Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO – Dia 7 (Mundial) by jquimelli
19 de fevereiro de 2019, 11:16
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Uma Experiência Mais Profunda

DIA 7 –  A GLÓRIA DO PROPÓSITO


Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. (Mat. 25:40).

“Aquilo que corações egoístas considerariam como serviço humilhante — ajudar aos desgraçados que em todos os sentidos lhes são inferiores no caráter e na posição — é a obra dos anjos imaculados. O espírito do abnegado amor de Cristo é o espírito que domina no Céu, e é a própria essência de suas delícias. É este o espírito que os seguidores de Cristo hão de possuir e a obra que hão de fazer” (Caminho a Cristo, p. 77).

“Senhor, eu não acho que posso fazer isso! Cometestes um grande erro desta vez! Eu quero trabalhar para Ti, mas não aqui!” Esse foi o meu clamor ao Senhor depois que Ele me colocou em uma escola secundária alternativa para adolescentes que precisavam completar seus certificados de educação e se preparar para o mundo do trabalho. Muitas dessas crianças eram sem-teto, vítimas de abuso ou envolvidas em gangues, drogas e até prostituição. Eu tinha passado mais de 20 anos ensinando em um ambiente escolar cristão protegido, e essa nova tarefa parecia mais do que eu poderia suportar. Os alunos entraram na sala de aula no primeiro dia segurando as calças e vestindo capuzes que cobriam seus rostos. Os problemas começaram na primeira hora quando um menino começou a gritar obscenidades ameaçadoras para dois outros jovens. Aqui estava eu, totalmente fora da minha zona de conforto, com uma luta prestes a começar. Eu fiquei intimidada. Suas músicas, linguagem crua e imagens explícitas exibidas em suas telas de computador me fizeram ansiar pelo meu ambiente protegido. “Eu não pertenço aqui”. Eu me senti como um cordeiro entre os lobos; como os discípulos no mar turbulento. Então, gritei: “Senhor, salva-me!” 

Eu estivera lendo Jeremias em minhas devoções, e o Senhor trouxe à mente estas palavras: “’Não temas diante deles, porque eu sou contigo para te livrar, diz o SENHOR. … Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão; porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar.” (Jer. 1:8, 19). 

Em uma oração por ajuda, clamei ao Senhor o cumprimento de Sua palavra dada a Jeremias e trazer calma para a sala. Então, com uma coragem antinatural, disse aos alunos: “Não vou permitir esse tipo de comportamento nesta sala de aula. Cada um de vocês deve ocupar seus lugares e começar a trabalhar silenciosamente em suas tarefas.” Imagine minha surpresa quando eles silenciosamente obedeceram! Eu glorifiquei a Deus em meu coração, louvando a Ele por Sua bondade e misericórdia. 

Nas semanas seguintes, continuei a implorar ao Senhor que me tirasse daquela minha situação de trabalho. Eu acreditava que não pertencia àquele lugar. Ele respondeu a minha oração de uma maneira incomum – mostrando-me a condição do meu próprio coração.

Eu estava trabalhando com um aluno no computador quando ele me fez uma pergunta estranha: “Jodi, você veio de uma escola cristã, certo?” Quando eu respondi: “Sim”, ele disse: “Então, por que você está aqui com a gente? Sua pergunta cortou meu coração. O Senhor me impressionou: “Você não está pronto para ministrar ao mundo. Se você não for além do seu preconceito e medo embutidos, não será capaz de revelar Meu amor a essas crianças. Você está aqui para fazer diferença em suas vidas, para revelar Meu caráter a eles.” Deus estava certo! Eu não estava pronto para ministrar porque não tinha amor. “Eu acho que eu só quero fazer a diferença em sua vida”, eu disse àquele aluno. Mais tarde naquela tarde, aconteceu o mesmo cenário, desta vez com uma jovem.

Que diferença eu poderia fazer? Tudo começou com pequenas coisas, como oferecer um café da manhã saudável para que eles pudessem começar o dia com pelo menos uma boa refeição. Eu ganhei a confiança deles ouvindo suas histórias, me envolvendo em seus sofrimentos e me tornando um amigo e mentor.

Quando o tsunami de 2004 atingiu a Ásia, os estudantes quiseram saber o que eu achava da tragédia. Eu lhes disse que o tsunami era um sinal do breve retorno de Jesus. Um de meus alunos, que se gabava de ter sido criado na igreja, disse: “O Apocalipse não fala sobre isso?”. Convidei-o para ler uma passagem. Os alunos estavam muito atentos quando expliquei que Jesus estava avisando ao mundo para se preparar. Eu acrescentei que se alguém quisesse saber como se preparar para a vinda de Jesus, eu ficaria feliz em contar a eles. Mais tarde naquele dia, uma garota entrou em meu escritório e disse: “Por favor, quero saber”. Contei-lhe o amor de Jesus por ela e pelo filho e a levei a receber a Cristo como seu Salvador. Durante todo aquele ano, tive várias oportunidades de apresentar Jesus aos “meus filhos” e levá-los a aceitá-Lo.“

“Deus nunca dirige Seus filhos de maneira diversa daquela eles próprios haveriam de preferir ser guiados, se pudessem ver o fim desde o princípio, e perscrutar a glória do desígnio que estão realizando como colaboradores Seus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 225).


FORMATO SUGERIDO PARA O MOMENTO DE ORAÇÃO

Louvor 

  • Senhor, nós te louvamos por que és sensível aos nossos sofrimentos.
  • Te louvamos por aqueles que nos nutriram na fé, levando-nos a um relacionamento mais próximo com Jesus.
  • Nós Te louvamos por Sua fidelidade eterna a nós.

Confissão e reivindicação de vitória sobre o pecado 

  • Senhor, nós te louvamos por seres sensível aos nossos sofrimentos.
  • Nós Te louvamos por aqueles que nos nutriram na fé, levando-nos a um relacionamento mais próximo com Jesus.
  • Nós te louvamos por Sua fidelidade eterna a nós. 

Súplica e Intercessão 

  • Senhor, oramos pela Tua proteção às crianças e adolescentes vulneráveis. Pedimos que os guarde daqueles que buscam explorá-los.
  • Senhor, que aqueles que estão cuidando de crianças sem lar tenham corações de compaixão, mãos gentis e palavras amáveis.
  • Nós oramos pelos familiares de crianças que estão em rebelião contra a autoridade. Por favor, dê-lhes a Sua graça para lidar com a situação com compaixão.
  • Pedimos que levantes missionários urbanos para plantar igrejas para os 806 grupos de pessoas nos 20 países da Divisão Intereuropéia.
  • Por favor, levante um exército de trabalhadores para plantar igrejas para os 948 grupos de pessoas nos 38 países da Divisão Interamericana.
  • Oramos pelas cargas do coração de nossos próprios membros da igreja e todos aqui neste momento de oração.
  • Nós elevamos os sete nomes que anotamos em nossos cartões. 
  • Pai, somente Tu conheces todas as situações que nossos amigos, familiares e colegas de trabalho estão vivenciando. Guie-os em seu caminho e aproxime-os de Ti.

Ação de Graças 

  • Obrigado por seu amor e compaixão que não falham para conosco.
  • Pai, obrigado por sempre vigiar-nos com ternura.
  • Obrigado por entender e sentir pena de nossa fraqueza.

CANÇÕES SUGERIDAS

“Mãos ao Trabalho” (HASD 319);  [Sem versão para o português: “Lead Them, My God to Thee” (SDA Hymnal #653); “Rescue the Perishing” (SDA Hymnal #367); “Seeking the Lost” (SDA Hymnal #373);“Far and Near the Fields are Teeming” (SDA Hymnal #358)]

PROMESSAS A REIVINDICAR EM ORAÇÃO

  • “Fazei justiça ao fraco e ao órfão, procedei retamente para com o aflito e o desamparado. Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Sl. 82:3, 4).
  • “Mas assim diz o SENHOR: ‘Por certo que os presos se tirarão ao valente, e a presa do tirano fugirá, porque eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos'” (Isa. 49:25).
  • “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tiago 1:27).

 

Este texto em formato PDF: L 2019 DIA 7 – A Glória do Propósito

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



NÚMEROS 13 by jquimelli
19 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-13/

Os dez espias apresentaram um relatório tanto emocionante quanto alarmante, de uma terra de abundância e de gigantes que ali viviam. Eles mantiveram o seu público tanto fascinado quanto aterrorizado. Quando Josué e Calebe fizeram o seu relatório de coragem e fé, os dez espias sentiram que seu relatório estava sendo desafiado, e imediatamente responderam apresentando um quadro mais escuro do que antes (“somos como gafanhotos diante destes gigantes”), exagerando as dificuldades para garantir que seu relatório se sobrepusesse ao relatório dos dois espiões fiéis. Uma vez que os espiões apresentaram um relatório negativo e escolheram um caminho errado, eles teimosamente se colocaram contra Josué e Calebe, contra Moisés e contra Deus.

