Reavivados por Sua Palavra


BEM VINDO AO ESTUDO DO LIVRO DE NÚMEROS! by jquimelli
7 de fevereiro de 2019, 7:00
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NÚMEROS 1 by jquimelli
7 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-1/

Você já se perguntou se é realmente possível para Deus finalizar o plano da salvação? A igreja de Deus é muitas vezes fraca e às vezes os desafios parecem esmagadores.

O Livro de Números, supostamente cheio de listas áridas e regulamentos é, na verdade, uma história de aventura emocionante que demonstra as capacidades surpreendentes de Deus.

Pense nas circunstâncias por um momento: os filhos de Israel tinham saído há apenas um ano da escravidão no Egito. Agindo sob a direção explícita de Deus, o primeiro dever de Moisés foi criar um sistema de adoração que antecipava eventos sagrados que terminariam com o fim do pecado. Uma vez que os israelitas reconheceram o Senhor e Seu caráter santo através do sistema do tabernáculo, e viram que Ele conhece o fim desde o princípio, o Senhor começou o processo de forjá-los em uma arma inquebrável.

O segundo passo de Moisés, observado no Livro de Números, foi a contagem de todos os homens de combate disponíveis. Após cuidadosa investigação para determinar quem era capaz de lutar, descobriu-se que eram exatamente 603.550 soldados. Este número era muito pouco ou excessivo? Nem uma opção nem outra. Era o número disponível, e com esse número Deus lutaria.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=364
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



O LIVRO DE NÚMEROS by jquimelli
7 de fevereiro de 2019, 0:56
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O título hebraico do livro é Bemidbar, “No deserto”, o que identifica a localização da história [esta palavra, que em hebraico inicia o livro, se refere mais propriamente a um ambiente ermo, semi-árido, deserto de pessoas, do que a um deserto de areia. De fato, o deserto do Sinai tem mais pedras do que areia. Em inglês: wilderness].
O título “Números” se origina da nome do livro na Septuaginta Grega [tradução no AT para o grego, efetuada para os judeus na dispersão, antes do nascimento de Jesus]. Este nome se refere à contagem do número de israelitas em um recenseamento de adultos que deixaram o Egito (caps. 1-4) e um censo posterior da geração mais nova que prosseguiu para possuir a terra prometida (cap. 26). Andrews Study Bible.

Historicamente, o livro de Números começa onde termina o livro de Êxodo, com o espaço necessário, naturalmente, para as seções históricas espalhadas pelo livro de Levítico. Cobre um período de aproximadamente quarenta anos, da história do avanço de Israel em direção à Palestina. Apesar de que esses anos são usualmente descritos como anos de peregrinação, torna-se claro que o povo viveu ao sul da própria terra de Canaã, parcialmente na área conhecida como o Neguebe [ou Negueve], não muito distante de Cades-Barnéia, durante cerca de trinta e sete anos. Durante esse tempo o tabernáculo foi o ponto central tanto da vida civil como da vida religiosa, visto que foi ali que Moisés desempenhou os seus deveres administrativos. Pode-se supor que o povo seguia as atividades domésticas dos nômades, levando seus rebanhos a pastarem nas estepes semi-áridas. Essas circunstâncias requeriam provisões divinas quanto à alimentação e água. …
Diversas referências ao livro de Números podem ser encontradas no Novo Testamento, onde o livramento da escravidão egípcia é reputado como um modelo terreno da redenção eterna. As experiências no deserto são, no Novo Testamento, consideradas histórias registradas para nossa admoestação (1 Co 10.11). Nosso Senhor Jesus Cristo usou o incidente da serpente de bronze a fim de ilustrar o modo pelo qual Ele mesmo haveria de ser levantado, para que todos aqueles que nEle confiassem, não perecessem mas tivessem a vida eterna. Bíblia Shedd.

“É um livro vivo, que tem inspirado a vida espiritual dos cristãos ao longo da história. Seu principal objetivo é exaltar Yahweh como Deus supremo, em Sua santidade, majestade e no cuidado pelo povo escolhido.” CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 892.

Alguns assuntos mencionados em Números que nos lembram de Jesus, conforme se lê em 1 Co 10.1-11: 1) O Nazireu, cap 6; 2) A Novilha vermelha, cap 19; 3) O Pão dos Céus, 11.7-9; 4) A Água da Vida, 20.11; 5) A Serpente de Bronze, cap 21; 6) A Estrela, 24.17; 7) As Cidades de Refúgio, 35.9-15. Bíblia Shedd.



NÚMEROS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de fevereiro de 2019, 0:45
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Tem muita gente que não concorda com a Bíblia. Quem procede assim discorda de Deus. O que esperar de pessoas que discordam de um Deus bondoso, amoroso e atencioso? Se Deus não fosse assim, não teria deixado a Bíblia. Ela é evidência de Sua benevolência!

Vamos ler o livro de Números com milhares de pessoas?

A versão grega do Antigo Testamento, Septuaginta, deu ao livro que em hebraico é chamado de Bed midbbãr (no deserto) o nome de ‘Números’ devido ao “destaque dado aos números de censo no livro” (Gleason L. Archer, Jr).

No primeiro capítulo nota-se a ênfase em números, o primeiro recenseamento do povo de Deus. Realiza-se contagem dos peregrinos que saíram do Egito, atravessaram o Mar Vermelho e, nesta circunstância, estavam acampados próximo ao Monte Sinai.

A despeito do título e da ênfase numérica, o livro é histórico. “Compreende a história de entre trinte e oito e trinta e nove anos, isto é, de 1490 a.C. a 1451 a.C., e traz um relato distinto das várias etapas da viagem dos israelitas, os vários acontecimentos no caminho, suas provações, rebeliões, punições, libertações, conquistas, etc. com as várias leis e ordenanças não mencionadas nos livros precedentes, além de uma repetição e explicação de várias outras que foram previamente mencionadas” (Adam Clarke).

Deste modo, o livro de Números forma, “no geral uma história muito interessante da justiça, misericórdia e providência de Deus”, observa Clarke.

No primeiro capítulo destacam-se os seguintes pontos:

1. Conta-se homens de 20 anos para cima, capazes de guerrear (vs. 1-3);
2. Cada tribo possui chefes ligados a Moisés e Arão (v. 4);
3. Cataloga-se nomes dos líderes/príncipes das tribos (vs. 5-16);
4. Classifica o povo conforme a genealogia de cada família (vs. 17-19);
5. Considera-se o número das tribos. Os descendentes de…

• …Rúbem: 46.500
• …Simeão: 59.300
• …Gade: 45.650
• …Judá: 74.600
• …Issacar: 54.400
• …Zebulom: 57.400
• …Efraim: 40.500
• …Manassés: 32.200
• …Benjamim: 35.400
• …Dã: 62.700
• …Aser: 41.500
• …Naftali: 53.400

603.550 era o número de homens para a guerra; sem contar crianças, mulheres, doentes, velhos e levitas (vs. 44-54).

Deus preocupa-Se com quantidade e qualidade. Ele quer todos preparados para a guerra espiritual no deserto desta vida, enquanto avançamos para a Canaã Celestial!

“Senhor, por favor, conta-me como membro de Teu povo!” – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Como o Senhor ordenara a Moisés, assim os contou no deserto do Sinai” (v.19).


Do monte para o deserto. Esta mudança de cenário introduz o livro de Números com o primeiro censo da nação israelita. Foi no tabernáculo recém inaugurado que Moisés recebeu as orientações de Deus quanto à forma de proceder com a contagem do povo. Ele e Arão contariam os homens de “vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra em Israel” (v.3). O Senhor ainda declarou o nome dos príncipes de cada tribo que os auxiliariam nesta missão. Não era propósito de Deus que o Seu povo se envolvesse em conflitos com as demais nações. Uma clara prova disto foi a sua saída do Egito, em que o povo não precisou erguer uma espada sequer, mas apenas confiar no poder de Deus. Todavia, chegaria o tempo em que Israel rejeitaria o governo de Deus e sob a monarquia de reis terrenos precisaria estar pronto para as guerras que inevitavelmente surgiriam.

Contados “nominalmente… cabeça por cabeça” (v.18), cada homem capacitado a lutar fora recrutado pelo alistamento militar do deserto. Cada tribo dispôs o seu destacamento. Em cada família havia pelo menos um hábil soldado capaz de representá-la. Na tribo de Levi, porém, não fora realizado o censo. Aos levitas cabia a responsabilidade de “cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence” (v.50). Quando Israel acampava, cada tribo possuía o seu lugar próprio, “cada um junto ao seu estandarte, segundo as suas turmas” (v.52). Já a tribo de Levi acampava-se “ao redor do tabernáculo do Testemunho” (v.53), para que ninguém comum do povo tivesse acesso às coisas santas e morresse. A tribo de Levi, portanto, era uma espécie de exército do santuário. E todas as tribos, mesmo divididas por estandartes, deveriam estar sempre unidas pela mesma bandeira: “O Senhor É Minha Bandeira” (Êx.17:15).

Estamos vivendo o tempo do maior censo já realizado pelo Senhor: o censo dos “inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.21:27). O Espírito Santo está recrutando os últimos escolhidos de todas as nações, tribos, línguas e povos. Todos, sem restrição de idade, sexo ou etnia, podem alistar-se para o exército do Deus vivo. No entanto, a convocação tem prazo para acabar e se apressa para o fim. Há um conflito ocorrendo neste exato momento. Desde a entrada do pecado no mundo, a humanidade tem enfrentado um inimigo cruel e desleal. E somente mediante o uso da armadura correta poderemos estar em pé no Dia do Senhor. Eis a ordem superior que devemos obedecer: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11). Enfrentamos uma guerra que seria facilmente vencida pelo inimigo não fosse a graça do Senhor dos Exércitos. Acerca disto, Ellen White escreveu:

“O antagonismo que existe entre Cristo e Satanás revelou-se de maneira flagrante na recepção que Jesus teve. A pureza e santidade de Cristo suscitaram o ódio dos ímpios contra Ele. Sua vida de renúncia era uma perpétua reprovação a um povo orgulhoso e sensual. Satanás e os anjos caídos uniram-se aos homens maus contra o Campeão da verdade. A mesma inimizade é manifesta em relação aos seguidores de Cristo. Quem quer que resista à tentação, suscitará a ira de Satanás. Cristo e Satanás não podem harmonizar-se.’Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus, serão perseguidos'” (2Tm.3:12, O Grande Conflito, p.223).

Cumpre-nos fazer o que fez Israel: “Assim fizeram os filhos de Israel; segundo tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim o fizeram” (v.54). Através de Sua Palavra, o Senhor continua instruindo o Seu povo e preparando-o para as moradas do Céu. Temos o Céu a nosso favor e precisamos deixar isso muito claro através de nossas escolhas. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7). Eis a nossa arma secreta: “Ao som de fervorosa oração, treme todo o exército de Satanás… É quando anjos todo-poderosos, revestidos da armadura do Céu, vêm em auxílio da desfalecida e perseguida alma, Satanás e seus anjos retiram-se, pois bem sabem que está perdida a sua batalha” (Ellen G.White, Mensagens aos Jovens, p.53).

Encerre o seu estudo de hoje com uma leitura cuidadosa de Efésios 6:10-18.

Bom dia, exército do Deus Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números1 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



NÚMEROS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de fevereiro de 2019, 0:05
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