Reavivados por Sua Palavra


A GLÓRIA DO SANTUÁRIO by jquimelli
27 de dezembro de 2018, 10:29
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 26 by jquimelli
27 de dezembro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-26/

O termo hebraico para tabernáculo, mishkan, está relacionado com o hebraico shekinah, a gloriosa presença de Deus que encheria o tabernáculo. Os requintados detalhes previstos para a construção do santuário indicam a importância que Deus dá à adoração e ao conhecimento de Seu plano de salvação. As cortinas foram feitas de linho fino retorcido, com detalhes artísticos feitos pela melhor mão de obra em azul, púrpura e escarlata. O véu dividiria o lugar santo do lugar santíssimo. Todas as dimensões deveriam ser cuidadosamente seguidas.

Esta é uma indicação para nós de quão importante é a adoração para o nosso Criador. Quando vamos adorar, nosso foco deve estar somente nEle. Hoje, muito da adoração que fazemos está centrada em nós mesmos e em como nos sentimos. Mas, isso é muito diferente da forma de adoração descrita em Êxodo.

E hoje, como a adoração se situa em nossas vidas? Quando nos aproximamos de Deus para a adoração nos achegamos limpos, vestindo o nosso melhor, e O adoramos em honra e em verdade? O santuário deveria ser uma lição de ensino para Israel enquanto os atos de salvação de Deus eram revelados a eles.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/26 e https://www.revivalandreformation.org/?id=321
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 26 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de dezembro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 26 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de dezembro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

Cristãos, igrejas, líderes espirituais, presbíteros, pastores, etc. que ignoram a doutrina do Santuário ignoram boa parte da Bíblia.

A Palavra de Deus não tem prazo de validade. Nenhum de seus temas é irrelevante, ou desatualizado. O tema do santuário permeia toda a Bíblia, mas é ignorado por muitos – embora o santuário transmita a mensagem que Deus nunca virou as costas aos pecadores!

Observe o que escreveu Kay Arthur: “Cada peça do mobiliário do tabernáculo remetia para a obra do Senhor Jesus Cristo”. Sendo assim, ser indiferente a um tema tão importante, é uma forma sutil de rejeitar não só a totalidade da Bíblia, mas também Jesus e Sua obra em nosso favor.

Se o Espírito Santo despertou teu interesse para esse assunto, observe os seguintes tópicos. DEUS ORDENA…

  1. …a construção, apresenta os detalhes e a organização do santuário – nada foi conforme o pecador desejou, mas como o Senhor prescreveu (vs. 1-14);
  1. …como fazer detalhadamente cada parede, identifica materiais e tamanho das tábuas do tabernáculo – Deus se preocupa até com mínimos detalhes (vs. 15-30);
  1. …divisórias dentro do santuário, nomeia-as e dá inclusive as cores das cortinas (vs. 31-27).

Deus é caprichoso, detalhista, comprometido, estrategista, engenheiro, arquiteto, etc. Seu conhecimento vai além de pós-doutorado de todas as áreas. Ele entende tudo sobre qualquer assunto!

Havia simetria, combinação, perfeição e estética no santuário.

“O tabernáculo era composto de duas áreas: o Santo Lugar (medindo aproximadamente 9 m de comprimento x 4,5 m de largura) e o Santo dos Santos (cerca de 4,5 m de comprimento x 4,5 m de largura)” – William MacDonald atualizou em medidas conhecidas.

“Bem andarão os crentes ao estudar o santuário e seu ritual” declarou Milian Lauritz Andreasen. E, completou: “Encerram estes lições preciosas para estudioso devoto… A missão de Cristo como Sumo sacerdote é a própria essência do Cristianismo, o coração da obra expiatória”.

Então, avancemos…

  1. O santuário teria dez cortinas de linho branco com fios azuis, púrpura e vermelhos entrelaçados formando figuras de querubins/anjos – evidenciando a presença de seres celestiais;
  1. Aproximadamente vinte vezes, neste capítulo, Deus ordena fazer algo; pois, tudo deveria ser conforme o modelo revelado (v. 30).

Deus tem grandes revelações para quem está insatisfeito com superficialidades!

“Senhor, liberta-nos de nossa negligência! Amém” – Heber Toth Armí



ÊXODO 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de dezembro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Pendurarás o véu debaixo dos colchetes e trarás para lá a arca do Testemunho, para dentro do véu; o véu vos fará separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos” (v.33).


Habituados ao paganismo do Egito, para os filhos de Israel o santuário seria um tipo de escola da verdadeira adoração. E uma das lições mais importantes que deveriam aprender era a diferença entre o sagrado e o comum. O tabernáculo do deserto, apesar de ser móvel, continha vários elementos que ensinavam esta distinção. As cortinas e colunas, por exemplo, demarcavam os limites a fim de que o povo soubesse até onde poderia ter acesso. O pátio do tabernáculo era o único lugar em que o povo poderia entrar a fim de oferecer os sacrifícios. No lugar Santo, primeiro compartimento da tenda, só os sacerdotes e o sumo sacerdote tinham acesso. Já o segundo compartimento, o lugar Santíssimo, ou Santo dos Santos, somente o sumo sacerdote poderia entrar, e apenas uma vez por ano, no dia da expiação (Lv.23:26-32).

Aprendi algo de muito interessante sobre o contexto das cortinas que separavam o acampamento do pátio, o pátio do lugar Santo, e o lugar Santo do lugar Santíssimo:

A primeira cortina era chamada de caminho, a segunda de verdade e a terceira de vida. Atrás da primeira cortina (caminho) estava o altar do holocausto, representando a morte substitutiva de Cristo e a primeira atitude do converso: aceitar a redenção através do sacrifício de Jesus. Ali também ficava a pia da purificação, representando a Cristo como a Água da Vida (Jo.4:10) e o segundo passo da conversão: o batismo por imersão. Após a segunda cortina (verdade), estava a mesa com os pães da proposição representando Cristo como o Pão da Vida (Jo.6:35), o candelabro, Cristo como a Luz do mundo (Jo.3:19) e o altar de incenso, Cristo o nosso único Mediador (1Tm.2:5). O lugar Santo é um símbolo da verdade que deve reger a vida do cristão na busca pela santificação, através do alimento espiritual diário pela da Palavra de Deus, de uma vida de oração e de fiel testemunho. Atrás da terceira cortina (vida), mais conhecida como o véu do santuário, estava a arca da aliança e o propiciatório no lugar Santíssimo. Ali era manifestada a “Shekinah”, a glória de Deus.

Quando Jesus declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo.14:6), Ele não proferiu novo ensinamento; Ele materializou nEle o que o povo deveria ter aprendido com as lições do santuário. Ninguém poderia entrar no lugar Santíssimo e ter acesso ao Pai se não fosse pelo que Jesus realizou no pátio, entregando a Sua vida para o perdão dos nossos pecados. Por isso que quando da cruz o Salvador expirou, “o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo” (Mt.27:51). Ele não foi rasgado de baixo para cima como se por obra de mãos humanas, mas “de alto a baixo”, representando a obra que só Cristo poderia realizar.

Todo aquele que aceita a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida, inevitavelmente entra no santuário. O pátio é lugar de decisão. O lugar Santo é lugar de perseverança. E o lugar Santíssimo é lugar de vitória. Precisamos avançar de um compartimento para o outro e entrar com Cristo no Santo dos Santos. Ele já garantiu a vitória por nós. Creio que foi olhando para o santuário que o sábio Salomão escreveu: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18). Pela fé nAquele que nos comprou este direito a alto preço, atravessemos as cortinas do santuário e perseveremos até o dia perfeito em que o Senhor nos revestirá com Sua glória.

Bom dia, remidos pelo Cordeiro de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo26 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 26 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
27 de dezembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
27 de dezembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria

1939 palavras

1-14 Descrição dos dois conjuntos de cobertura e dois conjuntos de cortinas. As 10 cortinas internas tinham em torno de 13 m de comprido e 1,80 m de largura cada uma, enquanto que as 11 cortinas externas mediam cerca de 14 m de comprimento e 1,80 m de largura. Note que a descrição do tabernáculo se move do interior para o exterior, refletindo um importante princípio divino. As mudanças procedem do interior. Existe uma marcante similaridade entre a qualidade do acabamento (projeto artístico) das roupas sacerdotais e o tecido do tabernáculo. … Os tipos de acabamento correspondem a graus de santidade. Enquanto que os sacerdotes normais se vestiam com trajes feitos com acabamentos simples, o sumo sacerdote se vestia com roupas que utilizavam os estilos mais elaborados de acabamento. Os níveis de santidade estão também refletidos no projeto do tabernáculo. Andrews Study Bible.

O capítulo 26 trata das orientações para se construir o “tabernáculo” sagrado. Ele tinha duas partes principais: a. Um recinto quadrangular de 30 côvados de comprimento por 10 côvados de largura e 10 de altura (13,14 m por 4,4m por 4,45 m;) aberto numa de suas extremidades. Os três lados eram feitos de tábuas de acácia cobertas com ouro. b. Uma tenda de pelos de cabra, provavelmente plana na parte superior, se estendia sobre o tabernáculo. … Por cima da tenda de pelos de cabra, havia uma cobertura exterior de “peles de carneiro tintas de vermelho” ou peles de carneiro tingidas e “peles finas” (ARA) ou “peles de texugo” (ACF). Havia partes secundárias à estrutura, como: a. As bases, que serviam para sustentar e apoiar as tábuas verticais que encerravam o tabernáculo. b. Os encaixes usados para unir essas tábuas. c. O “véu” ou cortina, que se estendia de um lado ao outro do tabernáculo, separando-o em dois compartimentos. O primeiro compartimento, o “lugar santo” ou “primeiro compartimento” [20×10 côvados] era duas vezes mais comprido que o “lugar santíssimo” [10×10 côvados]. … d. Uma cortina cobria a frente, onde não havia tábuas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 690.

cortinas. Unidas entre si, formavam a primeira das quatro “tendas” (Êx 26:7), e assim algo como o teto dos dois compartimentos. Estas cortinas mediam dois côvados a menos do que as cortinas externas (v. 2 e 8), implicando que a cobertura interior tivesse, em cada lado do tabernáculo, um côvado a menos que a cobertura exterior. CBASD, vol. 1, p. 690.

O Tabernáculo é realmente uma tenda, um templo portátil, de lona; portanto, as cortinas são as suas paredes. … A tradição cristã não deixou de notar uma simetria deliberada nas medidas do Tabernáculo. Todas as medidas se formam com os números 3, 4, 7, 10, de forma simples, isolados ou multiplicados, ou divididos entre si. Esta maneira oriental de expressar por números e medidas a ideia da moradia perfeita e eterna de Deus se vê nas descrições do Templo e da cidade de Jerusalém, que tanto Ezequiel (Ez 40 até 42) como João (Ap 21.9-27) nos legaram em seus escritos inspirados. Bíblia Shedd.

Essa cobertura interior terminava a 46 cm acima do chão, de cada lado do tabernáculo (vs. 1-6). Bíblia de Genebra.

tenda sobre o tabernáculo. Um tipo de segunda tenda, de material mais forte, e de medidas um pouco maiores (onze cortinas, no lugar de dez) para cobrir tudo e deixar uma sobra na frente e atrás para dar entrada (9 e 13). O sistema de laçadas e colchetes visa produzir uma tenda portátil. Bíblia Shedd.

querubins. Os querubins representavam a hoste de anjos que servem ao Senhor e cumprem Suas ordens (Sl 103:20, 21; ver com. de Gn 3:24). CBASD, vol. 1, p. 690.

Não havia nada de atrativo no tabernáculo visto de fora. No entanto, o interior era algo de muita beleza, com ouro e “cortinas” de cores azul, púrpura e carmesim e os querubins bordados nelas. CBASD, vol. 1, p. 690.

cortinas de pelos de cabra (ARC). Os árabes ainda usam pelos de cabras para tecer tendas. Era o pelo de cabra que dava solidez ao santuário e o protegia de climas úmidos e tempestades. CBASD, vol. 1, p. 690.

13 côvado. Mais ou menos 46 cm. Bíblia Shedd.

14 de peles de carneiro … uma coberta. Esta cobertura devia estar por cima das cortinas de pelos de cabra para assegurar proteção extra em relação ao clima.  CBASD, vol. 1, p. 690.

Duas cobertas adicionais de peles de carneiro e de animais marinhos, aparentemente colocadas nessa sequência, foram feitas para proteger os dois conjuntos internos de cobertas. Bíblia de Genebra.

As duas camadas de cortinas descritas em vv 1-13 formavam as cobertas interiores. mais duas cortinas (uma feita de pele de carneiro, tingida, e a outra de texugo, (isto é, de peles de animais marinhos) formavam uma proteção extra contra os elementos. Bíblia Shedd.

Conquanto não haja evidência, parece provável que o teto era plano. Desenhos do tabernáculo que mostram um teto de duas águas são baseados apenas na concepção do artista. … A quantidade insignificante de chuva no deserto árido não faria com que um teto plano fosse inconveniência. CBASD, vol. 1, p. 692.

15-30 A estrutura do tabernáculo tem seu projeto visando mobilidade. Cada unidade estrutural mede cerca de 4,5 m de comprido e 0,7 m de largura. Andrews Study Bible.

15 tábuas. Aqui começa a descrição da armação do Tabernáculo, da estrutura básica que sustentaria as cortinas. Bíblia Shedd.

Estas tábuas tinham 4,45 m de comprimento por 66 cm de largura (v. 16). Ficavam em pé, calçando os dois encaixes (v. 17) de cada tábua em duas bases de prata. As tábuas eram revestidas de ouro. CBASD, vol. 1, p. 690.

17 encaixes. Cada encaixe era feito para ser colocado numa base firme (19) para conservar as tábuas em posição vertical (15). Bíblia Shedd.

19 quarenta bases. Cada uma pesava um talento, ou seja, 34,2 kg (Êx 38:27). … As bases eram colocadas lado a lado no chão, formando um fundamento contínuo das paredes de tábua. … Segundo comentaristas, o fato de o tabernáculo se erguer do solo sustentado por esse fundamento de prata tipifica que a igreja deve estar separada do mundo. Aqui ela não tem um lugar de descanso permanente, mas anseia pela fé a “cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e o edificador” (Hb 11:10). Aqui não temos “cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (Hb 13:14). CBASD, vol. 1, p. 690, 691.

20 também. A ordem e a simetria no Tabernáculo de Deus são notadas em todas as direções. Bíblia Shedd.

23 duas tábuas para os cantos do tabernáculo. São reforços para os cantos, do lado posterior [fundos], o ocidental [a entrada do tabernáculo se orientava para o leste, o oriente, de modo que ao entrar no tabernáculo de manhã o sumo sacerdote dava as costas ao sol, adorado pelos pagãos]. Tudo dá a entender que a frente e o lado oriental, por não terem vigamento, perfariam uma grande porta, aproveitando as cortinas duplas para fechá-la. Bíblia Shedd.

26 travessas. Para reforçar as armações nos lados norte, sul e oeste. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma travessa comprida, a fim de unir todo material dos lados do Tabernáculo (28) e as outras quatro para suportar as várias partes do peso. Bíblia Shedd.

Para manter as tábuas em seu lugar e para reforçar as paredes, cinco travessas deviam ser feitas para cada lado e para o lado posterior ocidental, quatro delas deviam passar por argolas presas às tábuas. A quinta travessa ou travessa do meio em cada parede devia passar pelo centro das tábuas (ver v. 28). É provável que as quatro travessas visíveis estivessem na parede externa do tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 691.

29 outro. O mais precioso dos metais então conhecidos, cobria o lugar onde Deus havia de ser adorado, inclusive as enormes travessas. Indica, isto, que devemos sempre oferecer a Deus o mais precioso, para realmente glorificá-lO. Bíblia Shedd.

30 no monte. Mais uma vez se lembra que este Tabernáculo físico e visível é feito segundo a vontade divina, sendo um símbolo das coisas eternas, reveladas em visão (Hb 8.5). Bíblia Shedd.

Enfatiza novamente a construção cuidadosa da estrutura seguindo o modelo previamente mostrado (ver 25:9, 20). Andrews Study Bible.

31 véu. Este deveria ser do mesmo material e ornamentado da mesma maneira que as “dez cortinas” que formavam a cobertura interior para o forro e as paredes do tabernáculo (v. 1) e, como essas, tinha figuras de querubins trabalhados a ouro e prata (PP, 347). CBASD, vol. 1, p. 691.

