escatologia bíblica nos mostra, de uma maneira evidente e, historicamente contundente, que as profecias para o tempo do fim iniciaram suas aplicações no ano de 1798, segundo o livro de Daniel e o livro de Apocalipse (Não se preocupe, estudaremos estes livros de forma mais profunda). A partir deste ano, não mais estamos diante de uma guerra entre nações apenas, mas de um conflito que dará fim a toda a história de pecado deste planeta. E, semelhante ao término do jugo babilônico, o chamado do SENHOR para nós é que saiamos da Babilônia contemporânea: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap. 18:4).
A situação dos seres humanos nos últimos dias é descrita por Paulo em II Timóteo 3:1-5 (Leia!). E a sua advertência para todo filho de Deus é: “Foge também destes”, porque “estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé” (II Timóteo 3:5 e 8). Da mesma forma que os que seguiram os falsos profetas e líderes foram punidos juntamente com eles na época de Jeremias, o mesmo se dará nestes últimos dias. E o chamado para os filhos de Deus tem sido: “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o SENHOR” (II Timóteo 2:22). Coração puro não significa ouvir a voz do nosso coração enganoso, e sim a voz dAquele que é “o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6).
Jesus mesmo foi enfático ao declarar: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas AQUELE QUE FAZ A VONTADE DE MEU PAI, que está nos céus” (Mateus 7:21). A VONTADE do Pai está contida em Sua Palavra, e, conhecendo-a, passamos a conhecer também o caminho da vida (João 17:3). Não há meio termo no fato de que estamos diante do mesmo dilema: “Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte”. E, como nunca antes, a profecia de Joel é um clamor urgente de um Deus que deseja ardentemente nos salvar: “Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o Dia do SENHOR está perto, no vale da Decisão” (Joel 3:14). Que a minha e a tua decisão seja pelo caminho da vida!
Bom dia, chamados para a salvação!
Rosana Garcia Barros
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Zedequias é como a maioria dos homens: usa a religião apenas quando está em situação cujos recursos humanos não são suficientes para obter-se uma solução favorável ao problema que enfrenta; quando não, permite que até os fiéis sejam perseguidos. … Ezequiel, nessa época, estava pregando a mesma coisa na Babilônia (Ez 7.22)”. Comentários da Bíblia Shedd, sobre Isaías 21.
1 Palavra. O cap. 21 não esta em sequencia cronológica com os demais capítulos a seguir, mas pertence a época do rei Zedequias. E muito provável que os eventos descritos aqui ocorreram no inicio do ultimo cerco de Nabucodonosor a Jerusalém, em 588 a.C. … Atemorizado por sombrias perspectivas ao ver os exércitos de Nabucodonosor se acercarem de Jerusalém, Zedequias enviou dois dignitários a Jeremias para que consultasse o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 469.
Pasur. Não é a pessoa mencionada em Jeremias 20 (ver com. de Jr 20:1). CBASD, vol. 4, p. 469.
5 Pelejarei Eu mesmo. Muitas vezes em sua historia, Israel enfrentou, com segurança, exércitos superiores, crendo que o Senhor estava com eles. Desta vez, contudo, o “Deus de Israel” (v. 4) declarou que Ele estava do lado dos invasores caldeus. A causa de Israel era sem esperança. CBASD, vol. 4, p. 469, 470.
12 O casa de Davi. As funções judiciais parecem ter sido assumidas, em grande parte, pelos membros da casa real. CBASD, vol. 4, p. 470.
Pela manhã. Aparentemente, uma das melhores maneira de um governante oriental manter o favor de seus súditos era levantar nas primeiras horas do dia e ir a porta da cidade (ver com. de Gn 19:1) para ouvir as queixas e solicitações dos que foram prejudicados. A aparente negligencia de Davi quanto a esse procedimento sábio abriu caminho para a rebelião de Absalão (ver 2Sm 15:2-6). … Esperar ate mais tarde, quando o calor se tornasse opressor, resultaria na perda dessa oportunidade para dispensar a justica necessaria ao povo (ver 2Sm 4:4; Ec 10:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 470. CBASD, vol. 4, p. 470.
13 Moradora do vale. Possivelmente, esta seja uma referencia a parte mais baixa da cidade de Jerusalem. CBASD, vol. 4, p. 470.
Rocha da campina. Do heb. tsur, “grande rocha”. Com um falso sentido de seguranca, os lideres de Jerusalem pensavam que suacidade era invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.
Quem descera … ? Como os jebuseus do passado, o povo de Juda confiava no que eles equivocadamente consideravam a posicao natural de Jerusalem como uma forca invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.
14 Na cidade, qual bosque … devorara todos os seus arredores. Um dos atos destrutivos dos exercitos invasores como o de Nabucodonosor era cortar “os altos cedores” e os “ciprestes escolhidos” (2Rs 19:23). O desmatamento recorrente foi uma razao parcial para a relativa escassez de arvores na atual Palestina. CBASD, vol. 4, p. 470.