Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 19 by jquimelli
25 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-19/

Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.” Romanos 5:8 (NVI).

Sempre que lemos nas Escrituras que uma criatura inocente não agressiva (como um cordeiro ou uma vaca) é morta por causa de nossa agressão e nossas próprias falhas, meditamos profundamente na justiça e no amor de Deus. Por que Deus permitiria que uma criatura inocente assumisse a culpa que é devida a você e a mim?

Bem, amigos, Deus não queria que essas criaturas morressem. Essas criaturas têm suas próprias vidas, separadas da louca mentalidade dos seres humanos que as cercam. No entanto, o Criador não está à parte da nossa situação, separado. Quando a humanidade caiu, o amor não teve escolha a não ser se sacrificar. Amor exige sacrifício. Essas criaturas eram a realidade mais próxima da inocência encontrada em Deus.

O Messias, que se tornou Deus na carne, viu nossa condição – capturou em Si o mal e o desviou de nós. O Inocente se humilhou para tornar-se não-inocente para que, por nossa causa, pudéssemos ser trazidos de volta à inocência, contemplando o último sacrifício feito pelo Cordeiro de YAHWEH.

Nicholas Arroyave Howling-Crane
Auxiliar dos Ministérios da Saúde e Evangelista de Literatura
Beaufort, Carolina do Sul, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 19 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
25 de fevereiro de 2019, 0:30
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NÚMEROS 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ

Quanto vale teu tempo? A avaliação depende de como você vive. “Se você está tão ocupado que não tem tempo para estar em comunhão com Deus, saiba que estás mais ocupado do que Deus deseja” (D. L. Moody). Então, valorize-se; pare um pouquinho e reflita…

Este pequeno capítulo oferece-nos grandes verdades…

1. Revolta e rebelião contra Deus e Seus líderes alcança um resultado “terrível de miséria e morte” (Paul R. House). Durante os 40 anos que o povo passaria no deserto como consequência de seu pecado, 40 pessoas morreriam em média por dia.
2. Com objetivo de conscientizar pecadores com relação ao caminho da vida, Deus providenciou um meio de purificação do pecado. O pecado tem o antídoto da vida, e Deus tem o antídoto da morte; para viver, é preciso confiar nEle.
3. O ritual da morte da novilha vermelha, a utilização de suas cinzas com água e o aspergir sangue sete vezes quando morresse alguém, tornou-se obsoleto, foi necessário para o povo durante seu jornadear no deserto. Contudo, precisamos considerar suas aplicações espirituais: Purificar-nos do pecado que nos mata!

Celular sem bateria não tem utilidade, assim como o ser humano sem Deus está desligado da fonte da vida. Jesus é o condutor que religa-nos a Deus quando estamos separados/desligados pelo pecado. Ele é o Salvador – nossa única esperança diante da lambança que causamos com nossos atos.

O simbolismo da novilha:

• Sua cor avermelhada: Reconhecimento de nossa condição pecaminosa que leva-nos à morte (vs. 1-2; Isaías 1:18).
• Suas características: Perfeita, sem ter sido coagida ao trabalho pesado; apontava para Jesus que nunca pecou, mas submeteu-se voluntariamente à morte por nossos pecados (v. 2);
• Seu sacrifício: Fora do acampamento, como Cristo morreu fora da cidade de Jerusalém (v. 3; Hebreus 13:12);
• Seu sangue: Aspergido sete vezes em direção ao tabernáculo pelo sacerdote vestido de vestes brancas e puras; apontava para a ministração de Cristo no Céu pelos pecadores após Sua morte no Calvário (v. 4);
• Suas cinzas: Utilizadas com água para purificar os impuros por lidaram com a morte de entes queridos. Jesus nos purifica do pecado dando-nos acesso à vida (vs. 5-22).

Conecte-se a Cristo, purifica-te do pecado; assim terás tua bateria da vida recarregada!

Jesus morreu para dar-nos vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Um homem limpo ajuntará a cinza da novilha e a depositará fora do arraial, num lugar limpo, e será ela guardada para a congregação dos filhos de Israel, para a água purificadora; é oferta pelo pecado” (v.9).


Diferente dos demais rituais, o da água purificadora era derivado do sacrifício de um animal específico: “uma novilha vermelha” (v.2). Como todos os demais, incluía procedimentos específicos para serem realizados e tinha um objetivo específico: purificar. Em alguns casos, o homem tornava-se imundo e necessitava de uma cerimônia que pudesse purificá-lo. No primeiro capítulo das Escrituras, está escrito: “e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gn.1:2). E em seu último capítulo, Jesus nos oferece a água: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Ou seja, a água é símbolo da criação e também da redenção.

Em sua jornada pelo deserto, por duas vezes, Israel recebeu por fonte de água uma rocha. No livro do profeta Isaías encontramos a seguinte palavra do Senhor: “Há outro Deus além de Mim? Não, não há outra Rocha que Eu conheça” (Is.44:8). O salmista escreveu e o apóstolo Pedro ratificou: “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular” (Sl.118:22; 1Pe.2:7). Cristo é a Fonte da água viva, o Doador da pureza, a Rocha da salvação. Na gênese da Terra, o Seu Espírito estava por sobre as águas (Gn.1:2); no início de Seu ministério terrestre, Ele foi batizado nas águas (Mt.3:16); certa feita, foi encontrar Seus discípulos andando por sobre as águas (Mt.14:25); foi com água que lavou os pés dos discípulos ensinando-lhes a preciosa lição da humildade (Jo.13:5); Seu último pedido à humanidade foi por água (Jo.19:28); Seu último chamado ao homem consiste em uma oferta de água (Ap.22:17).

Creio que o encontro de Jesus com a mulher samaritana seja o episódio mais conhecido e mais esclarecedor acerca do simbolismo da água. Considerada uma mulher imunda e desprezada por sua condição de vida, aquela mulher teve o sublime privilégio de experimentar a água purificadora direto da Fonte. Através daquele episódio, Cristo deixou claro que ninguém é tão imundo que não possa ser limpo. Pecado algum é tão grande que não possa ser perdoado. Hoje não há mais aquela cerimônia da água purificadora. Na verdade, há uma real oportunidade de cura e de restauração através de Cristo Jesus. Aquele ritual apontava para Cristo e Sua missão de resgate: “aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo.4:14).

A suprema Fonte deseja nos tornar Suas fontes intermediárias no mundo. Aquela mulher junto ao poço não só bebeu da rica Fonte, mas, compreendendo a mensagem, tornou-se uma fonte a jorrar para a vida eterna na vida de seus compatriotas, inclusive aqueles que dantes a perseguiam e rejeitavam. Assim como Cristo aproximou-se dela sem levar em conta os seus muitos pecados, imediatamente ela decidiu fazer o bem sem olhar a quem. A morte do Unigênito de Deus deu ao mundo o livre acesso à água purificadora. Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus necessitam ser lavados por Ele.

Instituído na nova aliança, o batismo por imersão representa a linda decisão do pecador em ter a sua vida renovada e o primeiro passo na direção do Reino dos Céus. Jesus mesmo afirmou: “Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (Jo.3:5). O batismo não é segurança de salvação, mas é o meio que Deus usa para criar o primeiro vínculo do pecador com a pureza de Cristo. Não há poder algum na água, mas Naquele que se faz presente por sobre as águas. O Espírito Santo pairava por sobre as águas na criação, pairou sobre Jesus em Seu batismo e paira sobre as águas do batismo de cada pessoa que decide dar este passo de fé.

Se você ainda não se decidiu pelo batismo, continue estudando a Bíblia, ore ao Senhor e Ele certamente lhe guiará para a melhor decisão de sua vida. A água purificadora lhe espera. Se você tem a oportunidade de tomar uma decisão hoje, “não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Aceite o chamado de Deus: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At.2:38).

Bom dia, purificados pela Água da Vida!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números19 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100

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NÚMEROS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
25 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
25 de fevereiro de 2019, 0:05
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634 palavras

1-22 Este trecho descreve o rito da purificação de todo aquele que tocar em coisa imunda, animal ou homem morto (Bíblia Shedd).

Os vs. 1-10 destacam o ritual para produzir um suprimento da substância purificante: cinzas de uma novilha. Os vs. 11-22 explicam como usar as cinzas para purificação da impureza de um cadáver (Andrews Study Bible).

novilha vermelha. Simbolicamente, a cor vermelha sugere sangue, instrumento de purificação, e também fogo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

A novilha vermelha tipifica Jesus Cristo, segundo a interpretação notável em Hb 9.13-15. Assim como a novilha era sacrificada fora da porta da cidade, para com seu sangue purificar os fiéis, assim foi com Cristo (1 Jo 1.7-9; Hb 13.12-13; 9.11-14) (Bíblia Shedd).

Uma novilha era uma vaca jovem que nunca havia tido bezerro. […] A novilha deveria ser avermelhada e deveria ser queimada com tecido vermelho e madeira de cedro, também avermelhada (v. 6). As cinzas seriam como sangue desidratado, que combinado com água produziria ‘água de purificação’, que deveria ser aspergida (vs. 17-20) (Andrews Study Bible).

não tenha ainda levado jugo. Uma vez que era escolhido para um propósito especial, esse animal não deveria ter sido usado para o trabalho doméstico comum (ver Dt 21:3; 1Sm 6:7) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Eleazar. Já que o sacrifício da novilha era uma questão importantíssima, nenhum sacerdote comum deveria realizá-lo. Eleazar era o segundo na hierarquia, atrás somente de Arão, a quem um dia substituiria no ofício. Não era bom que Arão, o sumo sacerdote, se contaminasse, ficando temporariamente inapto para exercer os deveres sagrados (v. 7) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

aspergirá para a frente da tenda da congregação. Aspergir na direção do santuário fazia deste ritual um sacrifício, consagrado a Deus (Andrews Study Bible).

sete vezes. O número da perfeição (ver Lv 4:17); portanto, denota simbolicamente a perfeição da expiação (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

9 A cinza da novilha, com água, purificava os que pecavam, não à semelhança de Corá, mas dos que se arrependiam por alguma contaminação. Nosso meio de purificação é a confissão diante de Cristo (1 Jo 1.9) (Bíblia Shedd).

Cedro, hissopo e estofo carmesim. Jogados sobre a novilha ainda em chamas, misturavam-se com as cinzas do cadáver para formar ingredientes da purificação. […] Nos três elementos havia uma referência típica ao derramamento do sangue de Cristo (ver Hb 9:13,14) [Cedro e hissopo: propriedades medicinais; cedro: símbolo de fragrância e ausência de corrupção; hissopo: símbolo de purificação; estofo carmesim: cor da novilha, representava o pecado (Is 1:18) e o sangue];  (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

11 cadáver. Contaminação por cadáver era a máxima impureza ritual, refletindo o estado humano de mortalidade que resulta do pecado (Gên. 3; Rom. 5:12; 6:23) (Andrews Study Bible).

13 contamina o tabernáculo do Senhor. A negligência intencional de se purificar desta severa impureza causaria automática profanação do santuário, que poderia ocorrer á distância, sem que a pessoa adentrasse o recinto sagrado (ver tb. v. 20; Lev. 20:3). Em caso de pecado tão grave, o ofensor era “cortado”. Esta punição, administrada pessoalmente por Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem. Poderia significar que a linha de descendentes do ofensor morreria, de forma que a pessoa não seria nem mesmo lembrada na história porque não haveria ninguém que prosseguisse com seu nome. O fato de que o castigo continuaria após a morte explica porque alguém poderia ser apedrejado até a morte e “cortado” (Lev. 20:2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” ao ser “cortado” (Dan. 9:26). Mas porque Ele era inocente e levou sobre Si o pecado de outros, Ele retornou da morte da qual não há retorno e viu os Seus descendentes (“semente”, “posteridade”, Is. 53:10)  (Andrews Study Bible).

16 ou numa sepultura. Daí o costume de caiar o exterior das sepulturas, para torná-las visíveis (ver Mt 23:27; Lc 11:44) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

17 Água corrente. Literalmente, “água de vidas”, ou água viva (ver Lv 14:5; Jo 4:10) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).




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