Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 29 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de dezembro de 2018, 0:30
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“E habitarei no meio dos filhos de Israel e serei o seu Deus” (v.45).


A Moisés coube cumprir cada etapa da cerimônia de consagração de Arão e seus filhos. Ao chamá-lo para a grande missão de libertar os filhos de Israel do Egito, em determinado momento o Senhor lhe disse: “Vê que te constituí como Deus sobre Faraó, e Arão, teu irmão, será teu profeta” (Êx.7:1). Como um tipo de Cristo, além de conduzir o povo para a liberdade, Moisés foi designado para realizar a figura de uma obra que só Cristo pode realizar. Antes mesmo que pudessem oficiar como sacerdotes no santuário, Arão e seus filhos tiveram de se submeter a um ritual simbólico cuja participação se resumiu em estender a mão sobre os sacrifícios para confissão e perdão de seus pecados. Fora isso, tudo o mais foi feito por Moisés.

Imagino o sentimento inaugural de impotência e o constrangimento ao saber que seriam lavados por Moisés e vestidos por Moisés. Arão pode ter pensado que seria melhor se ele mesmo pudesse tomar o seu próprio banho sozinho, mas quão significativo era aquele momento em que tinha que confiar plenamente em tudo o que Moisés fazia. Quão preciosa seria aquela primeira lição de dependência e de humilhação! Ficariam sempre gravadas no coração de Arão e de seus filhos as cenas iniciais de seu ministério. Era um claro recado de Deus de que o ofício sacerdotal, antes de qualquer outra coisa, dependia inteiramente da direção divina. E que a única participação humana no plano da salvação é a nossa entrega, simbolizada pelo estender de mãos de Arão e seus filhos sobre os cordeirinhos (v.10, 15 e 19).

O sangue daqueles sacrifícios, além de ser jogado sobre o altar, também foi ordenado a Moisés que o pusesse “sobre a ponta da orelha direita de Arão”, bem como de seus filhos, e que o mesmo processo se desse “sobre o polegar de sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito” (v.20). Este era um símbolo da perfeita obediência. Suas vidas deveriam ser exemplo daqueles que ouvem, fazem e andam conforme a vontade do Senhor. Especialmente a Arão, cumpria o dever de ser um homem consagrado a Deus e imprimir na mente de seus filhos o testemunho que os capacitaria a assumir o seu lugar após a sua morte, como está escrito: “As vestes santas de Arão passarão a seus filhos depois dele, para serem ungidos nelas e consagrados nelas” (v.29).

Dependência, humildade, entrega e obediência, eis o que o Senhor espera do Seu povo, especialmente de Seus líderes. Homens e mulheres que estejam dispostos a aceitar que antes de qualquer outra coisa, precisamos ser servos. A obra de consagração e santificação realizada por Moisés representa a obra feita por Cristo em favor da humanidade. Jesus nasceu como um bebê indefeso e dependente do cuidado de Maria e José. Foi lavado, vestido e alimentado por seus pais. E quando finalmente chegara o momento de cumprir o Seu ministério, foi batizado por João Batista e viveu para servir em obediência ao Pai até à morte. Foi a Sua vida de perfeita obediência e incomparável serviço que nos garantiu a vitória em Sua ressurreição e ascensão.

É por isso que crer em Jesus envolve muito mais do que simplesmente acreditar, tem a ver com submissão e entrega à vontade de Deus. E as ofertas contínuas ou sacrifícios diários revelam bem esta entrega, que deve ser diária e constante. O sacrifício da manhã e o sacrifício da tarde representam a verdadeira adoração a Cristo. Assim como a Arão cumpria passar para seus filhos as suas vestes santas, aos pais cumpre a responsabilidade de transmitir a seus filhos, através de uma vida consagrada a Deus, o sagrado privilégio da adoração ao Deus único e verdadeiro. Temos feito do nosso lar um lugar de adoração a Deus? Pode o Senhor dizer de nossa casa: “onde vos encontrarei, para falar contigo ali” (v.42)?

