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Nossos pecados impendem-nos de avançar em direção ao Céu. Pecados surgem de forma inesperada, inclusive em profetas verdadeiros. Quem procura perfeição em seres humanos afogará em profundas decepções.
Logo após a caminhada do povo de Deus à Terra Prometida, Moisés lidou com três tipos de reclamações: Uma relacionada com dificuldades, outra com alimentação e, agora, com a liderança. A reclamação surgiu da profetisa Miriã e do sumo sacerdote Arão. Todas as reclamações atraíram o juízo divino.
Deus ama Seus servos, sejam estes mansos ou indisciplinados. Deus age para salvar os irreverentes e proteger aos mansos. Veja abaixo três reações de Deus frente à reclamação infundada de Arão e Miriã:
1. Deus ouviu atentamente a confusão que Miriã e Arão estavam causando com suas palavras proferidas irracionalmente contra Seu servo Moisés, irmão deles (vs. 1-5);
2. Deus advertiu rigorosamente àqueles que provocavam confusão com suas reclamações, mesmo sendo líderes espirituais de alto nível (vs. 6-9);
3. Deus julgou e castigou Miriã por ter influenciado Arão a murmurar contra seu irmão (vs. 10-16).
O povo perdeu uma semana aguardando Miriã recuperar-se e purificar-se da lepra causada pelo “pecado tolo e impensado” (vs. 11, 16). A murmuração/reclamação é uma peste diabólica que atinge qualquer pessoa, e Deus não é tolerante com tal pecado mesmo que seja de Sua profetisa, como era Miriã.
Portanto, a MURMURAÇÃO…
• …de um líder espiritual afeta todo o povo de Deus;
• …impede o crescimento, avanço e desenvolvimento do povo de Deus;
• …causa indignação em Deus;
• …é um atraso de vida;
• …é pecado!
• …não fica sem punição de Deus…
Deus é misericordioso! Arão intercedeu diante de Moisés, e Moisés intercedeu perante Deus. Como resultado, Miriã foi perdoada (embora precisou ser disciplinada com lepra).
Pergunto, que razão tinha Miriã para reclamar? O que a esposa de Moisés fez contra ela? Qual era realmente a raiz do problema? Creio que Miriã ficou chateada por não ter sido consultada quanto à divisão de responsabilidade aos 70 líderes realizada por Deus, visando aliviar a carga de Moisés (11:24-25).
Miriã estava com o ego ferido… Contudo, Deus a curou/salvou! Se você anda reclamando, deixe Deus curar-te/salvar-te também para que não sejas um atraso de vida para Seu povo!
Insatisfação sempre é a mãe da reclamação. Busque restauração espiritual! – Heber Toth Armí.
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“Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra” (v.3).
De todas as virtudes do Espírito Santo, a mansidão ganhou destaque na vida de Moisés. Uma prova inequívoca da transformação realizada por Deus em sua vida. Aquele que matou um egípcio e o enterrou na areia e que enxotou sozinho os algozes das filhas de Jetro, mostrou que a influência de uma real comunhão com Deus produz o divino fruto no caráter. Moisés tornou-se, portanto, um padrão de mansidão. Seu tato para com o povo era sempre pacífico e suas palavras, ainda que por vezes de advertência, eram carregadas de uma santa paz. A atmosfera que o cercava promovia um respeitoso temor entre o povo e ninguém ousava duvidar de sua eleição divina. Ninguém, não fosse a inveja e a cobiça de seus próprios irmãos.
Escolhido como chefe espiritual da nação, sumo sacerdote do templo de Deus, Arão era responsável por reger as atividades no santuário. E, juntamente com Miriã, viram em Zípora, mulher de Moisés, a desculpa para alimentar seus amargos sentimentos. A liderança mosaica despertara neles a insatisfação de terem que submeter-se a seu irmão mais novo. É provável que Miriã tenha sido a parte que instigou a dúvida e semeou a intriga no coração de Arão. O castigo que lhe foi aplicado deixa isto evidente.
Além de enfrentar, todos os dias, os ânimos acalorados do povo, Moisés teve de lidar com a sedição de seus próprios irmãos. Instigado por Miriã, Arão poderia ter resistido às suas ruins suspeitas, mas, semelhante à sua fraqueza ao confeccionar o bezerro de ouro, permitiu ser influenciado mais uma vez. Convocados pelo Senhor para um encontro particular, os três irmãos foram à tenda da congregação. Primeiro, Deus separou Moisés de seus irmãos, chamando apenas Arão e Miriã para que se apresentassem diante dEle. O sofrido líder fora poupado da conversa que resultou na lepra de sua irmã.
