Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO – SÁBADO FINAL (Mundial) by jquimelli
22 de fevereiro de 2019, 17:23
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Uma Experiência Mais Profunda

CELEBRAÇÃO DO ÚLTIMO SÁBADO

Formato sugerido para o sábado final dos Dez Dias de Oração

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Este sábado final deve ser um tempo de grande contentamento por tudo o que Deus fez por você e sua igreja durante os Dez Dias de Oração. Programe seu dia para celebrar a bondade e o poder de Deus. Considere como você experimentou o derramamento do Espírito Santo durante os últimos dez dias. Este sábado é uma oportunidade para se alegrar com o que Ele fez, está fazendo e fará.

As necessidades de cada congregação são únicas, então, por favor, trabalhe com líderes locais para desenvolver um plano específico para sua igreja. Aqui estão alguns itens sugeridos para incluir no serviço de culto no sábado final dos Dez Dias.

TEXTO TEMA

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3).

  • Testemunhos: Inclua bastante tempo para testemunhos de orações respondidas. Aqueles que participaram dos Dez Dias de Oração poderão ter muitas histórias que possam compartilhar com a congregação, mas encoraje-os a serem breves para que todos possam participar. Outros também podem ter suas histórias. Pode ser bom ter alguns testemunhos pré-planejados, além de ter um tempo aberto para compartilhamento. 
  • Momento de Oração: Convide toda a congregação para participar de um momento de oração unida. Você pode liderar a congregação através de uma oração interativa semelhante à que você usou durante a semana. Você pode orar sobre uma passagem específica juntos. Isso poderia ser feito com pessoas em pequenos grupos ou com todos orando juntos. Outra opção seria ter vários tipos diferentes de oração durante o culto – orar as Escrituras, pequenos grupos, individuais, congregacionais, silenciosos e assim por diante.
  • Cantar: Este é um dia para se alegrar em tudo que Deus fez, e a música é uma ótima maneira de celebrar. Se uma certa música se tornou uma música tema para o seu grupo, certifique-se de cantar isso com toda a congregação.
  • Planos Futuros: Se Deus o guiou para um evangelismo ou ministério especial através dos Dez Dias de Oração, informe sua família da igreja sobre seus planos e convide-os a participar. (Algumas sugestões estão incluídas no Guia do Líder para os Dez Dias de Oração). 
  • Crianças/jovens: seria certamente apropriada uma história para as crianças sobre a oração. Além disso, se você teve filhos ou jovens envolvidos com as reuniões de oração, peça-lhes que compartilhem seu testemunho e/ou os lidere em tempo de oração.
  • Flexibilidade: Certifique-se de ser flexível em seus planos para que você possa seguir a liderança do Espírito Santo durante todo o serviço.

 

Este texto em PDF: P 2019 Sábado Final

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



DEZ DIAS DE ORAÇÃO – Dia 10 (Mundial) by jquimelli
22 de fevereiro de 2019, 12:39
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Uma Experiência mais Profunda

DIA 10 – DEIXE OS ESPINHOS

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“Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Fil. 3:13, 14).

Meu irmão mais velho e eu fomos abandonados pelo nosso pai biológico. Nunca o conhecemos porque ele deixou nossa mãe quando éramos ainda muito novos. Tudo o que sabíamos dele era que ele era um marinheiro, alto e bonito, com cabelos ruivos e sardas, e falava com um sotaque sulista. Todas as tentativas de localizá-lo falharam, então desistimos. Eu cresci me perguntando por que ele não nos queria, o que deixou uma cicatriz no meu coração jovem.

Eu era desajeitada, muitas vezes “tropeçando em nada” no playground. Eu era ridicularizada na escola. Meu cabelo era curto e cortado em volta do meu rosto pálido. Meus olhos não tinham o brilho da felicidade que deveria caracterizar uma típica menina de oito anos. Eu era freqüentemente o centro de piadas e provocações.

