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SALMO 71 – O sofrimento é uma experiência que entrou após o pecado, a dor não combina com a vida. A dor sempre será uma experiência intrusa.
Aqueles que aprendem a lidar com fé cada um ou cada fase dos sofrimentos que enfrentam, se prepararão melhor para receber o que Deus tem para oferecer. Com a fé testada, a vida se torna mais ampliada. O salmista é um exemplo de como lidar com o sofrimento. Com palavras inspiradas, ele nos deixa um tremendo legado espiritual.
Este Salmo foi escrito por um ancião em meio a sua impotência e
ameaça de perseguidores; então, ele clama a Deus confiantemente em busca…
• Socorro (v. 4);
• Segurança (v. 5);
• Vindicação (v. 13).
Ele sabe que somente Deus existe o que a alma humana tanto almeja:
• Lugar seguro (vs. 3-7);
• Segurança e esperança (v. 5).
Contudo, o futuro glorioso se concentra na primeira e na segunda vinda do Messias, que garante a restauração e a ressurreição dos que nEle confiam (v. 20-21).
O salmista, embora vivendo no Antigo Testamento, não era nada legalista. Ele não confiava em sua obediência para buscar favor do Senhor. A salvação nunca foi baseada na justiça própria.
Após dirigir-se a Deus diretamente (v. 1), o salmista clamou: “Livra-me por tua justiça e resgata-me; inclina-me os ouvidos e salva-me” (v. 2).
Após refletir sobre os efeitos da atuação de Deus, e expressar sua vontade de exaltar e glorificar pelo que Deus fez (vs. 22-23), o salmista declara: “Igualmente a minha língua celebra a tua justiça todo o dia; pois estão envergonhados e confundidos os que procuram o mal contra mim” (v. 24).
Deus ensina aos que humildemente querem aprender. A justiça de Deus é enfatizada em detrimento da vergonha humana. Deus ampara e fortalece ao limitado e fraco. Deus salva o perdido e absolve o condenado. Quem faz o que Deus faz? Quem se iguala a Ele? Quem além de Deus merece ser tão aclamado?
Encha teus lábios de louvor. Encha teu coração de gratidão. Encha tua vida de adoração ao Deus da salvação. Exalte Seu poder. Celebre Suas obras! Cubra-se com Sua justiça! – Heber Toth Armí.
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Lentamente passara a noite do primeiro dia da semana. Havia soado a hora mais escura, exatamente antes do raiar da aurora. Cristo continuava prisioneiro em Seu estreito sepulcro. A grande pedra estava em seu lugar; intato, o selo romano; a guarda, de sentinela. Vigias invisíveis ali estavam também. Hostes de anjos maus se achavam reunidas em torno daquele lugar. Houvesse sido possível, e o príncipe das trevas, com seu exército de apóstatas, teria mantido para sempre fechado o túmulo que guardava o Filho de Deus. Uma hoste celeste, porém, circundava o sepulcro. Anjos magníficos em poder o guardavam, esperando o momento de saudar o Príncipe da Vida.
“E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do Céu, chegou”. Mateus 28:2. Vestido com a armadura de Deus, deixou este anjo as cortes celestiais. Os brilhantes raios da glória divina o precediam, iluminando-lhe o caminho. “E o seu aspecto era como um relâmpago, e o seu vestido branco como a neve. E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos”. Mateus 28:3, 4.
Onde está, sacerdotes e príncipes, o poder de vossa guarda? — Bravos soldados que nunca se atemorizaram diante do poder humano, são agora como cativos aprisionados sem espada nem lança. O rosto que contemplam não é o de um guerreiro mortal; é a face do mais poderoso das hostes do Senhor. Este mensageiro é o que ocupa a posição da qual caiu Satanás. Fora aquele que nas colinas de Belém proclamara o nascimento de Cristo. A terra treme à sua aproximação, fogem as hostes das trevas, e enquanto ele rola a pedra, dir-se-ia que o Céu baixara à Terra. Os soldados o vêem removendo a pedra como se fora um seixo, e ouvem-no exclamar: Filho de Deus, ressurge! Teu Pai Te chama. Vêem Jesus sair do sepulcro, e ouvem-nO proclamar sobre o túmulo aberto: “Eu sou a ressurreição e a vida.” Ao ressurgir Ele em majestade e glória, a hoste angélica se prostra perante o Redentor, em adoração, saudando-O com hinos de louvor.