A respeito do protesto dos irmãos, “o Senhor o ouviu” (v.2). Nada há encoberto que o Senhor não tenha conhecimento. Antes mesmo que aquele comentário inicialmente tímido se revertesse em mais um fardo sobre Moisés e resultados desastrosos sobre os próprios envolvidos, Deus cuidou de cortar o mal pela raiz. Moisés não era somente um profeta, mas um amigo do Senhor. “Boca a boca” (v.8) e face a face conversava com Deus. Arão e Miriã sentiram suas faces empalidecerem diante do questionamento divino: “como, pois, não temestes falar contra o Meu servo, contra Moisés?” (v.8). E, diante da praga instantânea de Miriã, rogando a Moisés que intercedesse a favor dela, Arão só pôde concluir: “loucamente procedemos e pecamos” (v.11).
Sutilmente, o inimigo lança mão de seus agentes humanos para instigar a inveja, a intriga e a fofoca. Diálogos duvidosos, conversas influenciadoras e comentários maldosos dão o start na contenda entre irmãos. Eis um problema que não escolhe classe social, grau de parentesco ou idade. Basta haver duas pessoas unidas na mesma disposição de criticar alguém que rapidamente é submetido a “júri popular”. Este tem sido um dos principais agravantes da queda espiritual na igreja de Deus, enquanto há multidões famintas da Palavra e do amor de Cristo através de Suas testemunhas.
Há um mundo que geme com grandes dores espirituais, físicas e emocionais. Perderemos tempo e colocaremos em risco a nossa salvação e de outros para reclamar posições e direitos que não nos pertencem? Gastaremos os instantes finais que ainda temos alimentando a nossa natureza carnal? Ou, como Moisés, nos submeteremos à enlevadora influência do Espírito Santo a nos moldar o caráter para a glória de Deus? Oh, amados, a maledicência é uma lepra cujas chagas consomem a alma, condenando-a à ruína eterna!
“Ó Deus, rogo-Te” (v.13), que o Senhor cure o Teu povo desta praga maldita e o recolha de volta ao Teu aprisco como povo “mui manso” (v.3)! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5).
Bom dia, mansos do Senhor!
Dez dias de oração, 5° dia: Oremos pelo reavivamento da liderança da igreja e por nossos amigos especiais de oração. Peço que oremos também pelos enlutados.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números12 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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953 palavras
1-16 A murmuração de Miriã e Arão contra Moisés. Os dois eram mais velhos que Moisés e, por pretensões em assuntos de família, estavam dispostos a desafiar a autoridade de Moisés. Deus, porém, não deixa de punir os que maltratam e desrespeitam Seus servos. Bíblia Shedd.
1 Falaram. Este verbo está no feminino e no singular, indicando que Miriã foi a instigadora. “Ela falou”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 935.
cuxita (ARA; NVI: “mulher etíope”). A crítica contra a mulher era mero pretexto; o seu enfoque era o dom profético de Moisés e seu relacionamento especial com o Senhor (v. 2). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Alguns estudiosos tem entendido que este verso indica que Moisés tomou uma mulher africana negra, em adição a sua esposa midianita, Zípora(Êx 2:16, 21), ou após a sua morte. Contudo, o texto bíblico não relata a morte de Zípora e Moisés recentemente conversara com seu cunhado midianita (Nm 10:29). Outra possibilidade é que “mulher etíope/cuxita” fosse uma declaração racial contra Zípora, cuja pele seria mais escura do que as dos israelitas. Andrews Study Bible.
O pai de Zípora era, na verdade, midianita (Êx 2:16-19; 3:1) e, portanto, descendente de Abraão(Gn 25:1, 2; PP, 383). Ao se unir a Moisés no monte Sinai … Zípora observou o pesado fardo que seu esposo carregava e expressou a Jetro seu temor pelo bem-estar de Moisés. Por esse motivo, Jetro aconselhou o genro a escolher outros para compartilhar com ele as responsabilidades da liderança. Quando Moisés seguiu esse conselho sem consultar Miriã e Arão, estes ficaram com inveja e culparam Zípora pelo que julgaram ser uma desconsideração de Moisés com eles (ver PP, 383). O fato de Zípora ser midianita, muito embora adorasse o Deus verdadeiro, foi apenas uma desculpa usada por Miriã e Arão para se rebelar contra a autoridade de Moisés. ele não violara o princípio de não se casar com pagãos quando a tomou como esposa, conforme alegava a acusação feita. CBASD, vol. 1, p. 935.
Não tendo achado falta no modo como Moisés liderava o povo, eles escolheram criticar sua mulher.Ao invés de enfrentar o problema diretamente, tratando diretamente com sua inveja e orgulho, escolheram criar um afastamento da verdadeira questão. Quando você se encontrar em meio a uma desavença, pare e pergunte a si mesmo se você está discutindo sobre a real questão ou se você está produzindo uma cortina de fumaça ao atacar o caráter de alguém.Se você está sendo injustamente criticado lembre-se que seus críticos podem estar receosos de enfrentar o verdadeiro problema. Não tome este espírito de crítica pessoalmente. Peça a Deus que o ajude a identificar o problema real e trate com ele. Life Application Study Bible.
2 Também não tem Ele falado por meio de nós? É claro que sim. Mq 6.4 fala de Moisés, de Arão e de Miriã como a provisão misericordiosa de Deus para Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Aqui estava a questão primária: poder. … Ao desprezar a sua escolha de esposa, eles tentaram rebaixá-lo ao seu nível. Andrews Study Bible.
3 manso. Esta mansidão ou humildade é uma virtude necessária para a vida cristã. … Aos que dizem que a humildade não permitiria a Moisés escrever isto a seu próprio respeito, respondemos que o dever de Moisés de transmitir uma parte da Palavra de Deus não se coadunaria com a modéstia que alterasse os fatos da história. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Isto explica porque ele não procurou defender a si mesmo, mesmo tendo falado poderosamente, honrado por Deus em muita ocasiões. A humildade de Moisés era notável, considerando que ele havia sido um príncipe do Egito (Êx 2). Ele havia perdido sua auto confiança durante décadas no exílio, cuidando de ovelhas (Êx 3-4). Toda a sua confiança estava em Deus. Esta foi a chave de seu sucesso como líder. Andrews Study Bible.
Só um homem manso sabe ser submisso a Deus e a seus subordinados, ao mesmo tempo em que exerce corajosa e dinâmica liderança. Não há lugar na obra do Senhor para um líder que pensa ter o privilégio de dominar sobre seus colaboradores, agindo como ditador. CBASD, vol. 1, p. 935.
6-8 A forma poética dessas palavras acrescenta-lhes um ar de solenidade. Fica clara a lição dessa poesia: todas as visões proféticas genuínas provêm do Senhor, mas no caso de Moisés a sua posição e a sua fidelidade ressaltam o seu relacionamento especial com o Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 falar contra o Meu servo. O grande erro de Miriã foi a falta de respeito por uma autoridade constituída – neste caso pelo próprio Deus – e a rebelião contra a mesma. CBASD, vol. 1, p. 936.
10 Miriã achou-se leprosa, branca como a neve. O fato de Miriã ser mencionada antes de Arão no v. 1 sugere que ela fora a instigadora da crítica contra Moisés. Por ter sido a “primeira dama de Israel” (ver Êx 15:20-21), provavelmente tenha sentido ciúmes da esposa de Moisés. A punição divina de Miriã foi uma doença que tornou sua pele como neve (“branco/branca” não se encontra no original em hebraico) porque estava como se tivesse escamas (comparar com Lv 13; 2Rs 5:27; 2Cr 26:19-21). A punição por desprezar uma pele escura foi adequada ao crime. Andrews Study Bible.
12 como um aborto. Ou seja, condenada a morrer. Ela foi afastada como se fazia com os criminosos. CBASD, vol. 1, p. 936.
14 depois. O v. 14 informa que Miriã poderia voltar para o arraial uma semana depois de ter sido acometida de lepra. Isso indica que ela foi curada imediatamente (ver v. 13) e logo em seguida começou o ritual de purificação (Lv 13:4). CBASD, vol. 1, p. 936.
Uma semana era o tempo que ela deveria ser excluída se seu pai tivesse cuspido em sua cara. Quanto mais ela merecia por ter agido incorretamente contra Deus! Mais uma vez, o Senhor foi misericordioso ao não aplicar uma disciplina efetiva. Life Application Study Bible.
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Uma Experiência Mais Profunda
DIa 6 — O DOM DO ARREPENDIMENTO
“Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Ped. 5:6).
O Sr. G era um professor respeitado em um pequeno internato nas colinas na parte leste do estado americano de Washington. Esta escola ensinava não apenas os princípios de leitura, escrita, matemática e habilidades vocacionais, mas também os fundamentos da vida cristã prática. Os alunos aprendiam a dar estudos bíblicos, pregar em reuniões evangelísticas e a liderar em suas igrejas domésticas ensinando a lição da Escola Sabatina, pregando sermões e realizando atividades comunitárias. O Sr. G foi parte vital dessa educação.
O Sr. G ensinava utilizando o livro Caminho a Cristo para a sua classe bíblica da última série do ensino médio. Ele usava métodos práticos para impressionar na mente de seus alunos a simplicidade do evangelho, e seu objetivo era que eles entendessem os princípios de como andar com Jesus e permanecer nele diariamente. Sua vida era um testemunho do poder de Deus, e ele enfatizava nas mentes de seus alunos a importância de começar o dia com Cristo. “Consagrai-vos a Deus pela manhã; fazei disto vossa primeira tarefa. Seja vossa oração: ‘Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite que toda a minha obra se faça em Ti.’” (Caminho a Cristo, p. 70).
O Sr. G ensinava não só a classe bíblica, mas também carpintaria para meninos da primeira série do ensino médio. A aula era dividida em duas seções. Primeiro, eles estudavam um livro; Em seguida, eles aplicavam o que tinham aprendido de maneira prática. Um dia durante a aula, o Sr. G estava ajudando três garotos a construir uma parede de sustentação, enquanto outros três brincavam de luta em uma pilha de madeira. O Sr. G pediu aos meninos para ficarem longe da pilha, uma vez que algo poderia cair e ferir alguém. Os meninos continuaram a lutar na pilha e quando ele foi falar com eles, uma grande prancha caiu em seu pé. Ele dançou de dor, segurando o pé. Os meninos, achando isso muito engraçado, riram, apontando para ele. Instantaneamente, o Sr. G ficou com raiva. Palavras flamejantes fluíam de seus lábios. Como Moisés, que perdeu a paciência com os filhos de Israel, ele perdeu a paciência diante de seus alunos.
Correndo a um escritório próximo, o Sr. G clamou a Deus: “Eu estraguei tudo, Senhor! Não posso mais ensinar!” Silenciosamente, a terna misericórdia e compaixão de Jesus consolou seu coração, trazendo arrependimento. “Muitos que são realmente conscienciosos, e que desejam viver para Deus, são por ele muitas vezes levados a demorar o pensamento em suas próprias faltas e fraquezas, e assim, afastando-os de Cristo, esperam alcançar a vitória. … Repousai em Deus. Ele é capaz de guardar aquilo que Lhe confiastes. Se vos abandonardes em Suas mãos, Ele vos tornará mais que vencedores por Aquele que vos amou.” (Caminho a Cristo, p. 71). Enquanto estava orando, lhe veio o pensamento: “Você não pode ficar neste escritório o dia todo; você deve ir e dizer àqueles garotos que você Me representou erradamente por suas ações.” Humilhado, ele retornou para os garotos, que estavam do lado de fora e assumiu sua culpa por sua explosão.” Eu não representei corretamente Jesus para vocês hoje, e sinto muito”, ele se desculpou. Os meninos tentaram consolá-lo dizendo: “Tudo bem! Todo mundo faz isso. É normal!”
O próximo período de aula para o Sr. G naquele dia foi a Bíblia. Ele tinha falado que seus alunos lessem o quinto capítulo de Caminho a Cristo, “Consagração”, e escrevessem um pensamento que os impressionasse. Quando ele entrou em sua sala de aula, ele não se sentiu emocionalmente preparado para ensinar. Os estudantes entraram e sentaram-se, e uma das meninas colocou sua tarefa em sua mesa. O Sr. G olhou para baixo e seus olhos captaram uma frase: “Vossa esperança não está em vós mesmos; está em Cristo” (Caminho a Cristo, p. 70). Essa frase era exatamente o que ele precisava.
Anos depois, ele recebeu uma carta de um desses rapazes. “Eu sei que o sr. não estava orgulhoso de suas ações naquele dia na aula de carpintaria”, dizia a carta, “mas eu quero que saiba que o seu exemplo de se humilhar e fazer as coisas direito, se desculpando conosco, falou muito ao meu coração. Agora que sou pai, tive que pedir muitas vezes a meus filhos que me perdoassem quando falhei e, por causa do seu exemplo, isso me ajudou a ser um pai melhor”. “Muitas vezes, teremos de prostrar-nos e chorar aos pés de Jesus, por causa de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar. Mesmo quando somos vencidos pelo inimigo, não somos repelidos, nem abandonados ou rejeitados por Deus. Não; Cristo está à destra de Deus, fazendo intercessão por nós.” (Caminho a Cristo, p. 64).
FORMATO SUGERIDO PARA O MOMENTO DE ORAÇÃO
Louvor
- Senhor, nós te louvamos pelo nosso Advogado, Jesus Cristo, que intercede em nosso favor.
- Nós te louvamos porque podes transformar nossa derrota em vitória.
- Nós te louvamos, Senhor, porque mesmo que caiamos, não somos por Ti deixados no chão e abandonados.
Confissão
- Senhor, por favor, mostre-nos as áreas em nossas vidas que precisam do Seu Espírito suavizador e refinador.
- Perdoa-nos quando perdemos nossa paciência com os outros e falamos palavras iradas ou apressadas.
- Por favor, dê-nos a sua força para pedir desculpas quando tivermos maltratado os outros.
Súplica e Intercessão
- Senhor, pedimos-lhe que nos dê o Seu espírito de paz ao nos confrontarmos com irritações.
- Oramos pelas 8.208 escolas adventistas e seus quase 2 milhões de estudantes. Que essas escolas sempre ensinem a verdade bíblica e conduzam os jovens à missão e serviço.
- Senhor, dá-nos sabedoria para alcançar culturas seculares que não têm interesse em religião. Que o Seu Espírito Santo quebre as paredes que cercam os corações seculares.
- Oramos pelos grupos de povos não alcançados na Ásia, incluindo muçulmanos, budistas e hindus. Muitos nunca ouviram o nome de Jesus. Dê-nos sabedoria especial para atender às suas necessidades.
- Abençoa-nos quando alcançamos pessoas escravizadas pela adoração espiritual, idolatria e crenças animistas. Ajude-nos a entender sua cosmovisão e a apresentá-los a um Salvador pessoal.
- Senhor, por favor, inspire os adventistas do sétimo dia em todo o mundo a orarem como nunca antes. Que supliquemos juntos pela chuva serôdia do Espírito Santo. Pedimos-lhe o cumprimento prometido de Joel 2, Oséias 6 e Atos 2.
- Oramos pelos 541 grupos de pessoas nos 18 países da Divisão da África Austral-Oceano Índico. Por favor, leve-os à verdade bíblica.
- Mostre-nos como atender às necessidades práticas e espirituais dos refugiados. Que nossa igreja seja conhecida por nosso amor por todas as pessoas, não importando quem são ou de onde vêm.
- Que possamos proclamar fiel e plenamente as mensagens dos três anjos de Apocalipse 14. Que possamos centralizar todos os nossos ensinamentos no amor e na justiça de Cristo.
- Também oramos pela nossa lista de sete ou mais pessoas [cite os nomes, se apropriado].
Ação de Graças
- Obrigado, Senhor, porque és capaz de nos impedir de cair (Judas 24).
- Obrigado pelo arrependimento, perdão e reconciliação.
- Agradecemos pelo exemplo de serviço que Cristo nos deixou. Por favor, nos dê a força para imitá-Lo.
CANÇÕES SUGERIDAS
“Just When I Need Him” (SDA Hymnal #512); “I Must Tell Jesus” (SDA Hymnal #485); “Whiter Than Snow” (SDA Hymnal #318) [Nenhuma com versão para português no HASD]
PROMESSAS A REIVINDICAR EM ORAÇÃO
- “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. (1 João 1:9).
- “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 João 2:1).