Meus amados irmãos, a nossa luta, como bem declarou o apóstolo Paulo, não é contra pessoas, mas é um grande conflito contra as forças do mal regidas pelo Maligno (Ef.6:12). E assim como Arão e seus filhos tiveram de se submeter a serem vestidos por Moisés, precisamos nos submeter ao Senhor a fim de que Ele nos vista da Sua armadura (Ef.6:10). E como fazer isto? A resposta está no “holocausto contínuo” (v.42), em uma vida de constante comunhão com o Deus que nos salvou. Pela fé, ouçamos a voz de Jesus a nos falar neste momento: “Ainda dormis e repousais! Basta! Chegou a hora… Levantai-vos, vamos!” (Mc.14:41 e 42).

Despertai, pais! Despertai, filhos! Despertai, ministros do Senhor! Despertai povo de Deus! É tempo de consagração, de unção e de santificação. É tempo de nosso lar ser um pedacinho do Céu na Terra. É tempo de confissão e de arrependimento. É tempo de buscar ao Senhor enquanto O podemos achar, pois a profecia de Amós se apressa para o seu cumprimento: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:11-12). Seja o nosso coração um sacrifício contínuo de amor ao Deus que nos salvou, e todos saberão que Jesus é o Senhor, o nosso Deus, o nosso Redentor.

Feliz semana, povo cujo Deus é o Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo29 #RPSP

Comentários em áudio:
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ÊXODO 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2018, 0:05
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1616 palavras
1 Por que Deus estabeleceu o sacerdócio? Deus originalmente pretendia que Seu povo escolhido fosse um “reino de sacerdotes”, onde tanto a nação como um todo como cada indivíduo tratavam diretamente com Deus. Mas o pecado do povo impediu que isso acontecesse porque uma pessoa pecaminosa não é digna de se aproximar de um Deus perfeito. Deus então apontou sacerdotes da tribo de Levi e estabeleceu o sistema de sacrifício para auziliar o povo a se aproximar de Si. Ele prometeu perdoar os pecados do povo se eles oferecessem, através dos sacerdotes, certos sacrifícios. Através desses sacerdotes e seu trabalho, Deus desejava preparar todo o povo para a vinda de Jesus Cristo, que ofereceria a restauração de um relacionamento direto com Deus para todo aquele que viesse a Ele. Mas até que Cristo, o Messias, viesse, os sacerdotes eram os representantes do povo diante de Deus. Através deste sistema do Antigo testamento, podemos entender melhor o significado do que Cristo fez por nós (ver Hb 10:1-14). Life Appllication Study Bible.

9 consagrarás. Lit. “encherás a mão”, uma expressão idiomática hebraica indicadora da indução ao cargo. Bíblia de Genebra.

10-41 Por que tão detalhados rituais conectados com esses sacrifícios? Em parte, por controle de qualidade. Uma forma de adoração centralizada e padronizada previniria diferenças de crença como as que surgiriam se cada pessoa criasse seu sistema de culto. Além disso, isso diferenciava os hebreus dos pagãos cananitas que eles encontrariam na terra prometida. Se seguissem fielmente as instruções divinas, os hebreus possivelmente nunca se uniriam aos cananitas em suas práticas religiosas imorais. Finalmente, mostrava a Israel que Deus levava muito a sério seu relacionamento com Ele. Life Appllication Study Bible.

10 Farás chegar o novilho. Os sacerdotes colocavam suas mãos sobre o novilho para simbolizar identificação e substituição pessoal nesta oferta pelo pecado. O sangue era espargido nos chifres do altar de sacrifícios queimados, como se fosse um sacrifício para leigos, já que Arão e seus filhos ainda não haviam sido consagrados (Lv 4.25, 30; cf Lv 4.7). O restante do sangue era derramado aos pés do altar como uma oferta pelo pecado. Certas partes deveriam ser queimadas no altar (v. 13), mas o restante deveria ser queimado fora do acampamento, como restos impuros. Bíblia de Genebra.

11 Imolarás o carneiro. Só quem aceita o sacrifício pelos seus pecados pode trilhar o caminho da religião. Cristo é este sacrifício. Bíblia Shedd.

