Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO – DIA 3 (MUNDIAL) by jquimelli
15 de fevereiro de 2019, 18:52
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Uma Experiência Mais Profunda

 DIa 3 —A MAIOR BATALHA

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jer. 29:13).

“O coração inteiro tem de render-se a Deus, ou do contrário não se poderá jamais operar a transformação pela qual é restaurada em nós a Sua semelhança. … A luta contra o próprio eu é a maior batalha que já foi ferida. A renúncia de nosso eu, sujeitando tudo à vontade de Deus, requer luta; mas a alma tem de submeter-se a Deus antes que possa ser renovada em santidade” (Caminho a Cristo, p. 43). Desde a infância, tive o desejo de ser como Jesus. Quando eu diariamente consagrava minha vida a Ele, orava para que Ele me mudasse. Ele respondeu minha oração de uma forma muito interessante. 

Meu sogro, George, veio morar conosco depois que sua esposa faleceu de câncer. Ficamos felizes em tê-lo mais perto de nós e queríamos que ele fizesse parte da vida de nossa jovem filha. Esperávamos que viver em nossa casa e participar de adorações familiares tivesse uma influência espiritual positiva nele. 

Vivíamos em uma fazenda com um celeiro, lago, pasto e com a vida selvagem que frequentava a propriedade. George era um homem que gostava muito do ar livre, então este era um local privilegiado para sua aposentadoria. Todas as manhãs ele passeava às margens do lago. Um dia, quando ele não voltou de sua caminhada no horário habitual, meu marido foi procurá-lo. Ele estava preso em uma amoreira onde havia caído. Nas semanas seguintes, George reclamou que suas pernas e pés formigavam, e ele encontrou dificuldade em andar. Testes revelaram um tumor que apresentava metástases em sua espinha. Seu médico realizou uma cirurgia que removeu o tumor, mas que lhe causou paralisia permanente da cintura para baixo. 

Em vez de interná-lo em uma clínica de enfermagem, decidimos que eu cuidaria dele em casa. Eu não tinha treinamento de enfermagem, apenas um curso intensivo dado ao saímos do hospital. Meu dia-a-dia consistia em dar banho em George, cuidar de suas feridas, administrar seus medicamentos e transferi-lo da cama para a cadeira, depois de volta para cama. Foi incrivelmente humilhante para ele não puder mais cuidar de si mesmo, e eu assumi o peso de sua frustração. 

Meu marido e eu planejamos uma escapada de fim de semana e providenciamos um jovem para cuidar de George enquanto estávamos fora. Na noite anterior à nossa partida, coloquei George na cama, beijei-o na testa e lembrei-lhe de que sairíamos na manhã seguinte para o fim de semana. A isso, George disse com raiva: “Eu sou sua responsabilidade! Você não tem o direito de me deixar com outra pessoa!” Eu respondi de volta com: “Você é um velho egoísta e injusto! ” 

Imediatamente, fui convencida de que minhas ações eram erradas e não-cristãs. Chorando, corri para o meu quarto e caí na minha cama. “Senhor, o que há de errado comigo? Por que não posso controlar meu temperamento? Você está realmente trabalhando na minha vida? ”A resposta veio muito gentilmente: “Estou trabalhando em sua vida. Estou respondendo sua oração para que você seja mais como Eu. Você está ressentida com George. Ele toma seu tempo, deixando você se sentindo sobrecarregada, sem saída. O ressentimento é pecado, e se você entregar para Mim, eu lhe darei graça para continuar cuidando de George.”

“Muitos que sinceramente consagram suas vidas ao serviço de Deus ficam surpresos e desapontados ao se encontrar, como nunca antes, confrontados por obstáculos e atormentados por provações e perplexidades. . . . [Então] Dá-lhes oportunidade de corrigirem tais defeitos e de se tornarem aptos para O servir” (A Ciência do Bom Viver, pp. 470, 471). “O arrependimento compreende tristeza pelo pecado e afastamento do mesmo. Não renunciaremos ao pecado enquanto não reconhecermos a sua malignidade; enquanto dele não nos afastarmos sinceramente, não haverá em nós uma mudança real da vida” (Caminho a Cristo, p. 23).

Eu vi como era o ressentimento e não queria que estivesse no meu coração. Eu confessei meu pecado e resolvi viver para Deus. Pedi a Ele que me lavasse e me desse um novo coração. Levantei-me da cama, enxuguei os olhos e pedi perdão a George. A paz encheu meu coração e minha derrota se transformou em vitória. Mais tarde, tivemos que colocar George em um retiro para idosos, pois seu cuidado tornou-se impossível para mim. Recebemos um telefonema uma noite dizendo-nos para vir porque George tinha sofrido um derrame. Meu marido sentou-se ao lado dele e sussurrou em seu ouvido: “Papai, você sabe que Jesus te ama? Se você pedir em seu coração, Ele salvará você.” O único sinal visível que George entendeu foi uma lágrima que escorria pelo seu rosto. Em seus últimos momentos, eu acredito sinceramente que ele aceitou Jesus como seu Salvador. 

Jodi Genson

 

FORMATO SUGERIDO PARA O MOMENTO DE ORAÇÃO

Louvor 

  • Senhor, Te louvamos porque nos dá força e nos sustenta quando somos fracos.
  • Nós Te louvamos porque quando caímos,  não nos abandonas.
  • Te louvamos, Senhor, porque lanças nossos pecados nas profundezas do mar e deles não mais se lembra. 

Confissão 

  • Senhor, perdoa-nos quando nos permitimos que o eu seja nosso mestre.
  • Por favor, perdoa-nos quando Te representamos mal para outras pessoas.
  • Perdoa-nos quando nos apegamos ao pecado, ao invés de permitir que  o removas de nossas vidas.
  • Senhor, por favor, sonda os nossos corações. Veja se há algum caminho perverso em nós e nos conduza no caminho eterno (Sl 139: 23, 24). [Passem alguns momentos em oração pessoal e silenciosa, permitindo que o Espírito Santo sonde seus corações.]

Súplica e Intercessão

  • Senhor, ajuda-nos a ser pacientes e bondosos, mostrando Seu amor e piedade àqueles que nos incomodam e nos acusam falsamente.
  • Por favor, ajude-nos a perseverar através das dificuldades, especialmente quando é difícil amar.
  • Oramos por aqueles que cuidam de familiares idosos ou doentes. Dê-lhes paciência, força e amor.
  • Senhor, por favor, alivie a ansiedade daqueles que enfrentam doenças terminais. Conceda-lhes coragem e a paz de Jesus.
  • Oramos para que os 202 milhões de pessoas nas 41 cidades menos atingidas da Divisão do Sul da Ásia-Pacífico conheçam a Jesus.
  • Oramos pelo Departamento da Escola Sabatina/Ministérios Pessoais de cada igreja local, ao buscarem Teus planos e estenderem às suas comunidades serviço amoroso, estudo da Bíblia e testemunho pessoal.
  • Oramos pela Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), ao atenderem às necessidades práticas ao redor do mundo.
  • Também oramos pela nossa lista de sete ou mais pessoas [cite os nomes, se apropriado.].

Ação de Graças 

  • Obrigado por colocar um guarda em nossas bocas e cerrar as portas dos nossos lábios.
  • Obrigado pelo amor semelhante ao de Cristo por aqueles que são difíceis de amar.
  • Obrigado porque ao Seu caráter se formar em nossas vidas, outros serão atraídos a Ti.
  • Senhor, obrigado por nos ouvir, por responder nossas orações e por trabalhar nos bastidores para realizar a Sua vontade.

 

CANÇÕES SUGERIDAS

“Exulta, Meu Coração” (HASD 239); “Porque Ele Vive” (HASD 80); “Comigo Habita” (HASD 397); [Sem versão para o português: “Live Out Thy Life Within Me” (SDA Hymnal #316); “O for a Closer Walk with God” (SDA Hymnal #315)]

PROMESSAS PARA REIVINDICAR EM ORAÇÃO

  • “O SENHOR firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o SENHOR o segura pela mão.” (Sl. 37:23, 24).
  • “Os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Isa. 40:31).
  • “O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei.” (Sl. 28:7).

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



NÚMEROS 9 by jquimelli
15 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-9/

Dois aspectos marcantes da vida judaica aparecem neste capítulo: a cerimônia da Páscoa e a aparição da nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite. Ambas demonstram a incrível graça de Deus. A nuvem e a coluna mostram o tipo de orientação divina pela qual todos nós ansiamos. Esta orientação era visível a todos os israelitas.

Tanto na prática judaica quanto na cristã, a Páscoa tem grande significado. Para os cristãos, a Páscoa é um símbolo da morte de Cristo. Deus criou um povo que deveria se manter separado, tanto racial, quanto culturalmente. Dessa forma, os judeus eram altamente sensíveis ao contexto familiar. Contudo, o desejo de Deus de um povo santo, separado, não significava que forasteiros não pudessem se juntar a Israel. O livro de Números deixa claro que não-judeus também eram bem-vindos para celebrar a Páscoa, desde que assim o desejassem e o fizessem de acordo com as regras do culto. Israel não deveria ser uma nação racialmente preconceituosa e com orgulho separatista.

Nós podemos ser gratos pela aceitação de Deus a todos os que vêm a Ele, não importa sua raça ou origem familiar. Por isso, louvamos ao Senhor.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/9
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:45
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Nossa principal refeição matinal deve ser uma substanciosa reflexão espiritual. Sem ela, nossa alma empobrece, nossa esperança enfraquece e nossa fé esmorece.

Religião é relacionamento, compromisso, fidelidade… melhor dizendo, é entrega a Deus como não se entrega a mais nada. Religião é dependência total de Deus durante a caminhada para o Céu. Salvação resulta desse relacionamento.

Números 9 pode ser dividido em duas importantes partes:

1. A Páscoa como reconhecimento da necessidade de um Salvador que oferece perdão, restauração e salvação (vs. 1-14); início da caminhada após a conversão.
2. A coluna de fogo à noite e a nuvem de dia é evidência da orientação divina no deserto, mostrando a necessidade da dependência constante de Deus para avançar em santificação (vs. 15-23); a total orientação divina após a conversão é essencial.

Curiosidades: a Páscoa…

• …foi celebrada no Egito e no deserto (vs. 1-2).
• …era aberta aos israelitas e não-israelitas (v. 14).
• …era comemoração anual instituída por Deus.
• …foi instituída para ser uma festa comemorativa e instrutiva: Comemorava a libertação e celebrava o Libertador.
• …apontava para Cristo; portanto, a partir de Sua morte, “a ceia do Senhor é a páscoa cristã, paralelo do Novo Testamento à libertação de Israel do Egito” (Frank Holbrook).
• …não existe mais, pois Cristo é a nossa páscoa exclusiva na atualidade (I Coríntios 5:7).
• …era um emblema de morte para o pecado e renovação da vida com Deus, não se podia participar dela sem assimilar tais verdades à vida (vs. 6-7).
• …não poderia ser ignorada; ignorá-la implicava apegar-se ao pecado antes que a Deus. Pecado é veneno fatal! (vs. 10-13).

Desprezar a Páscoa/Santa Ceia implica desprezar sublimes orientações de Deus (vs. 8-9); O qual quer estar junto ao Seu povo para protegê-lo e guiá-lo (vs. 15-23). Deus protege àquele que permite ser guiado por Ele!

Quem se recusa participar da Santa Ceia está dizendo que prefere antes morrer com seu pecado do que viver ao lado de Deus.

Além da nuvem e do fogo como evidência da presença de Deus, Lauriston J. Du Bois observa que o povo tinha “a ordem direta do dito do Senhor [v. 18] para instruí-los enquanto viajavam”.

Servem verdadeiramente a Deus aqueles que estão dispostos a ir aonde Deus conduzir. Agir diferente é loucura! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Segundo o mandado do Senhor, se acampavam e, segundo o mandado do Senhor, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o Senhor, segundo a ordem do Senhor por intermédio de Moisés” (v.23).

As festas cerimoniais que compunham o calendário de Israel eram celebradas em datas fixas, instituídas pelo próprio Deus. E a festa inaugural era a Páscoa. No tempo determinado, os filhos de Israel deveriam rememorar a noite em que o Senhor livrara os primogênitos do Seu povo e o libertara do cativeiro egípcio. A Páscoa era um símbolo de remissão e libertação; uma data para ser observada em família e um privilégio concedido a naturais e estrangeiros. Todos eram convidados a “celebrar a Páscoa ao Senhor” (v.14). Mas todo aquele que negligenciasse tal privilégio, deveria ser eliminado do povo, levando “sobre si o seu pecado” (v.13).

A Páscoa simboliza a entrega do Cordeiro pascal, que “tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si” (Is.53:4). O sangue de Cristo foi derramado para que nós fôssemos salvos do salário do pecado. Seu sacrifício abriu para nós uma janela de liberdade rumo à manhã gloriosa de Sua segunda vinda. Em cada memória de Israel acerca daquela noite definitiva, havia um cântico especial ao Senhor que os livrou e os salvou. O sangue nos umbrais das portas os selara para a vida, enquanto aguardavam apercebidos a ordem para partir. Muitos não têm a mesma disposição e prontidão, como o foi com os filhos de Israel. Mas, então, a porta da graça será fechada, e como nos dias de Noé, só perceberão quando o povo do advento já estiver selado em segurança na arca da salvação.

Jesus percorreu o caminho da cruz, nos ensinando, à cada passo, que a dependência de Deus é a nossa única segurança. Precisamos atender ao conselho de Moisés: “Esperai, e ouvirei o que o Senhor vos ordenará” (v.8). Em um mundo altamente acelerado e imediatista, esperar parece perda de tempo. É desanimador o status mundial de quanto mais rápido melhor, e acabamos perdendo de ouvir o que o Espírito de Deus tem a nos falar. Aqueles que estavam imundos aguardaram a resposta divina e o Senhor lhes indicou uma Páscoa especial para que eles tivessem tempo de se purificar. Deus não quer “que ninguém se perca, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Esperar em Deus pode ser sinônimo de segunda chance.

A nuvem da presença de Deus que ficava acima do santuário era a bússola de Israel. “Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam” (v.17). A única alternativa era esperar, “segundo o mandado do Senhor” (v.20). Nem sempre os caminhos que o Senhor traça para nós são tranquilos e livres de perigos. Por vezes, precisamos lidar com inimigos. Outras vezes, com o calor de nossos desertos. Ainda outras, com a nossa própria teimosia. Uma coisa é certa: quer acampados, quer em marcha, a constante presença de Deus é uma garantia eterna a todos os que O amam.

Vejamos a descrição do cenário pascal, nas palavras de Ellen G. White:

“A Páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o ‘Cordeiro de Deus’, em Quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: ‘Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós’ (1Co.5:7). Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente. Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório” (Patriarcas e Profetas, p. 192).

“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:7-8).

Bom dia, pacientes cidadãos do Reino de Deus!

Dez dias de oração, 2° dia: Oremos pelo reavivamento de nossas famílias e por nossos estudantes da Bíblia, para que se decidam pelo batismo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números9 #RPSP

Comentário em áudio:

https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
15 de fevereiro de 2019, 0:05
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836 palavras

O nono capítulo nos ensina: 1) A Páscoa era uma lembrança do passado, uma realidade do presente e uma antecipação do futuro. Assim também é a Ceia do Senhor, que contém o evangelho inteiro; 2) Os problemas e as dificuldades devem ser levados a Deus em oração, v 8; 3) A orientação de Deus deve ser seguida a cada passo, seja no viajar, seja no esperar. O grande princípio é: “Segundo o mandado ao Senhor”, vv 18, 19, 20, 23; cf Jo 2.5; 4) A vontade divina para nós inclui o “onde” e o “quando”, duas coisas que revelam claramente aos fiéis que obedecem a Deus. Bíblia Shedd.

1-14 O suplemento da lei concernente à Páscoa. Todo judeu deveria observá-la, sob pena de ser excluído da comunidade israelita. Elementos da Páscoa: deveriam conter pão asmo, isto é, sem fermento; ervas amargas, como almeirão; e um cordeiro ou cabrito, cujos ossos não deveriam ser quebrados. O cordeiro pascal era a figura do Cordeiro de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, cujos ossos não foram quebrados, e cujo sangue foi vertido na Cruz do Calvário para a nossa redenção. Bíblia Shedd.

Quando Jesus (“nosso Cordeiro pascal”, 1Co 5.7; cf Jo 1.29) foi crucificado, foi relatado que nenhum dos seus ossos foi quebrado, em cumprimento das Escrituras (Jo 19.36). V. tb Êx 12.46; Sl 34.20. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6-13 Um problema especial é identificado e a resposta  de Deus é dada: uma pessoa que estivesse imunda ou estivesse de viagem no tempo regulamentar da observância podia celebrar a Páscoa exatamente um mês mais tarde. Nenhuma outra pessoa, porém, podia adiar a observância da Páscoa. Bíblia de Genebra.

Note que Deus não ajustou os requisitos da Páscoa. Os padrões de santidade foram mantidos e não foi permitido aos homens participarem. Mas Deus fez um exceção e permitiu aos homens que celebrassem a Páscoa um mês mais tarde. Isso manteve os requisitos sagrados, enquanto permitiu aos homens participar da festa – uma obrigação de todo israelita. Às vezes enfrentamos impasses onde a saída mais óbvia pode nos levar a transigir com os padrões divinos. Como Moisés, deveríamos usar sabedoria e oração para alcançar uma solução adequada. Life Application Study Bible Kingsway.

7 por que deveríamos ser impedidos de apresentar a nossa oferta ao SENHOR…? (NVI). Os que tinham impureza cerimonial demonstravam o desejo ardente de adorar ao Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 O espírito da lei tem mais valor que a letra. O alvo da Lei é nos por em contato eterno com Deus, e Deus não deseja que algum impedimento técnico prive o homem das Suas bênçãos. Com o perverso, Deus se mostra firme e sério, especialmente quando se trata de desprezar as bênçãos que Deus derrama sobre os homens, v 13. Veja Hb 6.4-6. Bíblia Shedd.

13 eliminada do seu povo. Se isto parece ser muita severidade para tratar com alguém por faltar a um dever cerimonial religioso, é necessário não se esquecer do significado da Páscoa – o Cordeiro de Deus -, reconhecendo que quem não aceita o meio de salvação indicado pelo próprio Deus já se entregou à perdição, Mc 16.16; Jo 3.16-21, 36. Bíblia Shedd.

14 Como um rito da aliança do Deus, a Páscoa devia ser celebrada somente por membros da comunidade da aliança. Estrangeiro do sexo masculino que desejassem participar deviam aceitar as condições da aliança, deixando-se circuncidar (Êx 12.48). Bíblia de Genebra.

Deus não tinha um conjunto separado de normas para não crentes e ainda não tem hoje. A frase “Vocês terão as mesmas leis”(NVI) enfatiza que os não israelitas também estão sujeitos às ordens e promessas de Deus. Deus tornou Israel um povo singular com um objetivo especial – ser um exemplo de como uma nação poderia – e deveria – segui-Lo. Sua intenção, contudo, era que todos os povos O obedecessem e adorassem. [Ver tb Êx 12:49] Life Application Study Bible Kingsway.

15 tenda do Testemunho (ARA). A NVI traz “a tenda que guarda as tábuas da aliança”. …  isto é, as duas tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus e colocadas dentro da arca. A lei moral, o decálogo, era a pedra fundamental sobre a qual o judaísmo se fundamentava. A nuvem cobria a parte do santuário que continha a arca, na qual ficava a santa lei, os dez mandamentos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 927-928.

22 ou por mais tempo. A realidade da dependência da igreja da direção pessoal de Deus é impressionante. O Senhor escolheu a rota, os lugares de descanso e o tempo de permanência em cada um deles. O sinal visível de sua presença no deserto deve ter proporcionado grande ânimo, pois fornecia um forte incentivo à fé (ver sobre a nuvem em Êx 13:21; 14:19, 20, 24; Lv 16:2; Ne 9:19). CBASD, vol. 1, p. 927-928.

23 Conforme a ordem do SENHOR. A natureza repetitiva dos v. 15-23 aumenta a expectativa da obediência completa e contínua à orientação divina no avanço de Israel pelo deserto. O papel de Moisés é mencionado para dar equilíbrio: Moisés era o agente do Senhor, que interpretava os movimentos da nuvem como sinal para os movimentos do povo. A tragédia da sua desobediência subsequente (cap. 11) é ressaltada pelo presente parágrafo a respeito da sua obediência. Bíblia de Estudo NVI Vida.




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