Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 25 by jquimelli
26 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-25/

Nesse capítulo, Deus pede ao Seu povo para fazer uma oferta a partir daquilo que haviam recebido dos egípcios. Esses presentes deveriam vir do coração do povo, dado livremente e de boa vontade, do melhor do que eles tinham. .

Os israelitas deram livremente de modo que pudessem ter um lugar onde Deus poderia habitar e onde poderiam entrar em contato com o divino. Você está dando o melhor que você tem de recursos, tempo e força ao Senhor? .

Quando o povo estava para construir o tabernáculo do deserto, o projeto lhes foi entregue “segundo o padrão” que Deus lhes mostrou. Este tabernáculo na terra era uma “figura” de “coisas celestiais” (Hb 9:23, 24). Foi concebido como uma “cópia do grande original” no céu (GC 414; Hb 8:2). Aqui, no tabernáculo terreno, as pessoas foram ensinadas nas verdades concernentes ao sacrifício de Cristo e sobre o final do conflito entre Cristo e Satanás. .

Nós servimos a um Deus que sempre desejou revelar Seu plano de redenção ao Seu povo. Nós podemos ser eternamente gratos porque servimos a um Deus vivo que continua a atuar em nosso favor no verdadeiro santuário no céu, hoje, como nosso Advogado, Salvador e Juiz.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/25 e https://www.revivalandreformation.org/?id=321
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 25 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
26 de dezembro de 2018, 0:45
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Deus explora o visual para evangelizar. O evangelho sempre foi real, mas no Antigo Testamento estava ilustrado nos emblemas do Santuário.

O Santuário era a forma de Deus dizer que queria habitar entre pecadores, e uma forma de declarar que desejava salvá-los do pecado e suas terríveis consequências. O Santuário é o esboço concreto da graça.

O texto informa-nos que…

1. O povo ofertou ao Senhor para construir uma casa para Ele – Deus quer a participação do povo no processo de envolvimento com as pessoas (vs. 1-9);

2. Deus orienta a fabricação da arca da aliança com base no contexto em que estavam: deserto. Argolas e varas só seriam úteis enquanto o santuário fosse portátil (vs. 10-16);

3. Deus pediu que fosse feito um propiciatório que ficasse sobre a arca da aliança contendo duas imagens de querubins modelados em ouro, de onde Deus falaria com Moisés (vs. 17-22);

4. Deus pediu que fizesse uma mesa onde seria colocado doze pões, conforme o número de tribos de Israel (vs. 23-30);

5. Moisés deveria fazer também um candelabro com sete pontas como lâmpadas para iluminar o ambiente (vs. 31-40).

Há muitíssimos detalhes nestes quarenta versículos; portanto, me aterei a apenas alguns pontos:

• Todo o capítulo é exatamente o que Deus disse a Moisés (v. 1). Toda a narrativa está em primeira pessoa.

• Deus dá detalhes sobre a medida das mobílias, o material a ser utilizado e os detalhes ornamentais dos móveis, por exemplo, cálices com formato de amêndoas, um botão e uma flor… (v. 33).

• O próprio Deus que proibiu o uso de imagens pediu que fosse feito dois querubins de ouro maciço mostrando que nem toda imagem é idolatria, mas a atitude diante das imagens (v. 18).

• O santuário seria o meio pelo qual Deus habitaria no meio de Israel, era o modelo de uma realidade celestial e uma forma de Deus comunicar boas novas ao povo (vs. 8-9, 22, 40).

Você acha irrelevante o tema do santuário? O santuário é a única construção civil do mundo que o engenheiro e o arquiteto é Deus; Ele proveu a planta. Por que não valorizar mais este imóvel?

Deus quer comunicar-Se conosco (v. 22)! Deus quer falar-nos através deste texto, vamos atentar para Suas Palavras? – Heber Toth Armí.



ÊXODO 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de dezembro de 2018, 0:30
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“E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (v.8).


O santuário ou tabernáculo do deserto fora o primeiro local oficial de culto da jovem nação de Israel. Cheios dos despojos do Egito, os filhos de Israel foram convocados a ofertar os materiais mais preciosos que de lá haviam trazido. Uma convocação que deveria ser voluntária: “Fala aos filhos de Israel que Me tragam oferta; de todo homem cujo coração o mover para isso” (v.2). O principal objetivo do santuário, além de ter sido uma maquete do plano da redenção, uma escola da graça de Deus para Israel, fora o método que o Senhor usou para demonstrar o Seu desejo de morar no meio do Seu povo.

Ao iniciar a descrição de cada objeto do santuário, Deus partiu do móvel mais importante que ficaria no lugar Santíssimo: a arca da aliança. Como um símbolo da aliança do Senhor com Seu povo, dentro da arca seriam colocadas as duas tábuas de Sua Lei: “E porás na arca o Testemunho, que te darei” (v.16). Na sequência, vem o propiciatório, que seria a tampa da arca, lugar sobre o qual o Senhor manifestaria a Sua glória. A mesa e o candelabro seriam os dois móveis, de três, que comporiam o lugar Santo do tabernáculo. Cada um desses objetos e suas funções eram símbolos da obra redentora de Cristo. Um claro recado de que a salvação só tem um Caminho e Ele Se chama Jesus Cristo.

Aquela tenda sagrada no centro do acampamento de Israel ilustra a vontade de Deus para a nossa vida hoje. Apesar de não precisarmos mais realizar os rituais do santuário, pois que todos apontavam para o perfeito cumprimento deles em Cristo, eles nos deixaram lições que não perdem a validade. O Senhor só mudou o Seu santuário de lugar: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co.6:19-20). Deus transferiu a Sua habitação para “todo homem cujo coração o mover para isso” (v.2). É algo pessoal, voluntário e intransferível.

Muitas vezes olhamos para os relatos da Bíblia como histórias distantes de um Deus que está distante, e perdemos o privilégio de um relacionamento íntimo com o mesmo Deus que não muda (Ml.3:6) e que deseja habitar em nós. Há um Deus ansioso por isso e que todos os dias nos diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). A Lei que um dia esculpiu em pedras, Ele deseja imprimir em nosso coração. A glória que manifestou no propiciatório, Ele deseja manifestar em nossa vida. Como os pães que ficavam na mesa de Seu santo lugar, Ele deseja nos saciar com Sua Palavra. Como a luz que brilhava do candelabro, Ele deseja iluminar a nossa vida e o nosso caminho.

Antes de tudo, porém, o Senhor deixa bem claro que a nossa oferta deve ser voluntária, assim como foi voluntária a oferta do supremo sacrifício do nosso Salvador. Somente quando aceitamos a Cristo, confiando nEle e dependendo unicamente de Sua graça, compreendemos que só por Ele o nosso corpo maculado pelo pecado pode ser transformado em habitação do Espírito Santo. Jesus está neste momento batendo à porta do seu coração. Você aceita o convite? Permita que Ele entre e descubra a verdadeira felicidade em tê-Lo como seu grande Amigo.

Bom dia, santuário do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo25 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
26 de dezembro de 2018, 0:05
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2147 palavras

Amados, sabemos que este comentário ficou um pouco longo, mas como este capítulo é tão rico em simbolismos que apontam para o plano da redenção, consideramos adequado trazer todos esses comentários que permitem um melhor entendimento de suas figuras. Bom estudo!

25:1-40:38. Estes capítulos contém as descrições detalhadas da construção e função do tabernáculo, narrativa quebrada pelo episódio do bezerro de ouro (caps. 32-34). A adoração se encontra no coração da experiência do êxodo e os últimos dezesseis capítulos de Êxodo provem a teologia apropriada de adoração. Enquanto os caps. 25-31 contém as prescrições divinas para a construção do tabernáculo, seus utensílios e o pessoal que nele trabalharia, os caps. 35-40 descrevem a implementação dessas ordens. A primeira seção se encerra com foco especial no sábado (31:12-17), enquanto que a segunda seção se inicia com uma lembrança das importantes regulamentações do sábado (35:1-3). Andrews Study Bible.

1 Aqui começam os preceitos para o culto dos israelitas, a maneira simbólica de adorar dia após dia, de maneira a inculcar na mente do adorador as verdades eternas de Deus. Bíblia Shedd.

Os materiais seriam recolhidos como ofertas gratuitas dentre os tesouros do povo de Israel (12.35-36). Ironicamente, enquanto essas instruções estavam sendo dadas, o povo estava contribuindo com ouro para um ídolo, no sopé da montanha (32.1-4). Bíblia de Genebra.

oferta. Uma parte vital da comunhão com Deus (Rm 12.11). Bíblia Shedd.

Os israelitas teriam o privilégio de participar na construção do lugar que seria a habitação de Deus entre eles. … Deus desejava apenas as dádivas que viessem do coração, não apenas das mãos ou do bolso. … A partir de Êxodo 35:21-29 e 36:3-7 fica evidente que o povo respondeu … de forma tão plena que teve de ser impedido de continuar levando ofertas. ... o povo deu a Deus o melhor que tinha. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1. p. 683, 684.