Um terremoto assinalara a hora em que Jesus depusera a vida; outro terremoto indicou o momento em que a retomou em triunfo. Aquele que vencera a morte, e a sepultura, saiu do túmulo com o passo do vencedor, por entre o cambalear da terra, o fuzilar dos relâmpagos e o ribombar dos trovões. Quando vier novamente à Terra, comoverá “não só a Terra, senão também o céu”. Hebreus 12:26. “De todo vacilará a Terra como o bêbado, e será movida e removida como a choça”. Isaías 24:20. “E os céus se enrolarão como um livro” (Isaías 34:4); “os elementos, ardendo, se desfarão, e a Terra, e as obras que nela há se queimarão”. 2 Pedro 3:10. “Mas o Senhor será o refúgio do Seu povo, e a fortaleza dos filhos de Israel”. Joel 3:16.
Ao morrer Jesus, tinham os soldados visto a Terra envolta em trevas ao meio-dia; ao ressurgir, porém, viram o resplendor dos anjos iluminar a noite, e ouviram os habitantes do Céu cantarem com grande alegria e triunfo: “Tu venceste Satanás e os poderes das trevas; Tu tragaste a morte na vitória”
Cristo saiu do sepulcro glorificado, e a guarda romana O contemplou. Seus olhos fixaram-se no rosto dAquele a quem, havia tão pouco, tinham escarnecido e ridicularizado. Neste Ser glorificado, viram o Prisioneiro que tinham contemplado no tribunal, Aquele para quem haviam tecido uma coroa de espinhos. Era Aquele que, sem resistência, estivera em presença de Pilatos e de Herodes, o corpo lacerado pelos cruéis açoites. Era Aquele que fora pregado na cruz, para quem os sacerdotes e os príncipes, cheios de satisfação própria, haviam sacudido a cabeça, dizendo: “Salvou os outros, e a Si mesmo não pode salvar-Se”. Mateus 27:42. Era Aquele que fora deposto no sepulcro novo de José. O decreto do Céu libertara o Cativo. Montanhas amontoadas sobre montanhas em cima de Seu túmulo, não O poderiam haver impedido de sair.
À vista dos anjos e do Salvador glorificado, os guardas romanos desmaiaram e ficaram como mortos. Quando a comitiva celeste foi oculta a seus olhos, eles se ergueram e, tão rápido como lhes permitiram os trêmulos membros, encaminharam-se para a porta do horto. Cambaleando como bêbados, precipitaram-se para a cidade, dando as maravilhosas novas àqueles com quem se encontravam. Iam em busca de Pilatos, mas sua narração foi levada às autoridades judaicas, e os principais dos sacerdotes e os príncipes mandaram-nos buscar primeiro à sua presença. Estranho era o aspecto daqueles soldados. Tremendo de temor, faces desmaiadas, testificaram da ressurreição de Cristo. Disseram tudo, exatamente como tinham visto; não haviam tido tempo de pensar ou falar qualquer coisa que não fosse a verdade. Com doloroso acento, disseram: Foi o Filho de Deus que foi crucificado; ouvimos um anjo proclamá-Lo a Majestade do Céu, o Rei da glória.
O rosto dos sacerdotes estava como o de um morto. Caifás tentou falar. Moveram-se-lhe os lábios, mas não conseguiram emitir nenhum som. Os soldados estavam para deixar a sala do conselho, quando os deteve uma voz.
Caifás conseguira falar, por fim: “Esperai, esperai”, disse. “Não digais a ninguém o que vistes.” Uma mentirosa história foi então posta na boca dos soldados. “Dizei: Vieram de noite os Seus discípulos e, dormindo nós, O furtaram”. Mateus 28:13. Aí se enganaram os sacerdotes. Como poderiam os soldados dizer que os discípulos tinham furtado o corpo enquanto eles dormiam? Se dormiam, como podiam saber? E, houvessem os discípulos provadamente roubado o corpo de Cristo, não teriam os sacerdotes sido os primeiros a condená-los? Ou, caso houvessem as sentinelas dormido junto ao sepulcro, não teriam os sacerdotes se apressado a acusá-los a Pilatos?
Os soldados horrorizaram-se ao pensamento de trazerem sobre si mesmos a acusação de dormirem em seu posto. Era este um delito castigado com a morte. Deveriam dar um falso testemunho enganando o povo, e pondo em perigo a própria vida? Não tinham feito com toda vigilância sua fatigante guarda? Como suportariam a prova, mesmo por amor do dinheiro, se juravam falso contra si próprios?
A fim de impor silêncio ao testemunho que temiam, os sacerdotes prometeram salvaguardar os soldados, dizendo que Pilatos quereria tampouco como eles próprios que aquela notícia circulasse. Os soldados romanos venderam sua integridade aos judeus por dinheiro. Chegaram à presença dos sacerdotes carregados com a mais assustadora mensagem de verdade; saíram com uma carga de dinheiro, e tendo na língua uma falsa história para eles forjada pelos sacerdotes.
Entretanto, a notícia da ressurreição de Cristo fora levada a Pilatos. Se bem que este houvesse sido responsável por entregar a Jesus à morte, estava relativamente descuidoso. Embora tivesse condenado o Salvador contra a vontade, e com sentimento de compaixão, não experimentara ainda verdadeiro pesar. Aterrado, fechara-se agora em casa, decidido a não ver ninguém. Os sacerdotes, porém, abrindo caminho até sua presença, contaram a história que haviam inventado, e pediram-lhe que passasse por alto a negligência do dever por parte das sentinelas. Antes de assim fazer, ele próprio interrogou particularmente os guardas. Estes, temendo pela própria segurança, não ousaram ocultar nada, e Pilatos tirou deles a narração de tudo quanto ocorrera. Não levou adiante a questão, mas desde aquele dia não houve mais paz para ele.
Quando Jesus foi posto no sepulcro, Satanás triunfou. Ousou esperar que o Salvador não retomaria novamente a vida. Reclamava o corpo do Senhor, e pôs sua guarda em torno do túmulo, procurando manter Cristo prisioneiro. Ficou furioso quando seus anjos fugiram diante do celeste mensageiro. Ao ver Cristo sair em triunfo compreendeu que seu reino chegaria a termo, e que ele devia morrer afinal.
Leia o restante do capítulo em: https://m.egwwritings.org/pt/book/1813.3466#3466
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TEXTO BÍBLICO SALMO 70 – Leia a Bíblia antes
SALMO 70 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/70
Neste Salmo encontramos descritos dois grupos: aqueles que procuram tirar a vida de Davi (v. 2) e aqueles que buscam a Deus e amam os Seus caminhos (v. 4). Aqueles que buscam a Deus não eram inimigos de Davi. O rei pede bênçãos para eles.
Aqueles que procuram trazer problemas a Davi são também inimigos de Deus, porque Davi está do lado de Deus. Davi pode corajosamente pedir a Deus pela ruína deles porque eles se opõem a Ele e a tudo que representa o bem.
Quando os seus inimigos se opõem a você porque estão claramente lutando contra Deus, então você tem o direito de declarar errado o que eles estão fazendo. Contudo, apesar de repreender veemente o que os maus fazem, Davi não toma o assunto em suas próprias mãos. Ele não ordena que seus soldados de confiança matem a estes perturbadores. Davi leva suas angústias a Deus e deixa seus fardos com Ele.
E como harmonizar a atitude de Davi para com os maus e a atitude de Jesus para com aqueles que contribuíram para a sua morte? O perdão de Jesus a seus carrascos: “porque eles não sabem o que fazem”, não os salvará do castigo final. O perdão refletia a atitude de compaixão de Jesus por eles. Quando cercado por uma série de perseguidores, a atitude de perdão pode trazer paz. Nos coloca acima da mágoa, acima da autopiedade, acima da dúvida. Mas isto não quer dizer que os maus serão inocentados no juízo divino.
Os salmos imprecatórios (69 e 70) nos trazem importantes lições: 1) Faz bem não escondermos os nossos sentimentos de nós mesmos e de Deus. A oração deve ser uma relação sincera conosco e com Deus; 2) Deus perdoa o pecador arrependido. O perdão faz parte do modo de Deus operar a nossa salvação; 3) Estar do lado de Deus, ser bom (pelos Seus méritos) não nos isenta de perseguições – pelo contrário, pode até aumentá-las.
Se você está passando por uma situação de injustiça e suas forças estão quase a se esgotar, faça como Davi, abra o coração ao poderoso e justo soberano do universo. Ele lhe trará a certeza de que todas as coisas estarão em atividade para o seu bem supremo. Suplique que Ele se apresse em livrá-lo, e Ele o fará!
Gordon Christo
India
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=794 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/01/08/salmo-69-2/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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536 palavras
Entre o Salmo 70 e o Salmo 40:13-17 há pouca diferença. É o clamor de uma alma em profunda angústia, talvez simbolizando a nação de Israel ao reconhecer sua enorme necessidade de Deus. Constitui-se de duas estrofes que contrasta entre si: Os v. 1 a 3 falam dos inimigos de Deus, e os v. 4 e 5 dos que O buscam. Sugeriu-se que esses versículos podem ter sido tirados do Salmo 40 para formar um salmo independente a fim de ser usado na adoração do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 895.
Parece … pequena joia de oração para o povo decorar e sempre “carregar consigo”, como modelo de petição na emergência. Bíblia Shedd.
1-5 Quando outros nos decepcionam e nos ameaçam, nos sentimos vazios, pois uma parte vital de nós foi roubada. Quando outras pessoas quebram a confiança que colocamos nelas, elas também quebrantam nossos espíritos. Naqueles momentos vazios e desfeitos, devemos nos unir ao salmista, pedindo que Deus se apresse em nosso auxílio. Somente Ele pode encher nossas vidas com sua alegria (70:4). Com o salmista, devemos gritar: “Senhor, não demores!” Life Application Study Bible Kingsway.
4 Esse pequeno salmo (semelhante em conteúdo a 40: 13-17) foi um apelo de Davi para que Deus viesse rapidamente ajudá-lo. No entanto, mesmo em seu momento de pânico, ele não esqueceu o louvor. O louvor é importante porque nos ajuda a lembrar quem é Deus. Muitas vezes, nossas orações são preenchidas com pedidos para nós e para os outros e esquecemos de agradecer a Deus pelo que ele fez e de adorá-lo por quem ele é. Não subestime Deus, tratando-O como uma máquina automática de vendas. Mesmo quando Davi estava com medo, ele louvou a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
1-3 Davi invoca o socorro divino, a condenação dos seus perseguidores. Bíblia Shedd.
1 Praza-Te. Esta frase foi acrescentada. No hebraico, o salmo começa de forma abrupta: ” Ó Deus, em livra-me”, sugerindo a intensidade da angústia do salmista, como se nâo houvesse suficiente controle da emoção sobre o intelecto que tornasse possível uma construção gramatical completa. CBASD, vol. 3, p. 895.
Deus. Do heb. ‘Elohim. O Salmo 40:6 traz “SENHOR”, Yahweh (ver com. do v.1). CBASD, vol. 3, p. 895.
3 Bem feito! Bem feito! Expressão que indica desprezo e reprovação (ver Sl 35:21). CBASD, vol. 3, p. 823.
4 Pede para que os que conhecem a Deus possam logo ter mais motivos para se regozijar alegremente glorificando ao Senhor. Bíblia Shedd.
Ele ora para que Deus encha o coração dos amigos com alegria. Façamos da obra do nosso Pai nosso grande empreendimento, e do favor do Altíssimo nosso grande deleite e prazer, pois isso é buscá-Lo e amar Sua salvação. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
5 SENHOR, não Te detenhas! (ARA; NVI: “Não te demores!”). A declaração de confiança em Deus (v. 1-4) se torna o clamor de um necessitado, e o poema termina com um tom de angústia. CBASD, vol. 3, p. 895.
Anseia pela ajuda que vem de Deus, e tem pressa nisto, pois não dá valor algum ao socorro que vem da força e sabedoria dos homens pecadores, ignorantes, fracos e falhos, que somos todos nós. Bíblia Shedd.
A fé do salmista continua firme até o fim. Em meio à tristeza, a pessoa pode confiar que Deus vigia sobre ela e dará livramento. CBASD, vol. 3, p. 824.
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“Eu sou pobre e necessitado; ó Deus, apressa-Te em valer-me, pois Tu és o meu amparo e o meu libertador. Senhor, não Te detenhas!” (v.5).
Em suplicante prece, Davi expressou, em poucas palavras, a sua urgência em ser socorrido. Isso exemplifica bem o que acontece quando alguém está em situação de emergência. A depender da situação, as palavras devem ser poucas e ir direto ao ponto. Às vezes, elas são abafadas pelo grito ou pelo choro, o que também não deixa de ser um pedido de socorro. Em nossa condição vulnerável diante do acusador que constantemente nos assedia, somos pobres e necessitados do cuidado de Deus. E precisamos de Seu auxílio e proteção.
A atual conjuntura do mundo tem revelado isso, e a intensidade do clamor do salmista deve ser a nossa, diante dos colapsos que têm despertado a curiosidade até mesmo de professos ateus, pelas profecias bíblicas. Aos que buscam a Deus e amam a Sua salvação é tempo de se alegrar e de declarar com a vida: “Deus seja magnificado!” (v.4). Como Paulo, aprender a viver o dualismo cristão: “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10). Porque é impossível não se entristecer com os estragos da pandemia, mas também é impossível não se alegrar em saber que o nosso Senhor e Salvador está às portas.
Estamos vivendo em dias de misericórdia, prorrogados pela longanimidade de Deus (2Pe.3:9). Com ódio homicida, Satanás tem lançado seus dardos inflamados e ninguém escaparia não fosse pela armadura confeccionada na cruz, e disponível a todo aquele que crê. Jesus está revestindo com Sua armadura os Seus servos que com lágrimas e agonia de espírito têm clamado por Sua ajuda. Como na cruz Jesus disse em forte brado: “Está consumado!” (Jo.19:30), Ele está prestes a erguer o brado que encerrará a história do pecado: “Feito está!” (Ap.16:17).
De que lado nos encontramos, hoje, no grande conflito? Que possamos permitir a ação transformadora do Espírito Santo em nossa vida e aguardemos vigilantes, e anelantes pela vinda do nosso Libertador.
Por favor, “Senhor, não Te detenhas!” (v.5).
Vigiemos e oremos!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo70 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 70 – Os homens que falam em nome de Deus podem até enganar, mas Deus não engana ninguém. “Deus não prometeu dias sem dor, risos sem sofrimentos e sol sem chuva. Ele prometeu força para o dia, conforto para as lágrimas e luz para o caminho” (Gabito Nunes).
Alguém disse que Deus poderia ter mantido José fora da cadeia, evitado que os três jovens hebreus fossem jogados na fornalha ardente, Daniel fora da cova dos leões, evitado que Jeremias fosse lançado num poço de lama, impedido os três naufrágios de Paulo, – mas não o fez. Ele permitiu que esses problemas ocorressem porque são nos períodos de sofrimento e provação que aprendemos a tornar as nossas orações mais sinceras, autênticas e honestas para com Deus. Quando sentimos dor física e emocional, não temos disposição para orações superficiais. Se você está passando por momentos difíceis é porque agora é a hora de você deixar tudo que te afasta de Deus. E oferecer ao Senhor a sua sinceridade e permitir que o Seu poder te transforme em tudo aquilo que ele sonhou para tua vida.
1. Se você tem pressa da ajuda divina, fale exatamente isso a Deus, urgentemente (v. 1).
2. Conte os desejos de teu coração, diga-lhe claramente que você quer que os que te humilham sejam humilhados e os que te desprezam sejam arruinados (v. 2).
3. Revele teu sentimento de vingança a Deus, tire todo entulho de teu coração desabafando tudo com Deus (v. 3).
4. Não esqueça de interceder pelos que buscam a Deus desejando-lhes bênçãos; quem sabe teus adversários O busquem, se arrependam e sejam salvos assim como você (v. 4).
5. O servo de Deus, muitas vezes é pobre e necessitado, carente de socorro; entretanto, é sincero e humilde para buscar a fonte certa: O Deus poderoso (v. 5).
As páginas da vida são misteriosas. Há capítulos alegres e tristes, empolgantes e decepcionantes. Contudo, não dá para rasgar páginas, nem pular capítulos. Melhor do que você criar tua história, é deixar que Deus a escreva; somente assim o final será eternamente feliz.
Entregue sentimentos negativos a Deus para que tuas ações sejam positivas. Deixe Deus ser o teu Deus. Tua vida será melhor!
Portanto, peça que Deus escreva tua história! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO SALMO 69 – Leia a Bíblia antes
SALMO 69 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/69
À luz da instrução de Jesus para que amemos os nossos inimigos, como devemos lidar com os salmos nos quais os inimigos são amaldiçoados? Davi, apesar de sua vida de dedicação a Deus, ainda não havia chegado a compreender de uma maneira experiencial de que abençoar é melhor do que amaldiçoar. Muitos capítulos de sua vida teriam sido bem menos estressantes se Ele tivesse aprendido a confiar em Deus completamente, deixando com Ele a tarefa de julgar e condenar seus inimigos.
Nossa antipatia para com nossos detratores os afeta menos do que afeta a nós. O perdão de Jesus a Seus algozes (“…porque eles não sabem o que fazem… “), não os tornaram bons. Eles ainda irão enfrentar o seu castigo. O perdão refletiu a atitude de pena de Jesus por eles. Quando perseguido, a atitude de perdão pode trazer paz. Ele coloca você acima da dor, da autopiedade, da dúvida. No devido tempo os maus serão julgados e condenados por Deus, portanto você não precisa gastar suas energias odiando-os e amaldiçoando-os.
Talvez você esteja passando por uma situação em que pessoas estão lhe difamando e perseguindo. Abra o seu coração a Deus. Revele a Ele os seus sentimentos mais profundos, incluindo os negativos. Mas, ao mesmo tempo, siga o caminho superior apontado por Jesus. O caminho da confiança em Deus e do perdão aos inimigos.
Outra importante lição que extraímos deste Salmo é que os sofrimentos que passamos foram também experimentados por Jesus. Temos um intercessor que nos ama com amor eterno e de uma maneira que jamais entenderemos. Ele trilhou o caminho que hoje estamos passando e, portanto, nos compreende, consola e pode nos dar a vitória contra o mal.
Gordon Christo
India
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=793 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/01/08/salmo-69-2/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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775 palavras
O Salmo 69 é o lamento de um homem afligido e atormentado pela hostilidade de seus companheiros, que sofre por causa de sua fé em Deus. Embora o salmista descreva seu próprio sofrimento, escritores do NT demonstraram que várias passagens se aplicam tambem a Cristo, que sofreu sem ter pecado. Paulo confirma que Davi é o autor deste salmo (Rm 11:9). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 892.
1 Salva-me. No v. 1 está a tônica do salmo. CBASD, vol. 3, p. 892.
2 Que não dá pé. Isto é, “sem chão para pisar”. CBASD, vol. 3, p. 892.
Corrente. Do heb. shiboleth, “uma corrente de ‘agua”, traduzido como “ribeiro” em Isaías 27:12. Shiboleth é a palavra que os efraimitas não foram capazes de pronunciar quando confrontados por Jefté. CBASD, vol. 3, p. 892.
3 Clamar. Do heb. qara’, pedir auxílio. CBASD, vol. 3, p. 892.
Secou-se-me. Isso de tanto falar (ver com. do Sl 22:15). CBASD, vol. 3, p. 892.
4 Os que, sem razão, me odeiam. Jesus usou estas palavras para falar de Si mesmo (ver Jo 15:25). CBASD, vol. 3, p. 892.
6 Por minha causa. O salmista promete não fazer nada que envergonhe os filhos de Deus. O princípio enunciado aqui é um excelente lema para uma conduta cristã digna. Jamais se deve fazer algo que venha desonrar a causa de Deus. CBASD, vol. 3, p. 892.
7 Por amor de Ti. A causa real era a devoção do salmista a Deus. Os percadores desprezam os que servem a Deus (ver MDC, 32). A conduta dos filhos de Deus envergonha os ímpios. CBASD, vol. 3, p. 893.
8 Tornei-me estranho a meus irmãos. Com este versículo e também com os v. 9 e 20, Cristo predisse, por meio de Davi, o tratamento que Ele receberia na Terra (ver AA, 225). CBASD, vol. 3, p. 893. CBASD, vol. 3, p. 893.
Aos filhos de minha mãe. Numa sociedade como a dos hebreus, filhos de um mesmo pai com frequência não tinham a mesma mãe (ver Sl 50:20). CBASD, vol. 3, p. 893.
9 O zelo da Tua casa. O santuário é o objeto do zelo do salmista. Davi demonstrou seu zelo ao trazer a arca para o monte Sião (ver 2Sm 6:12-19) e ao desejar construir uma habitação permanente para o Senhor em Jerusalém (ver 2Sm 7:2). fez o mesmo ao reunir material para a construção que não lhe foi permitido erigir (ver 1Cr 28:14-18; 29:2-5). e ao instruir Salomão com respeito ao templo (1Cr 28:9-13). Quando Jesus expulsou os cambistas e os mercadores do templo, os discípulos se lembraram do que foi escrito dEle: “o zelo da Tua casa me consumirá” (ver Jo 2:16; DTN, 158; AA, 225). Na obra de Deus não existe lugar para servos displicentes. CBASD, vol. 3, p. 893.
As injúrias. Paulo aplicou esta passagem a Cristo, que “não agradou a Si mesmo”(ver Rm 15:3; cf. Sl 89:50, 51; Jr 20:8). CBASD, vol. 3, p. 893.
11 Escárnio. Do heb. mashal, “dito proverbial” ou “zombaria”; traduzido como “ditado”no Sl 44:14. CBASD, vol. 3, p. 893.
12 Os que à porta se assentam. Pode ser uma referência aos magistrados (ver com. de Rt 4:1), que se uniam à ralé para ridicularizar o salmista, ou uma alusão aos preguiçosos que se sentavam junto às portas da cidade (ver com. do Sl 9:14). CBASD, vol. 3, p. 893.
Beberrões. Literalmente, “bebedores de bebida forte”. O salmista era tema de zombaria de canções satíricas e obscenas de homens embriagados (ver Sl 35:15, 16); ele era alvo de zombaria nas piadas mais baixas (ver Jó 30:9). CBASD, vol. 3, p. 893.
13 Em tempo favorável. Literalmente, “tempo de favor”. CBASD, vol. 3, p. 893.
17 Responda-me depressa. O salmista não tem dúvidas de que irá perecer se não receber logo auxílio. CBASD, vol. 3, p. 893.
20 Opróbrio. Os v. 20 e 21 tem aplicação messiânica (ver Mt 27:34, 48; DTN, 746; AA, 225; PR, 691). CBASD, vol. 3, p. 893.
Por piedade. Comparar com Is 63:5. No Getsêmani o Salvador desejou que alguém o amparasse no Seu sofrimento (ver DTN, 687, 688). Mais tarde, foi abandonado por todos os discípulos (ver Mt 26:56; Mc 14:50). O versículo expressa completa solidão. CBASD, vol. 3, p. 894.
21 Alimento. Do heb. baruth, “pão da consolação”, cujo significado é o alimento fornecido ao enlutado por seus amigos. O emprego da palavra enfatiza a hipocrisia da atitude de seus inimigos. CBASD, vol. 3, p. 894.
Fel. Do heb. ro’sh, “erva venenosa”, traduzido como “veneno”(Dt 32:33; Jó 20:16) e “erva venenosa”(Os 10:4). Segundo Marcos 15:23, o “fel” oferecido a Jesus eera mirra. CBASD, vol. 3, p. 894.
22 Sua mesa torne-se-lhes. O v. 22 dá início a uma série de imprecações que continua até o v. 28. CBASD, vol. 3, p. 894.
25 Morada. O salmista ora para que a morada de seus inimigos seja assolada e que eles pereçam. Este texto se aplica ao cargo que Judas ocupava (ver At 1:20). CBASD, vol. 3, p. 894.
31 Um boi ou um novilho. O mais perfeito sacrifício levítico não se compara ao sacrifício de um coração agradecido. CBASD, vol. 3, p. 894.
32. Reviva. Isto é, seja encorajado, reavivado (ver Sl 22:26). CBASD, vol. 3, p. 894.
34 Céus. O chamado para louvar a Deus inclui toda a criação. CBASD, vol. 3, p. 894.