Josué e Calebe nunca perderam o foco de sua missão, e nunca esqueceram da maneira espantosa como no passado Deus os tinha retirado da miserável escravidão no Egito e os levado às portas da Terra Prometida. Foi preciso coragem para discordar de 10 relatórios unificados. A tentação de ser alguém que joga em equipe é sempre forte no coração humano. Afinal, não é a unidade uma coisa boa? A unidade é boa, mas nunca a unidade no erro, em detrimento da verdade.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa Está Escrito]

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/13
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
19 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
19 de fevereiro de 2019, 0:45
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Após apresentar muitos males oriundos de diversos tipos de reclamações, o livro de Números lida com o pessimismo e como seu efeito pode ofuscar o positivismo. A pessoa negativa olha a vida do avesso, ou com óculos escuros, crendo que até os dias ensolarados são nublados!

Avance… Neste capítulo, nota-se que…

1. …Deus pede a Moisés que envie homens a espiarem a Terra Prometida (vs. 1-2);
2. …Deus pede que os príncipes das doze tribos espiem Canaã; Moisés atendeu prontamente (vs. 3-20);
3. …Deus orientou e tudo foi feito conforme Suas palavras, os espias se surpreenderam com o que viram durante sua missão de quarenta dias (vs. 21-24);
4. …Deus queria que o relatório confirmasse Suas palavras e empolgasse o povo no deserto – os espias foram unânimes ao confirmarem que a terra era tudo o que Deus dissera, e provaram mostrando seus gigantescos frutos (vs. 25-27);
5. …O relatório de todos foi positivo, mas a análise da maioria foi negativa; dez dos espias concluíram ser impossível chegar a Canaã (vs. 28-29);
6. …Ainda que o relatório de dois dos príncipes foi cheio de vigor, coragem e ousadia, o povo acatou unanimemente a visão pessimista da maioria… Infelizmente! (vs. 30-33).

Você consegue falar os nomes dos doze espias sem olhar na Bíblia? Quais são lembrados: Os fiéis ou os incrédulos?

Todos tiveram as mesmas experiências com Deus: A libertação miraculosa do Egito, a passagem pelo Mar Vermelho, o sustento no deserto… e, a oportunidade de observar Canaã. Onde, então, está o problema? Na visão pessoal!

• A incredulidade leva ao ateísmo até pessoas dentre o povo de Deus;
• A falta de fé é mais contagiante que a fé mais empolgante;
• A fé ou a falta dela determina a minha visão de tudo: de mim, do que vejo, do futuro, etc.;
• A questão não é o que vemos, mas quais lentes estamos usando: da fé/positivismo, ou da incredulidade/negativismo!

Quero ser como os espias fieis, escolhido por Deus para te mostrar bons produtos/ensinamentos da Bíblia, intentando te motivar à leitura e à aplicação da Palavra divina à tua vida. Almejo ser o tipo de pastor positivo, fiel à Bíblia, empolgado com promessas verdadeiras… visando contagiar você para a trajetória rumo à Canaã Celestial: “EIA, SUBAMOS!”

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (v.30).


Os filhos de Israel finalmente estavam chegando às portas da terra prometida. Todo o sofrimento passado recebeu uma dose de doce alívio ao avistarem os doze príncipes de Israel a caminho da missão de espiar a terra. Grande era a expectativa do povo. Como seria, afinal, a terra da liberdade? Teria lugar suficiente para todos? “Vede a terra” (v.18), fora a ordem inicial de Moisés para os doze espias, a fim de que capturassem todas as informações possíveis. “Tende ânimo” (v.20) fora a sua ordem final, para que independente do que vissem, permanecessem confiantes no poder de Deus.

Aqueles homens “subiram e espiaram a terra” (v.21). Eles viram uma terra com dimensões a perder de vista, montanhas verdejantes e campos e mais campos de cujo solo brotava as riquezas da flora local. Viram também os moradores que exibiam o vigor da saúde e a estatura semelhante a de nossos primeiros pais. Era, sem dúvida alguma, um lugar de tirar o fôlego, principalmente, da ótica de quem saíra do cativeiro para o deserto. E, carregando um único cacho de uvas sob os ombros de dois deles, retornaram com seus corações em polvorosa, descartando por completo a possibilidade de Israel conquistar aquele lugar.

Dois deles, no entanto, Calebe e Oseias, a quem “Moisés chamou Josué” (v.16), tendo as manifestações de Deus e Seu cuidado constante para com Israel bem fixos na mente, estavam dispostos a enfrentar e contra-argumentar o pessimismo de seus demais companheiros. “Ao cabo de quarenta dias” (v.25) eles retornaram ao acampamento. Dez dos espias iniciaram o seu discurso, a princípio, com inegáveis indícios da realidade de que verdadeiramente era uma terra que manava “leite e mel” (v.27). Isto eles não podiam negar. Contudo, a continuação de suas notícias começa a mudar a feição dos filhos de Israel; em questão de segundos, eles passaram da alegria para o medo. Percebendo o resultado do “noticiário” daqueles príncipes, Calebe “fez calar” (v.30) a todos e a plenos pulmões gritou o brado da vitória: “Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (v.30).

Diante de dez relatos negativos e dois relatos positivos, Moisés estava diante da maior sedição que haveria em Israel, superando até mesmo a idolatria no Sinai. Aquela geração selaria o seu destino final como errantes pelo deserto. Um dia, Deus enviou a este mundo o Seu Filho unigênito. Jesus nasceu, cresceu, viveu e morreu para que você e eu fôssemos libertos do cativeiro do pecado e para que, muito em breve, possamos passar do deserto desta vida para o gozo da Terra que Ele prometeu nos preparar (Jo.14:1-3). Israel estava prestes a provar o antegozo da eternidade. Estava às vésperas de entrar no lugar que poderiam chamar de lar. Mas escolhendo dar ouvidos à palavras de depreciação e dúvida acerca das promessas divinas, toda uma geração cairia no deserto sem avançar um passo sequer em direção à Canaã.

O apóstolo Pedro nos advertiu de que, nos últimos dias, surgiriam muitos “escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe.3:3-4). Estamos, amados, buscando com súplicas a força, a resistência e a fé de Josué e Calebe? Eu não sei vocês, mas eu estou cansada, irmãos! Sinto a minha fragilidade aflorar a cada passo que dou neste mundo escuro. Sinto que o grande conflito está sendo decidido em cada coração. Um Armagedom individual está acontecendo na minha e na sua vida. E de que lado nós estamos? Daqueles que desistem porque julgam difícil alcançar a promessa? Ou daqueles que confiam nos méritos dAquele que bradou a nossa vitória na cruz do Calvário?

Seja esta a minha e a sua súplica, hoje e todos os dias, até aquele Grande Dia:
Ó, Deus Todo-Poderoso, nestes momentos finais que antecedem a nossa entrada no Lar eterno, reveste-nos com a Tua armadura e faz-nos Calebes atuais, que farão soar a todas as nações da Terra o último brado da vitória! Te oramos, em nome de Cristo Jesus, Amém!

Jesus nos diz, agora:
“A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).

Bom dia, aperfeiçoados pelo poder de Deus!

Dez dias de oração, 6° dia: Oremos pelo reavivamento dos irmãos da igreja que frequentamos e pelos nossos amigos especiais de oração.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números13 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
19 de fevereiro de 2019, 0:07
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NÚMEROS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
19 de fevereiro de 2019, 0:05
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855 palavras

1-14 Os espias vão observar a Terra de Canaã, um acontecimento de grande importância. Comparando este trecho com Dt 1.20-25, parece que a ideia de mandar espias se originou com o povo, e que Moisés erradamente apoiou este plano. Deus condescendeu com o desejo do povo para revelar sua incredulidade e dureza de coração, pois já havia a promessa e a revelação sobre o tipo de terra que aquela seria, conforme Gn 15.18-21 e Êx 3.8. Bíblia Shedd.

Fica claro que Deus estava, nesta ocasião, cedendo a um pedido feito originalmente pelo povo (ver Dt 17:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 938.

4-15 Os nomes relacionados aqui são diferentes daqueles nos caps. 1, 2, 7, 10. Presumivelmente, os líderes tribais eram homens mais idosos. A tarefa dos espias exigia homens mais jovens e mais robustos, mas não menos respeitados pelos seus compatriotas. Bíblia Shedd.

Os espias foram um grupo separado de pessoas especialmente escolhidas para a perigosa tarefa do reconhecimento. Bíblia de Genebra.

16 Oséias … Josué. Declaração parentética que antevê a posição de destaque que Josué ocuparia posteriormente. O leitor é alertado quanto à significância desse nome na lista dos espias … Oséias significa “salvação”; Josué [Yehoshua, cf. CBASD] significa “o SENHOR salva” [ou, “Yahweh é salvação”, cf. CBASD]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Era apropriado que o homem que sucederia Moisés como líder tivesse um nome que apontava para o Senhor como aquele de quem procederia a salvação da nação. Bíblia de Genebra.

… o próprio Josué é um tipo ou figura de Cristo, sendo que também tornou-se o salvador e libertador do seu povo, Js 1.1-9. Bíblia Shedd.

17 Subi pelo Neguebe (ARA e NVI; NKJV: “Vá por este caminho, pelo sul”). Tratava-se de uma região de transição entre o deserto meridional [mais ao sul] e a terra cultivável ao norte. Era, portanto, boa para o pastoreio do gado. A região ainda é conhecida pelo mesmo nome. Pelo fato de o Neguebe ficar ao sul da Palestina, a palavra se tornou o termo hebraico costumeiro para “sul”. CBASD, vol. 1, p. 938.

21 É a totalidade da expansão de Canaã, 300 quilômetros; parece que para espiar tudo isto os espias separaram seus caminhos. Bíblia Shedd.

A viagem dos espias começou na extremidade mais sulina daquela terra (o deserto de Zim) e os levou à extremidade norte (Reobe, perto de Lebo-Hamate; v. 34.8). Essa viagem de 400 km de ida e também de volta levou 40 dias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Hebrom. Hebrom era bem conhecido como sendo o local dos sepulcros de Abraão, Isaque e Jacó (Gn 13.18; 49.29-33; 50.13). … Na história posterior, Davi ocupou Hebrom e foi ungido ali, primeiramente como rei de Judá e, depois, como rei de Israel e Judá (2Sm 2.1-3; 5:1-5). Bíblia de Genebra.

23 Vale de Escol. ‘Eschol significa “cacho” (ver Gn 40:10; Dt 32:32; Is 65:8; Mq 7:1). CBASD, vol. 1, p. 938.

Esse vale fica perto de Hebrom. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 leite e mel. Uma expressão geral para indicar fartura (ver com. [CBASD] de Êx 3:8; ver 13:5; 33:3). A Palestina era, na época, menos seca e deserta do que hoje (ver com. de Gn 12:6 [“A Palestina tinha muitas florestas naquele tempo.”]). CBASD, vol. 1, p. 938.

28 porém. A palavra traduzida por “porém”, neste verso, sugere algo impossível para o homem. Seu uso, neste caso, aponta para a falta de fé dos espias e revela seu pecado. Se tivessem apenas apresentado os fatos, teriam feito tudo o que deles se exigia. No entanto, ao usar esta palavra, intervieram com a opinião particular de que a tarefa à frente era maior do que a força de Israel. CBASD, vol. 1, p. 938-939.

29 jebuseus. Um povo relativamente sem importância, que habitava nas redondezas de Jerusalém. Foram, depois, conquistados por Davi (2Sm 5:6; ver com de Gn 10:16). CBASD, vol. 1, p. 939.

30 Calebe. Talvez Josué fosse mais um guerreiro do que um orador eloquente (ver Nm 2:17). CBASD, vol. 1, p. 939.

Subamos e possuamos a terra. Calebe havia visto os mesmos problemas, mas ele tinha fé que o Senhor estava com os israelitas e já havia dado Canaã a eles. Eles apenas precisavam tomar posse do que já era deles. Andrews Study Bible.

32 relatório negativo acerca daquela terra (NVI). A terra prometida era uma boa terra, uma dádiva misericordiosa de Deus. Ao falarem mal dela, os espias sem fé estavam falando mal do Senhor (cf 10.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O fracasso em cumprir a ordem naquela época refletiu dúvida quanto ao poder de Deus para lhes dar Canaã. A eloquente súplica de Paulo em prol da fé sugere que a triste experiência de Cades-Barneia consiste numa lição significativa para os cristãos (Hb 3:8 a 4:16). CBASD, vol. 1, p. 939.

amorreus. Os amorreus eram “altos como cedros” e “fortes como carvalhos” (Am 2:9) [destaques acrescentados”. CBASD, vol. 1, p. 939.

33 como gafanhotos. Isaías usa a mesma expressão para se referir à condição dos homens à vista de Deus. Essas figuras de linguagem são comuns nas línguas semíticas (1Sm 24:14; 26:20; 1Rs 20:27). CBASD, vol. 1, p. 939.

Os espias desencorajaram o povo de Israel com seu relatório exagerado e covarde, atraindo o castigo de Deus sobre os próprios espias (14.36-37). Bíblia de Genebra.

A resposta de Calebe, vv 30-33, nos ensina três coisas acerca dos obstáculos na vida: 1) Sempre surgirão em nosso caminho; 2) Devemos ultrapassá-los; 3) Podemos vencê-los, se como Davi confiarmos no Senhor; os Golias serão derrotados e venceremos. Bíblia Shedd.




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