3-7 Quinze materiais são mencionados como possíveis itens para ofertas voluntárias. Andrews Study Bible.

ouro, prata, e bronze. Quanto mais próxima estivesse a presença de Deus, mais finos eram os materiais requeridos. Metais e fios coloridos são alistados segundo uma ordem decrescente de valores. Bíblia de Genebra.

azul. Ou violeta. Corantes das cores violeta e púrpura eram obtidos de um molusco; a escarlata, de um inseto do gênero cochonilha. Essas cores eram preciosas por causa do custo do corante. O azul do tabernáculo veio a ser particularmente associado ao Senhor (Nm 15.38). Bíblia de Genebra.

pelos de cabra. Os pelos de cabra eram mantidos sem tingir. Seriam usados como primeira cobertura do tabernáculo, e outras peles seriam colocadas por cima deles (26.14). Bíblia de Genebra.

peles de carneiro (ARA e NVI; NKJV: “peles de texugo”). Outras traduções incluem “vacas-marinhas” [peixes-boi] ou “couros de peles de golfinhos”. Estas variantes se baseiam em um termo árabe cognato. Este couro deveria ser impermeável e adequado para a cobertura exterior do tabernáculo (26:14; 36:19). Andrews Study Bible.

madeira de acácia. Uma madeira dura e resistente, própria para ser entalhada e para servir de revestimento. Bíblia de Genebra.

incenso. Relacionado com as orações (Ap 8.3, 4). Bíblia Shedd.

8 santuário. Este é um termo mais amplo do que “tabernáculo”, referindo-se a qualquer lugar de auto revelação visível ou (teofania) de Deus (15.17; Js 24.26; Ez 11.16). Bíblia de Genebra.

O propósito principal do “santuário” … é construir um lugar para a habitação visível de Deus, exatamente no centro do acampamento e também no centro de todos os aspectos da vida de Israel. Um lugar de encontro entre Deus e os homens. Andrews Study Bible.

Embora os hebreus soubessem que Deus não podia habitar numa construção feita por homens …, não parecia apropriado que houvesse culto sem um templo. CBASD, vol. 1, p. 684.

O propósito real … é a comunhão com Deus. Os objetos visíveis são símbolos para nos ensinar a adorar a Deus em espírito e em verdade, como Jesus nos ensinou. Bíblia Shedd.

para que Eu possa habitar. O sistema cujo centro era o tabernáculo terreno apontava para Cristo, que mais tarde “habitou” entre os homens (Jo 1.14).  A palavra heb. shakan, “habitar”, … tem estreita relação com a palavra shekinah, usada para a manifestação da glória divina sobre o propiciatório (PP, 349). O shekinah era o símbolo da presença divina, por meio do qual Deus prometeu “habitar entre eles” (ver Êx 25.22). CBASD, vol. 1, p. 685.

padrão [NKJV]. Outra possível tradução é “modelo” [ARA] ou “plano” (1Cr 28:19). Moisés pode ter visto uma representação em miniatura do santuário celestial em termos terrenos (Hb 8:4-5; comparar Ap 15:5) que funcionou como base para o projeto do santuário terreno. Andrews Study Bible.

Isto mostra que, embora o trabalho fosse humano, o plano era divino. … Na montanha, Moisés viu “uma representação em miniatura” do santuário celestial (PP, 343; At 7:44; Hb 8:5). … O santuário terreno foi feito segundo o modelo do que está no Céu, posto que constituísse uma vívida representação dos diversos aspectos do ministério de Cristo em favor da humanidade caída (PP, 357). Nossa atenção deve se concentrar naquilo que Ele está fazendo por nós, ali, como faz Paulo. O tabernáculo no Céu, como o da Terra, foi estabelecido para lidar com o problema do pecado. Cristo “entrou em Sua obra mediadora” após Sua ressurreição e antes de Sua ascensão 40 dias mais tarde (DTN, 819).  CBASD, vol. 1, p. 685.

tabernáculo. Esse termo significa “habitação”, designando um palácio ou templo. Esse tabernáculo prefigurava a habitação de Deus com os homens na pessoa de Jesus Cristo (Jo 1.14). Bíblia de Genebra.

10 arca. Uma “arca” seria um recipiente no qual se podiam reunir coisas para serem guardadas com segurança. CBASD, vol. 1, p. 685, 686.

A revelação do modelo para o santuário terrestre começa com os planos para a arca da Aliança, o objeto mais sagrado do tabernáculo. Essa caixa ornamentada continha as tábuas dos Dez Mandamentos, o vaso com o maná e o bordão de Arão (16.33; 25.16; Nm 17.10; Dt 10.1-5; Hb 9.4). Bíblia de Genebra.

A arca do Testemunho (v. 16) ou arca da aliança (Js 3:11) é a peça central do tabernáculo e aparece numerosas vezes no AT. Andrews Study Bible.

12 argolas. Para carregar a arca com varais (13-14). Bíblia Shedd. Os varais inseridos nessas argolas (v. 13) deviam ficar sobre os homens que carregassem a arca durante a época das peregrinações de Israel. … Dado que esses varais não faziam parte da arca em si, não se cometia sacrilégio ao tocá-los ou manuseá-los (ver 2Sm 6:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 686.

13 Farás … varais. A fim de que a arca pudesse ser movimentada sem ser tocada (cf 2Sm 6.6-7). Isso salienta a santidade e o caráter portátil da arca. Bíblia de Genebra.

16 o Testemunho. Ou seja, as duas tábuas de pedra contendo os dez mandamentos (Êx 30:6; 31:18; 32:15, 16). O principal objetivo da arca era servir como um depósito para a santa lei de Deus. Devido ao fato de as tábuas de pedra serem uma transcrição do caráter e da vontade de Deus, e, além disso, terem sido gravadas por Sua própria mão, eram tidas como o objeto mais sagrado do santuário. CBASD, vol. 1, p. 686.

17 propiciatório. Refere-se à tampa dourada da arca. O termo original vem da raiz “cobrir, fazer expiação” e a Septuaginta grega a traduz como “propiciatório”. A graça divina se encaixa [fit] perfeitamente com a lei divina e, juntas, elas destacam os dois mais importantes elementos do caráter divino, i.e., justiça e misericórdia. Andrews Study Bible.

Ele representava a misericórdia divina. Era de “ouro puro”, indicando que a misericórdia é o mais precioso dos atributos divinos. Seu lugar era em cima da lei, assim como a misericórdia transcende a justiça (Sl 85:10; 89:14). … A misericórdia sem a justiça é sentimentalismo débil, que subverte toda a ordem moral. Por outro lado, a justiça sem misericórdia é severidade moral, impecável na teoria, mas revoltante a Deus e aos homens. A arca e o propiciatório constituíam o coração do santuário. Acima do propiciatório estava o shekinah, símbolo da presença divina. As tábuas da lei dentro da arca testificavam o fato de que o reino de Deus está fundado num padrão imutável de justiça (Sl 97:2), o qual é mantido até mesmo pela graça divina. … Enquanto as tábuas dentro da arca testificavam contra o povo, o propiciatório apontava para um meio pelo qual as exigências da lei pudessem ser satisfeitas e o pecador, salvo da morte, o castigo da lei. Com base somente na lei, Deus e o homem não podem voltar a se unir, uma vez que o pecado o separa dEle (Is 59:1, 2). O propiciatório espargido de sangue deve intervir, pois somente pela mediação de Cristo em nosso favor podemos nos aproximar de Deus (Hb 7:25). CBASD, vol. 1, p. 686. [Destaque acrescido]

O lugar do perdão de Deus aponta para Cristo (Rm 3.25). Bíblia Shedd.

Lit. “tampa da expiação”, um lugar onde partes em inimizade se reconciliavam. … No Antigo Testamento, a propiciação (isto é, fazer retroceder a ira divina e satisfazer as reivindicações de Sua justiça) é efetuada por um sacrifício sangrento (Lv 17.11). Esse derramamento de sangue dramatiza o custo do perdão e prenuncia a morte sacrificial de Cristo, na cruz, quando se cumpriu o simbolismo do Sia da Expiação. Paulo ensinou que Jesus foi feito a propiciação pelos nossos pecados (Rm 3.25; cf 1Jo 2.2). … O “propiciatório” era a tampa da arca. … Na Septuaginta (O Antigo Testamento traduzido para o grego), o termo grego para “propiciação” (hilasterion) significa, lit., “lugar de propiciação” (ver também Hb 9.5). Bíblia de Genebra.

18 querubins. Os querubins geralmente estavam associados ao trono do Senhor, como guardiães ou transportadores do trono (1Sm 4.4; Is 37.16) … mas aqui eles simbolizam anjos guardiães (Gn 3.24). Bíblia de Genebra.

Não é um caso de idolatria (Êx 20.4), pois eram guardados no Santo dos Santos, onde ninguém podia entrar, a não ser o Sumo Sacerdote, e uma só vez por ano. Bíblia Shedd.

22 virei a ti. O Senhor é “Aquele que habita entre os querubins” (1Sm 4.4; 2Sm 6.2; 2Rs 19.15; Sl 80.1; 99.1; Is 37.16). O propiciatório tornava-se assim o ponto focal do encontro de Deus com o Seu povo. O propósito do êxodo, pois, era esse encontro de Deus com o homem (29.45-46). Bíblia de Genebra.

23 a mesa. Era para os pães (30), e simboliza a mesa de Cristo, na qual participamos do Pão da Vida: Sua carne e Sua Palavra. Bíblia Shedd.

24 uma bordadura de ouro ao redor. Era uma bordadura ou moldura ao redor da mesa para impedir que os objetos que estivessem sobre ela caíssem. CBASD, vol. 1, p. 687.

30 pães da proposição. Lit. “pães da presença”. Esses pães só podiam ser comidos pelos sacerdotes (Lv 24.8-9). A colocação cuidadosa dos doze pães … perante o Senhor, e a ingestão dos pães pelos representantes (os sacerdotes) lembrava o povo de Israel de sua constante dependência da presença vivificante de Deus. Bíblia de Genebra.

Representa a presença e sustento divinos (33:14-15; Is 63:9). Andrews Study Bible.

Consistiam de 12 pães ou bolos, substituídos a cada sábado. … Esses 12 pães constituíam uma oferta perpétua de agradecimento a Deus pelas 12 tribos, pelas bênçãos recebidas diariamente. Num sentido mais elevado, os pães apontavam para o pão espiritual, Jesus Cristo. CBASD, vol. 1, p. 687.

Depois de comer o maná no deserto, os israelitas não podiam duvidar que Deus dá o pão da cada dia. Estes pães eram uma lembrança disto e uma espécie de oração para que Deus continue suprindo o pão necessário de cada dia (cf Mt 6.11). O sexto capítulo de João mostra como Jesus é o Pão dos Céus. Bíblia Shedd.

31 candelabro. Funcionava como fonte de luz, tendo em vista que o Lugar Santo não tinha janelas (ver Lv 24:2-4). O candelabro aparece em visões proféticas (Zc 4 e Ap 1:12, 20). No NT Jesus Se identifica como a “Luz do Mundo” (Jo 8:12). Andrews Study Bible.

O candelabro, que ficava defronte da mesa no Santo Lugar, foi feito de um talento (cerca de 34 kg) de ouro batido de forma a sugerir uma amendoeira que crescia. Talvez símbolo da nova vida, a amendoeira florescia em janeiro, antes de outras árvores. Bíblia de Genebra.

Com as sete luzes, nos lembra o Espírito Santo, com Sua unção e Sua iluminação. Bíblia Shedd.

32 seis hásteas. O pedestal e a parte vertical representava o tronco de uma árvore, da qual saíam três ramos de cada lado. Bíblia de Genebra.

34 no candelabro mesmo. É a haste básica central, do lado do qual surgem as outras seis (32). Bíblia Shedd.

34-40 A revelação do modelo do santuário terrestre continua com os planos para os objetos a serem abrigados no Santo Lugar – a mesa dos pães da proposição, seus pratos e o candelabro de ouro.

Instruções sobre o altar do incenso, também abrigado no Santo Lugar, são dadas em 30.1-10. Bíblia de Genebra.

38 espevitadeiras. Eram pinças ou instrumentos para limpar os pavios das lâmpadas. Os “apagadores” eram recipientes que recebiam a parte dos pavios removidos das espevitadeiras. CBASD, vol. 1, p. 687.

39 candelabro. Em certo sentido, o “candelabro” representava o povo de Deus como luz moral e espiritual do mundo, de forma individual (Mt 5:14-16; Fl 2:15) e como igreja (Ap 1:12, 20). Representava também o poder do Espírito Santo para iluminar a igreja (Zc 4:2-6; Ap 4:). No entanto, como mencionado antes, também apontava para nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Jo 9:5), que é a luz do mundo (Jo 1:4; 8:12; 12:46) e que outorga à alma “toda boa dádiva e todo dom perfeito” que vem do “Pai das luzes” (Tg 1:17). CBASD, vol. 1, p. 687, 688.

40 modelo. Mais uma indicação de que se trata de uma representação fisicamente visível do santuário eterno nos céus (Hb 9.23ss). Bíblia Shedd.



ÊXODO 25 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
26 de dezembro de 2018, 0:04
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