Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de dezembro de 2018, 23:30
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“Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (v.2).


Sob forte tensão, os filhos de Israel permaneciam ao pé do monte. Enquanto o Sinai fumegava e tremia, seus corações foram tomados por grande temor. Do alto, ouviram soar as palavras de Deus como som de trovões e de relâmpagos. Ao abrir o Seu discurso com o Decálogo, o Senhor declarou o que seria a Constituição de Sua nação eleita; o Seu caráter revelado ao mundo. Já vimos que antes mesmo de promulgar os dez mandamentos, Ele já havia provado a fidelidade de Israel através da observância do sábado; e as pragas derramadas sobre o Egito, desafiando os deuses falsos daquela nação, deixara bem claro de que “o Senhor é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses” (Sl.95:3). Ou seja, o que o Senhor promulgara no Sinai, sempre existira, como está escrito: “As Tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos Teus justos juízos dura para sempre” (Sl.119:160).

O Soberano Tutor de Israel precisava educar o Seu instável filho. Por anos, Israel havia esquecido as palavras do Senhor e o jugo da escravidão os tornara cada vez mais incrédulos. Unindo-se à idolatria do Egito, apegaram-se aos seus costumes pagãos e não fosse a sua condição de cativos, certamente escolheriam permanecer naquela terra. A hostilidade de Faraó e a pesada mão de seus algozes fizeram com que o povo se aproximasse de Deus e desse ouvidos às Suas palavras. No cenário do Sinai, Deus escreveu a carta de alforria de Israel. E a Lei que haviam esquecido, foi introduzida pelo Deus que os libertou. A “lei da liberdade” (Tg.2:12) inaugurou o surgimento do Estado de Israel, símbolo eterno da aliança do Senhor com os salvos de todos os tempos.

Quão profunda e intensa é a revelação do caráter de Deus nestes dez preceitos! Em cada um deles há um princípio ativo que governa o Universo e que ainda nos mantém com vida neste mundo de pecado. Analisemos:

  1. Não terás outros deuses diante de Mim” (v.3). O Senhor é o único Deus verdadeiro. Portanto, é Ele que rege e que sustenta o Universo;
  2. Não farás para ti imagem de escultura…” (v.4-6). A verdadeira adoração consiste em depositarmos a nossa fé somente em Deus. Nenhum objeto ou ser vivente pode substituir o lugar que só a Ele pertence;
  3. Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão…” (v.7). O nome de Deus está diretamente associado ao que Ele é. Por isso que somente Jesus “herdou mais excelente nome” (Hb.1:4), por ter sido a encarnação perfeita do EU SOU. Desonramos o nome de Deus todas as vezes que agimos por conta própria. Cristo em nós é o segredo da verdadeira obediência;
  4. Lembra-te do dia de sábado para o santificar…” (v.8-11). Estabelecido na criação, o sábado havia sido esquecido. Deus precisava restabelecer o Seu dia para descanso, santificação e bênção em favor de Seu povo. Fossem eles fiéis na observância do sétimo dia, e jamais perderiam de vista o Criador, como único Deus verdadeiro (Leia Ap.14:7);
  5. Honra teu pai e tua mãe…” (v.12). Os pais são representantes de Deus na Terra. O respeito e a obediência dos filhos para com os pais os ensinam as primeiras lições da verdadeira educação. Por ser o único mandamento com promessa, revela o resultado prático na vida dos filhos da obediência: “Honra a teu pai e a tua mãe… para que te vá bem” (Ef.6:2-3);
  6. Não matarás” (v.13). Nunca foi plano de Deus que qualquer ser vivente de Sua criação morresse. Com a entrada do pecado no mundo, porém, a primeira folha a cair no chão revelou o seu salário fatal (Rm.6:23). Este mandamento nos lembra de que Deus é o Doador da vida e que, em breve, Ele destruirá o último inimigo, a morte (1Co.15:26).
  7. Não adulterarás” (v.14). O matrimônio entre um homem e uma mulher é um dos símbolos da aliança do Senhor com a Sua igreja. E assim como Ele permanece fiel, os cônjuges devem ser fiéis um ao outro. Disso depende a felicidade, a permanência do casamento e a estabilidade da família;
  8. Não furtarás” (v.15). Não precisa ser cristão para saber que roubar é errado. Ninguém gosta de ser roubado. Nem o próprio ladrão gosta! Precisamos ser mais zelosos quanto à observância deste mandamento. Ele pode ser mais amplo do que imaginamos (Leia Ml.3:10);
  9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (v.16). Deus nos criou para o relacionamento com Ele e uns com os outros. E todo aquele que deseja entrar na cidade de Deus pelas portas precisa aprender a viver em comunidade aqui. Como embaixadores da verdade, nossos lábios devem sempre declarar a verdade, e nada mais do que a verdade;
  10. Não cobiçarás… coisa alguma que pertença ao teu próximo” (v.17). Quando um anjo de luz resolveu quebrar o décimo mandamento com o desejo de quebrar o primeiro, sua rebelião iniciou o grande conflito que se estende até nós hoje. A cobiça é uma ferida aberta que corrói todo o corpo à medida que avança em seus propósitos egoístas. Um filho do Reino só está protegido deste mal se estiver disposto a aprender como o apóstolo Paulo: “aprendi a viver contente em toda e qualquer situação” (Fp.4:11).

Confrontados por seus pecados, os filhos de Israel sentiram o peso da culpa e a sensação de morte. Como num espelho, contemplaram as suas iniquidades e perceberam a sua real condição de pecadores. “Não temais” (v.20) foi a resposta ao seu desespero. Não temais, é a voz de Deus aos Seus filhos apontando para a graça redentora de Jesus Cristo. Hoje, somos chamados a erguer um altar diário ao Deus que nos salvou e que nos deu os Seus mandamentos como um presente para que nos acheguemos, “confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb.4:16). E lembre-se: O altar é do Senhor. Não erga degraus nele. Não queira subir ao lugar que só a Ele pertence, “para que a tua nudez não seja ali exposta” (v.26). Que a Sua obediência seja tão somente o resultado da boa obra do Espírito Santo em sua vida.

Bom dia de preparação, salvos pela graça de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo20 #RPSP

Comentários em áudio:

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ÊXODO 19 by jquimelli
20 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-19/

Aqui no monte Horebe, Deus inicia uma aliança com o Seu povo. Deus, no seu amor, escolhe (ou elege) Israel em um ato de iniciativa graciosa, exatamente como no pacto anterior feito com os patriarcas. Ele já havia resgatado Israel do Egito e, agora, a sua aliança no Sinai torna-se uma continuação do Seu ato de redenção.

Há, porém, condições para esta relação de aliança. ”Agora, se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações.” (v. 5 NVI).
Israel teve até este ponto experimentado atos especiais de livramento de Deus. Iria Israel agora escolher seguir sozinho ou iria escolher ser obediente a Deus e segui-Lo onde quer que Ele os leve?

Isso acontece conosco, hoje, também. Oferecemos a Deus obediência somente de boca, para logo depois queixar-nos e tentar conduzir as nossas vidas sem Ele? Ou viveremos, realmente, o que Israel prometeu: “Faremos tudo o que o Senhor ordenou” (19:8 NVI)?

Foi desejo de Deus no Sinai e também hoje manter a mais profunda e íntima relação com o Seu povo a quem criou.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de dezembro de 2018, 0:45
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Tua visão de Deus determina tua ação em toda situação.

Muitos não conhecem a Deus; somente meras informações sobre Ele. Isso não significa, de fato, conhecê-lO. Se eu escrevesse um livro com minha história, e alguém o lesse, relesse, sublinhasse e a contasse a outros… poderia dizer que tal pessoa me conhece? Ou, conhece apenas minha história?

Conhecer alguém só é possível após um encontro, seguido de uma vivência constante; passar tempo, conhecer sentimentos, anseios, vontades, gostos, etc. O mesmo se dá em relação a Deus! Muitos pensam que O conhecem quando tão-somente conhecem a história dEle.

