Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 11 by jquimelli
12 de dezembro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-11/

A última praga foi a mais extrema. Neste ponto, o Egito, antes uma superpotência global e epicentro de prosperidade econômica, estava em ruínas. Suas colheitas e animais estavam mortos, sua cidade invadida por rãs mortas, seu povo ainda se curando de furúnculos, moscas e piolhos. O Egito é apenas uma sombra do que já foi e levará tempo para se curar dessa destruição.

Enquanto isso, o faraó continua se recusando a deixar os israelitas partirem. A destruição econômica que ele acumulou em seu povo, ao endurecer o seu coração, supera largamente as consequências econômicas de deixar seus escravos partirem. Mesmo com a ameaça da morte de seu filho, ele continua endurecendo seu coração.

Satanás influenciou fortemente o Faraó nessa situação. A grandeza das pragas do Egito mostra que a influência de Satanás somente traz dor, morte e destruição. Satanás leva você a racionalizar e ferir não apenas a si mesmo, mas às pessoas ao seu redor. Se ao menos o Faraó tivesse dado um passo para trás e percebido todo o dano que sua teimosia irracional estava causando, ele poderia ter sido aclamado como um herói, em vez de um tirano.

Escolha ouvir a Deus, e quando você sentir que está causando dor aos outros, recue e certifique-se de que sua teimosia não está prejudicando as pessoas.

Solana Campbell
Aluna da Academia Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, MI, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=307
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
12 de dezembro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



“DEUS ENDURECEU O CORAÇÃO DE FARAÓ” by jquimelli
12 de dezembro de 2018, 0:50
Filed under: Sem categoria

590 palavras

A pedido, coloco aqui uma compilação de alguns comentários, para entender porque e como Deus endureceu o coração de Faraó:

Faraó pôs o Egito inteiro a perder, mas não dispôs a render-se ao verdadeiro Deus. Seu orgulho era o entulho suprimindo todo espaço de Deus no coração. E nós… como respondemos aos insistentes apelos divinos?

Muitos insistem no que creram a vida inteira. Não abrem mão ainda que se prove tamanha ilusão em sua falsa religião. Faraó cria ser deus, seu primogênito era a divindade que ocuparia seu lugar – Moisés previu futuro sombrio ao Egito (vs. 1-10).
Com dureza de coração (teimosia) diante das evidentes manifestações do Deus que desejava sua conversão, Faraó arruinou seu império. Contudo, fica claro que

2. Deus conhece os mínimos detalhes das futuras reações dos pecadores.[ou seja, Ele sabia que seus apelos e evidências ao Faraó fariam que ele endurecesse mais ainda seu coração]

Pr Heber (Comentário sobre Êxodo 11)

Deus não queria apenas que o seu povo saísse do Egito, mas também que Faraó e toda terra do Egito se convertesse como Nabucodonosor. Esse é o Amor de Deus incomparável, incompreensivo para nós, incondicional. Amém!

Comentário de Pr Adailton

Quando o homem resiste à mensagem de Deus de advertência e misericórdia, ele empilha problemas sobre si mesmo. Cada evidência adicional do poder de Deus faz com que resistam ainda mais. Mesmo durante as Sete Últimas Pragas, eles blasfemarão contra o nome de Deus, e se recusarão a dar-Lhe glória. Que triste final para os egípcios e para aqueles que desafiam a Deus nos Últimos Dias!
Que as nossas almas glorifiquem ao Senhor, e que o humilde O ouça e se alegre (Salmo 34:2).

Kenneth Matthews, Jr. (Comentário devocional sobre Êxodo 10)

Foi Faraó quem escolheu resistir à clara evidência do controle de Deus sobre o Egito, não deixando Israel ir.

Kenneth Matthews, Jr. (Comentário devocional sobre Êxodo 8)

Quem endureceu o coração de Faraó? Esta é uma questão que tem atormentado muitos cristãos. … “Deus endureceu o coração de Faraó”, no sentido de que Deus proveu as circunstâncias e a ocasião para forçar Faraó a tomar uma decisão. Moisés anunciou as instruções divinas e as acompanhou com milagres para confirmar a origem divina da mensagem. Faraó decidiu resistir às exigências de Deus. De sua própria vontade, Faraó teimosamente se recusou a obedecer. Deus foi o instigador e iniciador do dilema, mas Ele não foi o autor da rebeldia desafiadora de Faraó.

