Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 49 by jquimelli
30 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-49/

Gênesis 49 nos traz uma séria advertência: Nossas ações e escolhas têm uma influência decisiva em nossas vidas e na de nossos descendentes.

Muitas vezes ficamos surpresos ao ver como nossos filhos Christian e Giovani apresentam comportamentos e defeitos semelhantes aos nossos. Sabemos que traçar um caminho próprio tem sido uma luta para eles, uma busca racional e espiritual para fortalecer as boas características e minimizar as más influências que lhes transmitimos.

Mas Gênesis 49 também traz boas notícias: nós não necessariamente temos que ficar presos à maldição de uma má origem. A graça de Deus pode transformar maldição em bênção. Simeão e Levi, por causa de seu caráter violento, influenciaram a dispersão de suas tribos em Israel (v.7). Mas, por causa de uma escolha sábia da tribo de Levi de enfrentar o caminho fácil da idolatria (Êx 32:26), Deus escolheu os levitas como a tribo sacerdotal para Israel.

Temos uma escolha hoje: lamentar nossas fraquezas ambientais e hereditárias ou nos submeter à ação do Espírito Santo para transformar nosso caráter à semelhança de Jesus. Deus pode transformar nossas boas escolhas em uma boa colheita com efeitos eternos aos nossos filhos naturais e espirituais.

Jeferson e Gisele Quimelli
Professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Paraná, Brasil

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=295
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio(Voz: Valesca Conty):



GÊNESIS 49 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 49 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
30 de novembro de 2018, 0:45
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Enquanto muitos pais jogam pragas e amaldiçoam seus filhos, o cristão atento abre a Bíblia e aprende com Jacó a abençoá-los para deixar-lhes o maior dos legados: Bênçãos espirituais (o que não exclui bênçãos materiais).

A boca fala do que o coração está cheio; tão-somente o coração de um pai cheio das bênçãos de Deus abençoará profusamente seus filhos! Somente poderá deixar um sólido legado espiritual aquele que é realmente espiritual. O legado espiritual é a maior e melhor herança que um pai pode deixar a seus filhos!

A única forma de descansar em paz é abençoando os filhos e deixando a família em paz antes de morrer. Pais egoístas, que não pensam em seu fim nem se preocupam com seus filhos e netos não repartem a herança nem preparam sua família para sua morte. Então, grandes problemas surgirão começando com brigas por herança entre irmãos.

O testamento de Jacó a cada um de seus filhos se vê nos seguintes versículos:

1. Ruben (vs. 1-4);
2. Simeão e Levi (vs. 5-7);
3. Judá (vs. 8-12);
4. Zebulom (v. 13);
5. Issacar (vs. 14-15);
6. Dã (vs. 16-18);
7. Gade (v. 19);
8. Aser (v. 20);
9. Naftali (v. 21);
10. José (vs. 22-26);
11. Benjamim (v. 27).

Depois de especificar bênçãos conforme as características de cada filho, Jacó encolheu-se na cama e expirou/morreu (vs. 28-33). Que atitude nobilíssima! Que morte magnífica! Que funeral pacífico foi esse! Apenas quem vive com qualidade morre com dignidade!

A vida de Jacó e de seus filhos demonstram que o mais importante não é quem bem começa a vida cristã, mas quem bem termina. Não importa o quanto você errou, mas o que você aprendeu dos erros. Não importa quantas vezes tenhas caído em pecado, mas quantas vezes você deixou de regredir e passou a progredir na fé.

Jacó demora-se mais ao abençoar Judá. Ele recebe a bênção da primogenitura em lugar de Ruben, o mais velho. Judá/leãozinho – que casou-se com uma pagã; teve três filhos perversos; teve mais dois filhos com sua nora –, foi abençoado como rei pelo patriarca. Algum equívoco? Não! Vimos como ele converteu-se/transformou-se!

De Judá virá Siló, uma referência ao Messias! Por conseguinte, Jesus foi chamado de Leão da tribo de Judá! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 49 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de novembro de 2018, 0:30
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“Ajuntai-vos e ouvi, filhos de Jacó; ouvi a Israel, vosso pai” (v.2).


Após a bênção proferida sobre Efraim e Manassés, “chamou Jacó a seus filhos e disse: Ajuntai-vos, e eu vos farei saber o que vos há de acontecer nos dias vindouros” (v.1). As últimas palavras de quem está à beira da morte geralmente são palavras cheias de significado e que representam o que tenha sido mais importante na vida. Não foi diferente com Jacó. Seus filhos eram o que possuía de mais importante na terra e suas palavras finais foram-lhes dirigidas com o peso de quem sabia que suas escolhas definiriam o destino de cada um e das doze tribos de Israel.

A bênção profética de Jacó não tinha o poder de ser definitiva. Eram profecias condicionais, como o foi no caso de Levi. Sua descendência mostraria fidelidade ao Senhor em um momento de apostasia e receberia o privilégio do sacerdócio e dos cuidados do templo. Apesar do cunho negativo de algumas palavras, não deixavam de ser bênçãos, como a voz de Deus a indicar-lhes suas faltas e ruins inclinações e os convidando ao arrependimento. Temos facilidade em receber elogios e palavras de apreço, mas quão difícil é ouvir palavras de correção e de repreensão.

