Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 23 by jquimelli
2 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-23/

As festas do santuário se baseavam no calendário agrícola e se organizavam em torno do número sete e do Sábado. A sequência das festas era: Páscoa e Pães Asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, Dia da Expiação e Tabernáculos (também chamado de Cabanas).

As festas da Páscoa e dos Pães Asmos [ou ázimos, sem fermento ou não levedados] comemoravam o êxodo do Egito – porque o anjo do Senhor passou por cima deles e os poupou – e a massa sem fermento que levaram consigo ao sair.

As festas das Primícias [Primeiros Frutos] e Pentecostes celebravam o início e o fim da safra de grãos da primavera.

Trombetas anunciava a preparação para o Dia da Expiação (ou Julgamento), e Tabernáculos comemorava a sua vida em tendas no deserto e a provisão de Deus e sua aceitação no Julgamento. Cada festa foi projetada para enfatizar o cuidado de Deus e libertação no passado, bem como o Seu amor e disposição no presente.

Nós ainda devemos seguir o que Deus espera de nós hoje, observando momentos pessoais e dias especiais para lembrar o que Ele fez por nós e dar-Lhe graças e louvor pelo Seu amor e graça. E porque Ele é santo, devemos crescer em santidade. Isso só pode ser realizado quando passarmos tempo com nosso Senhor e mantivermos um estreito relacionamento com Ele.

Dean Davis
Atlantic Union College

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de fevereiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
2 de fevereiro de 2019, 0:45
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Deus gosta de festas; mas não das festas que o diabo e os perdidos gostam. Deus gosta de festas nobres, santas e espirituais, muito melhores que as festas carnais. Neste capítulo são mencionadas as sete festas instituídas por Deus:

1. Páscoa;
2. Pentecostes:
3. Dos Tabernáculos;
4. Do dia da Expiação;
5. Das trombetas;
6. Dos pães asmos;
7. Das primícias.

O dia indicado no calendário para cada festa era feriado. Deus quer celebrar conosco. Aparece no texto nove vezes a palavra “festa” e dez vezes “santa convocação”. Nossa satisfação, prazer e motivos de celebração neste mundo de pecado estão em nortear nossa vida nos princípios divinos.

• A festa da Páscoa comemorava a libertação de Israel da escravidão egípcia. Na Bíblia, Jesus instituiu a Santa Ceia em lugar desta festa – cerimônia espiritual que celebra a libertação da escravidão do pecado através da morte de Cristo.

• A festa de Pentecostes – diferente da festa das primícias que era a celebração com os primeiros frutos da terra – era celebrada no final da colheita com manjares, pães e farinhas; relembra que nossa alimentação vem do Senhor.

• A festa dos Tabernáculos/cabanas relembra o tempo de peregrinação no deserto até chegar à Terra Prometida. Deveria nos relembrar que neste mundo somos peregrinos caminhando no deserto desta vida para a Pátria Celestial.

• O dia da Expiação que era a festa das festas, um dia solene de celebração do perdão como fonte em Deus.

• A festa das Trombetas vinha antes do dia da Expiação, visando convocar os religiosos para este encontro especial com o Senhor.

• A festa dos Pães Asmos celebra a vida e ao Autor da vida; Deus não apenas livra da morte, Ele mantém a vida.

• A festa das Primícias adverte-nos que Deus merece sempre o primeiro lugar em nossa vida, pois tudo o que somos e temos vem Dele e devemos tudo a Ele.

Todas as festas eram instrutivas/educativas. Deus as colocou no calendário anual para ensinar salvação ao Seu povo.

Todas as festas apontam para Jesus. Jesus é:

  • a nossa Páscoa,
  • o Pão sem fermento,
  • as Primícias,
  • o Doador do Espírito Santo no dia de Pentecostes,
  • Quem tocará a última Trombeta,
  • Quem morreu para fazer Expiação por nossos pecados
  • quando tabernaculizou/habitou entre nós.

Celebremos o Messias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 23 – Comentado por Rosana Barros  by Ivan Barros
2 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, que proclamareis, serão santas convocações; são estas as Minhas festas” (v.2).


O Senhor estabeleceu um calendário de festas solenes para o Seu povo. Não eram meras convocações, mas “santas convocações”, assembleias separadas para propósitos especiais. Novamente o Senhor reforçou a festa semanal estabelecida na criação, o Seu santo sábado: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gn.2:3). A primeira coisa que os filhos de Israel precisavam ter em mente é que, toda semana, havia um memorial que os fazia lembrar de que desde o princípio ele fora estabelecido pelo Criador como uma bênção à humanidade (Mc.2:27). Em todas as suas moradas, onde quer que colocasse a planta de seus pés, Israel seria o modelo de Deus para o mundo e o descanso semanal de seu labor despertaria a curiosidade dos demais povos, ao perceberem o seu zelo e apreço em observar o sábado como um dia santo. 

No decorrer de cada ano, também havia as festas cerimoniais, na seguinte ordem: Páscoa e festa dos pães asmos, Primícias, Pentecostes, Dia da Expiação e Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas. O que muitos ignoram é o fato de que estas festas representam a cronologia do ministério de Cristo, do plano da redenção. Foi na Páscoa que o Cordeiro de Deus morreu e derramou o Seu sangue para resgatar a humanidade caída, mas, ao terceiro dia, Ele ressuscitou como “as primícias dos que dormem” (v.20). Exatamente no Pentecostes a Sua promessa de enviar-nos o outro Consolador foi cumprida. Conforme estudamos no livro de Daniel, desde 22 de outubro de 1844 estamos vivendo no período profético do Dia da Expiação, quando Jesus passou do lugar Santo para o lugar Santíssimo do santuário celeste (Dn.7:13-14). Aguardamos, portanto, a última festa, a gloriosa convocação, quando o Senhor nos levará não mais para habitar em cabanas, mas em moradas eternas (Jo.14:1-3). 

Não havia uma semana sequer sem que Deus celebrasse com o Seu povo a certeza da futura recriação e nem um ano sequer de que a glória futura seria garantida no “ano aceitável do Senhor” (Is.61:2). Cristo veio e nos garantiu a festa da vitória final. Estamos vivendo em tempo de solene advertência: “afligireis a vossa alma” (v.27). Quantos têm andado trôpegos e errantes na Terra por falta de conhecimento! O Senhor do Céu deseja derramar sobre nós nada menos do que o Seu Espírito, “Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Is.11:2). Mais do que vitórias transitórias, necessitamos clamar pela vitória espiritual em Cristo, pedindo a constante guia do Espírito Santo. “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?” (Lc.11:13). 

Olhem para o mundo, amados. Há motivos suficientes para gemermos diante das abominações que têm sido cometidas. Há aproximadamente dois mil anos, o apóstolo Paulo fez uma lista de nossa condição atual: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes.” (2Tm.3:1-5 NVI). Mas sabem o que é mais assustador? O final deste texto, quando diz: “tendo forma de piedade”. Ou seja, em sua maioria, são religiosos, mas assemelham-se à mesma classe que condenou o próprio Jesus à morte. 

Arde no meu coração o desejo de que, assim como o foi com o servo do profeta Eliseu (2Rs.6:17), os nossos olhos sejam abertos para contemplar o posto do dever dos anjos ministradores de Deus que são “enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Há um grande conflito com forças espirituais invisíveis, e Satanás e seus agentes tem lançado grande medo e dúvida nos corações. Oh, meu irmão e minha irmã em Cristo Jesus, “não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (2Rs.6:16)! Se hoje estamos em vestes de saco e parece que a nossa angústia está a ponto de nos sufocar, creia, em nome de Jesus, “em seu dia próprio” (v.37), o Senhor Se levantará para nos vestir com as vestes festivais da eternidade. 

Que neste sábado você celebre a vitória do nosso Senhor e Salvador e a esperança real de que, muito em breve, “de um sábado a outro” (Is.66:23), adoraremos ao Senhor na eternidade! 

Feliz sábado, herdeiros da vida eterna! 

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico23 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de fevereiro de 2019, 0:05
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1969 palavras

O estudo do santuário e suas festas ocupa, atualmente, uma disciplina semestral completa do curso de teologia. Sua simbologia está diretamente relacionada com o ministério de Jesus. Apresentamos aqui um breve resumo deste conteúdo, através dos comentários selecionados.

2 festas. Ou, “ocasiões determinadas”, incluindo o sábado semanal (v. 3). Andrews Study Bible.

santas convocações (ARA; NVI: “vocês proclamarão”).

sábado do descanso solene. A tradução não imprime a força suficiente que tem o original hebraico. As variantes da tradução aparecem como um “sábado de completo repouso”,”um sábado perfeito”, “um sábado de descanso solene”. O sábado é diferente de todas as outras festas e santas convocações (ver v. 37, 38), pois ele se originou na criação (Gn 2:1-3), enquanto as festa anuais e os “sábados” tiveram sua origem com a nação judaica. O sábado do sétimo dia “foi estabelecido por causa do homem” (Mc 2:27) e, por isso, é um compromisso do homem para sempre. As festas anuais foram feitas para os judeus e cumpriram seu propósito quando o tipo encontrou o antítipo, na cruz de Cristo (Cl 2:16, 17). O sábado do sétimo dia está incorporado à lei de Deus, os dez mandamentos,  Sua constituição para a humanidade. Pelo fato de ter sido criada antes que o pecado entrasse no mundo, a lei permanecerá depois que o pecado não mais existir (Is 66:22, 23). Por outro lado, as festas anuais judaicas eram apenas temporais, locais e de aplicação cerimonial, adequadas às condições da Palestina [tempos de colheita determinados pelas estações do ano], e não para serem aplicadas ao mundo todo. … Todas essas festas serviam a um propósito, e foram adaptadas às condições dos judeus enquanto vivessem na Palestina, antes da vinda do Messias. Todas elas cessaram, mas o sábado do sétimo dia permanece. … Ele [Cristo] acrescentou: “de sorte que o Filho do Homem é SENHOR também do sábado” (Mc 2:28). É o dia que pertence ao Senhor. Ninguém o pode falsificar, pois não tem o direito de fazê-lo. É o “santo dia do SENHOR”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 869.

é sábado do SENHOR. A expressão indica propriedade. Se Deus tivesse falado do primeiro dia da semana como “Meu santo dia” ou “o sábado do SENHOR”, hoje ninguém teria dúvida sobre o significado desse dia. Em vez disso, Ele usa várias expressões sobre o sétimo dia, como Seu. CBASD, vol. 1, p. 869.

Estas são as festas fixas do Senhor (NVI). Repetindo a introdução (v. 2) ao estabelecer o descanso do sábad0 (v. 3) à parte dos festivais anuais que se seguem. O sábado, o fundamento do tempo sagrado, foi estabelecido antes do pecado e antes da nação de Israel. Portanto, é válido para todos os humanos. Mas os festivais anuais eram parte do sistema ritual israelita temporário que prenunciava maiores realidades cumpridas pelo trabalho salvífico de Cristo (Cl 2:16-17; aqui, “sábados” se refere à práticas rituais nos dias de descanso, não basicamente ao repouso sabático semanal. Andrews Study Bible.

5-14 a Festa dos Pães Asmos. Guardava-se separada da Páscoa, apesar de estas festas terem íntima conexão uma com a outra. A Páscoa era celebrada no dia 14 do mês de Nisã, veja 23.5 [modelo da morte de Jesus, que ocorreu entre o por-de-sol de quinta e o de sexta], enquanto a festa dos pães asmos começava no dia 15 e continuava durante sete dias. Juntas formavam uma festividade dupla, assim como também é o caso da festa dos tabernáculos, juntamente com o dia da expiação. No tempo de Jesus, as festas da Páscoa e dos Pães Asmos já eram tratadas como uma só, Mc 14.1, 12; Lc 22.1. Isto se devia, sem dúvida, ao fato de não haver intervalo entre as duas destas, e também porque ambas celebraram a mesma libertação do Egito, Êx 12.1-28. Bíblia Shedd.

a Páscoa. Comemorava a histórica saída do Egito, Êx 12. O ponto central da celebração era a morte do cordeiro pascal que redimia os primogênitos da morte. A festa enfatizava o direito de Deus sobre os primogênitos e a contínua necessidade da redenção do homem. O cordeiro, do qual nenhum osso devia ser quebrado, tipificava Cristo como o nosso Cordeiro pascal que eu a Si mesmo em sacrifício por nós, Jo 19.36; 1 Co 5.7. As duas festas vinham na época do começo da sega da cevada. Bíblia Shedd.

primeiro mês. Os israelitas tinham três sistemas de se referirem aos meses. Num dos sistemas, os meses eram simplesmente numerados (como aqui e no v. 24). em outro, os nomes cananeus eram usados (abibe, bul, etc.), dos quais somente quatro são conhecidos. No terceiro sistema, os nomes babilônicos (nisã, adar, tisri, quisleu, etc.) eram usados – comente nos livros exílicos [durante e após o exílio babilônico]- e ainda são usados hoje. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Festa dos Pães Asmos (ARA;NVI: “pães sem fermento”). Durante a Festa, era trazido o primeiro feixe da colheita da cevada (cf v. 10, 11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 nenhuma obra servil fareis (ARA; NKJV: “não fareis trabalho costumeiro”). O trabalho feito para ganhar a vida, não serviços domésticos leves. O único sábado (dia de descanso) cerimonial quando mesmo o trabalho doméstico era proibido era o Dia da Expiação (vs. 28, 20). Andrews Study Bible.

9-14 A Festa das Primícias  que as primeiras grãos colhidos fossem ofertados a Deus. Os israelitas não podiam comer a comida de suas colheitas até que tivessem feito essa oferta. Hoje Deus ainda espera que coloquemos de lado a Sua porção primeiramente, não por último. Dar sobras para Deus não é uma maneira de manifestar agradecimento. Life Application Study Bible.

10 molho das primícias da vossa messe (ARA; NVI: “feixe do primeiro cereal que comerem”).

11 no dia seguinte ao sábado. No primeiro dia da semana, apontando para a ressurreição de Cristo nesse dia (JO 20:1) como os “primeiros frutos ” daqueles que morreram (1 Co 15:20) e retornarão à vida (1 Co 15:12-58). Andrews Study Bible.

13 duas dízimas de um efa de flor de farinha (ARA; NVI: “dois jarros da melhor farinha”).

sua libação será de vinho, a quarta parte de um him (ARA; NVI: “uma oferta derramada de um litro de vinho”)

15 Na época do Antigo Testamento era chamado a festa das semanas aquilo que nós chamamos de “pentecoste”, que é a palavra grega usada no Novo Testamento, e que significa justamente “cinquenta dias”, ou seja, as sete semanas que se contam desde a época da oferta de gratidão pelas primícias. Celebrava-se no 50º dia depois da festa dos pães asmos. Foi durante essa festa que o Espírito Santo desceu sobre a Igreja Apostólica, que se verificou com grandes sinais, cinquenta dias depois da ressurreição do Senhor Jesus Cristo de entre os mortos, At 2.1-4. Bíblia Shedd.

16 cinquenta dias. O Pentecostes simboliza o derramamento do Espírito Santo. Assim como os pães movidos eram oferecidos 50 dias após o molho movido, houve um período de 50 dias entre a ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito Santo, no Pentecostes (At 2:1-4). Cristo passou 40 desses dias na terra instruindo e ajudando os discípulos (At 1:3). Então, Ele subiu ao Céu e, durante 10 dias, os 11 discípulos continuaram a orar e suplicar, até que o Pentecostes se cumpriu plenamente. Com o Pentecostes, veio a plenitude do Espírito (At 1:8; 2:4). No Pentecostes, o trabalho dos discípulos se uniu ao de Cristo e o resultado foi glorioso para o reino do Céu. Esses dez dias foram importantes para a igreja. Também foram importantes no Céu. Quando Cristo “subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens” (Ef 4:8). Aqueles que ressuscitaram por ocasião da morte de Cristo “saíram dos sepulcros depois da ressurreição” e subiram com Ele ao Céu, e foram, então, apresentados diante do Pai como as primícias da ressurreição (ver Mt 27:52, 53). CBASD, vol. 1, p. 872.

19 oferta pacífica (ARA; NVI: “oferta de comunhão”).

21 nenhuma obra servil fareis (ARA; NVI: “não realizareis trabalho algum”).

24 primeiro dia do sétimo mês Hoje conhecido como o Ano Novo Judaico (Rosh Hashanah, “o começo do ano” [civil]), mas não chamado assim na Bíblia (a expressão em hebraico é usada somente em Ez 40.1 numa fórmula de datas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

toques de trombeta. Trombetas eram tocadas no primeiro dia de cada mês (Sl 81.3). Não havendo calendários disponíveis, as trombetas soando pela terra inteira eram um sinal importante do começo da nova estação, do fim do ano agrícola. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A maioria das trombetas usadas eram feitas de chifres de carneiro (shofar), mas algumas das trombetas mais especiais eram feitas de prata batida. Life Application Study Bible.

27 Dia da Expiação [26-32]. Arão devia entrar no Lugar Santíssimo somente uma vez ao ano (16.29-34), no dia que os judeus de hoje chamam Yom Kippur. … O dia era tipológico e prenunciava a obra de Cristo, nosso sumo sacerdote (v. Hb 9.7; 13.11, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Completava a lista de festas de descanso “solene”, v 3. Cf 16.1-10n. Esta a festa que mais falava sobre a obra sacrificial e sacerdotal de Jesus Cristo, Hb 9.6-28. Bíblia Shedd.

32 de uma tarde a outra celebrareis o vosso sábado. Esta passagem é entendida como uma indicação geral de quando todos os tipos de sábados, incluindo o sábado semanal, começam e terminam. Andrews Study Bible.

33-43 Festa dos Tabernáculos (ARA: NVI: “festa das cabanas”). Cabanas era a última das três festas anuais de peregrinação (Êx 23.14-17; Dt 16.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Comemorava a jornada dos israelitas pelo deserto depois da saída do Egito. Exigia-se que os israelitas vivessem por sete dias em cabanas feitas de galhos de árvores. Era também chamada a festa das colheitas, uma vez que vinha no fim da sega. O jejum do dia da expiação era, pois, seguido por uma festa de júbilo. Bíblia Shedd.

34 Esta primeira descrição da Festa dos Tabernáculos, vv 34-36, nos indica também o primeiro cumprimento do seu significado: é a vinda do Senhor Jesus Cristo para morar entre os homens. Pois Jesus não podia ter nascido em dezembro, que é um mês de neve em Jerusalém, durante o qual nenhum rebanho estaria nos campos (Lc 2.8-11). Que [Jesus] provavelmente nasceu  na época da Festa dos Tabernáculos, em outubro, pode ser calculado assim: Zacarias exercia seu turno em julho (Lc 1.5, 8) por ser do turno de Abias, o oitavo turno do ano eclesiástico que começava em março (1 Cr 24.10). Foi o mês da concepção de João Batista, Lc 1.23-24, que nasceu, pois no mês de abril do ano seguinte. Jesus nasceu seis meses mais tarde, Lc 1.26, portanto em plena Festa dos Tabernáculos. Bíblia Shedd.

39 Esta segunda descrição da festa dos Tabernáculos, depois de se ter encerrado o assunto das festas (vv 37-38), aponta para o segundo cumprimento do seu significado: a segunda vinda de Cristo, depois da qual Deus vai habitar entre os homens, fazendo Seu tabernáculo entre eles, Ap 21.1-3. Bíblia Shedd.

42 tendas. A palavra hebraica assim traduzida é sukkot, também traduzida por “cabanas” (como no v. 34), que dá à festa o seu nome. Até mesmo hoje os judeus ortodoxos constroem cabanas pequenas (v. Ne 8.13-17) para se lembrarem das cabanas nas quais habitavam quando Deus os tirou do Egito no período do êxodo (v. 43). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A Festa dos Tabernáculos comemorava o tempo em que Israel viveu em tendas no deserto durante os 40 anos de peregrinação (ver Dt 16:12-15). É bom lembrar como Deus conduziu Seu povo no passado. É bom trazer à lembrança Suas providências, pois a natureza humana é inclinada a questionar a vida e a sorte do presente. Faz bem pensar nas muitas bênçãos concedidas por Deus a Seu povo e no modo maravilhoso como Ele tem dirigido a sua vida. Isso nos torna mais agradecidos, e a gratidão é uma parte vital da religião. CBASD, vol. 1, p. 873.

44 A adoração envolve tanto celebração quanto confissão. Nos feriados nacionais de Israel, a balança tendia em favor da celebração – cinco  ocasiões alegres para duas solenes. O Deus da Bíblia encoraja a alegria! Deus não pretende que a religião seja apenas meditação e introspecção. Ele também que celebremos. Uma reflexão séria e confissão imediata são essenciais. Mas isto deve ser equilibrado com a celebração do que Deus é e do que Ele fez pelo Seu povo. Life Application Study Bible.



LEVÍTICO 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
2 de fevereiro de 2019, 0:05
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