Kenneth Matthews, Jr. (Comentário devocional sobre Êxodo 7)

Mesmo Deus tendo atendido ao seu pedido, Faraó endureceu ainda mais o seu coração (4:21) (Com de Êx 8:32 da Andrews Study Bible).

endurecerei o seu coração. Ao longo de Êxodo, o endurecimento do coração de Faraó é expresso de três maneiras diferentes: 1) Faraó endureceu seu próprio coração 2) O coração de Faraó foi endurecido (impessoal) e 3) Deus endureceu o coração de Faraó. O contexto de toda a história deixa claro que Faraó teve livre escolha em tudo que ele fez (10:1-11). Seja o que for que “endurecimento” signifique, está claro que Deus não destrói o poder de Faraó decidir em suas ações (Com. da Andrews Study Bible sobre Êxodo 4:21). [Citações bíblicas omitidas]

ou seja,
Faraó já havia colocado em seu coração não atender a qualquer manifestação divina. Ao rejeitar os apelos e evidências divinas, Faraó endureceu cada vez mais seu coração. Ou seja, para quem decidiu rejeitar a Deus, cada apelo dEle aumenta o endurecimento.
É a questão do livre arbítrio – Deus não nos obriga a aceitá-lo; Ele não muda o nosso coração a força. Para quem não quer crer, nenhuma evidência no universo será suficiente.



ÊXODO 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
12 de dezembro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

ÊXODO 11 – Faraó pôs o Egito inteiro a perder, mas não dispôs a render-se ao verdadeiro Deus. Seu orgulho era o entulho suprimindo todo espaço de Deus no coração. E nós… como respondemos aos insistentes apelos divinos?

Muitos insistem no que creram a vida inteira. Não abrem mão ainda que se prove tamanha ilusão em sua falsa religião. Faraó cria ser deus, seu primogênito era a divindade que ocuparia seu lugar – Moisés previu futuro sombrio ao Egito (vs. 1-10).

Com dureza de coração (teimosia) diante das evidentes manifestações do Deus que desejava sua conversão, Faraó arruinou seu império. Contudo, fica claro que…

1. Deus sabe o limite de Seus julgamentos sobre os impenitentes: “Vou atingir a faraó e o Egito mais uma vez [disse a Moisés], e será a última” (v. 1);

2. Deus conhece os mínimos detalhes das futuras reações dos pecadores: “Eles vão querer livrar-se de vocês o mais rápido possível [Deus profetiza]” (v. 1);

3. Deus toca no coração dos injustos quando precisa fazer justiça a Seu povo: Aos escravos que trabalharam demasiadamente sem salário, Deus ordenou que pedissem recursos aos egípcios; pois, “Deus fez que os egípcios se mostrassem generosos” (v. 2);

4. Deus restaura a reputação de Seus dedicados e submissos servos: Moisés que no início fora rejeitado até pelos israelitas (seu povo), agora “era muito admirado pelos egípcios, uma figura pública de respeito entre os membros da corte e o povo em geral” (v. 3);

5. Deus sempre avisa o que fará, ainda que os avisados rejeitem Sua mensagem (vs. 4-7);

6. Deus, através de Moisés, informa até mesmo o resultado de Suas ações na vida de Seus opositores: “Então, todos os seus súditos vão dobrar os joelhos e implorar: ‘Saiam daqui! Você e seu povo’” (v. 8);

7. Deus sabe que nenhum decreto (nada) mudará o coração de concreto de Faraó; o qual, movido pela raiva, não pela submissão/convicção, permitiria a saída dos hebreus (vs. 9-10).

Tem gente que não aprende nenhuma lição espiritual! Quantas vidas, famílias, cidades arruinadas/destruídas, devido a tanta inflexibilidade diante dos insistentes apelos de Deus.

Tem gente que, embora o presente revele um futuro claramente certo que sem Deus tudo será incerto, prefere apegar-se às suas inseguras convicções.

“Senhor, salva-me de mim mesmo!” – Heber Toth Armí.



Êxodo 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de dezembro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Moisés disse: Assim diz o Senhor: Cerca da meia noite passarei pelo meio do Egito” (v.4).


Antes mesmo de derramar a primeira praga sobre o Egito, o Senhor havia declarado a Faraó: “Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva, mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogênito” (Êx.4:23). Desconsiderando as palavras do Senhor, Faraó revelou o que um ser humano que não conhece a Deus é capaz de fazer. A supremacia de seu trono era o seu deus e o seu orgulho a fonte de todo o mal que lhe endurecia o coração cada vez mais. Mesmo diante de tanta resistência, o Senhor postergou o luto de Faraó nove vezes até que finalmente chegada era a hora do fatídico dia: “Haverá grande clamor em toda a terra do Egito, qual nunca houve, nem haverá jamais” (v.6).

Pela primeira vez, a Bíblia diz que Moisés saiu da presença de Faraó “ardendo em ira” (v.8). Não foi tarefa fácil para ele ver a sua terra natal sendo arrasada pelas pragas, resultado da teimosia do rei. Para um homem que vivera quarenta anos na pacata ocupação de pastor de rebanhos, foi um extremo desgaste testemunhar as trágicas consequências de um coração delinquente. Enquanto a sua liderança era pensando no benefício de seu povo, a liderança de Faraó revelava o egoísmo de quem não se importava com seus liderados, desde que seus desejos egoístas fossem satisfeitos.

Seca, insalubridade, doenças, fome, medo. Grande fora a ruína do país que dantes se destacara por sua fartura e inigualável arquitetura. Restara apenas uma nação fragilizada e marcada pela insanidade de um rei tolo. A tolerância e a paciência de Deus não possuem precedentes, mas também não podem ultrapassar o limite estabelecido por Ele. Este limite tem a ver com libertação e salvação. Deus jamais negará um só segundo de Sua paciência se estiver em jogo nem que seja uma vida apenas. É a Sua longanimidade que ainda sustenta este mundo caótico na esperança de salvar a todos (2Pe.3:9).

O Senhor concedeu a Moisés alguém que o apoiasse e encorajasse na difícil missão de libertar os filhos de Israel. Sem dúvida alguma, a companhia de Arão foi para ele como um oásis no deserto. Precisamos estar em constante comunhão com Deus e com nossos irmãos a fim de sermos fortalecidos em nossa árdua jornada. Precisamos estabelecer vínculos fraternos com pessoas que nos ajudem a crescer e avançar. No caminho à Terra prometida, encontraremos muitos corações endurecidos, incapazes de amar.

Seja a nossa vida um testemunho do amor e da misericórdia de Deus. Assim como Moisés revelava a Faraó a Palavra do Senhor e se retirava de sua presença, que sejamos sábios e prudentes em nossos relacionamentos, revelando a vontade de Deus e fazendo o bem sem permitir que a dureza de coração de alguns abale as nossas emoções e a nossa fé. Que nos momentos finais da história desta Terra façamos parte do “Israel de Deus” (Gl.6:16), que, composto por irmãos que se amam mutuamente, caminha a passos firmes “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14).

Bom dia, alvos da misericordiosa paciência de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo11 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
12 de dezembro de 2018, 0:10
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
12 de dezembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria

828 palavras

1 expulsará. Em vindo a décima praga, Faraó apressa-se em obedecer à ordem de Deus, mostrando-se, agora, mais disposto a permitir ao povo que se retire, do que antes. Assim, também, os joelhos que não se dobram em oração perante Cristo, aqui na terra, se dobrarão no Dia Final (Fp 2.11). Bíblia Shedd.

2 Israel não sairia com as mãos vazias. A legislação posterior que tratava da dívida da escravidão indicava que ao tempo da libertação o proprietário do escravo deveria lhe dar bens materiais. Andrews Study Bible.

3 o homem Moisés era mui famoso. Não existe nada na declaração que demonstre vaidade da parte de Moisés. Ele está apenas explicando por que os egípcios abriram mão de seus recursos de forma tão liberal. Era natural que, como agente de Deus, o povo tenha associado Moisés com os sinais espetaculares que testemunharam. Em primeiro lugar, ele deixou os magos atônitos (Êx 8:18, 19), depois impressionou os cortesãos de tal modo que alguns deles deram ouvidos a uma de suas advertências e salvaram seu gado (Êx 9:20). Finalmente, quase toda a corte se convenceu de que estava em seu poder destruir o país (10:7). Moisés tinha tratado o rei de igual para igual, e o fato de o povo o reverenciar como a um deu automaticamente fez aumentar o prestígio de Moisés. Se Moisés não tivesse comparecido perante eles como uma pessoa extraordinária, a quem seria perigoso perturbar, provavelmente desde muito tempo teria sofrido agressão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 581.

4 Disse, pois, Moisés. Continuando o discurso de 10.29. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Por volta de meia-noite INVI, NKJV). Tendo por base a ordem da criação (“tarde e manhã”, Gn 1:5, 8, 13, 19, 23, 31), a meia-noite não marca o início de um novo dia, mas o momento mais escuro da noite, marcado pela vulnerabilidade e falta de defesa – o momento mais adequado para a décima praga. Andrews Study Bible.

Esta meia-noite não poderia ser a do dia seguinte em que Moisés fez o anúncio ao rei, pois ele recebeu instruções sobre a Páscoa somente depois da conversa com faraó. Essas instruções devem ter sido comunicadas ao povo alguns dias antes da festa da Páscoa e de sua partida do Egito (Êx 12:3, 6). Sem dúvida não se especificou quando seria essa noite, a fim de que o faraó tivesse tempo de pensar sobre o destino que aguardava a ele e a seu povo. CBASD, vol. 1, p. 581, 582.

Passarei por todo o Egito (NVI). É importante ressaltar o fato de que o próprio Senhor tenha visitado o Egito com a décima praga, ao passo que as outras foram infligidas por Moisés e Arão como agentes de Deus. CBASD, vol. 1, p. 582.

5 Todos os primogênitos do Egito morrerão. V. Sl 78.51; 105.36; 163.10. A maior das desgraças, pois todos os planos e sonhos de um pai vinculavam-se ao primogênito, que receberia porção dupla dos bens da família quando o pai morresse (v. Dt 21.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A morte do primogênito se deveu à teimosia de Faraó, que não honrou o primogênito de Deus [Israel] (4:22-23). A última praga não fez distinção de classe social. Andrews Study Bible.

moinho (NVI, NKJV). A escrava que trabalhava no moinho que consistia de duas pedras era considerada o ponto mais baixo da escada social. Andrews Study Bible.

A mais humilde das ocupações (v. Is 47.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moer trigo era um trabalho inferior, realizado por escravos e prisioneiros de guerra. Bíblia de Genebra.

6 grande clamor. Com um pranto amargo em cada lar, o clamor do Egito bem pôde ter sido do tipo que nunca se ouviu antes e não se ouvirá jamais. CBASD, vol. 1, p. 582.

8 ardendo em ira (ARA; NVI: com grande ira). Até, então, Moisés tinha demonstrado paciência sobrehumana em seu trato com o rei. Isso era um reflexo da tolerância e paciência de Deus, de quem era embaixador e em cujo nome e por cuja autoridade ele agia. Agora, porém, a ira do servo de Deus era uma evidência para o rei de coração obstinado que seu dia de graça estava chegando ao fim e que a ira de Deus estava prestes a cair sobre ele. CBASD, vol. 1, p. 582.

9 se multipliquem. A rebelião do homem evidencia mais claramente a glória de Deus. Bíblia Shedd.

9-10 Resumo final da atitude de Faraó: após onze (incluindo 7:8-13) sinais miraculosos e demonstrações óbvias do poder do Senhor, Faraó ainda não quer reconhecer Sua superioridade. Andrews Study Bible.

10. fizeram todas essas maravilhas. Antes de continuar a relatar a última e maior de todas as pragas, Moisés faz uma pausa momentânea para contemplar em retrospectiva todos os milagres, meditando sobre o fracasso, por assim dizer, em impressionar o coração endurecido do faraó. CBASD, vol. 1, p. 582.

Na hora de ter Moisés anunciado a última praga deparamo-nos com este resumo, mostrando-nos a rebelião humana em face das maravilhas de Deus. Assim, em Jo 12.37-43, há a manifestação da incredulidade dos judeus, que marca o fim do relato do que Jesus fez em público, e o começo da narrativa da Última Ceia e da Crucificação. Bíblia Shedd.




%d blogueiros gostam disto: