Reavivados por Sua Palavra


QUAL DEVO LER PRIMEIRO? by jquimelli
24 de fevereiro de 2019, 6:19
Filed under: Sem categoria

Você pode perguntar: são tantos os textos/vídeos sobre o capítulo que estou lendo, a qual devo dar minha atenção primeiro?

O importante é que primeiramente você ouça a voz de Deus através de Sua Palavra. O que ela falou a você, não a outras pessoas.

Nosso conselho é um método que tem funcionado para muitas pessoas consagradas:

  • Primeiro, faça uma breve oração pedindo que o Espírito o conduza no estudo do capítulo do dia e, então, leia-o com vagar. Se você sentir que Deus lhe tocou de modo especial através de um (ou mais) versículo(s) em especial, pare e medite sobre ele(s) e sobre suas consequências para a sua vida.
  • Agora que Deus chamou e tem sua atenção, abra o seu coração a Ele numa oração, como a um amigo, pedindo para que Ele ajude você a aplicar o texto à sua vida.
  • Você pode, então, acabar de ler o texto, parando quantas vezes necessário.
  • Só aí, então, passe a ler o que o Espírito Santo falou a pessoas que escutaram a Sua voz e que o ajudam a entender melhor o contexto, mensagem e aplicação do texto bíblico. Além dos excelentes materiais divulgados neste blog (Comentários Associação Geral da IASD, Pr Heber, Rosana Barros, os Selecionados, vídeos Pr. Adolfo e Ronaldo), você tem, por exemplo, nestes 30 dias de Enriquecimento Espiritual que seguem os 10 Dias de Oração, o guia de estudo da Revista Primeiro Deus (a partir da p. 40), entre outros.

Esta prática não precisa ser rígida e pode não ser fácil no começo, mas aprender a escutar a voz de Deus faz toda a diferença na vida espiritual.

O que você acha?

Equipe Reavivados

#RPSP #PrimeiroDeus

 



NÚMEROS 18 by jquimelli
24 de fevereiro de 2019, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-18/

Uma das bênçãos que Deus dá a todos nós é o privilégio de generosidade. Seu plano para apoiar os levitas através dos dízimos permitiu que dessa forma o Senhor abençoasse toda a nação de Israel. Mesmo os levitas não estavam isentos de devolver o dízimo de sua renda para os sacerdotes.

Outra lição que encontramos neste capítulo é que nós não podemos selecionar nossas doações para Deus – devemos dar-Lhe o melhor que temos. Até o nosso tempo com Ele não deve se compor dos momentos que sobram após termos feito as muitas coisas que devemos fazer a cada dia. Deveria ser a melhor parte do nosso dia. Mas o que dizer das outras coisas que devemos fazer? Em Mateus 6:33 Jesus diz: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”, isto é, o seu relacionamento com Ele, “e todas essas outras coisas lhes serão acrescentadas” (NVI).

O mesmo princípio se aplica ao nosso dinheiro. Seus seguidores têm visto que se Deus é colocado em primeiro lugar, os recursos restantes duram mais. Mas se cuidamos de outras obrigações em primeiro lugar, não é provável que sobre muito para Deus.

John Beckett
Professor of Computing
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de fevereiro de 2019, 0:56
Filed under: Sem categoria



NÚMEROS 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
24 de fevereiro de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Deus escolhe, chama, capacita e defende àqueles que servem em funções espirituais especificadas por Ele. Deus também orienta, explica e delimita o que cada um deve fazer na função indicada por Ele.

Se cada um executasse bem a sua parte, com responsabilidade e maturidade, dependendo dAquele que chama e capacita, o resultado seria esplêndido! Caso contrário, a igreja torna-se uma calamidade! O povo de Deus experimenta o fracasso e, a espiritualidade despenca num retrocesso!