“Nós encontramos o Senhor. Atravessamos o mar Vermelho. Passamos pelo deserto, mas talvez não tenhamos ainda chegado ao monte, esse lugar de encontro onde constante e regularmente passamos tempo com Ele” – pondera Charles R. Swindoll.

Considere estes pontos:

1. Após três meses libertos do Egito Israel acampou próximo ao Monte Sinai (vs. 1-2); cumprindo-se a promessa divina transmitida a Moisés em Êxodo 3:1-2.

2. Deus revelou o passado, presente e futuro do povo caso dependesse constantemente dEle: Seria especial tesouro de Deus (vs. 3-6). Para tanto, toda congregação deveria:

• Ouvir a voz de Deus; e,
• Comprometer-se integralmente com Ele.

3. Moisés anunciou e compartilhou a Palavra de Deus aos líderes e ao povo. Todos ansiosos para obedecer (vs. 7-8).

4. Deus informou ao povo Sua decisão e desígnio em descer no Sinai: Ouvir Sua voz e crer em Moisés, Seu servo (v. 9).

5. São apresentados requisitos para o encontro com Deus. O povo respondeu pronta e positivamente. Aquele encontro foi inesquecível (vs. 10-25).

Naquele dia houve uma nuvem espessa, relâmpagos, trovões, fogo, fumaça, tremor, etc. Ouviu-se a voz de Deus. “Deus é santo. Exaltado. Ele é o único Deus sábio, o Criador, o soberano Senhor. Ele é o Mestre. É quem me diz o que fazer, e não tenho opção segura se não obedecer” – declara Swindoll.

Antes de um encontro especial com Deus precisamos de um preparo radical! Tal atitude é fundamental!

O verdadeiro Deus transcende ao Universo; porém, Ele desce ao nosso nível. Ele é transcendente e imanente. Deus quer encontrar-Se conosco através da Sua graça (v. 4).

Deus anseia relacionamento sério conosco. Ele liberta-nos para santidade. Ele quer ser nossa prioridade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de dezembro de 2018, 0:30
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“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardares a Minha aliança, então, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é Minha” (v.5).


Avançando na jornada, Israel acampou “em frente do monte” (v.2) Sinai. Ao saberem que o Senhor lhes falaria, ficaram cheios de expectativa. A ordem foi para que Moisés purificasse o povo. Todos deveriam lavar as suas vestes para ir à presença do Senhor. Antes disso, porém, Moisés lhes revelara os desígnios de Deus de torná-los um povo peculiar entre as demais nações. Era desejo do Senhor que a nação de Israel fosse Sua fiel testemunha ao mundo, divulgando o nome do Senhor entre todas as nações. A resposta do povo pareceu convincente para Moisés, que, ao levá-la a Deus, recebeu ordens expressas para que o povo fosse purificado e que ninguém ultrapassasse e nem tocasse nos limites do monte. E após uma cerimônia de purificação, Deus Se revelou através de “trovões, e relâmpagos, e uma espessa nuvem sobre o monte, e mui forte clangor de trombeta” (v.16).

Mesmo após terem visto os prodígios de Deus no Egito e de terem passado pelo Mar Vermelho a seco, nada poderia se comparar à experiência que tiveram ao pé do Sinai. Até então, os filhos de Israel só tinham visto os milagres de Deus. Precisavam conhecer o Deus dos milagres. Acostumados com os deuses de ouro do Egito, muitos cogitaram a ideia de ver o Senhor e esculpir-Lhe as formas em imagem. Mas todos, a não ser por Moisés e Arão, foram proibidos de “subir ao monte Sinai” (v.23), algo que o Senhor teve o cuidado de reforçar a fim de que não fossem feridos (v.24). As manifestações da presença de Deus fez o povo estremecer. “Todo o monte Sinai fumegava… todo o monte tremia grandemente. E o clangor da trombeta ia aumentando cada vez mais” (v.18 e 19). Israel teve um prenúncio da segunda vinda de Cristo.

Este episódio é um tipo do tempo que antecede o retorno de Jesus à Terra. Deus tem, hoje, um povo de Sua “propriedade peculiar”, “reino de sacerdotes e nação santa” (v.5 e 6), para proclamar ao mundo as boas-novas de salvação. Como está escrito: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). É um chamado de obediência que prontamente nos atrevemos a declarar: “Tudo o que o Senhor falou faremos” (v.8). A verdade nos é dada como fonte de toda liberdade, mas basta o primeiro confronto com nossos gostos não convertidos para a rejeitarmos tão rápido quanto a aceitamos.

Israel precisava ouvir a voz de Deus não somente para nEle crer, mas também para crer em Moisés, Seu profeta (v.9). Disso dependia a segurança e a prosperidade da nação eleita: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Deus nunca deixou os Seus filhos às escuras. Em tempos oportunos, Ele levantou homens e mulheres a fim de revelarem a verdade presente para cada época. O profeta Amós declarou: “Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Am.3:7). A verdade presente para os dias de Noé foi: Haverá um dilúvio. Entrem na arca. Nos dias de Elias foi: Não haverá chuva até que eu peça. Adorem somente a Deus. Nos dias de Jeremias foi dito: Entreguem-se à Babilônia. O Senhor cuidará do Seu povo. Nos dias de João Batista foi: Arrependam-se de seus pecados e sejam batizados. Eis que é chegado o Messias. Será que o Senhor deixaria o Seu derradeiro povo sem profecia?

Como igreja profética, temos em mãos a Palavra de Deus, além dos mais valiosos testemunhos, dados pelo Senhor à Sua serva Ellen G. White. Uma mulher simples, que se colocou nas mãos de Deus como uma humilde serva a fim de nos revelar o sonido certo da última verdade presente. O “espírito da profecia” (Ap.19:10), como uma das características do remanescente dos últimos dias, não é um compilado de conselhos ultrapassados, e sim mais de cem mil páginas da sabedoria e do conhecimento do Senhor. Quem lê os escritos da irmã White juntamente com a Bíblia, com o objetivo de conhecer a Deus, certamente experimenta uma comunhão mais viva e eficaz com o Eterno, e compreende de forma cada vez mais clara a vontade dEle para o Seu remanescente.

À resposta rápida do povo, o Senhor replicou com a ordem de purificação: “Lavem eles as suas vestes” (v.10). Assim como a Palavra de Deus nos aponta para Ele, o espírito de profecia tem a mesma função. Não obedecemos para sermos salvos, mas porque fomos salvos, obedecemos. Primeiro Israel foi liberto do Egito para depois receber a Lei. Primeiro somos lavados pelo sangue de Cristo para depois darmos os nossos primeiros passos na nova vida. Primeiro Jesus perdoa, só depois Ele diz: “Vai e não peques mais” (Jo.8:11). Eu creio que esta será a geração que verá as manifestações sobrenaturais do Senhor quando Ele vier com toda a Sua glória (Mt.24:30-31). E a purificação que nos habilitará a contemplar a face de Jesus não será o lavar das nossas vestes materiais, “não por obras de justiça praticadas por nós”, mas pelo “lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:5).

O Senhor deseja te purificar. Você aceita?

Bem-aventurados aqueles que lavam as Suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas” (Ap.22:14).

Bom dia, lavados pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo19 #RPSP

Comentários em áudio:
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ÊXODO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
20 de dezembro de 2018, 0:05
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680 palavras

1-8 Três meses após sua partida do Egito, Israel está pronto para adorar ao Senhor e escutar Suas leis que governam a aliança. As instruções divinas dadas através de Moisés focalizam a santidade do povo na preparação para o acordo formal da aliança. Andrews Study Bible.

1 vieramSinai. O deserto do Sinai ficava no sudeste da península do Sinai. O monte Sinai tem sido tradicionalmente identificado com o Jebel Musa, um monte com uma larga planície à sua base, que parece ajustar-se às evidências bíblicas (v. 2; cf Dt 9.21, nota). O povo de Israel demorar-se-ia no Sinai por onze meses (Nm 10.11). Bíblia de Genebra.

O narrador [Moisés] situa ali os acontecimentos registrados no restante do Êxodo, em Levítico e em Nm 1.1-10.10. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 toda a terra é minha. A reivindicação da soberania exclusiva de Deus não deixa espaço para outros deuses. Andrews Study Bible.

5-6 Eis o conteúdo da aliança de Deus com os homens – separados, santificados, e salvos para servir, adorar e gozar de eterna graça com Deus. Bíblia Shedd.

6 reino de sacerdotes. Israel deve ser santo e orientado à missão (31:13; Is 61:4-7; 62:10-12). No Novo Testamento Pedro aplica o conceito à igreja cristã (1Pe 2:5-9). Todos os crentes são mediadores do amor de Deus e Seu conhecimento ao mundo ao redor. Andrews Study Bible.

nação santa. Como povo consagrado ao serviço de Deus, eles deviam ser diferentes das outras nações. Isso seria manifestado exteriormente pela circuncisão (Gn 17:9-14) e internamente pela santidade (2Co 7:1; 1Pe 2:9). Um Deus santo requer um povo santo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 638.

tudo o que o Senhor falou faremos. O brado espontâneo “tudo o que o Senhor falou faremos” foi uma demonstração superficial de entusiasmo religioso, uma reação momentânea a uma verdade gloriosa e sublime. Faltava a eles o espírito de conversão profunda e verdadeira, um “coração” disposto a fazer o que Deus pedia (Dt 5:29). Não é de se surpreender que o povo logo tenha se apostatado e adorado o bezerro de outro (Êx 32). CBASD, vol. 1, p. 639.

10-15 A preparação para o aparecimento do Senhor envolve preparação ritual exterior que reflete convicção interna. Note a importância do espaço sagrado em torno do monte, que mais tarde se tornaria ainda mais significante no projeto do tabernáculo/templo. Andrews Study Bible.

10 purifica-o. A purificação é um rito específico para sacerdotes, e daí podemos ver a aplicação imediata da promessa de Deus mencionada no v. 6, e abraçada unanimemente pelo povo (8): que os que aceitam as promessas e aos preceitos de Deus já são sacerdotes, i.e., servem a Deus e são veículos para revelar a Palavra a terceiros. Bíblia Shedd.

lavem eles as suas vestes. Os ricos deveriam trocar de roupa quando a ocasião pedisse, mas o povo em geral, as classes mais pobres, como não tinha outras roupas, devia lavar as que vestia (Lv 15.5). CBASD, vol. 1, p. 639.

12 limites. Todos os pormenores e cuidados para evitar que o povo se aproxime do monte são para inculcar, de maneira bem clara e dramática, na mente do povo presente, que existe uma barreira enorme entre Deus, que é Santo, e o homem pecaminoso. Ninguém pode compreender o sacrifício de Cristo sem reconhecer que foi feito tudo, nEsse, para transpor essa barreira. Bíblia Shedd.

16-19 Sinais da aparição de Deus (teofania) incluem trovões, relâmpagos, terremoto e toque de trombeta (1Rs 19:11-13; Jó 38:1; 40:6; Is 29:6) e se comunica a todos os sentidos. Andrews Study Bible.

16 se estremeceu. Qualquer revelação da natureza de Deus faz estremecer nosso pequeno “eu” com seus vícios, temores, soberba e falta habitual de fé e obediência. Bíblia Shedd.

21 não traspasse. Quem viveu em perpétua rebelião contra Deus, como foi o caso desses israelitas, desde a primeira ação de Moisés para libertá-los em nome de Deus, não poderia contemplar Sua glória sem ser consumido. Assim será no dia do julgamento: os que não amaram a Deus na terra não O conhecerão como Salvador, mas, sim, como Juiz, naquele dia. Bíblia Shedd.

23 consagra-o. Moisés não podia consagrar o monte: é a presença de Deus que o torna santo. Mas, como profeta de Deus, pode proclamar essa consagração e colocar limites ao seu redor. Bíblia Shedd.



ÊXODO 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de dezembro de 2018, 0:05
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