Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 22 by jquimelli
1 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-22/

Levítico 22 descreve como as ofertas eram feitas profanas pelos sacerdotes (1-9), não-sacerdotes (10-16), imperfeição (17-24), força (18-19, 29), incrédulos (25), abuso de animais (26 -28) e desobediência (29-30). Essa descrição destaca a santidade de Deus que libertou Israel da escravidão para torná-los santos (31-33).

Portanto, Deus apela repetidamente a Israel: “Sede santos; porque eu sou santo ”(Lv 11:44, 45; 19: 2; 20: 7, 26; 21: 8). Isso indica que o padrão de santidade é tão alto quanto Deus é, e que a única fonte de santidade é Deus. Mesmo anjos e humanos sem pecado caíram da santidade em que Deus os criou – não por causa de qualquer falha na criação de Deus, mas pela rejeição de Deus.

Deus nos atrai novamente através de Pedro: “Seja santo; porque eu sou santo” (1Pe 1:16). Podemos responder a esse apelo recebendo a santidade de Deus através de Jesus. Como Pedro escreve: “À medida que se aproximam dele, a pedra viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele — vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.”(1Pe 2:4-5 NVI).

Deste modo, homens e mulheres tornam-se “um sacerdócio real” e “uma nação santa” (1Pe 2:9).

Martin Hanna
Professor Associado
Seminário Teológico Adventista do Sétimo Dia
Universidade Andrews
Berrien Springs, Michigan, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
1 de fevereiro de 2019, 0:56
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LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
1 de fevereiro de 2019, 0:45
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Quem medita na Palavra de Deus diariamente terá, certamente, atitudes diferentes daqueles que não o fazem. Tal exercício incentiva alcançar elevado padrão moral.

Deus é o padrão de santidade. Portanto, qualquer coisa fora de Sua vontade despenca para a imoralidade, promiscuidade e perversidade.

Sendo tão pecadores, com nossas forças e habilidades jamais atingiremos a santidade estipulada por Deus em Sua Palavra; em contrapartida, Ele é tão santo que pode comunicar santidade a nós sem que perca a Sua santidade.

1. A santificação não está no comportamento humano, está na absoluta dependência do sacrifício apontando para Cristo. Qualquer desvio das orientações divinas implica desviar-se da rota da salvação para o desfiladeiro da perdição. Deus preza pela reverência, pelo zelo e pela total dedicação dos que O servem, por isso insiste na santificação deles (vs. 1-16).

2. A libertação realizada por Deus exige santificação. Deus não liberta o pecador para ser livre para pecar; liberta do pecado para não mais ser escravo do diabo. O pecador reconhece que merece a morte, e a oferta significa aceitação do perdão. Contudo, oferta oferecida de qualquer jeito implica na rejeição divina do ofertante, pois profana o nome de Deus (vs. 17-33).

O teólogo Paul R. House observa: “Talvez o pior castigo possível esteja implícito em Levítico 22:17-23. Aqui Yahweh explica que trazer animais defeituosos ao altar não conduz a nada proveitoso. Tais oferendas não agradam a Deus. Elas fazem a pessoa perder o direito à comunhão com Deus”.

Reflita nestas aplicações:

• Ao ofertar, o imperfeito pecador transmitia seus defeitos ao animal perfeito, o qual morria no lugar do imperfeito. Jesus morre pelo pecador.

• Ofertar, cultuar e adorar relaxada, incorreta e displicentemente é perca de tempo.

• Adulterar o plano de salvação significa perverter o único meio de obter solução ao problema da morte.

• Oferecer ofertas defeituosas implica tornar Cristo defeituoso, imperfeito para libertar ao pecador.

• Jesus é a perfeita oferta de Deus com excelsas qualidades morais que morreu para salvar-nos. Nossas ofertas devem revelar essa verdade.

Há nítido contraste entre bem e mal: Santidade não tolera pecaminosidade, nem pecaminosidade faz parceria com santidade. Pecadores que aceitam perdão do Salvador são intolerantes ao pecado, ainda que não estejam livres de cometê-lo.

Jesus é o único caminho, ande nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 22 – Comentado por Rosana Barros  by Ivan Barros
1 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Não profanareis o Meu santo nome, mas serei santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o Senhor, que vos santifico” (v.32).


Lidar com as coisas sagradas era uma questão de prioridade no santuário. Tudo ali apontava para a santidade de Deus e a necessidade do homem em ser por Ele santificado. A obrigação dos sacerdotes consistia em transmitir ao povo a vontade de Deus, ensinando-lhes a fazer diferença entre o santo e o profano. Os sacrifícios realizados no pátio do tabernáculo e as ofertas de manjares eram considerados “coisas sagradas” (v.2), portanto, não poderiam ser consumidos de qualquer forma e nem por qualquer um. A ordem era clara: “Não profanarão as coisas sagradas que os filhos de Israel oferecem ao Senhor” (v.15). Pontualmente, Deus prescreveu a Israel o passo a passo da verdadeira adoração.

Havia todo um cuidado de Deus para que os Seus filhos não profanassem as coisas sagradas e nem o Seu santo nome lidando com o sagrado de forma comum. Aquele que criou o homem para a Sua glória (Is.43:7) não poderia exigir-lhe menos do que poderia oferecer. Ofertas de animais com defeito eram inaceitáveis. Como uma representação de Cristo, o perfeito Cordeiro, cada animal deveria ser cuidadosamente selecionado para compor o cenário de adoração. Ainda nos resta, hoje, uma oferta a ser feita. Um sacrifício nos é exigido: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm.12:1). 

Muito mais do que exigir santidade, Deus nos confere santidade. Só Ele é santo, portanto, só Ele pode nos santificar. Deus deseja imprimir os Seus atributos em Seu povo, mas, para que isso aconteça, precisamos descer os degraus de nossas orgulhosas concepções e permitir que o Santo Espírito nos transforme. A melhor oferta que podemos depor no altar do Senhor não são os nossos esforços religiosos, e sim o que Ele mesmo nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26). Sabem quando começa a genuína conversão? Não é quando fazemos a obra de Deus, mas quando permitimos que o Deus da obra nos encontre. Todas aquelas leis e obrigações consistiam em ensinar a Israel que o Senhor desejava ter um encontro especial com o Seu povo todos os dias. 

Quando um pecador se dirigia ao templo com uma oferta segundo os seus próprios critérios, e o coração endurecido para ouvir a voz de Deus, estava a replicar a ofensiva oferta de Caim. Foi pela fé que “Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas” (Hb.11:4). Abel depositou o seu coração naquela oferta e foi selado para a eternidade. Caim, porém, ofereceu do que achava ser o melhor, duvidando da provisão de Deus e recebendo o sinal de eterna maldição. A diferença entre a verdadeira adoração de Abel e a falsa adoração de Caim tem sido vista no decorrer da história deste mundo e permanecerá até que Cristo volte e ponha “as ovelhas à Sua direita, mas os cabritos, à esquerda” (Mt.25:33). 

Muitos professos cristãos têm exigido de outros com severo rigor que sejam observadas as regras de modéstia cristã, regime alimentar, dentre outras, quando, na verdade, eles mesmos necessitam de uma mudança deveras maior. Não podemos exigir reforma se não há reavivamento. Reforma sem reavivamento é hipocrisia, e reavivamento sem reforma é inconcebível. Ambos estão ligados pelo Elo Espírito Santo na obra de preparar o derradeiro povo do advento. E naquele Dia haverá um sacrifício aceitável a Deus: “O que é limpo de mãos e puro de coração” (Sl.24:4). A entrega incompleta do eu aos cuidados do Senhor desvia o nosso foco do Criador para as criaturas. Não fomos chamados para condenar, mas para salvar. A nossa missão não consiste em simplesmente ensinar a verdade, mas em vivê-la para a glória de Deus, porque “dEle, e por meio dEle, e para Ele são todas as coisas” (Rm.11:36).

O evangelho do Reino “não é segundo o homem… mas mediante revelação de Jesus Cristo” (Gl.1:11 e 12). Este é o evangelho que nos foi dado a pregar e testemunhar. Seja o nosso coração uma oferta contínua ao Senhor e toda a nossa vida será uma progressiva revelação da atuação do Espírito Santo. “Ora, se invocais como Pai Aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação” (1Pe.1:17).

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico22 #RPSP 

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA 



LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
1 de fevereiro de 2019, 0:05
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1068 palavras

1-9 Porque haviam tantas orientações com respeito aos sacerdotes? Os israelitas deveriam estar bem familiarizados com sacerdotes do Egito. Sacerdotes egípcios estavam interessados principalmente com política. Eles viam a religião como um caminho para obter poder. Portanto, os israelitas estariam desconfiados quanto ao estabelecimento de uma nova ordem sacerdotal. Mas Deus queria que Seus sacerdotes servissem a Ele e ao povo. Seu trabalho era religioso – ajudar o povo a se aproximar de Deus e adorá-Lo. Eles não poderiam utilizar de sua posição para obter poder porque não lhes era permitido possuir terras ou tomar dinheiro de quem quer que fosse. Todas essas orientações tranquilizavam o povo e ajudavam os sacerdotes e atingir seu propósito. Life Application Study Bible.

que se abstenham das coisas sagradas (ARA; NVI: “que tratem com respeito as coisas sagradas”). Tudo o que era usado no tabernáculo devia ser rigorosamente limpo, cerimonialmente e de outras formas. Se algum sacerdote se tornasse impuro, devia cuidadosamente evitar tocar ou mesmo se aproximar das coisas sagradas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 865.

3 eliminado da minha presença. Excluído da comunidade que cultuava a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Qualquer pessoa cerimonialmente imunda que comesse alimentos santos de um sacrifício se arriscava à morte (7.20-21). A imundícia (morte) e a santidade (vida) não deveriam se misturar. Bíblia de Genebra.

leproso. A maior parte da contaminação que podia atingir o sacerdote era apenas de natureza temporária, e a exclusão do serviço do santuário duraria só até a tarde. No entanto, os que contraíam lepra ou fluxo eram excluídos até que fossem declarados limpos outra vez. Isso durava o tempo necessário para a recuperação. Durante a exclusão, eles eram mantidos pelos outros sacerdotes, mas não podiam comer das coisas oferecidas porque elas simbolizavam o carregamento dos pecados. CBASD, vol. 1, p. 865.

5 que tocar em algum réptil, com o que se faz imundo (ARA; NVI: “tocar em alguma criatura… que o torne impuro”).

Posto o sol. O dia terminava ao pôr do sol. Naquela hora, as portas do santuário eram fechadas e encerrados os serviços do dia. Por isso, se o sacerdote estivesse contaminado até a tarde, ele podia oficiar só no dia seguinte. CBASD, vol. 1, p. 865.

9 para que, por isso, não levem sobre si pecado e morram (ARA; NVI: “para que não sofram as consequências do seu pecado nem sejam executados por tê-los profanado”). As leis da pureza eram as mesmas para os sacerdotes e o povo, mas as penalidades eram muito mais severas para os sacerdotes, que tinham maiores responsabilidades. Cf Nadabe e Abiú (10.1-3) e os sacerdotes infiéis do tempo de Malaquias (Ml 1.6-2.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Nenhum estrangeiro comerá das coisas sagradas (ARA; NVI: “Somente o sacerdote e a sua família poderão comer da oferta sagrada”). estrangeiro. Heb zar, da raiz zur, “afastar-se”. Aqui se refere a qualquer pessoa que não fosse sacerdote ou levita, portanto um leigo, um estranho. … Outras palavras para “estrangeiro”, propriamente dito, são gêr, que dá a ideia de errante, um viajante sem moradia fixa, e goy[plural goyin], que se refere às pessoas que não pertencem à nação israelita, e se traduz “gentio”. Bíblia Shedd.

12 se casar com estrangeiro (ARA; NVI: “se casar com alguém que não seja sacerdote”).

13 repudiada (ARA; NVI: “se divorciar”).

19-25 Somente o melhor deveria ser oferecido a Deus; somente aquilo que vem de um coração grato e voluntário, a dedicação das melhores qualidades do nosso ser, é aceitável a Deus. … Até os pagãos achavam que os ídolos que adoravam eram dignos de sacrifícios perfeitos, sem defeito. Bíblia Shedd.

Animais com defeitos não eram aceitáveis como sacrifício porque não representavam a natureza santa de Deus. Além disso, os animais nao deveriam ter qualquer defeito [impureza] para prefigurar a vida perfeita e sem pecado de Jesus Cristo. Quando damos o melhor de nosso tempo, talento e tesouro a Deus em vez do que é imperfeito ou comum, declaramos o verdadeiro significado da adoração e testificamos da dignidade suprema de Deus. Life Application Study Bible.

20 o animal deve ser sem defeito. A palavra para “defeito” é a mesma usada em 21:17-23, onde se refere aos defeitos dos descendentes de Arão. Um sacrifício defeituoso seria um insulto a Deus (Ml 1:8-9, 13-14) e não representaria a Cristo, que é o nosso Sacrifício moralmente perfeito. Andrews Study Bible.

23 No caso das ofertas voluntárias opcionais, uma espécie de sacrifício pacífico (cap. 3), pequenos defeitos eram tolerados. Bíblia de Genebra.

Se … era uma oferta voluntária e não um voto, o ofertante podia apresentar um animal, mesmo que fosse desproporcionado ou com algum defeito. Essas ofertas eram usadas, com frequência, pelos pobres. Se tivesse chifre quebrado, defeito na perna ou cicatriz na pele, nenhum desses defeitos tornava o animal impróprio para o consumo. CBASD, vol. 1, p. 865.

24, 25 Referia-se a animais castrados que poderiam ser empregados nas fazendas, mas não deveriam ser sacrificados como oferta a Deus. Bíblia Shedd.

25 como pão de vosso Deus (ARA: NVI: “como alimento do seu Deus”).

27, 28 Matar um animal logo depois do seu nascimento demonstrava pouco respeito pela vida e, portanto, era incompatível com a santidade. Bíblia de Genebra.

Apresentando de novo  Êx 22:30. Isso, e a seguinte lei que proibia o sacrifício de uma fêmeas e seu filho no mesmo dia (v. 28) mostra respeito pela vida animal (comparar com Êx 23.19; Dt 22:6-7). Andrews Study Bible.

Os animais recém-nascidos não eram considerados como tendo existência própria e independente antes de completar uma semana de vida. Os israelitas entendiam este mandamento como um desejo da parte de Deus de lhes ensinar a misericórdia, Êx 23.19; 34.26; Dt 14.21; 22.6-7. Bíblia Shedd.

Deve-se manter o princípio da bondade para com os animais ainda hoje. Não se deve matá-los desnecessariamente, mas estar ciente do cuidado terno e solícito que o próprio Criador tem pelas criaturas do campo e da floresta (Mt 10:29). Até mesmo as criancinhas se ressentem quando algum dano é feito aos animais. Não se deve perder a sensível apreciação que as crianças têm pela bondade. Qualquer tipo de crueldade é revoltante. Os médicos devem estar alerta para não se tornarem insensíveis ao sofrimento dos outros. Os ministros não devem se esquecer das fragilidades humanas e da necessidade de simpatia mais do que de repreensão. CBASD, vol. 1, p. 865.

29 fá-lo-eis para que sejais aceitos (ARA; NVI: “ofereçam-no de maneira que seja aceito em favor de vocês”.

30 naquele mesmo dia. A mesma regra era aplicada à Páscoa (Êx 34.25); a oferta de comunhão [ARA: “voto ou oferta voluntária”], por outro lado, podia ser reservada e comida no dia seguinte (7.16).



LEVÍTICO 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
1 de fevereiro de 2019, 0:05
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