Portanto, ninguém deve submeter-se a desejos, sentimentos, anseios e imaginação pervertidos pelos pecados. Devemos elevar nossa visão de tudo mediante o meditar nos sublimes princípios revelados pelo Deus soberano:

1. No serviço espiritual é fundamental respeitar limites e funções estipuladas por Deus a cada pessoa (vs. 1-4);
2. Na obra de Deus cada um tem sua própria responsabilidade, na qual não cabe nenhuma irresponsabilidade. É irresponsabilidade ignorar a própria responsabilidade ou intrometer-se na responsabilidade alheia (vs. 5-7);
3. Na obra ministerial existem regras: Tudo deve ser realizado conforme orientado por Deus, com reverência e santidade (vs. 8-12);
4. Na liderança espiritual Deus cuida, sustenta e provê recursos para Seus servos; conquanto, estes devem prezar pela pureza familiar (vs. 11-13);
5. Na administração dos recursos divinos, dinheiro tem seu lugar; consequentemente, deve ser utilizado conforme a designação divina (vs. 14-19);
6. No cargo de liderança espiritual, nada deve ocupar tempo do ministro a não ser Deus, Sua vontade e Sua obra. Levitas não possuiriam terras, pois exigiriam tempo deles no cultivo e na colheita; eles, porém, teriam o que comer (vs. 20-24);
7. No ofício eclesiástico há salário, é o dízimo estipulado diretamente por Deus aos que trabalham pela salvação dos pecadores. Dízimo é 10% dos recursos. Quem recebe do dízimo também precisa ser dizimista, demonstrando fidelidade plena ao Senhor (vs. 25-32).

Imaginação enferma gera espiritualidade doentia. Imaginação doentia obstrui a compreensão destas preciosas lições. Purifique tua mente para entendê-las corretamente. Destrua a espiritualidade inválida!

Jesus quer cada membro da igreja sendo luz e sal neste mundo depravado. Portanto, cada um deve entender que no cristianismo participamos do sacerdócio de todos os santos (I Pedro 2:9-10).

Cada um deve fazer sua parte no corpo de Cristo, assim como cada órgão de nosso corpo executa sua função!

Reflita… Aplique… Compartilhe! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 18 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de fevereiro de 2019, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Disse também o Senhor a Arão: Na sua terra, herança nenhuma terás e, no meio deles, nenhuma porção terás. Eu sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel” (v.20).


Confirmado o sacerdócio de Arão e sua descendência, o Senhor cuidou de confirmar os seus direitos e deveres no santo ofício. Como representantes do povo diante de Deus, Arão e seus filhos carregavam sobre si o peso da responsabilidade quanto às suas iniquidades. Também necessitavam de mediação e deveriam ser exemplo perante Israel, através de uma vida de santa consagração e serviço. Seus “irmãos, os levitas” (v.6), também foram separados pelo Senhor para servirem na tenda da congregação segundo as orientações e limites estabelecidos por Ele.

A parte devida aos sacerdotes como uma espécie de salário por seu serviço consistia nas ofertas e nas “coisas consagradas dos filhos de Israel” (v.8). Tudo seria dado a eles, fora o que deveria ser consumido no fogo do altar. Também lhes cabia tomar para si “o melhor do azeite” (v.12), as primícias da terra e o valor dado pelo resgate dos primogênitos. Deus reservara para os sacerdotes praticamente tudo o que Israel levava ao santuário. Apesar de terem sido destituídos de possuir terras, o Senhor lhes proveu porção de valor inestimável, ao declarar: “Eu sou a tua porção e a tua herança” (v.20). Já os dízimos, ou seja, a décima parte das rendas do povo, eram revertidas aos levitas, que também não teriam parte na “herança no meio dos filhos de Israel” (v.23).

O santo ofício sacerdotal era uma figura do sacerdócio de Cristo, que levou sobre Si as nossas iniquidades e nos proveu um sacrifício aceitável a Deus para a nossa redenção. Os sacerdotes de Israel eram apenas uma representação do que Cristo fez e faz pela humanidade caída. Ele comprou para nós o direito de assistirmos diante de Deus sem precisarmos mais de mediadores humanos, pois que há “um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm.2:5). Em Seu ministério terrestre, Jesus cumpriu fielmente a obra que o Pai Lhe designara, “tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). E em Seu ministério celeste oficia hoje diante do Pai como o nosso Sumo Sacerdote, intercedendo em nosso favor até que sejam selados todos os servos de Deus (Ap.7:3).

Há uma exortação divina dada ao homem em cada porção das Escrituras de que a nossa única segurança está em seguir os passos de Jesus. Todo o serviço do santuário apontava para Cristo, Sua vida e obras. E Sua perfeita obediência adquiriu para nós o participarmos com Ele de Sua vitória. Incapazes de cumprir a Lei sem o dano de nossos pecados, somente por Cristo e Sua justiça perfeita podemos ser coparticipantes de Sua natureza. Se não fizermos de Cristo Jesus a nossa porção aqui, não teremos parte alguma na herança futura.

Como “sacerdócio real” de Deus dos últimos dias (1Pe.2:9), cumpre-nos viver aqui de modo digno ao nosso chamado; como quem não espera recompensas nesta Terra, mas o galardão eterno que Cristo nos comprou. Enquanto aqui estivermos, depositemos diante do altar do Senhor as primícias de tudo o que temos e somos, e que, pela fé, aceitemos o resgate que foi pago em nosso favor. Se Deus for a nossa porção, “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39).

Seja Deus a tua porção e terás lugar na herança que Jesus nos garantiu.

Feliz semana, herdeiros da promessa!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números18 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
24 de fevereiro de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria



NÚMEROS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
24 de fevereiro de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria

1411 palavras

1-32 Este trecho descreve a responsabilidade sacerdotal da família de Arão acima daquela dos demais levitas . Bíblia Shedd.

1-17 Arão e sua família, escolhidos pelo Senhor para ser os sacerdotes verdadeiros da adoração santa, tinham diante deles uma tarefa pesada. A lamentação do povo em 17.12, 13 [“aquele que se aproximar do tabernáculo morrerá; acaso, morreremos todos?”] era real; pecados lastimáveis contra o santo lugar de encontro entre o Senhor e o Seu povo seriam julgados pela morte. A misericórdia entre o Senhor e o Seu povo ao prover um sacerdócio legítimo era, na realidade, um aspecto da Sua graça (cf. Sl 99.5-8), porque era a única esperança do povo de ser liberto da condenação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 Disse o Senhor a Arão. Este raro discurso direto a Arão (veja também Lev. 10:8), ao invés de através de Moisés, enfatiza que o Senhor o escolheu como sumo sacerdote (compare cap. 17). Andrews Study Bible.

Levareis sobre vós a iniquidade relativamente ao santuário. O Senhor anuncia aqui Sua solução para o temor do povo (continuando o tema do cap. 17). Os sacerdotes e levitas coatitas (da casa dos pais de Arão, que levavam os objetos sagrados; 4:1-20; 7:9), em lugar da comunidade como um todo, seriam os responsáveis pelas violações à santidade do santuário por qualquer israelita. Isto dava aos sacerdotes e à guarda levita sério incentivo a prevenir qualquer violação, imediatamente matando o ofensor, se necessário (v. 7; 1:51). Somente os sacerdotes seriam responsáveis se alguém, incluindo qualquer sacerdote não qualificado para o ofício (alcoolizado, amaldiçoado, impropriamente purificado ou vestido, etc), erradamente tentasse realizar os deveres sacerdotais, como Corá e seus associados fizeram (cap. 16). Andrews Study Bible.

Traga também os seus irmãos levitas (NVI). Os sacerdotes arônicos deviam ser ajudados pelos demais membros da tribo de Levi, mas os ajudantes não deviam ir além do seu papel de serventes. Se o fizessem, não somente eles morreriam, mas também os sacerdotes responsáveis (v. 3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não se aproximarão. A ordem não se referia aos coatitas (Nm 4.15), mas só aos outros levitas. Os coatitas não deviam manejar os utensílios quando estavam descobertos, nem mesmo olhar para eles (Nm 4:19, 20). Essa proibição também incluía o altar de bronze (Êx 29:37), assim como o de incenso, pois ambos eram “santos”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 959.

atendereis ao vosso sacerdócio. Os obreiros de Deus devem ter orgulho do seu ofício na causa do Senhor e sempre se manter imaculados perante Deus. CBASD, vol. 1, p. 960.

em tudo concernente ao altar, e ao que estiver para dentro do véu. A palavra hebraica para “véu” se refere tanto ao “véu interno” (ver Ex. 26:31 para a fabricação deste objeto) quanto ao santuário como um todo (Num 18:7) […] Num. 18:7 não se refere explicitamente ao serviço sacerdotal no lugar santo do tabernáculo, mas é implícita que seria a área circundante pela menção das áreas ao lado. Andrews Study Bible.

Por ofício como dádiva. O serviço religioso, longe de ser uma servidão imposta aos crentes, é um galardão, é uma alegria, é um dom gracioso. O estudo das coisas de Deus, a meditação que se faz em torno da Sua Palavra, longe de ser um dever religioso, é um alívio que torna tudo na vida mais fácil de aguentar e de vencer poderosamente pela presença real de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.

o estranho que se aproximar morrerá. Ou seja, qualquer um que não fosse sacerdote. Este não poderia ousar se aproximar do tabernáculo com a intenção de realizar qualquer dever sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 960.

porção a você (NVI). Os sacerdotes deviam ser sustentados no seu ministério (v. Lv 6.14-7.36). Como os levitas em geral e os sacerdotes em especial não tinham parte nem porção da terra que Deus estava pra lhes dar, era necessário definir com clareza o modo de seu sustento. Não possuiriam nenhuma parte da terra; sua porção era o próprio Senhor (v. 20). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não dadas ao fogo. Isto é, do altar dos holocaustos. Os sacerdotes recebiam algumas coisas que não provinham do altar, como os 12 pães da proposição (ver com de Êx 25:30; Lv 24:5-8). CBASD, vol. 1, p. 960.

10 No lugar santíssimo. A expressão hebraica é igual àquela usada para o Santo dos Santos, onde ninguém podia penetrar, a não ser o Sumo Sacerdote uma vez por ano. Aqui quer dizer “num lugar muito santo”, e, portanto, só dentro do tabernáculo. Bíblia Shedd.

11 Isto será teu. “Isto” é uma referência às coisas menos santas. CBASD, vol. 1, p. 960.

e a tuas filhas. Essas dádivas não eram exclusivamente para uso dos homens (Lv 10:14; 22:13). Era necessário, porém, comê-las num lugar limpo (Lv 10:14), dentro do arraial(Dt 12:6, 7, 17, 18), e nenhuma pessoa imunda podia participar delas (Lv 7:20, 21, 22:4). CBASD, vol. 1, p. 960.

12 Todo o melhor. Literalmente “a gordura”, pois ela simbolizava a riqueza tanto em alimentos como em sacrifícios (Dt 32:14; Sl 63:5; Êx 23:18; 29:13, 22; 1Sm 2:15, 16). O termo também era usado para se referir aos melhores produtos da terra (Gn 45:18). CBASD, vol. 1, p. 960.

14 Aqui estamos percebendo qual é a fonte de renda da tribo de Levi. Os sacrifícios ofertados são também para alimentar os sacerdotes, as primícias dedicadas à casa de Deus são para os servos da casa, e qualquer objeto separado para ser propriedade do tabernáculo também passa a pertencer a essa tribo. Se o próprio Deus é a porção e herança dos seus servos (20), é claro que Deus não os desamparará nas suas necessidades físicas e terrestres. Bíblia Shedd.

15 o que abrir a madre. Aquele que nascia primeiro, se fosse do sexo masculino, pertencia aos sacerdotes. Se nascia primeiro uma fêmea, o macho que vinha depois não devia ser dos sacerdotes, já que nesse caso, ele não abrira a madre (Êx 13:2). CBASD, vol. 1, p. 961.

16 Cinco ciclos [shekels] de dinheiro. Sessenta gramas de prata. O ciclo do santuário, que é de vinte geras. Um gera equivalia a 0,6 gramas (Nota Bíblia NVI).

Preço estabelecido para a troca dos primogênitos pelos levitas (Nm 3:46, 47). Os judeus de hoje têm uma cerimônia derivada desse resgate, quando o filho primogênito completa um mês de vida. CBASD, vol. 1, p. 961.

17 não resgatarás. Isto é, não se aceitava uma soma de dinheiro como resgate, mas o animal em si devia ser sacrificado. Isso no caso de animais limpos; só os imundos, que não podiam ser sacrificados, deveriam ser resgatados (v. 15). CBASD, vol. 1, p. 961.

19 Aliança perpétua de sal. Isto é, um pacto inviolável e indissolúvel (Jr 33.18-22). Bíblia Shedd.

O sal, um conservante, é um símbolo apropriado do que é incorruptível. CBASD, vol. 1, p. 961.

Portanto, esta expressão enfatiza a permanência da promessa de Deus em prover sustento aos sacerdotes. Andrews Study Bible.

22 nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação. Isto não significa que os israelitas não pudessem se chegar ao tabernáculo com propósitos legítimos, como para oferecer seus sacrifícios. Andrews Study Bible.

24 em oferta. Para que o povo se sentisse disposto a dar seus dízimos aos levitas, eles são representados como uma “oferta” a Yahweh. …os dízimos deviam ser oferecidos a Deus, e … Ele, por Sua vez, os daria aos levitas. CBASD, vol. 1, p. 962.

26-32 Emboras os levitas fossem os beneficiários do dízimo dedicado ao Senhor, eles mesmos não estavam isentos de prestar culto a Deus mediante o pagamento do dízimo. Eles, por sua vez, deviam dar a Arão a décima parte do que recebiam (v. 28), além de certificar-se de que a melhor parte fosse entregue como a porção do Senhor (v. 29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Arão, o sacerdote. Os que não eram levitas eram muito mais numerosos do que os levitas, numa proporção de quase 30 por 1 (ver Nm 2:32; 3:39). Isso significa que os levitas estavam bem providos. Portanto, era adequado que, assim como os levitas recebiam dízimos do povo, devolvessem, por sua vez, seu dízimo aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 962.

30 Como se fosse produto. Será contado por renda normal da tribo, tão merecida como no caso das tribos que mantém fazendas e territórios, e ganham despojos de guerra, e lucros do comércio e da indústria, das exportações e da mão-de-obra. Bíblia Shedd.

31 o restante deles [dos dízimos] é vossa recompensa. Estava sob controle deles, para ser usado em casa, dividida com toda a família ou vendida para comprar outras coisas (ver Mt 10:10; Lc 10:7; 1Co 9:4; 1Tm 5:18). CBASD, vol. 1, p. 9612

32 Não profanareis as coisas sagradas. Dinheiro e bens oferecidos para a Causa de Deus têm que ser usados dentro daquilo que o próprio Deus ensinou, senão, dá-se o caso de roubar ao Senhor. O ministro, cujo salário vem das ofertas do povo, pode e deve cuidar da sua saúde e do seu lar, mas sempre lembrando que é mordomo dos bens consagrados a Deus. Bíblia Shedd.




%d blogueiros gostam disto: