Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 7 by jquimelli
8 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-7/

Deus coloca alguma limitação em nossa capacidade de ministrar por Ele? Ele poderia ter pedras realizando Sua vontade (Lc 19:40), mas Ele escolheu nos permitir ser seus colaboradores. Que privilégio e honra! E como diz o ditado, Deus não chama o qualificado, mas qualifica o chamado – independentemente de qualquer coisa que possamos considerar uma limitação.

Moisés e Arão estavam na casa de seus 80 anos antes de Deus os chamar para liderar uma nação inteira! Nós vemos Deus facilmente desconsiderar a idade como uma limitação para trabalhar para Ele. Também vemos Deus facilmente trabalhar desconsiderando limitações baseadas em status socioeconômico. Moisés serviu como pastor por 40 anos em Midiã depois de fugir da terra do Egito. O trabalho de um pastor não era lucrativo ou glamouroso, mas Deus escolheu chamar um homem humilde que conduzia algumas ovelhas para conduzir uma nação inteira! E finalmente, vemos Deus contornar criativamente as limitações baseadas no medo. Como muitos de nós, Moisés tinha medo de falar em público, o que quase o desqualificou para responder ao chamado de Deus para sua vida.

Se formos fiéis a Deus, não permitiremos que nossos próprios medos ou desculpas limitem nossas decisões de seguir Seu chamado.

Delwin Garcia
Diretor da Great Lakes Adventist Academy
Cedar Lake, MI, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=303
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 7 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de dezembro de 2018, 0:45
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Dentre todos os assuntos possíveis à mente humana, Deus quer que conheçamos tudo o que pudermos de teologia, a qual está ligada ao conhecimento de Sua pessoa e Seus planos para nós.

Se Deus quer até que pagãos conheçam de teologia, por que cristãos devem desprezá-la? “Saberão os egípcios que eu sou Iahweh, quando estender minha mão sobre o Egito e fizer sair do meio dele os israelitas” (v. 5, BJ).

Note:

1. Deus constituiu Moisés como Deus sobre Faraó, o qual cria ser deus; e, Arão como profeta de Moisés para falar ao governador egípcio (vs. 1-2);

2. Deus endurecerá o coração de Faraó, o que dará oportunidade dEle revelar Seu poder; Faraó não dará ouvido, mas, mesmo assim Deus libertará Israel com grandes manifestações de julgamento (vs. 3-5);

3. Deus usa pessoas da terceira idade para executar Seus planos quando tais pessoas Lhe dão oportunidade: Moisés tinha 80 anos, Arão 83 (vs. 6-7);

4. Deus operou Seu primeiro ato miraculoso através de Seus servos diante seus oponentes: Arão lançou seu bordão, que se tornou numa serpente (vs. 8-10);

5. Deus sabia que teria réplica; feiticeiros imitaram o ato divino, entretanto, a serpente de Deus devorou a serpente dos feiticeiros (vs. 11-12);

6. Deus previu o resultado de Seus atos diante de Faraó: Ele endureceu o coração. Deus sabe como cada pessoa reagirá diante de Suas melhores intenções (vs. 3, 13);

7. Deus envia a primeira das dez pragas que assolaram ao Egito, a maior potência política e econômica da época: As águas tornaram-se sangue. Os feiticeiros também imitaram (vs. 14-25).

Aquele que ilusoriamente pensa ser dono da verdade mergulhado na falsidade é teimoso diante da verdade. Deus sabe como reage o coração teimoso diante da verdade. Assim, toda prova de que Faraó não é deus e que Iahweh é o verdadeiro Deus endureceria o arrogante e orgulhoso coração daquele pagão.

O mesmo ocorre hoje ao apresentar a verdade a um ateu, quanto mais confrontado com a verdade, mais determinado ficará em seu ateísmo, endurecendo assim o coração. Um dia todos saberão que o Deus da verdade deu a todos uma oportunidade de conhecê-lO: alguns aceitaram, mas muitos rejeitaram.

Independente da idade, devemos ser a oportunidade de Deus aos outros. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de dezembro de 2018, 0:30
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“Saberão os egípcios que Eu sou o Senhor, quando estender Eu a mão sobre o Egito e tirar do meio deles os filhos de Israel” (v.5).


Após reforçar a sua dificuldade perante o Senhor, de sua limitada oratória, Moisés, e seu irmão Arão, novamente deveriam comparecer diante de Faraó para interceder pelo povo. Deus sabia da inclinação maligna do coração de Faraó e que as palavras de seus escolhidos não mudariam em nada a postura do inflexível monarca. Mas a teimosia daquele rei e a murmuração do povo ensinariam a Moisés a imprescindível lição de que ele era apenas um instrumento. Apesar do título que receberia de libertador, ficaria muito firme em sua mente a certeza de que fora a mão do Senhor que libertara Israel do jugo egípcio.

