Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de fevereiro de 2019, 0:45
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Evite perigos que o inimigo prepara tentando arruinar-te. Não faça hoje de teu coração um lixeiro espiritual para que amanhã ele não seja um depósito de lixo diabólico. Ao levantar-se, busque alimentos nobres para que tua mente não fique pobre…

Comece o dia lendo a Palavra de Deus, medite nela o dia todo. Junte-se a milhares de leitores que hoje focam seus olhos no quinto capítulo de Números; o qual pode ser assim estruturado, conforme R. Dennis Cole:

1. Isolamento dos portadores de diversas doenças (vs. 1-4);
2. Restituição pelas ofensas (vs. 5-10);
3. Caso da esposa suspeita de adultério (vs. 11-31).

Deus preza pela saúde física (vs. 1-4), pela saúde emocional/relacional (vs. 5-10) e pela saúde espiritual (vs. 11-31). Deus não quer Seu povo contaminado com doenças que o debilita na jornada desta vida, nem pecados que atrapalham na caminhada, nem desvios espirituais que tiram o foco do alvo correto.

Boa parte do texto lida com o ciúme por motivos corretos ou doentios. “O ciúme tem destruído muitos casamentos”, declarou Charles E. Wittschiebe. Portanto, seja cristão de verdade, sirva ao Senhor em toda Sua vontade.

Ciúmes podem surgir da atitude incorreta do cônjuge com alguém do sexo oposto, ou da fértil imaginação da mente doentia, imatura e insegura do cônjuge que vê o que não existe, causando sofrimento a quem diz amar. Como agir quando há suspeita e não se admite o erro?

“O texto descreve um teste que deve ser aplicado a uma esposa cujo marido está suspeitando de sua fidelidade. Deus prometeu agir através de ritos para purificar uma esposa inocente, ou para identificar aquela que é culpada. Esse rito lembra-nos de que se nós mesmos não lidarmos com os nossos pecados, da mesma maneira como a esposa culpada, iremos ‘levar nossa iniquidade’” (Lawrence O. Richards).

Enfim, notam-se as seguintes verdades teológicas:

1. Deus não é causador de problemas, Ele sempre tem a solução para nossos problemas.
2. Deus oferece solução aos problemas antes que eles surjam na vida de Seu povo.
3. Deus é atencioso, cuidadoso e dedicado ao Seu povo desejando-lhe o melhor.
4. Deus conhece nossas fraquezas e oferece-nos auxílio antes que necessitemos.

A graça divina se revela frente a cada necessidade humana! Aleluia!

“Senhor, restaura-me!” – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Confessará o pecado que cometer; e, pela culpa, fará plena restituição, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e dará tudo àquele contra quem se fez culpado” (v.7).


Calcula-se que uma multidão de aproximadamente dois milhões de hebreus tenha saído do Egito no início do êxodo. Habitando em tendas e em condições não tão favoráveis, o Senhor precisava zelar pela salubridade de Seu povo e pela manutenção da justiça. Diante do perigo iminente de uma epidemia ou doença contagiosa, havia um local designado, fora do arraial, para que todo o povo não fosse afetado. Por algum motivo, a lepra era a doença mais temida e parecia que a condição temporária dos filhos de Israel os tornava mais vulneráveis a torná-la uma calamidade nacional. Para os doentes era uma situação muito triste e constrangedora, mas necessária para a sanidade de todos.

Além de preocupar-Se com a saúde e bem-estar de Israel, o Senhor também zelava pela justiça. Tanto a lei da restituição quanto “a lei para o caso de ciúmes” (v.29) de um marido para com a sua mulher, revelam que Deus não aplicará o Seu juízo apenas no julgamento final, mas também disciplina aqui mesmo todo aquele que comete pecado. No entanto, assim como nestas leis há uma prestação de contas com sanções para fins de confissão e arrependimento, Deus continua agindo da mesma forma a fim de que sejamos encontrados por Ele com “boa consciência” (1Tm.1:19). A justiça de Deus é plena de misericórdia e tem por finalidade a salvação.

A penalidade descrita quanto ao adultério, “fazendo-te o Senhor descair a coxa e inchar o ventre” (v.21) encontra-se com as palavras de Jesus que definem o seu objetivo: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno” (Mt.5:29). Jesus não estava falando de mutilação, mas de renúncia. O castigo físico aplicado em uma mulher adúltera era uma marca de que mais vale ser disciplinado por Deus para a salvação do que permanecer no pecado e perder a vida eterna. É melhor beber as águas amargas do Senhor que apagam as maldições (v.23), do que as águas enganadoras do pecado que envenenam para a morte.

Existe uma grande confusão atual quanto a aplicação da disciplina e a prática do evangelho do amor. Na concepção da maioria, não há harmonia entre ambos. Os erros precisam ser relevados, as advertências abandonadas e as disciplinas esquecidas, em nome do amor. Trocaram o temor do Senhor pela lógica humana; o “Assim diz o Senhor” pelo assim disse o homem que o Senhor disse. Para muitos jaz a necessidade de orientação e de correção, afinal, somos todos pecadores e as minhas escolhas não são da conta de ninguém. Entretanto, este é um perigo que incorre no meio do povo de Deus prestes a se espalhar como uma lepra, caso não seja erradicado. “Confessará o pecado que cometer” (v.7) e “Apresentará a mulher perante o Senhor” (v.18) são duas frases de impacto que deixam clara a necessidade do pecador de reconhecer os seus erros e de apresentar-se diante do Senhor e aceitar a Sua justiça, dizendo: “Amém! Amém!” (v.22).

Amar como Cristo nos amou não significa ser conivente com o erro, pois que Ele pagou um alto preço pelos nossos pecados, e sim proporcionar ao pecador a oportunidade de encontrar o caminho da cruz e ser transformado. Muitos têm saído das fileiras do Senhor por sentirem-se ofendidos em sofrer disciplina por sua má conduta, e saem como verdadeiros perseguidores dos irmãos e da igreja de Deus. Há, porém, aqueles que são desviados pelo mau testemunho ou procedimento de um professo cristão que os disciplinou sem obedecer à ordem bíblica: “disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez, livrando-se eles dos laços do diabo” (2Tm.2:25).

A esta geração, o Senhor declara: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). O zelo é o atributo que o Senhor nos concede a fim de despertar a nossa consciência para o que é bom e rejeitar o que não é. Não saiam de nossa boca palavras ásperas ou de depreciação aos nossos irmãos, mas que por preceito e por exemplo, possamos conduzi-los a Cristo, o justo e fiel Juiz. Que o Espírito Santo nos conceda um coração sempre zeloso, disposto a aceitar a correção, e cheio do amor de Deus para corrigirmos uns aos outros com espírito de brandura e sincero interesse em sua salvação.

Bom dia, alvos do amor e da justiça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números5 #RPSP

Comentário em áudio:
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NÚMEROS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de fevereiro de 2019, 0:05
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787 palavras

1-4 Pessoas física ou cerimonialmente imundas eram mandadas para fora do acampamento. Essa providência foi tomada porque, como uma nação de sacerdotes, os israelitas deviam representar o homem restaurado à imagem de Deus. Bíblia de Genebra.

cadáver (NVI; ARA: “morto”). O supremo sinal tangível de impureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.

imundo por ter tocado em algum morto. Esse grupo de pessoas era eliminado só da parte interior do arraial (Lv 11:24; 21:1, 11). A palavra aqui traduzida por “morto” é nefesh, vertida muitas vezes como “alma” (ver com. de Gn 35:18). Ela tem vários significados e, neste versículo, se refere a um cadáver, considerado cerimonialmente imundo (ver Nm 6:6, 11; 9:6, 7, 120; Lv 21:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 914.

3 Na Nova Jerusalém (Ap 21.2, 3), a habitação de Deus entre os homens não será comprometida por qualquer forma de impureza (Ap 21.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

ofendendo ao Senhor. Um pecado contra o próximo era considerado pecado contra Deus e, portanto, exigia o oferecimento de sacrifício, bem como a restituição à pessoa prejudicada (ver Nm 5:7; Lv 6:2-4). Embora seja possível pecar contra Deus sem prejudicar o próximo, é impossível pecar contra um ser humano sem cometer, ao mesmo tempo, um pecado contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 914.

parente. Já que os israelitas, de modo geral, tinham um parente para fazer restituição, é possível que o homem sem parentela fosse um prosélito. CBASD, vol. 1, p. 914.

11 Se a mulher de alguém se desviar. O processo descrito aqui beneficiava mulheres inocentes ao dar a elas o direito do julgamento da Suprema Corte pelo próprio Deus, protegendo-as, assim, da possibilidade de tratamento injusto por cortes humanas, que naqueles dias se compunha somente de homens. Não existe lei similar a respeito de mulher que suspeitasse que seu esposo a houvesse traído. Os homens não precisavam deste tipo de proteção. Andrews Study Bible.

13 não houver testemunha. Neste caso, havia total suspeita por parte pelo menos do marido, mas nenhuma prova concreta. Eram necessárias duas testemunhas para garantir a condenação (Nm 35:30; Dt 17:6; 19:15). A morte era o castigo para a culpa comprovada (Lv 20:10; Dt 22:22-27). CBASD, vol. 1, p. 915.

14 o espírito de ciúmes. Estes ciúmes podiam surgir do poder de perceber uma situação verídica; mas, para evitar um divórcio súbito e injusto, a Lei de Deus protege as famílias contra os ciúmes falsos e pecaminosos, que não procedem do amor. Bíblia Shebb.

15 espírito De ruah, palavra traduzida por “espírito” no AT. Aparece 377 vezes no hebraico e foi traduzida por “espírito” 206 vezes. A ideia predominante desta palavra é “poder”. Quando a rainha de Sabá viu o esplendor de Salomão, “não houve mais espírito nela” (1Rs 10:5, ARC). [ver tb. Is 31:3]. … Um homem que controla seu espírito e´, ao mesmo tempo, forte e digno (Pv 16:32; 25:28). Nesta passagem (Nm 5:14), o termo indica um impulso ou emoção intensa. CBASD, vol. 1, p. 915.

farinha de cevada. Um tipo de farinha mais barata, alimento rústico usado só pelos pobres (Jz 7:13; Jo 6:9, 13) e como forragem para os animais (1Rs 4:28). A “flor de farinha” requerida para outras ofertas (Ez 46:14) não era permitida num caso dessa natureza, em que os motivos eram, corrupção moral e desonra. Os elementos inferiores desta oferta eram um indício da vileza e grosseria do ato pecaminoso. CBASD, vol. 1, p. 915.

não deitará azeite. Esta era uma ocasião extremamente infeliz; por isso, o azeite, símbolo de alegria e felicidade, ficava de fora. CBASD, vol. 1, p. 915.

17 água santa. Não há semelhança alguma entre essa e a suposta “água benta” usada em algumas igrejas. CBASD, vol. 1, p. 915.

18 soltará a cabeleira dela. Tratava-se de um ato de vergonha (ver Lv 10:6; 13:45; 21:10). CBASD, vol. 1, p. 915.

e lhe porá as mãos. Todos esses atos tendiam a minar a resistência da mulher e levá-la a confessar, caso fosse culpada. CBASD, vol. 1, p. 915.

água amarga. A expressão literal em hebraico é “águas de amargura”. A água, em si, não tinha gosto amargo, mas para a pessoa culpada, ela traria resultados amargos (ver Jr 2:19; 4:18; Ez 23:48). CBASD, vol. 1, p. 915.

21 o Senhor te ponha por maldição [tb. no v. 27] . Quando proferissem uma maldição ou fizessem um juramento, as pessoas lembrariam o nome dela nas imprecações destinada aos ofensores dizendo: “Que o Senhor te faça como àquela mulher”. CBASD, vol. 1, p. 916.

que a sua barriga inche e que você jamais tenha filhos (NVI). A linguagem figurada aqui (e nos v. 22, 27) fala da perda da capacidade de ter filhos (e, no caso de gravidez existente, de aborto do filho). … No antigo Oriente Médio, se fosse negada a uma mulher a possibilidade de ter filhos, a perda pessoal seria de proporções inestimáveis. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 e … as apagará. As palavras escritas seriam lavadas e transferidas, desse modo, para a água. CBASD, vol. 1, p. 916.

31 levará a sua iniquidade. O princípio básico de todo o procedimento era que o resultado repousava nas mãos do Deus. CBASD, vol. 1, p. 916.



DEZ DIAS DE ORAÇÃO – VÍDEO CONVITE by Jeferson Quimelli
10 de fevereiro de 2019, 12:00
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Você participará?



NÚMEROS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de fevereiro de 2019, 7:36
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“Segundo o mandado do Senhor, por Moisés, foram designados, cada um para o seu serviço e a sua carga; e deles foram contados, como o Senhor ordenara a Moisés” (v.49).


Como vimos no capítulo anterior, não bastava ser um levita para assumir a obra de Deus no santuário. Havia uma hierarquia e divisão de cargos e funções que designava cada um em um serviço determinado. Havia também condições para que este serviço pudesse ser realizado a fim de preservar a vida dos próprios levitas. Certos objetos do tabernáculo precisavam ser preparados por Arão e seus filhos antes que os levitas tivessem acesso a eles para os transportar. A arca da aliança, por exemplo, além dos objetos e móveis utilizados no lugar Santo, precisavam ser cuidadosamente cobertos antes que os filhos de Coate tivessem acesso a qualquer deles, para que não morressem.

Através destas regras acerca do transporte do santuário, tanto os levitas quanto os demais filhos de Israel recebiam preciosas lições sobre santidade, reverência e temor do Senhor. Cada vez que precisavam levantar acampamento e marchar, todo o povo podia ver com que ordem e decência os levitas carregavam as coisas sagradas. Era um trabalho que lhes exigia grande responsabilidade e cuidado para com as “coisas santíssimas” (v.19). Enquanto permanecessem fiéis ao mandado do Senhor, Ele os abençoaria e protegeria em todas as suas viagens. Engana-se quem pensa que Deus não requer mais de Seu povo o mesmo cuidado e zelo para com a Sua obra. Cada discípulo de Jesus é chamado a realizar um serviço específico na grande obra final, e precisamos permitir que o Senhor nos indique este exato dever.

Após o Pentecostes, os discípulos foram capacitados para uma obra mundial, de proclamar as boas-novas de salvação em Cristo Jesus. O Espírito Santo falou a Filipe para ir ao encontro de um eunuco etíope e lhe ensinar as Escrituras (At.8:29). O apóstolo Pedro recebeu instruções do Espírito Santo, após uma visão, de ir pregar também aos gentios (At.10:20). Paulo foi impedido pelo Espírito Santo de ir a determinado lugar, e, através de uma visão, entendeu para onde deveria ir naquele momento (At.16:7-10). O mesmo Espírito permanece guiando os filhos de Deus hoje, e nosso papel é tão somente estar atentos para ouvir a Sua voz: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.2:7).

Não podemos lidar com a sagrada obra do Senhor conforme nos apraz, mas precisamos entender qual seja a vontade de Deus em nossa lida nesta terra. Ele não exigiu que os sacerdotes tomassem para si todos os encargos do templo, mas designou uma tribo inteira para auxiliá-los. Também não colocou sobre os ombros de uns poucos o peso de carregar o santuário, mas dividiu as funções a fim de que não fossem sobrecarregados. O primeiro convite que Jesus nos faz é o de ir até Ele depondo a Seus pés todo o nosso cansaço e sobrecarga, e trocarmos pelo Seu jugo suave e Seu fardo leve (Mt.11:28-30). Só então estaremos aptos para realizar a obra que Ele nos designou conforme o Espírito nos for guiando. Entender isto é crucial para que o Reino de Deus avance em seus propósitos e o Senhor nos acrescente, dia a dia, os que vão sendo salvos (At.2:47).

Há um inimigo que conhece muito bem a ordem e disciplina celestial, que já compôs o cenário do Céu na perfeita obra dos anjos, mas cuja rebelião o expulsou do lugar de Deus. E ele faz de tudo para distrair o povo de Deus e impedi-lo de avançar ordenadamente aproveitando-se da fragilidade de professos cristãos para isso. Ellen White escreveu:

“Satanás bem sabe que o sucesso apenas pode acompanhar a ação ordenada e harmoniosa. Bem sabe que tudo que se relaciona com o Céu se acha em perfeita ordem, e que sujeição e disciplina perfeita caracterizam os movimentos da hoste angélica. Ele estuda e faz esforços para levar os cristãos professos o mais longe possível da disposição ordenada por Deus; portanto, engana até o povo professo de Deus, e faz-lhes crer que a ordem e a disciplina são inimigas da espiritualidade” (A Igreja Remanescente, p.24).

Precisamos estar atentos para ouvir o Espírito do Senhor a nos indicar cada passo que devemos dar no sagrado dever missionário e no cuidado para com a Sua Casa de Oração. Se atendermos ao primeiro chamado de Cristo: “Vinde a Mim” (Mt.11:28), certamente seremos habilitados a cumprir a Sua ordem: “Ide” (Mt.28:19). E eis que Ele estará conosco, “todos os dias, até à consumação do século” (Mt.28:20).

Feliz semana, igreja ordenada do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números4 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 4 by Jeferson Quimelli
10 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-4/

Pessoas seculares – e até mesmo alguns cristãos – vêem o sistema de culto israelita como o retrato de um Deus exigente. Os pecadores devem “andar na ponta dos pés” quando perto dEle ou serão fulminados. Números 4 descreve o cuidado supremo tomado pelos levitas na manipulação de objetos sagrados, que não deviam ser tocados por qualquer pessoa não autorizada. Para algumas pessoas, “temer” ao Senhor significa estar apavorado com Seu poder. Mas a Bíblia deixa claro que o cuidado de Deus, sobre as coisas sagradas, implica muito mais do que castigo divino.

A história de Abraão e do rei Abimeleque (Gn 20) é muito útil a este respeito. Abraão esconde de Abimeleque o fato de Sara ser sua esposa, então Abimeleque a leva para sua casa. Mas Deus adverte a Abimeleque a não tocá-la. O casamento é sagrado, e a lei de Deus é uma defesa daquilo que é sagrado. Assassinar é “tocar” a alma humana, que tem valor infinito. Cobiçar é tocar ilegalmente com o pensamento algo que pertence a outro. Mentir é tocar o vínculo de confiança.

Quando alguém falha em reconhecer que Deus e as coisas que O representam são santos, está, na verdade, destruindo a si mesmo e aos outros. Que Deus abra os nossos olhos para discernir o que é sagrado.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/4
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
10 de fevereiro de 2019, 0:45
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Este quarto livro da Bíblia visa incutir em nossa mente que não estamos neste mundo como turistas, mas como peregrinos. Apenas focados nas sublimes mensagens espirituais, atentos aos verdadeiros líderes espirituais e consagrada dedicação à congregação dirigida por Deus viveremos como peregrinos, não como turistas neste mundo de pecado.

Um futuro promissor depende de nossa dependência ao Senhor no presente! Santifique-se para o serviço de Deus hoje a fim de que estejas preparado para estar em Sua presença futuramente.

O capítulo em apreço mostra que nem todo levita era sacerdote, mas todo sacerdote teria de ser levita para servir ao Senhor em Seu santuário. Deveres sagrados cumpridos fielmente distanciam-nos do pecado.

Na obra de Deus cada um tem deveres específicos. Leia em tua Bíblia e conheça os deveres dos…

1. Coatitas (vs. 1-20);
2. Gersonitas (vs. 21-28);
3. Meraritas (vs. 29-33).

Somente filhos de Arão atuariam nos rituais sagrados do Santuário; os coatitas, gersonitas e meraritas teriam outras responsabilidades. É preciso aprender que na obra de Deus deve-se respeitar os deveres pelos quais cada um foi designado.

1. Os filhos de Coate (coatitas) de 30 anos para cima até 50 eram 1.750 (vs. 34-37);
2. Os filhos de Gérson (gersonitas) de 30 anos para cima até 50 eram 2.630 (vs. 38-41);
3. Os filhos de Merari (meraritas) de 30 anos para cima até 50 eram 3.200 (vs. 42-45).

O livro de Números não economiza em dizer que Moisés e Arão contaram cada um dos que entrariam no sagrado ministério do Santuário (vs. 37, 41, 45, etc.). Após especificar o número destas famílias levíticas com idade própria para ministrar, juntando todos contou 8.580 servidores (vs. 46-49).

“Assim como os levitas, nós, os cristãos, também somos para o Senhor um reino de sacerdotes. Nossa principal função e preocupação devem ser adorar a Deus em todos os aspectos de nossa vida. Quer comamos ou bebamos, ou façamos outra coisa qualquer, tudo deve ser feito para a honra e glória de Deus” (Kay Arthur).

Temos que aprender com os levitas a…

• …Não ser indiferente, preguiçoso ou omisso à obra de Deus no mundo;
• …Viver em santidade ministrando a verdade de Deus ao mundo.

Deus nos quer como instrumentos que O represente aos descrentes!

“Senhor, usa-me! Reaviva-me!” – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
10 de fevereiro de 2019, 0:06
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