Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO – DIA 6 (Mundial) by jquimelli
17 de fevereiro de 2019, 16:21
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Uma Experiência Mais Profunda

DIa 6 — O DOM DO ARREPENDIMENTO


“Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Ped. 5:6). 

O Sr. G era um professor respeitado em um pequeno internato nas colinas na parte leste do estado americano de Washington. Esta escola ensinava não apenas os princípios de leitura, escrita, matemática e habilidades vocacionais, mas também os fundamentos da vida cristã prática. Os alunos aprendiam a dar estudos bíblicos, pregar em reuniões evangelísticas e a liderar em suas igrejas domésticas ensinando a lição da Escola Sabatina, pregando sermões e realizando atividades comunitárias. O Sr. G foi parte vital dessa educação.

O Sr. G ensinava utilizando o livro Caminho a Cristo para a sua classe bíblica da última série do ensino médio. Ele usava métodos práticos para impressionar na mente de seus alunos a simplicidade do evangelho, e seu objetivo era que eles entendessem os princípios de como andar com Jesus e permanecer nele diariamente. Sua vida era um testemunho do poder de Deus, e ele enfatizava nas mentes de seus alunos a importância de começar o dia com Cristo. “Consagrai-vos a Deus pela manhã; fazei disto vossa primeira tarefa. Seja vossa oração: ‘Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite que toda a minha obra se faça em Ti.’” (Caminho a Cristo, p. 70). 

O Sr. G ensinava não só a classe bíblica, mas também carpintaria para meninos da primeira série do ensino médio. A aula era dividida em duas seções. Primeiro, eles estudavam um livro; Em seguida, eles aplicavam o que tinham aprendido de maneira prática. Um dia durante a aula, o Sr. G estava ajudando três garotos a construir uma parede de sustentação, enquanto outros três brincavam de luta em uma pilha de madeira. O Sr. G pediu aos meninos para ficarem longe da pilha, uma vez que algo poderia cair e ferir alguém. Os meninos continuaram a lutar na pilha e quando ele foi falar com eles, uma grande prancha caiu em seu pé. Ele dançou de dor, segurando o pé. Os meninos, achando isso muito engraçado, riram, apontando para ele. Instantaneamente, o Sr. G ficou com raiva. Palavras flamejantes fluíam de seus lábios. Como Moisés, que perdeu a paciência com os filhos de Israel, ele perdeu a paciência diante de seus alunos.

Correndo a um escritório próximo, o Sr. G clamou a Deus: “Eu estraguei tudo, Senhor! Não posso mais ensinar!” Silenciosamente, a terna misericórdia e compaixão de Jesus consolou seu coração, trazendo arrependimento. “Muitos que são realmente conscienciosos, e que desejam viver para Deus, são por ele muitas vezes levados a demorar o pensamento em suas próprias faltas e fraquezas, e assim, afastando-os de Cristo, esperam alcançar a vitória. … Repousai em Deus. Ele é capaz de guardar aquilo que Lhe confiastes. Se vos abandonardes em Suas mãos, Ele vos tornará mais que vencedores por Aquele que vos amou.” (Caminho a Cristo, p. 71). Enquanto estava orando, lhe veio o pensamento: “Você não pode ficar neste escritório o dia todo; você deve ir e dizer àqueles garotos que você Me representou erradamente por suas ações.” Humilhado, ele retornou para os garotos, que estavam do lado de fora e assumiu sua culpa por sua explosão.” Eu não representei corretamente Jesus para vocês hoje, e sinto muito”, ele se desculpou. Os meninos tentaram consolá-lo dizendo: “Tudo bem! Todo mundo faz isso. É normal!” 

O próximo período de aula para o Sr. G naquele dia foi a Bíblia. Ele tinha falado que seus alunos lessem o quinto capítulo de Caminho a Cristo, “Consagração”, e escrevessem um pensamento que os impressionasse. Quando ele entrou em sua sala de aula, ele não se sentiu emocionalmente preparado para ensinar. Os estudantes entraram e sentaram-se, e uma das meninas colocou sua tarefa em sua mesa. O Sr. G olhou para baixo e seus olhos captaram uma frase: “Vossa esperança não está em vós mesmos; está em Cristo” (Caminho a Cristo, p. 70). Essa frase era exatamente o que ele precisava.

Anos depois, ele recebeu uma carta de um desses rapazes. “Eu sei que o sr. não estava orgulhoso de suas ações naquele dia na aula de carpintaria”, dizia a carta, “mas eu quero que saiba que o seu exemplo de se humilhar e fazer as coisas direito, se desculpando conosco, falou muito ao meu coração. Agora que sou pai, tive que pedir muitas vezes a meus filhos que me perdoassem quando falhei e, por causa do seu exemplo, isso me ajudou a ser um pai melhor”. “Muitas vezes, teremos de prostrar-nos e chorar aos pés de Jesus, por causa de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar. Mesmo quando somos vencidos pelo inimigo, não somos repelidos, nem abandonados ou rejeitados por Deus. Não; Cristo está à destra de Deus, fazendo intercessão por nós.” (Caminho a Cristo, p. 64).


FORMATO SUGERIDO PARA O MOMENTO DE ORAÇÃO

Louvor 

  • Senhor, nós te louvamos pelo nosso Advogado, Jesus Cristo, que intercede em nosso favor.
  • Nós te louvamos porque podes transformar nossa derrota em vitória.
  • Nós te louvamos, Senhor, porque mesmo que caiamos, não somos por Ti deixados no chão e abandonados.

Confissão 

  • Senhor, por favor, mostre-nos as áreas em nossas vidas que precisam do Seu Espírito suavizador e refinador.
  • Perdoa-nos quando perdemos nossa paciência com os outros e falamos palavras iradas ou apressadas.
  • Por favor, dê-nos a sua força para pedir desculpas quando tivermos maltratado os outros. 

Súplica e Intercessão 

  • Senhor, pedimos-lhe que nos dê o Seu espírito de paz ao nos confrontarmos com irritações.
  • Oramos pelas 8.208 escolas adventistas e seus quase 2 milhões de estudantes. Que essas escolas sempre ensinem a verdade bíblica e conduzam os jovens à missão e serviço.
  • Senhor, dá-nos sabedoria para alcançar culturas seculares que não têm interesse em religião. Que o Seu Espírito Santo quebre as paredes que cercam os corações seculares.
  • Oramos pelos grupos de povos não alcançados na Ásia, incluindo muçulmanos, budistas e hindus. Muitos nunca ouviram o nome de Jesus. Dê-nos sabedoria especial para atender às suas necessidades.
  • Abençoa-nos quando alcançamos pessoas escravizadas pela adoração espiritual, idolatria e crenças animistas. Ajude-nos a entender sua cosmovisão e a apresentá-los a um Salvador pessoal.
  • Senhor, por favor, inspire os adventistas do sétimo dia em todo o mundo a orarem como nunca antes. Que supliquemos juntos pela chuva serôdia do Espírito Santo. Pedimos-lhe o cumprimento prometido de Joel 2, Oséias 6 e Atos 2.
  • Oramos pelos 541 grupos de pessoas nos 18 países da Divisão da África Austral-Oceano Índico. Por favor, leve-os à verdade bíblica.
  • Mostre-nos como atender às necessidades práticas e espirituais dos refugiados. Que nossa igreja seja conhecida por nosso amor por todas as pessoas, não importando quem são ou de onde vêm.
  • Que possamos proclamar fiel e plenamente as mensagens dos três anjos de Apocalipse 14. Que possamos centralizar todos os nossos ensinamentos no amor e na justiça de Cristo.
  • Também oramos pela nossa lista de sete ou mais pessoas [cite os nomes, se apropriado].

Ação de Graças 

  • Obrigado, Senhor, porque és capaz de nos impedir de cair (Judas 24).
  • Obrigado pelo arrependimento, perdão e reconciliação.
  • Agradecemos pelo exemplo de serviço que Cristo nos deixou. Por favor, nos dê a força para imitá-Lo.

CANÇÕES SUGERIDAS

“Just When I Need Him” (SDA Hymnal #512); “I Must Tell Jesus” (SDA Hymnal #485); “Whiter Than Snow” (SDA Hymnal #318) [Nenhuma com versão para português no HASD]

PROMESSAS A REIVINDICAR EM ORAÇÃO

  • “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. (1 João 1:9).
  • “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 João 2:1).

 

Este texto em PDF: K 2019 Dia 6 O Dom do Arrependimento

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



NÚMEROS 11 by jquimelli
17 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-11/

Depois de tudo o que Deus tinha feito para satisfazer a todas as necessidades de seus filhos israelitas, eles se envolveram no ato verdadeiramente terrível de se queixar. Sabemos que o comportamento de alguns da borda do acampamento foi particularmente ruim, porque o Senhor teve que intervir e destruir aqueles que mais se queixaram.

Possivelmente teríamos sido mais indulgentes com os reclamantes, mas Deus conhecia o coração das pessoas. Como se pode ver, as pessoas não só se queixaram sobre as circunstâncias do momento, mas eles queriam voltar para o Egito. Eles valorizaram mais a cebola, o alho, e os peixes que tinham no Egito do que os atos maravilhosos de Deus para a salvação.

Na verdade, Deus tolera uma enorme quantidade de reclamações. Em Números 11, Moisés mesmo reclama amargamente e duvida do poder de Deus para fornecer carne para satisfazer o desejo de um número tão grande de pessoas. Deus o ouviu e então decidiu intervir, resolver os problemas de Moisés, e dar ao povo o que eles queriam. Mas aquilo que as pessoas queriam gerou algumas más consequências.

O contraste entre os dois tipos de queixas, a de Moisés e a do povo, deveria nos dar conforto. Às vezes, servos fiéis de Deus simplesmente não aguentam mais. Deus remove suas cargas. Por isso devemos ser gratos.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/11
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
17 de fevereiro de 2019, 0:45
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Reclamar parece bom no momento, entretanto, o resultado deve conduzir-nos a rejeitar a reclamação. Reclamação oriunda da insatisfação com as bênçãos divinas é afronta a Deus, resultando em destruição.

Este capítulo será dividido com base em três termos extraídos do texto:

1. TABERÁ significa ‘incêndio’: Logo no início da viagem à Terra da Promessa, o povo, ao invés de alegrar-se, “começou a murmurar da vida difícil”; consequentemente, a ira de Deus “se ascendeu. Então, irrompeu um fogo que queimou as extremidades do acampamento”. O incêndio cessou quando procuraram a Moisés e ele intercedeu perante Deus (vs. 1-3).

2. POPULACHO eram estrangeiros entre o povo de Deus: Estes estrangeiros eram incrédulos que influenciavam os crentes infantis. Eles começaram a reclamar de falta dos prazeres do Egito quando tinham a sua disposição comida do Céu gratuita. “Moisés ouviu a queixa, todas aquelas famílias reclamando à porta das tendas, e a ira do Senhor se ascendeu”. Reclamar de Deus significa rejeitá-lo! Ele atende a reclamação para demonstrar que ela resulta em maldição (vs. 4-29).

3. QUIBROTE-HAVAATÁ significa ‘túmulos da luxúria’: Assim que Deus enviou carne de codornizes aos montes para os pidões/reclamões/insatisfeitos, “mal tendo engolido o primeiro bocado, a ira do Eterno se acendeu contra o povo. Ele os feriou com uma praga terrível. Eles chamaram o lugar Quibrote-Hataavá (Túmulo dos desejos). Ali enterraram as pessoas que queriam comer muita carne” (vs. 30-34).

“Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade” (Arthur W. Pinnk). (Leia a tese doutoral de Emilson dos Reis: “A ira de Deus: Um estudo teológico e proposta homilética”).

Aplicações: QUANDO…

• …Deus faz o melhor pelo Seu povo e este almeja pelo pior, Deus pode atender a reclamação para que veja quão idiota é ignorar o que Ele faz.

• …o líder espiritual é pressionado pelos insatisfeitos incrédulos que deveriam ser gratos pelas bênçãos, Deus alivia a carga e distribui suas responsabilidades.

• …os desejos carnais estão acima da vontade divina o resultado sempre será negativo.

• …a incredulidade domina o povo de Deus tendo a reclamação baseada nos desejos perversos, ligados à insatisfação, o fim será a sepultura.

É tempo de reavivar, não de reclamar! Sejamos agradecidos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Porém Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o Seu Espírito!” (v.29).


Vivendo como peregrinos no deserto, os filhos de Israel enfrentavam muitas privações, mas o cuidado e o zelo do Senhor para com eles não lhes deixava faltar nada quanto às suas necessidades básicas. A água da rocha e o maná eram uma prévia da fartura que encontrariam em Canaã e deveriam ser motivo de grande gratidão. Acostumados, porém, com os alimentos do Egito, permitiram que seus desejos os dominassem a ponto de assumirem uma atitude de queixa e murmuração. O apetite dominou a razão, acendendo-se assim a ira de Deus como fogo consumidor. Então, Moisés orou pelo povo e “o fogo se apagou” (v.2).

Em frente à tenda de Moisés, família após família apresentava a sua queixa e, com lágrimas, expressava o seu desejo pelos alimentos da terra do exílio. Vendo Moisés que novamente a ira de Deus se acendera contra o povo, com o coração quebrantado, depôs diante de Deus o seu pesado fardo. O grande líder reconheceu a sua impotência diante da obra de guiar pelo deserto um povo obstinado e rebelde, que conservava em seus corações as coisas do Egito. Pedindo a morte, Moisés demonstrou um alto grau de depressão, pensando ser esta a solução para a sua profunda angústia.

A resposta divina veio em forma de setenta homens designados para auxiliar o grande líder, dividindo com ele as agruras do deserto. Disse o Senhor a Moisés: “tirarei do Espírito que está sobre ti e o porei sobre eles” (v.17). No tempo determinado, “o Espírito repousou sobre eles, [e] profetizaram” (v.25). Dois deles, porém, Eldade e Medade, não foram à tenda da congregação como dito pelo Senhor. Porém, o mesmo Espírito foi derramado sobre eles, de modo que profetizavam no arraial. Josué, “servidor de Moisés” (v.28), entendeu que a atitude daqueles dois era uma espécie de ameaça à liderança de Moisés. Este, no entanto, demonstrou genuíno interesse em que todo o povo pudesse experimentar da suave e confortante companhia do Espírito Santo.

Quando o apetite e as paixões carnais assumem o controle da mente humana, o homem fica limitado a enxergar tão somente o corruptível. Furtado o coração pela cobiça, tornam-se irracionais as suas ambições, frustradas as suas aspirações, entrando em um processo de constante insatisfação. O insuperável Educador utiliza Seus métodos de ensino conforme a necessidade de Seus aprendizes. Contornando o arraial de codornizes, o Senhor não exagerou em Sua provisão, mas deu ao povo exatamente na medida que desejavam. Através de sua glutonaria, Israel experimentou os resultados de permitir que a vontade própria supere “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

Assim como Moisés desejou que o Espírito Santo fosse derramado sobre todo o povo, o Senhor deseja nos dar “o Seu Espírito” (v.29). Mas como apenas setenta homens dentre os filhos de Israel estavam prontos para recebê-Lo, assim também, hoje, poucos têm se preparado para receber a última chuva. Desde o princípio, Satanás tem usado o apetite para desvirtuar o homem da vontade de Deus. Ele bem sabe a intrínseca relação que há entre o corpo e a mente e é especialista em induzir dietas que promovam o vício, a doença e o bloqueio da razão para a clara compreensão do “Assim diz o Senhor”. Há luz suficiente para que não sejamos alvos desta estratégia maligna. Temos aceitado e praticado a luz que nos foi dada?

Não há ruptura entre mente, corpo e espírito. O homem é um ser holístico, e como tal precisa buscar a nutrição ideal de cada aspecto de sua vida. É um processo que requer renúncia, paciência, confiança na provisão de Deus e completa dependência dEle. Segue a orientação de parte da luz que nos foi dada, através de Ellen White:

“Meu irmão e minha irmã, tendes uma obra a fazer que ninguém pode fazer por vós. Despertai de vossa letargia, e Cristo vos dará vida. Mudai vosso modo de viver, de comer e de beber, e vosso sistema de trabalho. Enquanto continuardes no caminho que tendes seguido por anos, não podereis discernir com clareza coisas eternas e sagradas. Vossas sensibilidades estão embotadas, e vosso intelecto obscurecido. Não tendes estado a crescer em graça e no conhecimento da verdade como é vosso privilégio. Não tendes crescido em espírito, mas aumentado em trevas (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p.45).

Aproveite esses dez dias de oração e faça um jejum especial, como fez Daniel: “Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca” (Dn.10:3).

Feliz semana, cheios do Espírito Santo!

Dez dias de oração, 4° dia: Oremos para sermos testemunhas de Jesus em nossa esfera de influência e para que as pessoas com quem estudamos a Bíblia tomem a melhor decisão de suas vidas, a entrega da vida a Cristo por meio do santo batismo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números11 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de fevereiro de 2019, 0:06
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NÚMEROS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
17 de fevereiro de 2019, 0:05
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887 palavras

Queixou-se o povoextremidades. O populacho… ficava nas extremidades do arraial, pois, pelas disposições das tribos (Nm 2) só lhes restava essa posição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia , vol. 1, p. 932.

1, 6-15 Os israelitas reclamaram e Moisés reclamou. Mas Deus respondeu positivamente a Moisés e negativamente ao resto do povo. Por quê? O povo reclamou um para o outro, e nada se fez. Moisés levou suas reclamações a Deus, que poderia resolver qualquer problema. Muitos de nós somos muito bons em reclamar para os outros. Precisamos aprender a levar nossos problemas para Aquele que pode resolvê-los. Life Application Study Bible Kingsway.

Deus lhes satisfez o apetite físico, mas suas almas emagreceram, Sl 106.15. Bíblia Shedd.

Taberá. Esse local só é mencionado mais uma vez (Dt 9:22). O lugar nunca foi identificado. Seu nome provém de um verbo que significa “queimar”, “consumir” ou “exterminar”. CBASD , vol. 1, p. 932.

4 populacho (ARA; NVI: “Um bando de estrangeiros”). Essa gente não se compunha de israelitas, mas de pessoas que vieram do Egito juntamente com os filhos de Israel (Êx 12.38, nota). Bíblia de Genebra.

4-6 A insatisfação nos vem quando nossa atenção se muda do que temos para o que não temos. … Não deveríamos permitir que nossos desejos não realizados fizessem nos esquecer dos dons de Deus da vida, alimento, saúde, trabalho e amigos. Life Application Study Bible Kingsway.

4-9 Eles não pediram a Deus para satisfazer suas necessidades; em vez disso, eles pediram por comida e pararam de confiar no cuidado de Deus por eles. … Quando você pede algo a Deus em atitude pecaminosa, conseguir o que você quer pode se mostrar muito custoso. Life Application Study Bible Kingsway.

seca-se a nossa alma. Isso se dava por causa da falta de frutas e legumes com alto teor de água, que são refrescantes em clima quente e seco. CBASD , vol. 1, p. 933.

maná. Jesus usou o maná como símbolo do alimento oferecido em abundância pelo Céu (Jo 6:30-35; 41-58). O cristão vencedor tem a promessa de receber o “maná escondido” (Ap 2:17). CBASD , vol. 1, p. 933.

Este pão gostoso, milagroso e celestial, é figura de Jesus Cristo, Jo 6.48-50. Bíblia Shedd.

10 cada um. Os orientais têm o costume de dizer a todos sobre seus pesares e luto. Neste caso, ao que tudo indica, houve um plano pré-concebido de ação conjunta: cada família choraria em voz alta na porta de sua tenda. CBASD , vol. 1, p. 933.

14 não posso. Na verdade, Moisés estava sendo tão irracional quanto o povo, pois Deus nunca o deixara sozinho, nem esperava que ele, por si mesmo, fornecesse alimento para o arraial. CBASD , vol. 1, p. 933.

17 do Espírito. Este verso retrata como os dons e a atuação do Espírito Santo são fatores que conferem energia ao espírito humano a fim de que cumpra os planos de Deus. CBASD , vol. 1, p. 933.

rejeitastes o SENHOR. O povo preferia a vida sob Faraó à vida com o Senhor que providenciava maná. Andrews Study Bible.

20  Comer até sair pelos narizes é comer até vomitar. Bíblia Shedd.

rejeitaram o SENHOR. A questão principal em pauta não era realmente carne – era a falta de demonstração de gratidão apropriada ao Senhor, que estava no seu meio e era fonte constante de todo o bem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21, 22 Quando começamos a confiar em nosso próprio entendimento, estamos em perigo de ignorar a avaliação de Deus para a situação.  Ao recordarmos Suas obras passadas e Seu poder no presente, podemos garantir de não estarmos a interromper Seu auxílio potencial. Life Application Study Bible Kingsway.

23 Estará limitado o poder do Senhor? (NVI). A impossibilidade humana é uma ocasião para demonstrar o poder do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

a mão do Senhor (ARA). Significa a parte ativa da personalidade de Deus. Sua atividade no mundo. Estas mãos são prontas a ajudar. São prontas a socorrer e consolar. São prontas a guiar. Bíblia Shedd. 

25 profetizaram. Esse fenômeno aparentemente temporário [apesar de algumas versões indicarem que este dom podia ser permanente] serviu para autenticar a liderança dos anciãos. Bíblia de Genebra.

mais depois nunca mais tornaram a fazê-lo. Parece que o dom temporário da profecia que as autoridades receberam visava sobretudo a estabelecer suas credenciais como líderes revestido do poder do Espírito.Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 Mas Moisés respondeu: “Você está com ciúmes por mim … “. Aqui está demonstrado qual a verdadeira atitude de Mosiés. em vez de se sentir ameaçado pela demonstração pública dos dons do Espírito por Eldade e Medade, Moisés desejava que todo o povo tivesse os plenos dons do Espírito (cf Fp 1.15-18). Esse versículo é uma introdução apropriada ao desafio indesculpável à liderança de Moisés no cap. 12.Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés, depois de suas queixas apresentadas numa má hora, vv. 10-15 e 21-22, revela sua volta à plenitude da comunhão com Deus, pela sua verdadeira humildade, e pelo seu zelo com vistas ao verdadeiro progresso espiritual do povo de Deus, em geral. Bíblia Shedd.

31 Não se trata da espessura da camada de codornizes pelo chão, mas sim que os pássaros esgotados pela migração estavam voando nesta altura (mais de um metro), e por isso mesmo, eram uma presa fácil para os israelitas. Bíblia Shedd.

32 as estenderam para si. Cada pessoa pendurava as codornizes que recolhera, para deixar escorrer o sangue antes de [prepará-las e ] comê-las. Bíblia Shedd.

34 Quibrote-Hataavá. Esse local não é identificado com precisão. O significado do nome é “as sepulturas de seus desejos”. CBASD , vol. 1, p. 934.




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