O sucesso da missão que lhes fora confiada, estava na obediência daqueles idosos irmãos: “Assim fez Moisés e Arão; como o Senhor lhes ordenara, assim fizeram” (v.6). E sob o cuidado e provisão divinos, eles realizaram os prodígios de Deus. Os magos do Egito, porém, “fizeram também o mesmo com as suas ciências ocultas” (v.11 e 22). A semente da dúvida fora lançada ao chão junto com aqueles bordões. Mas, o bordão cujo poder do Senhor fora manifestado “devorou os bordões deles” (v.12) junto com qualquer vestígio de dúvida ou temor que pudesse colocar em risco a fé dos eleitos de Deus. Sem nenhum artifício ou magia, Arão estendia o seu bordão para que fossem vistas as “grandes manifestações de julgamento” de Deus (v.4). O ser humano pode fazer truques, mas o Senhor realiza milagres.

Semelhante às pragas derramadas sobre o Egito, a Terra está prestes a provar das taças da ira divina. O Espírito Santo está clamando aos filhos do Reino que ainda precisam sair de Babilônia: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). Cristo nos disse que o Espírito Santo nos guiaria “a toda a verdade” (Jo.16:13) e que, nos últimos dias, surgiriam “falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24).

Assim como os magos do Egito que tentaram enganar até a Moisés e Arão, muitos têm erguido a bandeira do engano como se fosse verdade, e nós não estamos isentos de ser enganados. Somente olhando para o Senhor e Seus feitos poderemos escapar dos truques do adversário. Necessitamos conservar uma vida de constante comunhão com Deus se quisermos permanecer no caminho estreito. O poder não estava no bordão de Arão, assim como o poder não está em nossa comunhão. O poder está em uma vida cheia do Espírito Santo, pois Jesus nos prometeu: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas… até aos confins da terra” (At.1:8).

Moisés e Arão simplesmente obedeceram e tudo aconteceu “como o Senhor tinha dito” (v.22). A verdadeira obediência consiste em uma vida regida pelo Espírito de Deus. Temos nós orado, pedindo por este dom ilimitado? Que a nossa obediência seja tão somente o resultado da boa obra do Espírito Santo.

Feliz sábado, morada do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo7 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de dezembro de 2018, 0:05
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1170 palavras

1 disse o SENHOR a Moisés. A Palavra de Deus era o fundamento da comissão de Moisés, a fonte de onde sua coragem emanou. Bíblia Shedd.

como Deus sobre Faraó. Moisés estava relutante em aparecer pela segunda vez diante do faraó, que era tão superior a ele do ponto de vista humano. Mas Deus lhe relembrou que, como representante do Deus dos céus e da Terra, ele era superior ao faraó. O poder do rei era apenas humano, o dele era divino. Ele devia ser como um “deus” para o faraó, com autoridade e poder para ordenar obediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 560.

2 tu falará tudo o que Eu te ordenar. Este é o dever de cada servo de Deus. Ninguém deve guardar silêncio na espera de oportunidades maiores (2 Tm 4.2). Bíblia Shedd.

3 coração. No hebraico, temos um termo de sentido amplo, descrevendo o âmago dos sentimentos, dos pensamentos e da vontade. Bíblia de Genebra.

4 Meu povo. Israel finalmente se tornou um povo (1:9) e por divina eleição está identificado como o povo de Deus (Andrews Study Bible).

Assim fez Moisés e Arão. A obediência de Moisés e Arão foi consistente e inquestionável a partir deste momento em diante, Até Arão conduzir a Adoração ao bezerro de ouro (Êx 32:21-24) e Moisés ferir a rocha quando deveria apenas ter falado a ela (Nm 20:8-11). CBASD, vol. 1, p. 561.

8-13 O episódio do bastão-serpente funciona como introdução à história maior das pragas. O bastão-serpente de Aarão engole os bastões tornados em serpentes dos mágicos egípcios e prefiguram o final do conflito mais amplo. A palavra hebraica usada para descrever o bastão transformado de Aarão não é o termo regular usado para serpente em 4:3, mas poderia ser traduzido “serpente monstruosa ou crocodilo” (ver Jó 7:12; Is. 27:1) e é, em outros lugares, associado com leviatã, símbolo do caos (Sl. 74:13; 148:7). Enquanto os mágicos conseguiram duplicar o milagre, a serpente-caos do Senhor engoliu, sem esforço algum, as serpentes-caos dos egípcios e, portanto, destruiu seus bastões (enquanto símbolos de poder) (Andrews Study Bible).

9 bordão. Este era o bordão que Moisés usava como pastor, chamado também de “bordão de Deus” (Êx 4:20). CBASD, vol. 1, p. 561.

serpente. A palavra hebraica aqui ([tannin] diferente da palavra traduzida por “serpente” em 4.3 [nahash, cf. CBASD]) com frequência refere-se a um réptil marinho ou monstro fluvial (Gn 1.21; Ez 29.3; 32.2), mas pode referir-se a qualquer réptil grande. Trata-se, provavelmente, de uma grande serpente. Bíblia de Genebra.

11 sábio e … magos. Os sábios eram educados na ciência e na arte da escrita. Os “magos” (ARC) eram encantadores, que professavam ser capazes de feitiçaria. A palavra traduzida como “magos” é o equivalente egípcio da palavra hebraica “feiticeiros”. A magia era objeto de muita atenção e estudo no Egito, como mostram textos sobre o tema. CBASD, vol. 1, p. 561

Segundo a tradição, dois dos magos chamavam-se Janes e Jambres (v. 2Tm 3.8; o primeiro também é mencionado nos rolos do mar Morto, pré-cristãos). os magos fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas. Ou por prestidigitação, ou por poderes demoníacos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14-25 Seguindo o primeiro sinal de autenticação, o coração de Faraó é endurecido. Ele ainda não está para ceder neste conflito. As pragas começam. O conflito entre o Senhor e Faraó é um conflito divino, cada praga afetando importantes divindades egípcias. As pragas também funcionam como uma des-criação do Egito para libertar Israel (Andrews Study Bible).

7.14-10.29 As nove primeiras pragas podem ser divididas em três grupos de três pragas:7.14-8.19; 8.20-9.12; 9.13-10.29, e a primeira praga de cada grupo (a primeira, a quarta e a sétima) é introduzida por uma advertência entregue ao faraó pela manhã, ao sair para o Nilo (cf. v. 15; 8.20; 9.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A descrição da primeira praga de cada grupo de três anuncia o tema das três pragas e indica seu propósito. Nas pragas de número um até três o tema é a superioridade absoluta do Senhor (e de seus agentes) sobre Faraó e sobre os deuses egípcios. Bíblia de Genebra.

15 Deus vai até às últimas consequências, ao se revelar aos homens, para que alguns se convertam e vivam eternamente. Bíblia Shedd.

17 Sangue se refere tanto à cor quanto à substância em hebraico. O texto não deixa claro se a água realmente se transformou em sangue ou se apenas se tornou vermelha. O que ficou claro é que ninguém podia beber a água (vs. 18, 21, 24), que os animais que viviam na água morreram, e que a transformação não foi gradual (como tem sido proposto por alguns intérpretes que tem buscado por uma explicação científica para as pragas), mas instantânea. Não somente a água do Nilo foi afetada, mas também a água em canais, lagos, incluindo as águas em recipientes, como os vasos (v. 19). Devido à importância do Nilo para a agricultura e adoração, a poluição do Nilo é um ataque direto à sociedade e religião egípcias (Andrews Study Bible). [A sociedade e religiões atuais também serão atacadas nas sete pragas finais trazidas ao mundo].

18 nojo. O rio tão adorado logo se tornou objeto de nojo, pois nada neste mundo tem valor sem a bênção de Deus. Bíblia Shedd.

20 à vista. O motivo do milagre era ensinar os líderes civis do Egito a respeitarem mais a Deus do que aos homens. Bíblia Shedd.

Nilo. O Egito dependia de tal maneira das águas do rio Nilo que este foi deificado pelos egípcios como deus Hapi, em adoração a quem eram compostos hinos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 fizeram também o mesmo. O texto deixa implícito algum tipo de truque ou imitação (Andrews Study Bible).

A expressão vaga “fizeram o mesmo” não indica necessariamente que os magos de fato transformaram a água em sangue. Eles apenas tinham que convencer o faraó de que eram capazes de fazer o que Moisés e Arão tinham feito. CBASD, vol. 1, p. 563.

Qualquer sinal de religião falsificada é desculpa suficiente para os ímpios recusarem a  verdade. Como é que não tinham poder para sanar a praga e só copiá-la, aumentando-a? Um bom teste para a qualidade da religião é ver se soluciona problemas ou se cria maiores dificuldades humanas. Bíblia Shedd.

24 cavaram buracos às margens do Nilo para encontrar água potável. A água poluída, filtrada por meio do solo arenoso perto das margens do rio, podia ser bebida com segurança. Bíblia de Estudo NVI Vida.

As dez pragas e divindades egípcias afetadas (cf. Andrews Study Bible):
1. Sangue   Khnum – guardião do Nilo; Hapi – espírito do Nilo; Osiris – o Nilo era seu sangue
2. Rãs   Hekhet – deusa com cabeça de rã, deusa da ressurreição; esposa do deus criador Khnum; parteira divina
3. Piolhos   Kheprer – deus da ressurreição cujo símbolo era um escaravelho (besouro grande)
4. Moscas  Kheprer
5. Pestes nos rebanhos   Hathor – deusa mãe (vaca); Apis – touro do deus Ptah, símbolo da fertilidade; Mneuis – touro sagrado de Heliópolis
6. Úlceras   Sekhmet – deusa com cabeça de leão, deusa das pragas, que também poderia curar
7. Granizo   Nut – deusa do céu; Isis – deusa da vida; Seth – protetor divino da colheita
8. Gafanhotos   Senehem – Deus protetor contra pragas
9. Trevas   Amon, Amon-Ra, Ra, Aton, Horus – diferentes divindades celestiais
10. Morte dos primogênitos   Osiris – deus da vida; o próprio Faraó.



ÊXODO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de dezembro de 2018, 0:05
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