Como muitas vezes eu brincava sozinha, o recreio era a minha pior hora do dia, mas a aula de educação física era ainda pior. Nós jogamos kickball, também chamado de beisebol de futebol, que eu odiava. O jogo envolvia chutar uma bola e correr pelas bases. Enquanto as crianças faziam fila, os capitães escolhiam suas equipes. Eu sempre era escolhida por último. As equipes assumiam suas posições e eu era enviada para a seção distante do campo porque eu não era muito boa nesse jogo. Então meu time começava a gritar: “Volte! Timmy está com a bola! Timmy sempre chutava a bola com força. Eu apenas ficava com meus braços cruzados. De repente, ouvi os gritos: “DeWeese idiota! A bola está chegando até você! Pegue! Olhando para cima, vi a bola indo direto para mim. Eu estendia meus braços e pegava! Incrédulos, as outras crianças irrompiam em louvor: “A idiota da Jodi DeWeese pegou a bola! Por um breve momento, eu era uma heroína, elogiada pelos meus colegas, mas isto durava pouco. As coisas voltavam ao normal quando chegava a minha vez de chutar a bola e eu errava, fazendo com que meu time perdesse o jogo.

Insegurança e baixa auto-estima permaneceram comigo na adolescência e na idade adulta. Os eventos na primeira infância podem afetar quem nos tornamos, mas não precisamos ficar assim. Eu tinha todo o direito de ser amarga e brava; afinal de contas, fui rejeitada por meu pai, não tinha amigos, e facilmente se aproveitavam de mim porque desejava muito ser aceita. Quanto mais eu insistia nesse ponto de vista, mais isso se tornava uma realidade. Eu reuni um buquê de espinhos. Mas reter a experiência do passado, por mais amargo que isso possa ter sido, torna-se pesado demais para suportar e pode afetar nossa saúde. Nós nos tornamos escravos dos nossos sentimentos.

Eu li este relato de Ellen White recentemente: 

“Muitos através da estrada da vida, pensam demasiado em seus erros e faltas e decepções, ficando com o coração cheio de amargura e desalento. Durante minha estada na Europa, certa irmã que assim fazia, achando-se profundamente acabrunhada [NT: distress, no original, “angustiada”, “em sofrimento”], escreveu-me pedindo uma palavra de animação. Na noite seguinte à leitura de sua carta sonhei que me achava num jardim, e alguém que parecia o dono do mesmo me ia conduzindo por ele. Eu apanhava as flores e fruía-lhes o aroma, quando essa irmã, que ia a meu lado, me chamou a atenção para alguns feios cardos que lhe embaraçavam o caminho. Ali estava ela, lamentando-se e afligindo-se. Não andava pelo caminho, em seguimento do guia, mas ia por entre os espinhos e cardos. ‘Oh!’ lamentava ela, ‘[não é uma] … pena que este belo jardim esteja assim tão feio por causa dos espinhos?’ Então, o guia disse: ‘Não te importes com os espinhos, pois só te podem magoar. Colhe as rosas, os lírios e os cravos.’ Acaso não tendes tido quadros luminosos em vossa vida? … Volvendo o olhar aos capítulos de vossa passada existência, não encontrais algumas páginas aprazíveis? Acaso as promessas de Deus, quais flores fragrantes, não crescem a cada passo na vereda que trilhais? E não permitireis que sua beleza e suavidade vos encham de alegria o coração? … Não é sábio ajuntar todas as penosas recordações da vida passada – injustiças e decepções – e falar tanto sobre elas e lamentá-las tanto, que nos sintamos esmagados pelo desânimo. Uma alma desalentada acha-se rodeada de trevas, excluindo a luz de Deus de si própria, e lançando sombras sobre o caminho dos outros.” (Caminho a Cristo, pp. 116, 117). 

Então eu escolhi deixar meus espinhos e juntar as rosas. Quando Cristo entrou em minha vida, descobri quem eu era nEle! Eu já fui uma garotinha magra que achou que não podia fazer nada certo – mas que se tornou uma filha de Deus, uma princesa real do Rei dos reis (1Pe 2:9). Já não sou órfã de pai, porque Ele se tornou meu Pai (Sl 27:10; João 16:27). Já não estou mais rejeitado e sem amigos, pois meu Pai no céu me chama de Seu amigo (João 15:15). Eu sei que tenho grande valor, pois Ele deu a vida por mim (João 3:16). Que motivo para se alegrar!