13 toda a gordura. A gordura era em geral considerada a melhor parte do sacrifício, e, portanto, a mais aceitável a Deus (ver com. de Lv 3:3, 5. Isto provavelmente se devia em parte de que ela queimava com uma chama viva e ajudava a consumir o restante do sacrifício. redenho do fígado. Uma membrana que cobre a parte superior do fígado e o une ao estômago. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 705.

14 a carne … queimá-lo-ás fora do arraial; é sacrifício pelo pecado. As partes do sacrifício mencionadas neste versículo eram eliminadas segundo a lei referentes aos sacrifícios pelo pecado (Lv 4:11, 12). A maldição do pecado que estava sobre elas as tornava impróprias para alimento e até mesmo indignas de serem enterradas dentro do acampamento. De modo semelhante, Cristo “sofreu fora da porta” (Hb 13:11-13). CBASD, vol. 1, p. 705.

15 um carneiro. Este carneiro era oferecido como um holocausto dedicatório (Lv 1.3-17). Bíblia de Genebra.

18 queimarás todo o carneiro. (Lv 1:9, 13, 17). A oferta queimada tipificava o espírito de sacrifício próprio, consagração plena e dependência constante do sangue expiatório de Cristo, que é aceitável a Deus. CBASD, vol. 1, p. 705.

19 tomarás o outro carneiro. Outro carneiro é necessário para mostrar a plenitude do significado do sacrifício: o primeiro (15) era totalmente consumido pelo fogo (18), apontando para a necessidade de um sacrifício total, que foi cumprido de uma vez para sempre na pessoa de Cristo. O segundo carneiro se chama de consagração (26). O sacerdote solenemente oferece partes dele em sacrifício pessoal a Deus e se alimenta do seu peito. isto ilustra a necessidade que todo crente tem de alimentar-se da vida do cristo ressurreto e de oferecer a Deus sua própria vida transformada por este sacrifício. Bíblia Shedd.

20 tomarás do seu sangue. A aplicação do sangue do carneiro nos sacerdotes era especial e significativa, o ato culminante da consagração. Indicava completa dedicação da vida e habilidade ao serviço de Deus. CBASD, vol. 1, p. 706.

orelhamão direita … pé direito. A primeira coisa que precisa ser consagrada é o ouvido. Nota-se que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.11ss). Temos de ser discípulos ensinados por Deus (Is 50.4). Depois vem a prática do que aprendemos, a obediência nas atividades diárias envolvendo as mãos e o polegar. Depois os pés que devem andar perpetuamente nos caminhos de Deus (Sl 1.1). Bíblia Shedd.

21 Tomarás, então, do sangue sobre o altar e do óleo da unção e os aspergirás sobre Arão e… A mistura do sangue com o óleo sugere a necessidade de justificação por meio do sangue expiatório de Cristo (Rm 3:23-26) e da santificação por meio do Espírito Sangue (Rm 15:16). CBASD, vol. 1, p. 706.

22 a coxa direita. Normalmente parte da porção do sacerdote (Lv 7.32), esta também era queimada no sacrifício em favor dos sacerdotes. Bíblia de Genebra.

23 também um pãomovendo-as de um lado para outro. Ao colocar estas ofertas nas mãos de Arão e seus filhos, Moisés devia mover as mãos deles de um lado para o outro. Para frente, provavelmente para mostrar que a oferta pertencia a Deus, e para trás, para indicar que era aceita por Deus e devolvida, por assim dizer, com Sua bênção. CBASD, vol. 1, p. 706.

O servo de Deus deve fazer uso reverente dos bens deste mundo para se conservar em condições de servir (cf nota Lv 7.30). Bíblia Shedd.

26 tua porção. Moisés, que já estava atuando como sacerdote, recebia o peito e a coxa do carneiro como sua porção; mais tarde, os sacerdotes as receberiam (Lv 7.31-32). Bíblia de Genebra.

28 obrigação… devida. Esta oferta é para o benefício dos sacerdotes e .. tem de ser custeada pelo povo em geral; é oferta de Deus, que, pelo próprio decreto de Deus, volta às mãos dos Seus servos dedicados. Bíblia Shedd.

29 as vestes santas. Os vs. 29 e 30 também se aplicavam a serviços futuros de consagração. As vestes feitas para Arão deviam ser preservadas após sua morte e usadas na consagração de todo sumo sacerdote que o sucedesse, para serem “ungidos nelas” e “consagrados nelas”. Todo sacerdote, a partir do dia em que começasse a exercer seus deveres, devia usar estas vestes por sete dias (Êx 29:35; Nm 20:24-28). CBASD, vol. 1, p. 706.

seus filhos depois dele. Aqui se refere a toda descendência sacerdotal. O ser humano é mortal, mesmo que seja sacerdote; só Cristo tem o sacerdócio eterno, perfeito e intransmissível (Hb 6.20; 7.24). Bíblia Shedd.

32 pão. Isto inclui as ofertas descritas nos vv 2 e 3, depois de tirar a porção que pertence ao holocausto (23-25). Bíblia Shedd.

33 o estranho não comerá delas. Não um estrangeiro, mas alguém que não fosse sacerdote (cf. Êx 12:19;20:10). CBASD, vol. 1, p. 706.

34 Se sobrar alguma coisa. O sacrifício solene pelo pecado… não pode ser participado por estranhos, em sua prática, nem guardado como se fosse simples comida. É esta atitude que o Novo testamento requer com respeito à Ceia do Senhor que é a lembrança vívida do sacrifício em que Cristo Se ofereceiu por nós (1Co 11.27). Bíblia Shedd.

35 sete dias. O ritual da consagração de Arão e seus filhos devia ser realizado em cada um dos sete dias seguintes. Isso simbolizava a perfeição ideal (ver Js 6:3, 4; 1Rs 18:43, 44; 2Rs 5:14). CBASD, vol. 1, p. 706.

37 Note a esmagadora ênfase na santidade de Deus. Os sacerdotes, as roupas, o tabernáculo e o sacrifício deveriam estar limpos e consagrados, preparados para se encontrar com Deus. Em contraste, hoje tendemos a considerar o favor de Deus como garantido, nos apressando no louvor e O tratando com desconsideração quase casual. Mas nós louvamos o poderoso Criador e Sustentador do universo! Lembre-se dessa profunda verdade quando você orar ou adorar e chegue até Ele. Life Appllication Study Bible.

38 cada dia, continuamente. Os requisitos para as ofertas sacerdotais diárias são revistos (vs. 38-46). O autor de Hebreus faz um contraste entre estes sacrifícios diários pelos pecados (cuja repetição era indicadora de sua insifuciência) e o sacrifício definitivo de Cristo (Hb 10.11-14). Bíblia de Genebra.

43 para que, por Minha glória, sejam santificados. É a revelação da glória de Deus aos homens que os transforma e os santifica. … O crente deve ser transformado de glória em glória pela revelação de Cristo, até ser semelhante a Ele (2Co 3.18). Bíblia Shedd.

44 santificarei Arão e seus filhos. Isto foi realizado de forma miraculosa quando Arão colocou seu primeiro sacrifício sobre o altar (Lv 9:24). CBASD, vol. 1, p. 707.

45 E habitarei no meio dos filhos de Israel. Isso se refere, em primeiro lugar, ao shekinah, no santo dos santos, mas, num sentido mais amplo, ao cuidado, à proteção e à salvação divina estendida por meio da graça ao povo escolhido ano após ano.  CBASD, vol. 1, p. 707.

Só no mundo futuro é que nenhum pecado e nenhuma tristeza poderá ofuscar a glória desta intimidade (Ap 21.1-8). Bíblia Shedd.

42-46 Esta passagem declara o objetivo do êxodo (e do livro). Deus “os tirou da terra do Egito” para que pudesse “habitar no meio deles” (v. 46). O relacionamento da aliança entre Deus e o Seu povo é fundamentalmente um relacionamento de comunhão entre Deus e o homem (Gn 17.7; Êx 6.7). Bíblia de Genebra.

A ação de Deus ao retirar os israelitas do Egito mostrou Seu grande desejo de estar com eles e os proteger. Ao longo da Bíblia, Deus mostra que Ele não é um senhor de terras ausente. Ele deseja viver entre nós, em nossos corações. Não exclua Deus de sua vida. Permita que Ele seja seu Deus através de sua obediência à Sua Palavra e comunicar-se com ele através da oração. Deixe-O ser seu senhorio [senhor de terras] presente. Life Appllication Study Bible.



ÊXODO 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
30 de dezembro de 2018, 0:05
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ÊXODO 28 by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-28

Aarão e seus filhos deveriam representar o povo diante do Senhor. Como Deus é santíssimo, somente os sacerdotes e Moisés poderiam se aproximar de Deus dentro do pátio do santuário. Suas vestes foram primorosamente feitas “para a glória”, não para exaltá-los, mas para acentuar e elevar seu cargo perante as pessoas.

As vestes sacerdotais foram feitas para harmonizar com as belas e elaboradas tapeçarias do santuário. Suas vestes também representavam o desejo que Deus tem para cada um de Seu povo para harmonizar seu eu interior com o caráter do santuário e com o Deus que ele representa.

O peitoral usado pelo sumo sacerdote era conhecido como o “peitoral do juízo” porque trazia o Urim e Tumim através do qual Deus comunicava Sua vontade. O peitoral possuía doze pedras preciosas com os nomes das 12 tribos de Israel.

Há um grande significado na lembrança de Deus do Seu povo a quem ele considera como Seus pedras preciosas. Sua igreja é descrita como uma noiva adornada “com jóias” (Is 61:10) e considerada o Seu tesouro.

Você sabia que você é um tesouro valioso, precioso aos olhos do Senhor?

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ROUPA SACERDOTAL – Êxodo 28 by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2018, 0:58
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RECONSTITUIÇÃO DA ROUPA DO SUMO SACERDOTE
 
Não se representam aqui o Urim e o Tumim, sobre os quais a Bíblia não apresenta uma descrição precisa.
Foto tirada em 2011 no Instituto do Templo, em Jerusalém


ÊXODO 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 28 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de dezembro de 2018, 0:45
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O evangelho é eterno; o mesmo evangelho do Novo Testamento foi proclamado pelo maior evangelista no Antigo Testamento. Deus evangelizou os israelitas com emblemas do santuário e seus rituais.

Ao considerar Hebreus 4:2, Frank B. Holbrook destacou: “Se os israelitas, em sua jornada do Egito, possuíam o mesmo evangelho que os cristãos receberam, é seguro inferir que eles o receberam por meio dos rituais do sistema do santuário”.

No capítulo em apreço nota-se Deus dando ordens sobre o que Moisés deveria fazer:

1. Incluir a Arão e seus filhos no sistema sacerdotal (vs. 1-5);
2. Os detalhes das roupas que usaria o Sumo Sacerdote (vs. 6-29);
3. A forma direta que Deus usaria para responder perguntas objetivas: Urim e Tumim (v. 30);
4. Mais adereços às indumentárias dos representantes do Senhor perante o povo e do povo perante o Senhor (vs. 31-43).

“O santuário é um dos principais instrumentos divinos para nos ensinar o significado do evangelho”, observou Martin Pröbstle.

Milian Lauritz Andreasen atesta: “Quando compreendemos que os serviços efetuados no tabernáculo [santuário] […] eram símbolos de um ministério mais elevado no verdadeiro tabernáculo do Céu; que todo ritual e os sacrifícios todos apontavam para o verdadeiro Cordeiro de Deus, o santuário passa a ter importância ainda maior. Nele é revelado o evangelho”.

1. O Sumo sacerdote e sacerdotes representam Cristo.
2. A função que exerceria os sacerdotes terrestres apontaria para as obras de Cristo tanto na Terra como no Céu.
3. O Urim e o Tumim eram duas pedras que seriam usadas para obter resposta divinas; Jesus é a maior resposta do Universo neste mundo, a pedra angular.
4. No Apocalipse Jesus aparece com as roupas talares de Sacerdote que intercede em favor de Seu povo e de Sumo Sacerdote que executa o juízo para vindicar o Seu povo e sentenciar inimigos.

“Tudo que dizia respeito ao vestuário e conduta dos sacerdotes devia ser de molde a impressionar o esplendor com um entusiasmo da santidade de Deus, de Seu culto, e da pureza exigida dos que entravam em Sua presença” – explica-nos Ellen G. White.

Ao contemplar Jesus através do que lemos, devemos reverenciá-lO como nosso soberano Redentor que almeja levar-nos à presença do Pai Celestial.

“Senhor, ajuda-me compreender melhor Tua revelação” – Heber Toth Armí.



ÊXODO 28 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de dezembro de 2018, 0:30
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“Farás vestes sagradas para Arão, teu irmão, para glória e ornamento” (v.2).


Arão e seus filhos foram separados por Deus para o ofício sacerdotal. Mas antes de “oficiarem como sacerdotes” (v.1), tiveram de passar por uma cerimônia de unção e consagração, que incluía vestimentas especialmente prescritas por Deus. As vestes de Arão, o sumo sacerdote, possuíam um caráter superior às vestimentas de seus filhos. Como cada detalhe que preenchia o tabernáculo, cada parte que compunha as vestes de Arão tinha um significado específico.

Apesar da liderança de Moisés representar a voz de Deus para o povo, a liderança espiritual na pessoa do sumo sacerdote representava a figura de Cristo. Se o sumo sacerdote cometesse algum pecado e não o confessasse, todo o povo sofreria as consequências como se todos tivessem cometido o mesmo pecado. Assim como se Cristo houvesse cometido pecado, toda a humanidade sofreria a inevitável consequência da morte eterna. Ou seja, a função do sumo sacerdote era, de fato, de extrema responsabilidade e relevância. O fiel cumprimento de seu ofício promovia no povo semelhante compromisso com as coisas santas e gerava resultados positivos no crescimento espiritual e na prosperidade da nação.

Deus não mandou simplesmente que confeccionassem uma roupa com artigos de luxo. Ele capacitou “homens hábeis a quem” encheu “do espírito de sabedoria” (v.3), a fim de vestir Arão e os demais sacerdotes com o mapa da salvação. Com “obra esmerada” (v.6), Deus desenhou nas vestes de Arão a mensagem que deveria acompanhar Israel como “estatuto perpétuo” (v.43). Nas “duas pedras nas ombreiras da estola sacerdotal”, Arão deveria levar os nomes dos filhos de Israel “sobre ambos os seus ombros, para memória diante do Senhor” (v.12). A Arão, cabia a responsabilidade de levar as cargas e os pecados do povo. Da mesma forma, em cada pedra preciosa do “peitoral do juízo”, estavam os nomes de cada tribo dos filhos de Israel que ele levaria “sobre o seu coração… para memória diante do Senhor continuamente” (v.29). Deveria ser um ministério igualmente regido pelo amor e pela compaixão.

As campainhas nas orlas de suas vestes e a beleza da conjuntura de sua indumentária refletia sobre todo o povo uma reverência que jamais lhe havia sido despertada ao avistar uma figura humana. O suave som que das orlas emitia, o brilho das pedras em seus ombros e peitoral, a inscrição “Santidade ao Senhor” (v.36), gravadas em sua tiara de ouro sobre a fronte, compunham a imagem que o Senhor deseja imprimir sobre o Seu povo. Mas, especificamente, há um recado divino sobremodo relevante para todo ministro do evangelho. Deus chama homens que estejam dispostos a carregar as cargas de suas ovelhas e a levá-las no coração; homens que não se conformam com este século, mas que cheios do Espírito Santo, carregam em sua fronte a divina inscrição: “Santidade ao Senhor” (v.36); homens que não procuram a própria vontade, mas que se quedam diante da vontade de Deus e cujas vestes revelam a justiça de Cristo; homens cuja vida é uma suave melodia de consagrada dedicação por onde passam.

O ministério de Arão não foi fácil. Era um ministério de inteira dedicação, renúncia e abnegação da própria vida. Arão era um ser humano com tendências pecaminosas como qualquer outro. Mas foi eleito por Deus para uma função singular e santa. Da mesma maneira, precisamos olhar para os nossos líderes espirituais como homens ungidos, consagrados e santificados (v.41) pelo Senhor para ministrarem como sacerdotes de Sua igreja. Como figuras públicas, sobre eles recai a grande responsabilidade de assumir com fidelidade o papel que lhes é designado. É uma missão que requer uma íntima e constante comunhão com Deus. Nada mais oportuno do que aproveitarmos o dia de hoje para nos unirmos em oração pelos ministros do Senhor. Oremos por nossos pastores, por suas famílias e para que a mesma unção, consagração e santificação sejam derramadas pelo Espírito Santo na vida de cada um deles.

Um feliz sábado a todos e em especial a cada ministro do evangelho! Que o Senhor vos abençoe neste santo ofício!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo28 #RPSP

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ÊXODO 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
29 de dezembro de 2018, 0:06
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ÊXODO 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2018, 0:05
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1080 palavras

28.1 – 30.3 Tendo revelado o modelo do santuário terreno (25.1-27.21), Deus agora revelava os regulamentos para o ministério sacerdotal do santuário. Bíblia de Genebra.

para que me sirvam como sacerdotes. Pessoas separadas para servir conscientemente a Deus, que sempre mantém um preparo e pureza de vida. Bíblia Shedd.

Em primeiro lugar e mais importante, os sacerdotes deviam servir como mediadores entre Deus e os homens. … Além dos seus deveres cerimoniais, tais como oferecerem sacrifícios e cuidarem do lugar da adoração, atuavam como juízes (Dt 17.8-13), dispensavam bênçãos (Nm 6.22-27), apresentavam oráculos (Nm 27.21) e ensinavam a lei divina ao povo (Dt 33.10). Bíblia de Genebra.

Os sacerdotes ofereciam ofertas de sacrificais e presentes e serviam como professores da lei, constantemente lembrando o povo de suas obrigações da aliança (Dt 31:9-13; Ne 8:2-3; Jr 18:18). Andrews Study Bible.

Nadabe e Abiú. Esses dois filhos de Arão foram mortos devido às suas atividades ilegais (Lv 10.1-2). Arão foi sucedido por Eleazar. Bíblia de Genebra.

Farás vestes sagradas. As vestimentas do santo sumo sacerdote de Deus tinham uma importância máxima. Visavam a beleza e eram feitas dos mesmos materiais caros que o tabernáculo. Bíblia de Genebra.

as vestes. [Tinham a finalidade de] destacar a honra e a glória do ofício do sacerdote e para embelezar o culto do tabernáculo. Bíblia Shedd.

a estola sacerdotal. Essa peça de linho, sem mangas, enfeitada com fios coloridos, era feita de material caro e descia desde o peito até a cintura. Possuía tiras nos ombros, com duas pedras de ônix gravadas com os nomes das tribos e um cinto (39-2-7). O peitoral, que continha o Urim e o Tumim, era seguro à estola por meio de duas argolas de ouro (v. 27; 1Sm 23.9-10). Bíblia de Genebra.

ombreiras. Grandes broches de pedras preciosas para prender o peitoral às demais vestes superiores do sumo sacerdote. Bíblia Shedd.

cinturão. Visava, segundo parece, a firmar as partes de frente de de trás do colete sacerdotal ao corpo do sacerdote. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 filhos de Israel. A expressão comumente se refere aos israelitas em geral, mas aqui é a lista das tribos que vai ser gravada, os filhos físicos de Jacó, que recebeu o nome de Israel, cujos filhos todos fundaram tribos israelitas. Bíblia Shedd.

12 Arão levará os nomes em seus ombros. Para simbolizar o fato de que o sumo sacerdote representa todo o Israel quando ministra no tabernáculo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

colete sacerdotal (NVI; ARA: estola sacerdotal; NKJV: éfode). O éfodeera um colete (veste) aonde eram presos sinos e pedras semipreciosas contendo o nome das tribos de Israel. Andrews Study Bible.

15 faça um peitoral de decisões (NVI;ARA: peitoral do juízo). Por meio do Urim e do Tumim. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Se chama do juízo porque estes objetos eram usados para consultar a vontade divina. Bíblia Shedd.

22 correntes. Cordinhas de fio de ouro retorcidas ligavam o peitoral às tiras dos ombros da estola sacerdotal. Bíblia de Genebra.

29 sobre o coração. A obra do sacerdote é interceder perante Deus em favor de todo o Seu povo. Jesus, fiador da superior Aliança, sempre intercede por nós (Hb 7.20-25). Bíblia Shedd.

30 Urim e o Tumim. Objetos utilizados para se conhecer a vontade de Deus. Bíblia Evangelismo em Ação NVI.

A expressão hebraica provavelmente significava “as maldições e as perfeições”. A palavra hebraica Urim começa com a primeira letra do abecedário hebraico (alef), ao passo que Tumim começa com a última letra (tau) [cf “o Alfa e o Ômega”, de Ap. 1.18. Cf. Bíblia de Genebra]. Eram sortes sagradas, muitas vezes lançadas em tempo de crise para determinar a vontade de Deus (v. Nm 27.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Urim significava uma resposta “não” e Tumim significava uma resposta “sim”. A Bíblia não indica o projeto (design) os objetos. Eram utilizados em tempos de crises para discernir a vontade de Deus (Nm 27:21; 1Sm 28:6). Andrews Study Bible.

Não há qualquer indício sobre o que esses objetos eram ou como funcionavam – talvez fossem pedras de cores diferentes, ou dois pequenos objetos gravados com símbolos ou letras do alfabeto. Bíblia de Genebra.

35 o som dos sinos será ouvido. Segundo a tradição judaica, a ponta de uma corda era amarrada ao tornozelo do sumo sacerdote e a outra ponta permanecia fora do tabernáculo. Se os sinos no seu manto cessassem de retinir enquanto ele estivesse no Lugar Santíssimo, a suposição de que ele teria morrido podia ser testada ao puxar levemente a corda. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Santidade ao Senhor.Sobre o turbante de Arão havia uma lâmina ou diadema. O mesmo objeto é chamado de coroa (29.6; 39.30;Lv 8.9) e era usada pelos reis (2Sm 1.10; 2Rs 11.12; Sl 89.39). A lâmina gravada era de ouro puro e identificava Arão como alguém que fora separado para o Senhor como representante religioso de Israel. Bíblia de Genebra.

A palavra inclui o sentido de ser separado das preocupações diárias e estar sempre pronto no servir a Deus; preservado da concupiscência da carne, a fim de estar adorando a Deus em espírito e em verdade. Bíblia Shedd.

38 Arão … levará a culpa. Usada debaixo do manto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

40 os filhos de Arão. Não tinham direito aos três objetos simbólicos, que só podiam pertencer ao sumo sacerdote: a estola sacerdotal e o peitoral (ambos com as pedras que guardavam a memória sagrada dos filhos de Deus)  a lâmina de ouro (36), pela qual o sacerdote declara santificadas as ofertas do povo. Bíblia Shedd.

41 os ungirás, e consagrarás, e santificarás. A unção confirmava a bênção e a eleição de Deus sobre um sacerdote, um profeta ou um rei. No Novo testamento, o próprio Espirito Santo é a unção (At 10.38). O sentido de consagrar era encher a mão com ofertas, e isto o crente faz oferecendo seu próprio ser em adoração e em serviço (Rm 12.1). O próprio Cristo santificou-Se para tornar-Se Sublime Oferta (Jo 17.19); muito mais devem Seus seguidores se santificar, para servi-Lo até o fim da vida. Bíblia Shedd.

42 calções de linho. A roupa de baixo era usada de forma que não violasse o mandamento de 20.26. A nudez ritual, muito comum em outras religiões antigas, era [terminantemente] proibida em Israel. Bíblia de Genebra.

43 estatuto perpétuo. O termo é ligado às estipulações que eram importantes para as gerações futuras: a Páscoa e a Festa dos Pães Asmos em lembrança do êxodo (12:14, 17), a chama contínua na lâmpada no Lugar Santo (27.20-21), as roupas sacerdotais oficiais utilizadas no serviço do tabernáculo (28:43), o próprio serviço sacerdotal perpétuo (29:9) e a lavagem das mãos e pés antes de ministrar (30:19-21) [lembrar do lavapés da Santa Ceia antes do Calvário]. Andrews Study Bible.




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