Este texto em PDF: K 2019 Dia 6 O Dom do Arrependimento
Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-11/
Depois de tudo o que Deus tinha feito para satisfazer a todas as necessidades de seus filhos israelitas, eles se envolveram no ato verdadeiramente terrível de se queixar. Sabemos que o comportamento de alguns da borda do acampamento foi particularmente ruim, porque o Senhor teve que intervir e destruir aqueles que mais se queixaram.
Possivelmente teríamos sido mais indulgentes com os reclamantes, mas Deus conhecia o coração das pessoas. Como se pode ver, as pessoas não só se queixaram sobre as circunstâncias do momento, mas eles queriam voltar para o Egito. Eles valorizaram mais a cebola, o alho, e os peixes que tinham no Egito do que os atos maravilhosos de Deus para a salvação.
Na verdade, Deus tolera uma enorme quantidade de reclamações. Em Números 11, Moisés mesmo reclama amargamente e duvida do poder de Deus para fornecer carne para satisfazer o desejo de um número tão grande de pessoas. Deus o ouviu e então decidiu intervir, resolver os problemas de Moisés, e dar ao povo o que eles queriam. Mas aquilo que as pessoas queriam gerou algumas más consequências.
O contraste entre os dois tipos de queixas, a de Moisés e a do povo, deveria nos dar conforto. Às vezes, servos fiéis de Deus simplesmente não aguentam mais. Deus remove suas cargas. Por isso devemos ser gratos.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/11
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Reclamar parece bom no momento, entretanto, o resultado deve conduzir-nos a rejeitar a reclamação. Reclamação oriunda da insatisfação com as bênçãos divinas é afronta a Deus, resultando em destruição.
Este capítulo será dividido com base em três termos extraídos do texto:
1. TABERÁ significa ‘incêndio’: Logo no início da viagem à Terra da Promessa, o povo, ao invés de alegrar-se, “começou a murmurar da vida difícil”; consequentemente, a ira de Deus “se ascendeu. Então, irrompeu um fogo que queimou as extremidades do acampamento”. O incêndio cessou quando procuraram a Moisés e ele intercedeu perante Deus (vs. 1-3).
2. POPULACHO eram estrangeiros entre o povo de Deus: Estes estrangeiros eram incrédulos que influenciavam os crentes infantis. Eles começaram a reclamar de falta dos prazeres do Egito quando tinham a sua disposição comida do Céu gratuita. “Moisés ouviu a queixa, todas aquelas famílias reclamando à porta das tendas, e a ira do Senhor se ascendeu”. Reclamar de Deus significa rejeitá-lo! Ele atende a reclamação para demonstrar que ela resulta em maldição (vs. 4-29).
3. QUIBROTE-HAVAATÁ significa ‘túmulos da luxúria’: Assim que Deus enviou carne de codornizes aos montes para os pidões/reclamões/insatisfeitos, “mal tendo engolido o primeiro bocado, a ira do Eterno se acendeu contra o povo. Ele os feriou com uma praga terrível. Eles chamaram o lugar Quibrote-Hataavá (Túmulo dos desejos). Ali enterraram as pessoas que queriam comer muita carne” (vs. 30-34).
“Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade” (Arthur W. Pinnk). (Leia a tese doutoral de Emilson dos Reis: “A ira de Deus: Um estudo teológico e proposta homilética”).
Aplicações: QUANDO…
• …Deus faz o melhor pelo Seu povo e este almeja pelo pior, Deus pode atender a reclamação para que veja quão idiota é ignorar o que Ele faz.
• …o líder espiritual é pressionado pelos insatisfeitos incrédulos que deveriam ser gratos pelas bênçãos, Deus alivia a carga e distribui suas responsabilidades.
• …os desejos carnais estão acima da vontade divina o resultado sempre será negativo.
• …a incredulidade domina o povo de Deus tendo a reclamação baseada nos desejos perversos, ligados à insatisfação, o fim será a sepultura.
É tempo de reavivar, não de reclamar! Sejamos agradecidos! – Heber Toth Armí.
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“Porém Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o Seu Espírito!” (v.29).
Vivendo como peregrinos no deserto, os filhos de Israel enfrentavam muitas privações, mas o cuidado e o zelo do Senhor para com eles não lhes deixava faltar nada quanto às suas necessidades básicas. A água da rocha e o maná eram uma prévia da fartura que encontrariam em Canaã e deveriam ser motivo de grande gratidão. Acostumados, porém, com os alimentos do Egito, permitiram que seus desejos os dominassem a ponto de assumirem uma atitude de queixa e murmuração. O apetite dominou a razão, acendendo-se assim a ira de Deus como fogo consumidor. Então, Moisés orou pelo povo e “o fogo se apagou” (v.2).
Em frente à tenda de Moisés, família após família apresentava a sua queixa e, com lágrimas, expressava o seu desejo pelos alimentos da terra do exílio. Vendo Moisés que novamente a ira de Deus se acendera contra o povo, com o coração quebrantado, depôs diante de Deus o seu pesado fardo. O grande líder reconheceu a sua impotência diante da obra de guiar pelo deserto um povo obstinado e rebelde, que conservava em seus corações as coisas do Egito. Pedindo a morte, Moisés demonstrou um alto grau de depressão, pensando ser esta a solução para a sua profunda angústia.
A resposta divina veio em forma de setenta homens designados para auxiliar o grande líder, dividindo com ele as agruras do deserto. Disse o Senhor a Moisés: “tirarei do Espírito que está sobre ti e o porei sobre eles” (v.17). No tempo determinado, “o Espírito repousou sobre eles, [e] profetizaram” (v.25). Dois deles, porém, Eldade e Medade, não foram à tenda da congregação como dito pelo Senhor. Porém, o mesmo Espírito foi derramado sobre eles, de modo que profetizavam no arraial. Josué, “servidor de Moisés” (v.28), entendeu que a atitude daqueles dois era uma espécie de ameaça à liderança de Moisés. Este, no entanto, demonstrou genuíno interesse em que todo o povo pudesse experimentar da suave e confortante companhia do Espírito Santo.
Quando o apetite e as paixões carnais assumem o controle da mente humana, o homem fica limitado a enxergar tão somente o corruptível. Furtado o coração pela cobiça, tornam-se irracionais as suas ambições, frustradas as suas aspirações, entrando em um processo de constante insatisfação. O insuperável Educador utiliza Seus métodos de ensino conforme a necessidade de Seus aprendizes. Contornando o arraial de codornizes, o Senhor não exagerou em Sua provisão, mas deu ao povo exatamente na medida que desejavam. Através de sua glutonaria, Israel experimentou os resultados de permitir que a vontade própria supere “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
Assim como Moisés desejou que o Espírito Santo fosse derramado sobre todo o povo, o Senhor deseja nos dar “o Seu Espírito” (v.29). Mas como apenas setenta homens dentre os filhos de Israel estavam prontos para recebê-Lo, assim também, hoje, poucos têm se preparado para receber a última chuva. Desde o princípio, Satanás tem usado o apetite para desvirtuar o homem da vontade de Deus. Ele bem sabe a intrínseca relação que há entre o corpo e a mente e é especialista em induzir dietas que promovam o vício, a doença e o bloqueio da razão para a clara compreensão do “Assim diz o Senhor”. Há luz suficiente para que não sejamos alvos desta estratégia maligna. Temos aceitado e praticado a luz que nos foi dada?
Não há ruptura entre mente, corpo e espírito. O homem é um ser holístico, e como tal precisa buscar a nutrição ideal de cada aspecto de sua vida. É um processo que requer renúncia, paciência, confiança na provisão de Deus e completa dependência dEle. Segue a orientação de parte da luz que nos foi dada, através de Ellen White:
“Meu irmão e minha irmã, tendes uma obra a fazer que ninguém pode fazer por vós. Despertai de vossa letargia, e Cristo vos dará vida. Mudai vosso modo de viver, de comer e de beber, e vosso sistema de trabalho. Enquanto continuardes no caminho que tendes seguido por anos, não podereis discernir com clareza coisas eternas e sagradas. Vossas sensibilidades estão embotadas, e vosso intelecto obscurecido. Não tendes estado a crescer em graça e no conhecimento da verdade como é vosso privilégio. Não tendes crescido em espírito, mas aumentado em trevas (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p.45).
Aproveite esses dez dias de oração e faça um jejum especial, como fez Daniel: “Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca” (Dn.10:3).
Feliz semana, cheios do Espírito Santo!
Dez dias de oração, 4° dia: Oremos para sermos testemunhas de Jesus em nossa esfera de influência e para que as pessoas com quem estudamos a Bíblia tomem a melhor decisão de suas vidas, a entrega da vida a Cristo por meio do santo batismo.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números11 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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