Este véu servia para separar, do resto do Santuário [Lugar Santo], o lugar chamado o Santo dos Santos (33), no qual havia apenas a Arca com o propiciatório que, evidentemente, era a tampa da Arca (34). O véu era ultrapassado pelo Sumo Sacerdote apenas uma vez por ano, onde este reaparecia depois de fazer ofertas pelo próprio pecado e pelos do povo; no dia em que Cristo foi sacrificado pelos nossos pecados, este véu se rasgou (Mt 27.51) e, agora, a entrada à plenitude da comunhão com Deus só é possível através da própria pessoa de Cristo (Hb 10.19-22). Todo o décimo capítulo da Epístola aos hebreus mostra como Cristo é a chave do Santo dos Santos e o mistério revelado no Tabernáculo de Deus. Bíblia Shedd.

Esta cortina separava os dois aposentos sagrados no tabernáculo – o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos]. O sacerdote entrava no Lugar Santo em todos os dias para comungar com Deus e cuidar do altar de incenso, das lâmpadas [menorah] e a mesa dos pães da Presença [Proposição]. O Lugar Santíssimo era o lugar onde [a glória de] Deus habitava. Nesse lugar, Sua presença [o shekinah] permanecia sobre o propiciatório, tampa que cobria a arca do Testemunho [pedras com os Dez Mandamentos]. Somente o sumo sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo. E mesmo ele só poderia fazê-lo uma vez por ano (no Dia da Expiação [Yom Kippur]) para fazer expiação dos pecados de toda a nação. Quando Jesus morreu na cruz, a cortina do templo (que substituiu o tabernáculo) rasgou-se de alto a baixo (Mc 15:38) simbolizando nosso livre acesso a Deus por conta da morte de Jesus. Nunca mais as pessoas teriam que se aproximar de Deus através de sacerdotes e sacrifícios. Life Application Study Bible.

32 quatro colunas. O “véu” (v. 31) devia ser suspendido “sobre quatro colunas”. A “cortina” para a “porta da tenda” estava suspensa sobre “cinco colunas” (v. 36 e 37). O véu interno não se estendia até o alto do edifício [melhor: edificação], mas permitia que a glória de Deus manifestada por cima do propiciatório fosse parcialmente visível no primeiro compartimento (PP, 353). As quatro colunas tinham “colchetes” de ouro e estavam sobre “quatro bases de prata”, do mesmo modo que as tábuas nas paredes (v. 15, 19). CBASD, vol. 1, p. 691.

33 colchetes. Os “colchetes” eram os ganchos que sustinham o véu. Somente o sumo sacerdote adentrava o véu que separava o lugar santo do santíssimo, e isso era feito apenas uma vez ao ano, no Dia da Espiação [Yom Kippur] (Lv 16; Hb 9:7). As várias partes do serviço “diário” eram realizadas diante do véu, ou no lugar santo. CBASD, vol. 1, p. 691.

36-37 A cortina externa da entrada do tabernáculo era suportada por cinco tábuas feitas de madeira de acácia, cobertas com outro. Andrews Study Bible.

36 um reposteiro [cortinado que serve para substituir ou dissimular uma porta]. A porta da extremidade leste estava coberta por uma cortina apoiada em colunas de acácia, posta sobre bases de bronze. A cortina era feita do mesmo material que as cortinas interiores e o véu, mas era bordada, e não tapeçaria, visto estar mais longe do Santo dos Santos. Bíblia de Genebra.

Esta “cortina” cobria a extremidade oriental do tabernáculo, ou a frente dele. Alguns eruditos bíblicos acreditam que era possível levantar ou baixar esta cortina, como se desejasse. CBASD, vol. 1, p. 691.

37 bronze. Os móveis perto do lugar da habitação de Deus eram feitos de ouro, ou revestidos de ouro; os que ficavam mais longe (v. 27.2-6; 30.18), eram feitos ou revestidos de bronze. As bases que sustentavam as armações do tabernáculo e os quatro postes que sustentavam a cortina divisória eram de prata (cf v. 19, 21, 25, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.




%d blogueiros gostam disto: