Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 22 by jquimelli
28 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-22/

Como mãe, muitas vezes tenho que dizer aos meus filhos “Não.” Às vezes eles me ouvem claramente na primeira vez, mas seus pequenos corações estão tão atraídos ao foco de seu desejo que continuam pedindo, esperando me desgastar.

Às vezes, ajusto minhas instruções na tentativa de agradá-los, sem comprometer o objetivo final. Você sabe o que é interessante? Quando eu cedo a um pedido egoista, muitas vezes é quando eles têm maior dificuldade com a disciplina. Em vez de demonstrar gratidão, a imaturidade infantil costuma atacar quando surgem obstáculos, como quando Balaão acusou a jumenta de fazê-lo parecer um tolo. Quando evitamos o desenvolvimento da autodisciplina no caráter, sempre acabamos mais preocupados com a forma como olhamos para os outros do que com o estado de nossa alma.

Você está implorando a Deus por algo que ele já disse que é uma má ideia? Você está mais preocupado com a opinião dos espectadores do que a formação de um caráter forte? É hora de mudar as prioridades? !

Sarah McDugal
Autora, Palestrante e Facilitadora para a Superação de Abusos
Ministério para o Desenvolvimento da Liderança entre as Mulheres
Tampa, Flórida, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/22/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2019, 0:43
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Creio ser excelente este pensamento para iniciar uma das mais deprimentes histórias bíblicas:

“Nenhum de nós pode permitir-se pecar. É um negócio demasiado caro. O pecado cega os olhos de tal modo que o mal não é discernido, e mediante procedimento irrefletido, os que assim ficam cegados tornam-se instrumentos para difundir a injustiça em favor de Satanás” (Ellen G. White).

Balaão era verdadeiro PROFETA de Deus no mais pleno sentido da palavra. Ele foi convidado pelos moabitas a uma missão que não poderia falhar. Ele era a pessoa certa, na visão do rei Balaque (vs. 1-17). Sua convicção ficou evidente sua rejeição peremptória:

“Mesmo que Balaque me desse sua casa repleta de prata e ouro, eu não seria capaz de desafiar as ordens do Eterno e fazer qualquer coisa, grande ou pequena” (v. 18).

Antes disso, ele falara face a face com Deus. Balaão tinha intimidade com Deus e o texto revela familiaridade entre os dois. Balaão não agia sem consultar Sua perfeita vontade. Entretanto, perante a segunda comitiva de importantes líderes moabitas, oferecendo-lhe nova proposta tentadora, Balaão insistiu com Deus. Obteve permissão, porém com restrição; logo saiu sem titubear rumo à missão de amaldiçoar Israel.

Conhecendo a motivação de Balaão, percebendo sua ambição e onde seu coração intentava pousar… Deus preparou-lhe uma poderosa lição fazendo uma jumenta falar/conversar/dialogar igual gente.

• Convicção sem submissão a Deus requer exortação e orientação espiritual.

Balaão conversa com a jumenta sem surpreender-se, de tão ávido que estava por avançar. A jumenta desviou-se do CAMINHO e o profeta disse-lhe que se tivesse uma ESPADA na mão, a MATARIA. Quando o anjo abriu-lhe os olhos, Balaão viu que, na verdade, ele havia se desviado do CAMINHO; e, se não fosse pela jumenta, o anjo o teria MATADO com a espada que trazia à mão (vs. 22-33).

• Independência de Deus nos faz agir pior que jumenta!

Deus permitiu que Balaão prosseguisse; entretanto, falaria somente o que Deus colocasse em sua boca como fez com a boca do animal (vs. 34-41).

• Se Deus usou até a jumenta, Ele pode usar-nos como quiser!

Devemos abençoar, não amaldiçoar! Indiferença para com a missão de Deus leva-nos à acomodação. Nesta situação, nem mesmo convicção é suficiente para resistir à tentação!

Sejamos ativos: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado” (v.12).


As constantes vitórias sobre os seus inimigos, o milagroso livramento do Mar Vermelho e os prodígios de Deus em favor de Israel no Egito fez deste povo o mais temido entre as nações. Além de ser mui numeroso, o santuário móvel revelava a presença de um Deus Todo-Poderoso e intimidava todo aquele que o avistava. Diante de tão poderosa ameaça, Balaque, rei dos moabitas, temeu por seu reino. Ele sabia, porém, que não se tratava apenas de evitar uma guerra com lanças e espadas, mas de um conflito que envolvia forças espirituais.

Julgando haver na Terra alguém capaz de interromper a bênção divina, Balaque mandou chamar um conhecido adivinho cujos encantamentos eram famosos em seus resultados. A Bíblia não menciona a origem de Balaão, mas que ele tinha conhecimento do Deus verdadeiro. Persuadido pelos “anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas” (v.7), Balaão lhes ofertou pousada e lhes pediu que aguardassem a resposta do Senhor quanto ao seu pedido. A primeira fala do Senhor ao vulgo profeta, veio em forma de pergunta: “Quem são estes homens contigo?” (v.9). Ora, Deus sabia quem eles eram. A pergunta era na verdade uma reprovação à atitude de Balaão, que deveria tê-los mandado embora assim que tivesse ouvido a proposta, mas seu coração ansiava pelas recompensas oferecidas.

Ciente da resposta divina, logo pela manhã dispensou os “príncipes de Balaque” (v.13) para que retornassem à sua terra. O medo do rei pelo confronto com o povo de Deus, no entanto, fez Balaque insistir com Balaão, enviando-lhe príncipes “mais honrados do que os primeiros” (v.15) com promessas superiores. A primeira experiência não fora suficiente para que Balaão dispensasse a comitiva. Ele esperava que, de algum modo, pudesse ser recompensado. Segunda vez submeteu-se aos encantos da cobiça. O Senhor já havia lhe dado resposta, mas ele insistiu em obter a resposta que pudesse favorecê-lo.

Partindo para uma missão fadada ao fracasso, seguiu a passos pesados ao encontro de seu benfeitor. Sua consciência não o deixava em paz e, nesta viagem maldita, aliviava suas tensões espancando o animal que parecia estar tão nervoso quanto o dono. Por três vezes o Anjo do Senhor Se pôs no caminho de Balaão a fim de tirar-lhe a vida, e por três vezes a jumenta que o carregava o livrou da morte. “Então, o Senhor fez falar a jumenta” (v.28), que iniciou o diálogo mais estranho da história da humanidade. Balaão estava tão desorientado que não se deu conta de estar conversando com um animal, até que Deus abriu os seus olhos e “ele viu o Anjo do Senhor, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão” (v.31).

Prostrado com o rosto em terra, Balaão recebeu as últimas orientações acerca do que fazer e ao chegar diante do monarca de Moabe, deixou claro de que seus encantamentos não poderiam prevalecer diante da vontade de Deus: “A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei” (v.38). Levado para lugares cada vez mais altos, “Balaão viu dali a parte mais próxima do povo” (v.41). Olhando de cima, Balaque considerava lançar sobre Israel a maldição que os destruiria, ignorando que do mais alto Lugar, há um Deus que cuida do Seu povo.

A atitude de Balaão frente às ofertas de Balaque representa a atitude de muitos frente às ofertas de Satanás. Mesmo reconhecendo a reprovação divina quanto ao mal que os assedia, até resistem por um tempo, mas retornando o inimigo com mais tentadoras sugestões, sem resistência moral e espiritual, ignorando o poder que lhes foi dado a resistir à primeira oferta, são deixados a seguir pelo caminho que escolheram. E mesmo que usem o nome do Senhor para justificar suas escolhas, em seu íntimo há um conflito gerado pela conscienciosa certeza de que estão partindo para um caminho contrário à vontade de Deus.

Faz parte integrante da fé cristã acreditar em relatos como o dilúvio, o grande peixe que engoliu o profeta Jonas e a conversa entre Balaão e a sua jumenta. Os atos sobrenaturais de Deus simbolizam o Seu grande zelo em fazer com que o homem caminhe na direção correta. A jumenta simboliza o incomparável amor de Deus em nos salvar de nós mesmos. Como Balaão, muitos vagueiam pelas estradas da vida em busca de honras desta Terra. A justiça de Deus arde como espada flamejante diante de nossos pecados, mas as Suas misericórdias nos desviam do castigo merecido. Convencidos de que estamos seguindo na direção certa, somos comprimidos pelas circunstâncias e a dor e o sofrimento tornam-se instrumentos para nos despertar de nossa letargia. Então, desviados e feridos, nos sentimos desamparados, como quem perde o chão.

Tudo isso, no entanto, se não reconhecido como atos de Deus para nos salvar, provocam no homem o desejo de vingança e olhamos para as nossas frustrações com a mesma ira de Balaão por seu animal de carga. O mesmo Deus que converteu a língua de uma jumenta em língua de erudito, é Aquele que age em defesa de Seu povo hoje. Inimigos podem até nos olhar de cima e assumirem posições mais elevadas, mas a nossa confiança deve estar em Deus: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Sl.121:1-2).

Nada neste mundo é mais amado por Deus do que o Seu povo. Somos alvos das bênçãos e das misericórdias divinas. Não incorramos no erro da igreja de Pérgamo, que sustentavam “a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição” (Ap.2:14). No que tudo indica, Balaão prosseguiu em auxiliar o rei de Moabe em suas investidas contra Israel. Isto nos mostra que precisamos ter muito cuidado quanto àqueles que afirmam ser profetas de Deus, mas cujos corações são contaminados pela cobiça.

Avancemos, em oração, para as cenas seguintes desta história repleta de ricos ensinamentos…

Bom dia, povo abençoado de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números22 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2019, 0:16
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NÚMEROS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
28 de fevereiro de 2019, 0:05
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1357 palavras

Balaão é descrito como o mercenário que negociava com seus dons, em Jd 11. Bíblia Shedd.

Moabe teve muito medo deste povo. Os israelitas haviam derrotado os amorreus, que eram mais fortes do que os moabitas (21:26). Os moabitas que Deus ordenara aos israelitas que não perturbassem os moabitas ou os amonitas, que eram aparentados com eles através de Ló (Dt 2:9, 19; ver tb Gn 19:36-38). Andrews Study Bible.

4 Moabe. Os moabitas eram descendentes da relação incestuosa de Ló com uma de suas filhas (ver Gn 19.37-38, nota). Bíblia de Genebra.

Moabe e Midiã eram inimigos tradicionais (Gn 36:35), mas se mostraram prontos a se unir contra Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 980.

Balaão. O profeta pagão Balaão vivia em Petor, uma cidade do norte da Mesopotâmia, às margens do rio Eufrates. O fato de Balaque ter enviado emissários por aquela distância respeitável serve como evidência da considerável reputação de Balaão como alguém que tinha poderes sobrenaturais. … Balaão parece ter sido um oportunista sincretista, que procurava manipular o mundo espiritual visando seu próprio lucro. Bíblia de Genebra.

Petor. Identificada, hoje, com toda certeza, com Pitru, a curta distância do Eufrates, ao sul de Carquemis. … A viagem desde Pitru … uma viagem de aproximadamente 650 km, requeria duas semanas (ver PP, 438, 439). CBASD, vol. 1, p. 980.

amaldiçoa-me este povo. Balaque e seu povo criam nos poderes da feitiçaria e dos encantamentos. A mágica, magia negra e possessão demoníaca são acompanhamentos naturais da idolatria. CBASD, vol. 1, p. 980.

vos trarei a resposta. Um profeta apóstata brinca com o fogo, na expectativa de obter ganhos materiais. Balaão já conhecia os israelitas e a atitude de Deus em relação a eles (PP, 439). CBASD, vol. 1, p. 981.

o SENHOR. Literalmente “Yahweh“, o nome santo de Deus. Muitos comentaristas acham extremamente confuso Balaão ter usado a palavra “Yahweh”, pois o definem como um adivinho pagão. A realidade é que Balaão era originalmente um verdadeiro profeta de Deus, que perverteu seus dons para obter ganhos materiais [PP, 439]. CBASD, vol. 1, p. 981.

9 Passagens posteriores na Bíblia mostram que Balaão não pôde resistir à tentadora atração de dinheiro e idolatria (31:16; 2Pe 2:15; Jd 11). Life Applications Study Bible Kingsway.

10 Balaque. Fica sugerido que o componente mais forte da coalizão era Balaque, rei dos moabitas, e que os midianitas eram os participantes mais fracos. CBASD, vol. 1, p. 981.

12 é povo abençoado. Ver Gn 12:2-3; 22:16-18. Balaão ecoou esta promessa na conclusão de seu terceiro oráculo (Nm 24:9). Andrews Study Bible.

13 o SENHOR recusa. Mais uma vez, Balaão usa o nome “Yahweh”, como no v. 8. Ele deixa de informar aos mensageiros de Balaque que os filhos de Israel eram abençoados por Deus. CBASD, vol. 1, p. 981.

16 não te demores. A forma reflexiva do verbo sugere que Balaque achava que a relutância de Balaão se devia ao desejo de mais reconhecimento e recompensa. CBASD, vol. 1, p. 981.

19 para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá. Isto poderia implicar que a resolução de Balaão de recusar as ricas recompensas de Balaque estava se enfraquecendo (v. 12), senão, porque perguntar de novo, como se Deus pudesse mudar sua vontade (23:19)? Andrews Study Bible.

20 Se aqueles homens vierem chamar-te. Este seria o sinal de que Balaão teria a permissão de Deus para ir e amaldiçoar Israel. Mas os homens não o chamaram de manhã, o que significa que a permissão divina foi negada. Entretanto, ele decidiu alcançar os enviados de Balaque, trazendo sobre si a ira de Deus. Andrews Study Bible.

21 a jumenta. Jumentos eram veículos para todos os usos utilizados para transporte, carregar cargas, moer grãos e arar campos. Eram usualmente totalmente dependentes, o que explica por quê Balaão ficou tão irado quando sua jumenta se recusou a se mover. Life Applications Study Bible Kingsway.

Naquela época, os jumentos eram usados normalmente por pessoas de toda categoria, em especial para percorrer curtas distâncias. Os camelos eram usados para jornadas mais longas. CBASD, vol. 1, p. 982.

22  Balaão ia caminhando… e dois de seus servos com ele. Não se menciona que os príncipes de Balaque estavam com Balaão. Esses mensageiros, homens de posição, com grande presentes em mãos e com a promessa demais (v. 15-17), estavam chateados porque Balaão não concordara em acompanhá-los de imediato. Antecipando outra negativa, já haviam iniciado a jornada de regresso (PP, 441). Balaão tentava alcançá-los e, por isso, qualquer demora o incomodava. Os dois servos não figuram na cena, nem mesmo para ajudar a controlar a jumenta. CBASD, vol. 1, p. 983.

Acendeu-se a ira de Deus. Se o profeta tivesse o desejo de cumprir a vontade de Deus, as palavras registradas no v. 12 teriam encerrado o assunto. Mas, quando uma pessoa é rebelde de coração, Deus pode permitir que ela siga seus desejos e sofra as consequências (ver Sl 81:11, 12; Os 4:17). Balaão é um exemplo de um profeta que prostituiu seu chamado, ao tentar obter ganhos com o dom divino. Por isso, lê-se sobre “a doutrina de Balaão” (Ap 2:14), o “erro de Balaão” (Jd 11) e o “caminho de Balaão” (2 Pe 2:15). CBASD, vol. 1, p. 982.

o Anjo do Senhor. Com frequência, a expressão se refere a Cristo (Êx 3:2, 14; 23:20, 23; 32:34; PP, 311, 366)… Nesta situação, trata-se de Cristo (PP, 366; ver Êx 23:20). CBASD, vol. 1, p. 982. [Esta conclusão é reforçada pelas expressões que indicam fonte divina: “o teu caminho é perverso diante de Mim”, v. 33, e “aquilo que Eu te disser, isso falarás”, v. 35].

23 uma jumenta tem mais visão do que um homem cego pela cobiça. Bíblia Shedd.

27 a jumenta… deixou-se cair. A jumenta não podia virar para a direita nem para a esquerda; tampouco conseguiria virar para trás e fugir apressadamente. … percebeu que não havia esperança para a situação. O profeta, cego pela avareza e ira, só conseguia enxergar teimosia no comportamento do animal. CBASD, vol. 1, p. 983. [Vemos aqui, no comportamento da jumenta, um claro exemplo de como a depressão funciona em nós. Quando o emocional não vê mais esperança nas agressões de contrariedade, pressão e ansiedade que sofre – e também se impõe-, simplesmente desiste de lutar e deixa-se cair. É um conflito para o qual não se vê saída. O melhor caminho para que o deprimido se levante é alívio do fardo, aceitação e uma nova perspectiva, mais leve, da vida.]

28 o SENHOR fez falar a jumenta. A história de Balaão está repleta de ironia cômica. A jumenta foi capaz de ver a vereda melhor do que o adivinho, para então falar-lhe (2Pe 2.16). Bíblia de Genebra.

Há apenas mais um episódio de um animal falando na Bíblia: a serpente de Gênesis 3. CBASD, vol. 1, p. 983.

O apóstolo Pedro ensina-nos que este milagre impediu os intentos do profeta de amaldiçoar Israel, 2 Pe 2.25-16. Bíblia Shedd.

29 tivera eu uma espada. Balaão estava clamando por uma espada, sem saber que, em breve, ele veria uma apontada para ele. Bíblia de Genebra.

30 Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? O comportamento estranho da jumenta deveria ter sido suficiente para impressionar Balaão de que algo estava errado, pois ela nunca havia apresentado tal comportamento antes. CBASD, vol. 1, p. 983.

31 Então o SENHOR abriu os olhos de Abraão (NVI). A linguagem segue a mesma estrutura das palavras iniciais do v. 28 [“Então o SENHOR abriu a boca da jumenta”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

32 perverso. Literalmente, “irresponsável”. A ideia é que Balaão estava fazendo aquela jornada com base em sua obstinação, em desarmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 983.

33 Eu, agora, te haveria matado. O profeta devia a própria vida à jumenta que ele espancara com tanta violência. O espírito que controlava Balaão ficou completamente manifesto em sua conduta. CBASD, vol. 1, p. 983.

36 Este encontro simboliza o poderio cívico e o poderio eclesiástico colaborando para restringir os verdadeiros crentes. Bíblia Shedd.

40 Balaque sacrificou bois e ovelhas. Não sacrifícios aos Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

É provável que se tratasse de uma festa de sacrifícios para honrar a Balaão e abrir espaço para um começo propício de seu trabalho. CBASD, vol. 1, p. 984.

41 Bamote-Baal. Quer dizer “os lugares altos de Baal”; era, portanto, um monte consagrado à adoração das divindades pagãs. Bíblia Shedd.

Provavelmente era o mesmo Bamote de Números 21:19. O nome indica que se tratava de um santuário pagão. É possível que Balaque tivesse a ideia de que a maldição de Balaão seria mais eficaz se ele visse os israelitas enquanto os amaldiçoava. CBASD, vol. 1, p. 984.




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