Jodi Genson

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FORMATO SUGERIDO PARA O MOMENTO DE ORAÇÃO

Louvor 

  • Senhor, nós Te louvamos pelo Teu poder transformador!
  • Nós Te louvamos porque nos chamaste de Teus amigos (João 15:15).
  • Nós Te louvamos por nos escolher para sermos Seus filhos. 

Confissão e Reivindicação da Vitória sobre o Pecado

  • Senhor, reivindicamos Sua vitória sobre o pecado em nossas vidas.
  • Perdoa-nos por escolhermos insistir nos “espinhos” do passado e permitir que essas experiências nos Senhor, reivindicamos Sua vitória sobre o pecado em nossas vidas.
  • Obrigado porque se confessarmos os nossos pecados, Tu és fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar (1 João 1:9).

Súplica e Intercessão 

  • Senhor, nós Te apresentamos nossos líderes da igreja ao redor do mundo. Por favor, conceda-lhes sabedoria enquanto tomam decisões importantes e lideram o Seu povo.
  • Pedimos a Sua graça para perdoar aqueles que nos ofenderam. Senhor, por favor, traga cura e restauração para as famílias.
  • Senhor, que cada um de nós possa ser um amigo ao sem-amigo, revelando o amor de Deus para aqueles que precisam de afeição.
  • Nós oramos pelos nossos filhos. Por favor, capacite-os a permanecer firmes por Ti ao se depararem com obstáculos e pressão. 
  • Ajude-os a fazer escolhas sábias e a defender a verdade (Is 44:3, 4).
  • Ensina-nos a seguir o exemplo abnegado de Cristo, satisfazendo as necessidades diárias das pessoas próximas a nós. 
  • Equipa-nos a servir como missionários médicos, voluntários da comunidade e amigos para os necessitados.
  • Senhor, que um poderoso reavivamento da piedade primitiva aconteça em Sua igreja nos últimos dias. Que possamos permanecer firmes pela verdade, mesmo que os céus caiam.
  • Senhor, mostre-nos como compartilhar o evangelho com grupos de pessoas muçulmanas. Oramos para que eles ouçam e respondam à Sua oferta de graça.
  • Oramos pelas sementes da verdade semeadas no Japão durante o trabalho missionário do projeto Total Envolvimento na Missão no ano passado.
  • Por favor, envie trabalhadores para trabalhar e orar pelo Japão.
  • Nós oramos pelos sete nomes em nossas listas. Por favor, mostre a cada pessoa o quanto Jesus os ama.

Ação de Graças 

  • Senhor, muito obrigado pela Sua promessa: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fil. 1:6).
  • Obrigado, Senhor, porque podes nos encher de alegria e paz.
  • Obrigado porque já estás trabalhando nos corações das pessoas pelas quais estamos orando.

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CANÇÕES SUGERIDAS

“Bendita Segurança” (HASD 240); [Sem versão para o português: “There’s Sunshine in My Soul” (SDA Hymnal #470); “Wonderful Peace” (SDA Hymnal #466)]

PROMESSAS A REIVINDICAR EM ORAÇÃO 

  • “Se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá” (Sl. 27:10).
  • “Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rom. 8:31).
  • “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” (Isa. 49:15).

 

Este texto em formato PDF: O 2019 Dia 10 Deixe os espinhos

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



NÚMEROS 16 by jquimelli
22 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-16/

Para aqueles que estão em erro e merecedores de repreensão, não há nada mais agradável do que receber simpatia e louvor. Estas pessoas foram lisonjeadas por Corá, que professava grande interesse e amor por elas e concluíram que ele deveria ser bom e Moisés e Arão, ruins. Eles também realmente acreditaram serem pessoas muito boas, que foram enganadas e usadas por Moisés. Se eles admitissem que Corá estava errado e que Moisés estava certo, então eles seriam obrigados a receber a sentença de que deveriam morrer no deserto.

Corá chegou a acreditar que estava agindo no zelo por Deus e que Deus estava do seu lado. Ele se iludiu ao ponto de pensar que ele era justo e a congregação, santa. Julgava-se um pioneiro, que faria uma mudança radical no governo e melhoraria em muito a administração de Moisés e Aarão. Moisés não discutiu ou se defendeu, mas intercedeu várias vezes pelos ofensores diante de Deus, reconhecendo a enormidade de seu pecado.

Oremos para que tenhamos um espírito humilde quando repreendidos, para que possamos aceitar a correção do Senhor, sabendo que Ele está efetuando a Sua salvação em nós.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa Está Escrito]

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/16
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
22 de fevereiro de 2019, 0:45
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Com visão psiquiátrica, filosófica e psicológica, Augusto Cury observa que “no Antigo Testamento, às vezes Deus parece autoritário e mal-humorado. Mas uma análise acurada de suas reações, dentro do contexto histórico, revela uma paciência ímpar, uma tolerância sólida”.

Será? Observe:

1. Deus faz a terra engolir líderes vivos dentre Seu povo (vs. 31-33);
2. Deus envia fogo e consome 250 seguidores de Coré quando ofereciam incenso (vs. 34-40);
3. Deus envia uma praga no dia seguinte aos que reclamaram do ocorrido no dia anterior e, consequentemente, mais 17.700 pessoas morreram (vs. 41-50).

É possível que conheçamos muito subjetivamente ao Deus da Bíblia, ou apenas preferimos contemplar um lado de Seu caráter. Ampliando, “uma das coisas mais impressionantes sobre a Bíblia é o vigor com que os dois testemunhos destacam a realidade e o terror da ira de Deus” (J. I. Packer).

A verdade sobre o Deus da Bíblia foi manipulada; Ele está mais para um idoso vovô bonachão do que um Deus santo, soberano e intolerante à perversidade.

O que o contexto revela para explicar a reação de Deus? Releia atentamente os 15 capítulos que antecedem a este; reflita na tamanha rebeldia/rebelião e ingratidão do povo… Agora note:

1. Cheios de soberba, líderes confrontam Moisés e Arão questionando-os, acusando-os, criticando-os. Humilde e calmamente Moisés curvou-se em terra e convocou a buscarem a solução em Deus, pois a situação estava tensa e complexa havia vários dias (vs. 1-11).
2. Prepotentes e indiferentes rejeitaram o pedido de Moisés; outro grupo opôs-se veementemente a Moisés e Arão (vs. Vs. 12-19).
3. Sem conversa… sem solução; Deus, então, partiu para a ação objetivando impedir a propagação daquela aberração comportamental (vs. 20-50).

Se, quem brinca com fogo se queima, imagina quem provoca a Deus! Deus quer pessoas consagradas a Ele, não dedicadas à impiedade. Deus quer pessoas maduras na fé, não podres na imoralidade/iniquidade. Aprenderemos a lição?

• Deus condena a perversidade. Pessoas rebelando-se contra Ele são como agressivas células cancerígenas no corpo de Cristo; portanto, Deus, “cirurgicamente” elimina-as para que Sua vontade seja feita tanto na Terra como no Céu.

• Deus graciosamente libertou Seu povo do pecado para viver em sanidade/santidade…

• Deus é mais intolerante ao pecado que a pessoa mais intolerante à lactose e glúten!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de fevereiro de 2019, 0:30
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“E disse à congregação: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes homens perversos e não toqueis nada do que é seu, para que não sejais arrebatados em todos os seus pecados” (v.26).


A incredulidade de Israel frente ao relatório pessimista dos dez espias lhe causou a danosa consequência de uma quarentena no deserto. Inconformados com o resultado de sua rebelião, Corá, Datã e Abirão, com mais duzentos e cinquenta “varões de renome” (v.2) do povo, “se ajuntaram contra Moisés e contra Arão” (v.3). Não aceitavam sua condenação e lançaram sobre seus líderes o pesado fardo da culpa. Pensavam poder assumir a liderança e ainda julgavam ser isto a coisa certa a se fazer. Uma falsa segurança tomou conta de seus corações endurecidos e, por serem maioria e a nata da nação, consideraram aquele protesto como o primeiro passo de sua vitória.

Ao mandar chamar Datã e Abirão, Moisés recebeu uma resposta ousada e rebelde, a confirmação de que seriam sempre um estorvo à sua liderança. Pela primeira vez, a Escritura relata uma atitude inversa ao seu caráter manso: “Moisés irou-se muito” (v.15). O grande líder, porém, não ousou usar de sua ira para ferir seus inimigos, confiando mais uma vez na justiça divina. Ostentando espírito de liderança e exibindo sua predileção entre o povo, “Corá fez ajuntar contra eles [Moisés e Arão] todo o povo à porta da tenda da congregação” (v.19). Todos contra dois. Este foi o resultado da sedição causada pelos príncipes do povo.

Imaginem o que não sentiu Moisés ao contemplar todo o povo contra ele. O mesmo Moisés que deixou a sua pacata vida de pastor de ovelhas para liderar milhares e milhares de Israel pelo deserto; o mesmo que, diante da ira de Deus, ofereceu a sua salvação a fim de poupar a vida do povo. Novamente, Deus ameaçou destruir os filhos de Israel. Mas aqueles que tinham o espírito de verdadeiros líderes intercederam por seus patrícios. E diante da ordem do Senhor, os agitadores que dantes atraíram milhares para junto de si, viram todo o povo afastar-se deles como quem fugia de leprosos. Sua ambição, egoísmo e rebeldia contaminara suas famílias e os levara, a todos, à mesma condenação.

Da mesma sorte, “no dia seguinte”, um novo tumulto se instalou e “toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão” (v.41). A morte daquelas famílias foi colocada na conta deles: “Vós matastes o povo do Senhor” (v.41). Não bastasse a tragédia do dia anterior, Israel suscitou algo pior. Começara uma corrida contra o tempo a fim de cessar a praga do meio do arraial. Após correr “ao meio da congregação” e fazer expiação por ela (v.47), Arão se colocou “em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga” (v.48). A mortandade naquele dia foi de “catorze mil e setecentos” (v.49).

Foi por meio de uma rebelião que Lúcifer iniciou sua obra no Céu, enganando terça parte dos anjos, e será por meio de uma rebelião que cumprirá seu portento, “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Instalado o tumulto nas esferas moral e espiritual, Satanás tem instigado uma atitude de rebeldia, mesmo dentre o professo povo de Deus. Notem que a rebelião inicial de Corá, envolvia homens de influência, homens eleitos pela própria nação para serem seus cabeças. Entretanto, Deus desaprovou a conduta e as intenções de todos eles. Nenhum deles escapou do juízo divino.

A nossa confiança deve estar depositada em Deus e em Sua Palavra. Moisés e Arão eram depositários do claro e sonoro “Assim diz o Senhor”, e semelhante à sua experiência, os fiéis servos de Deus dos últimos dias têm sofrido a indiferença e perseguição daqueles que não têm o temor do Senhor. O apóstolo dos gentios já nos alertou quanto a isto: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). E quanto mais o tempo passa, mais difícil tem sido e mais evidente fica de que não precisamos ir tão longe para sofrer por causa da nossa fé.

A rebelião de Corá, Datã e Abirão permanece infiltrada na igreja como um veneno letal contra os que agem no mesmo espírito. Envenenam o corpo de Cristo, a si mesmos e suas famílias. À cada manifestação de desobediência obstinada, tomam uma leve dose do mal que os destruirá. Infiltrados entre o trigo, muitas vezes não podem ser discernidos, mas perto está o dia em que chegará “a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu” (Ap.14:15). E qual os duzentos e cinquenta príncipes de Israel, será a sorte de quem não se arrepender (v.35).

A maravilhosa graça de Cristo ainda está à nossa disposição. Ele tem intercedido por nós, junto ao Pai, constante e incansavelmente. A praga do pecado tem ceifado a vida de milhares todos os dias. Mas o grande Dia do Senhor se aproxima quando, finalmente, o nosso Intercessor irá declarar: “cessou a praga” (v.50). Não devemos perder tempo com discussões que não edificam, mas seguir o exemplo de Moisés e Arão, que intercediam pelo povo e confiavam no agir de Deus. Disto depende a nossa salvação, da nossa casa e de muitos que esperam ver Jesus em nós.

Bom dia, salvos pela maravilhosa graça de Jesus!

Dez dias de oração, 9° dia: Oremos em favor do(s) pastor(es) da igreja em que somos membros e por nossos amigos especiais de oração.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números16 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de fevereiro de 2019, 0:10
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