Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 9 – Embora os que não se rendem a Deus sofram terríveis consequências, como se vê no capítulo anterior, o capítulo em tese inicia com a seguinte frase:

“Mas não haverá escuridão alguma para os angustiados”. A luz da verdade não tem parte com a luz do espiritismo. Contudo, na história, ambas andam conectadas.

“Antes de toda grande crise da humanidade, sempre houve uma explosão de espiritismo. Foi esse o caso de Judá e Israel pouco antes do cativeiro. Também ocorreu um pouco antes da encarnação de Cristo e de Sua morte expiatória. E tem sido assim nos dias de hoje. Em sua Escritura da verdade, Deus proveu tudo o que é essencial para nos guiar e suprir nossas necessidades (cf. 2Tm 3:16-17)”, diz W. E. Vine.

Quando a chama da verdadeira religião está quase se apagando, o raio do evangelho irrompe no horizonte. O auge do desespero pode ser o início da esperança. O ápice da escuridão pode dar lugar para a luz do amanhecer.

• Deus é a luz dos que vivem nas trevas deste mundo. Ele é a vida aos que estão na região da morte. Deus é a esperança para o desesperado. Sua presença é a alegria dos infelizes – Deus restaura aos aflitos (vs. 1-3).

• Com Deus, toda aflição tem limite. Deus dá um basta aos opressores. Ele porá fogo nos instrumentos de humilhação; Ele é o autor de nossa libertação. Deus fará justiça contra aqueles que praticam a injustiça (vs. 4-5).

• Os ignorantes não percebem a mão de Deus na história; os incrédulos são indiferentes diante da Palavra de Deus. Eles desprezam a Deus no íntimo de seu ser ainda que no fundo sabem que Ele existe (vs. 8-12).

• Deus se ira, Seu furor contra a hipocrisia e a idolatria é nítido em suas ações. Contudo, as demonstrações de indignação divina não coage o duro de coração a render-se à salvação (vs. 13-17).

• Se até o povo de Deus é punido por causa de suas negligências, quanto mais os indiferentes que nunca querem saber de Deus? (vs. 18-21).

• Mesmo quando a situação seja preocupante, Jesus é a esperança para um reino em decadência. Jesus é a solução para todo coração aflito (vs. 6-7).

Sem Jesus, estaríamos todos irremediavelmente perdidos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 9 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
29 de maio de 2017, 0:30
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“Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (v. 6).

A escuridão provocada pelas escolhas erradas do povo de Deus não duraria para sempre. Em meio às trevas morais deste mundo, surgiria uma “grande luz” (v. 2). De diversas formas, Israel havia testemunhado o governo de líderes, juízes e reis que não conseguiram dissipar a corrupção e nem estabelecer de uma vez por todas um reino de paz. A “borracha” humana jamais terá o poder de apagar a sujeira que o pecado faz. Por mais que alguns líderes tenham obtido êxito, não o conseguiram por mérito próprio, mas mediante o poder de Deus. A tão almejada promessa de um Salvador foi deturpada pelo anseio de conquistas terrenas, a tal ponto que a “grande luz” (v. 2) veio “e os Seus não O receberam” (João 1:11).

Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de seu próprio destino, fazendo da dádiva da vida um amontoado de derrotas. Vez após outra, as estratégias humanas têm falhado e a cada nova tentativa, só encontramos frustração e desespero. O que mais tem destruído pessoas não são fenômenos da natureza, ou acidentes, ou doenças. O que mais destrói pessoas são pessoas! A realidade é que somos nossos próprios algozes, “ninguém poupa a seu irmão” (v. 19) e “cada um come a carne do seu próximo” (v. 20). A impiedade humana nos torna a pior espécie viva que habita nesta terra, “porque a maldade lavra como um fogo” (v. 18), destruindo tudo o que vê pela frente. E esta seria a causa de nossa própria destruição, não fosse por Alguém. Alguém que trocou o louvor dos anjos pelo desprezo humano. Que deixou um trono glorioso para nascer como “um menino” em uma manjedoura. Que não exitou em despir-Se das vestes divinas e vestir-se de humanidade. “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Romanos 7:25).

Só por Jesus conseguimos ascender ao trono da graça divina e, pela fé, tocar nas vestes que curam. Somente no Maravilhoso Conselheiro encontramos as respostas certas e verdadeiras. Apenas no Deus Forte podemos encontrar a perfeita segurança. É só no Pai da Eternidade que temos a esperança de viver “desde agora e para sempre” (v. 7). Exclusivamente, o Príncipe da Paz oferece a “paz sem fim” (v. 7). Cristo é o caminho. Cristo é a verdade. Cristo é a vida. (João 14:6).

Apesar da terrível situação na qual nos encontramos hoje, “para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade” (v. 1). À semelhança da primeira promessa (v. 6), a segunda se cumprirá. Cristo voltará para destruir, de uma vez por todas, “o salário do pecado” (Romanos 6:23): a morte. Mas Ele não virá mais como um “homem de dores” (Isaías 53:3), e sim como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Apocalipse 19:16). Todos os que andaram “em soberba e altivez de coração” (v. 9) terão de enfrentar “a ira do SENHOR dos Exércitos” (v. 19), “porque todos eles são ímpios e malfazejos, e toda boca profere doidices” (v. 17) . Porém, o povo que, de contínuo, busca ao SENHOR, será salvo (Mateus 24:13). “O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto” (v. 7).

Permita que Jesus governe o teu coração e, certamente, farás parte do Seu Reino de “paz sem fim“!

Bom dia, herdeiros do Reino de paz eterna!

Desafio do dia: As chuvas têm causado muito sofrimento a muitas famílias que perderam tudo o que tinham. Seja solidário e compartilhe com o seu próximo o que o SENHOR tem lhe dado.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus 
#Isaías9
#RPSP



Contexto histórico e espiritual de Isaías 7 a 11 by Jeferson Quimelli
28 de maio de 2017, 19:01
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Isaías 7 a 11 tem como contexto histórico a ameaça iminente de invasão do Reino do Sul pelo Reino do Norte, aliado à Síria (Isaías 7:1).

* O Reino do Sul, do rei Acaz, é também chamado de Reino de Judá (que também reunia as tribos de Benjamim e Simeão) ou Casa de Davi, e tinha por capital Jerusalém.

* O Reino do Norte, que tinha por rei Remalias, é também chamado de Israel, simbolizado pela sua tribo mais forte, Efraim, e tinha por capital a cidade de Samaria.

* A Síria tinha como rei Rezim, e também era chamada de Aram (ou Harã, cf. Gn 11:26-32, de onde saiu Abrão para Canaã), e sua capital era (e ainda é) Damasco.

Isaías, então, é enviado por Deus a garantir a Acaz que antes que esta invasão tivesse sucesso, a Síria e o Reino do Norte, Israel, seriam invadidos pela Assíria, mais ao leste, cuja capital era Nínive.

O contexto espiritual é que o Reino do Norte seria destruído por sua sua rebeldia e maldade, provocadas pelo afastamento irreversível de Deus, por sua idolatria. O mesmo aconteceria com Judá, se não se desviasse do mesmo caminho pelo qual o Reino do Norte se enveredara.

Mas, mesmo que isso ocorresse, um remanescente retornaria (7:3) e seria restaurado. O sinal disso seria o nascimento de Emanuel (14:3 – o qual nasceria de uma virgem), através de quem, o povo que andava em trevas (especialmente a Galileia, do Reino do Norte) veria grande luz (9:1, 2). Através dEle viria o governo eterno de paz e justiça ao trono de Davi (9:6, 7).

O Senhor quer nos usar, assim como quis usar Israel e Judá, para sermos embaixadores de Seu reino eterno. Se procedermos como Seus embaixadores obedientes, receberemos as bênçãos da aliança. Caso contrário, Deus não poderá nos proteger das consequências de nossas próprias más escolhas.



Isaías 8 by Jeferson Quimelli
28 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Isaías 8:20 enfatiza a importância de confiar inteiramente nas promessas de Deus. Vale muito memorizá-las:
– “Deus está conosco” (v.10);
– Para aqueles que confiam no Senhor, Ele será “um santuário”, mas para aqueles que não confiam, Ele lhes será como uma “pedra de tropeço” (v.14 NVI);
– Aqueles que esperam no Senhor ansiosamente porão a sua esperança Nele (v. 17). Mas aqueles que não dedicam o seu coração inteiramente para Cristo são vulneráveis a ser seduzido por “espíritos” (v.19), impressionados por falsas predições e emoções não fundamentadas em verdades bíblicas. A Bíblia deixa claro que os mortos não sabem nada (Ecl. 9:5-6).

Senhor, ajude-nos a Te obedecer e a depositarmos nossa confiança e nossa força somente em Ti, para que sejamos dignos de Teu nome. Amém.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação Kentucky-Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/8, https://www.revivalandreformation.org/?id=933 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/8/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/04
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 8 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 8 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
28 de maio de 2017, 0:55
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ISAÍAS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 8 – As profecias divinas são incríveis. A didática divina é perfeita. Contudo, os seres humanos falham diante das mensagens reveladoras e desafiadoras oriundas de um Deus amoroso.

O esboço realizado por Merril F. Unger do capítulo em pauta ajuda-nos a ter um vislumbre maior de sua mensagem:

• A prefiguração da queda de Damasco e Samaria (vs. 1-4);
• A escolha da descrença e suas consequências (vs. 5-8);
• O desafio da graça de Deus (vs. 9-15);
• O desafio de confiar somente na graça de Deus (vs. 16-20);
• A opção de não confiar em Deus traria a indescritível angústia e aflição da invasão e deportação assíria (vs. 21-22).

Neste capítulo podemos observar três situações que geram três verdades ensinadas por três nações:

1. Damasco, uma nação pagã, que tendo a permissão de Deus, puniu as duas partes do povo de Deus: Israel do Norte e Israel do Sul. Porém, seu poder seria retirado e um juízo levaria esta nação a perceber que a força e a habilidade humanas não valem de nada.
2. Efraim, representando dez das doze tribos de Israel, enveredou-se para a direção da idolatria, e despencou-se da posição de povo de Deus. Assim, cavou a própria sepultura, preparou o próprio caixão e, tomou o veneno mortal: Preferir o pecado antes que a graça que livra do pecado.
3. Judá, embora rebelde, capengava entre confiar em Deus e desconfiar dEle. Eram relapsos na espiritualidade, mornos e frouxos no compromisso com Deus. Destes, por um julgamento que traria purificação, resultaria na formação de um remanescente fiel.

Podemos estar em um dos três grupos, a única segurança é depender única e constantemente de Deus e de Sua Palavra. Deus anseia o melhor de cada um de nós. Contudo, rejeitar Sua Lei e Seus testemunhos significa rejeitá-lO também. Quem assim fizer…

• …Jamais verá a alva (salvação);
• …Passará pela terra oprimido e faminto;
• …Será insaciável;
• …Se enfurecerá;
• …Amaldiçoará inclusive a Deus;
• …Será tomado pela angústia;
• …Viverá em trevas de incerteza e imoralidade;
• …Sofrerá ansiedade terrível;
• …Será lançado às trevas mortais.

Este só não será o destino daqueles que vivem para Deus! Apesar de todo empenho, didática, pedagogia, sinais, profecias, mensagens, apelos de Deus para arrependimento, os pecadores preferem seguir seus próprios caminhos.

Ouça a Deus, renda-se a Ele! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 8 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
28 de maio de 2017, 0:30
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“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (v. 20).

Quanto mais avanço em minha carreira cristã, tanto mais percebo a minha miserabilidade. Minha natureza pecaminosa me acusa e mais aumenta a minha certeza de que não seria nada não fosse Jesus. A promessa de que “Deus é conosco” (v. 10) em nossa caminhada é a nossa única salvaguarda. O reino de Judá havia rejeitado o cuidado divino do Príncipe “Emanuel” (v. 8) e o medo derretia seus corações (v. 6) diante da expectativa de uma violenta investida. O segundo filho de Isaías, semelhante ao primogênito, também era um anúncio vivo do que aconteceria com o povo como resultado de sua rebeldia (v. 3).

Isaías foi fortemente advertido pelo SENHOR (v. 11) a depositar a sua esperança tão somente nEle, não tendo associação com o povo e nem compartilhando de seu medo (v. 12). Deus lhe seria santuário, enquanto as duas casas de Israel seria “pedra de tropeço” (v. 14). A escolha feita em temer a Deus ou temer a homens define o nosso futuro eterno, habilitando-nos para a salvação ou para perdição. Diante de nós há dois caminhos, e ambos envolvem condições. Deus requer de nós obediência à Sua Palavra, por preceito e por exemplo: “sela a lei no coração dos Meus discípulos” (v. 16). Por sua vez, uma vida avessa à vontade de Deus também requer algo: desobediência à lei de Deus.

As práticas da necromancia, adivinhação e mediunidade são abominações diante de Deus (v. 19) e o povo havia se corrompido com estas “densas trevas” (v. 22). Trocavam o assim diz o SENHOR por agouros de homens e eram levados à “escuridão e sombras de ansiedade” (v. 22). Não há lugar para abominações no coração que sob o selo da aliança eterna é guardado por Emanuel. Todo aquele que espera no SENHOR (v. 17), e oferece a sua família no “santuário” (v. 14) todos os dias, muito em breve terá a grande alegria em dizer-Lhe: “Eis-me aqui, e os filhos que o SENHOR me deu” (v. 18). Que esta seja a minha e a sua esperança!

Diante da proximidade de avistarmos “a alva” (v. 20), precisamos erguer a bandeira da verdade sem temer a reação de homens. “Quando vos disserem” (v. 19) que não precisam mais obedecer aos mandamentos do SENHOR, não se deixem ser enganados! “Acaso, não consultará o povo ao seu Deus?” (v. 19). Continue estudando a Palavra de Deus e a Ele santificando (v. 13; João 17:17), e o Espírito Santo continuará lhe guiando “a toda a verdade” (João 16:13).

Bom dia, discípulos do SENHOR!

Desafio do dia: Escreva ou imprima os dez mandamentos (Êxodo 20:3-17) e coloque-os em um lugar visível em seu quarto.

Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus 
#Isaías8
#RPSP



ISAÍAS 7 by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Acaz, o rei de Judá, preferiu fazer uma aliança com a Assíria do que confiar em Deus para proteger seu reino. Uma das consequências deste ato é que os reis de Israel e da Síria se uniram e entraram em guerra contra Acaz, buscando evitar que a Assíria conseguisse uma posição em Judá para atacá-los (v.1) e planejando colocar em Jerusalém um rei que os apoiasse (v.6). O povo de Judá tremia de medo, como árvores sob um vento forte (v.2).

A mensagem de Deus através de Isaías para Acaz e as pessoas ansiosas em Jerusalém foi: “Acautela-te e aquieta-te; não temas, nem se desanime o teu coração” (v.4 ARA). Embora esta mensagem garantisse que Judá receberia o livramento dos reis da Síria e de Israel (v. 7-9), o capítulo termina descrevendo os problemas que os assírios lhes trariam no futuro (v. 17 -25).

É surpreendente a falta de fé do rei Acaz (v. 9). Quando o Senhor, através do profeta, ofereceu-se para conceder ao rei um sinal de que Deus estava com ele (v. 11), este recusa. O rei estava tão desconectado de Deus que não queria ouvir o que Deus tinha a lhe falar.

Somos diferentes de Acaz? Já aprendemos a confiar no Senhor de todo o coração (Prov. 3:5)? Como o povo em Jerusalém, há coisas que nos fazem tremer de medo? Um futuro tempo de angústia e perseguições? Problemas financeiros, de saúde ou de família? No meio da tragédia e perda você não percebe evidências do amor de Deus? Não observa nenhum sinal de esperança?

Sim, temos motivos de sobra para ter esperança! Aleluia! Com confiança na vinda do Messias, Isaías diz: “Por isso o Senhor mesmo lhes dará um sinal: a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o chamará Emanuel” (v.14). Deus conosco! Jesus é o melhor sinal de Deus! Ele prometeu: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mat. 28: 20 NVI). “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo!” (João 16:33 NVI). “Não se perturbe o coração de vocês … Eu voltarei” (João 14:1-3).

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação Kentucky-Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/7, https://www.revivalandreformation.org/?id=932 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/7/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/03
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 7 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 7 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
27 de maio de 2017, 0:55
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ISAÍAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 7 – Precisamos de segurança. Carecemos de uma base sólida para nossa esperança. Necessitamos da presença confortadora e tranquilizadora de um Ser superior às nossas forças e habilidades…

Não precisamos de um Deus indiferente, distante e ausente. Não precisamos de um Deus que não age e nem nos protege. Não queremos um Deus mais fraco que nós ou, inativo, incapaz de atender-nos quando mais precisamos.

Existem muitos deuses assim, entretanto, o Deus da Bíblia é diferente. Ele é atuante, presente e, acima de tudo, onipotente.

Ameaçado pela guerra, correndo risco de ser substituído, Acaz, rei de Judá, foi desafiado a confiar no Deus que faz promessas. Quando o rei verificava o sistema hídrico da cidade, em preparação ao cerco, o profeta Isaías e seu filho Sear-Jasube foram encontrá-lo (vs. 1-3).

A própria presença do profeta com o filho perante o rei temeroso já transmitia-lhe uma mensagem poderosa:

1. O nome Isaías significa “Jeová Salva”
2. O nome Sear-Jasube significa “Um resto voltará”.

Sim! Em meio à crise que avançava e ameaçava, Deus preservaria um remanescente de Seu povo (vs. 4-9).

• Este Deus age, interage e protege!

Ao Isaías solicitar a Acaz um sinal, este recusou a fazê-lo. Contudo, Isaías disse que daria o sinal mesmo contra a vontade do rei: Nasceria uma criança, não muito tempo daquele encontro, a qual chamaria Emanuel (vs. 10-14) – didaticamente, outra mensagem em símbolos:

3. O nome Emanuel significa “Deus está conosco”.

A soberania divina sobre os inimigos do povo escolhido se veria antes de a criança perder a inocência: Deus protegeria (vs. 15-16). Efraim, representando dez tribos de Israel, desapareceria em poucos anos.

Contudo, devido à incredulidade do monarca judeu, a nação sofreria mais com mais outra ameaça. Além da Síria, a Assíria, em cujo poder Acaz confiou, dizimaria a Terra Prometida (vs. 17-25).

Aplicações:

• Duvidar da Palavra de Deus dada pelos profetas não vale à pena.
• Deus Se faz presente mesmo quando não queremos Sua presença.
• A maior evidência da presença Divina entre nós Se deu no nascimento de Jesus (Mateus 1:23).
• Hoje, Deus está conosco pela presença do Espírito Santo, nosso Consolador, ajudando-nos nos desafios da fé neste mundo – basta aceitá-lO (João 14:16-17,26).

Clamemos fervorosamente: “Senhor, livra-nos da incredulidade. Faz-nos mais crentes em Tuas promessas! Amém” – Heber Toth Armí.