Vamos analisar as palavras ditas a alguns dos filhos de Israel:

  • A Rúben foi dito: Você é impetuoso e adúltero;
  • A Simeão e Levi: Vocês são farinha do mesmo saco, violentos e assassinos;
  • A Issacar: Você não passa de um preguiçoso, mas trabalhará como um servo;
  • A Dã: Você é uma serpente que morde por trás, um fofoqueiro e idólatra.

Notem que logo após a bênção proferida a Dã, disse Jacó: “A Tua salvação espero, ó Senhor!” (v.18). As tribos de Israel foram um símbolo da antiga aliança, mas também permaneceriam sendo um símbolo da aliança eterna entre Deus e o Seu povo de todos os tempos. Ao fazer referência aos cento e quarenta e quatro mil (número simbólico), João dividiu este número entre as tribos de Israel, mas a tribo de Dã não é citada ali (Ap.7:5-8). Em dado momento da história de Israel, a profecia de Jacó se cumpriu nesta tribo e, por sua deslealdade e idolatria, perdeu o direito à porção da herança eterna. Foram avisados, mas não deram atenção à repreensão divina.

A ordem dada pelo enfermo ancião aos seus filhos: “Ajuntai-vos e ouvi” (v.2) é uma regra áurea de Deus para o Seu povo. Todas as vezes que Israel se reunia com o objetivo de ouvir as palavras do Senhor eram grandemente abençoados. Nem sempre o que Deus tem para nos dizer é fácil de se ouvir. Geralmente são palavras que ameaçam o nosso conforto e ferem o nosso egoísmo. Mas quão maravilhoso é experimentar a real liberdade que a Palavra do Senhor nos oferece! Foi quando Israel se reuniu ao pé do monte que Deus manifestou o Seu poder e glória. Foi quando Neemias e o povo se reuniram para orar e reconstruir os muros de Jerusalém que Deus os abençoou e os livrou dos inimigos. Foi quando os discípulos de Jesus se reuniram em oração para clamar pela promessa do Consolador que cumpriu-se a promessa no Pentecostes.

Quando o derradeiro povo de Deus compreender que esta ordem, “Ajuntai-vos e ouvi”, é tão atual quanto o foi no passado, seremos testemunhas oculares do derramamento da chuva serôdia. Com um apelo forte e urgente, somos chamados pelo Espírito Santo a unirmos nossas vozes em orações e súplicas, nossas mãos sustentando-nos uns aos outros e nossos corações pulsando no mesmo ritmo de quem ama a vinda do Salvador. Não encare os sofrimentos e as tribulações com o desânimo de um derrotado. Lembre-se de Jesus e o quanto Ele sofreu para que você e eu sejamos herdeiros das bênçãos eternas. Ele mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições”, porém, também nos garantiu a vitória: “mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33).

Não importa o seu passado. Entregue-se a Cristo, agora e à cada dia, e o seu futuro eterno estará garantido!

Bom dia, vencedores em Cristo Jesus!

Desafio do dia: Faça do seu lar uma casa de oração. Estabeleça motivos de oração diários para orar junto com sua família.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis49 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 49 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
30 de novembro de 2018, 0:05
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1441 palavras

1-28 O último testamento de Jacó aos seus filhos (incluindo bênçãos e também algumas maldições) é um importante documento legal. Alinhado com sua natureza solene está o fato de ter sido escrito em poesia. A maioria das profecias de louvor ou recriminação são escritas em palavras que jogam com os nomes dos filhos ou fazem referências a animais e não são facilmente reproduzidas em uma tradução (Andrews Study Bible).

As declarações anunciadas por Jacó e anunciadas neste capítulo não são, propriamente, bênçãos. São predições relacionadas com as doze tribos de Israel, divinamente inspiradas, que de modo bem exato, retratam os caracteres dos respectivos ancestrais (Bíblia Shedd).

As palavras do patriarca inspirado profetizaram o destino das doze tribos que descendiam de seus filhos, em sua maior parte por meio de trocadilhos com seus nomes ou através de comparações com animais. Os nomes e as ações (boas ou más) dos doze filhos prenunciavam o destino de cada tribo. Essas bênçãos proféticas no final do período patriarcal foram organizadas de acordo com as mães – os seis filhos de Lia (vs. 3-15), os quatro filhos das servas (vs. 16-21) e os dois de Raquel (vs. 22-27) – e exibiam a soberania de Deus sobre a nação. Elas serão expandidas mais tarde na “benção de Moisés” (Dt 33), conferida no limiar da conquista da Terra (Bíblia de Genebra).

1 dias vindouros. As profecias de Jacó englobam toda a história de Israel, desde a conquista e distribuição da terra até o reino do Messias, Jesus Cristo (v. 10). Ver Nm 24.14; Dt 31.28-29; Is 2.2 (Bíblia de Genebra).

3-7 As profecias sobre os primeiros três filhos de Lia – Rúben, Simeão e Levi – anunciam o castigo por faltas cometidas e não usam comparações com animais (Bíblia de Genebra).

3 Rúben. Ver 29.32; 35.22. A herança de um filho do antigo Oriente Próximo não poderia ser alterada por uma decisão arbitrária do pai, mas tais mudanças poderiam ser feitas se ocorressem sérias ofensas sexuais do filho contra a família (Bíblia de Genebra).

Impetuoso. O comportamento de Rúben foi negligente e destrutivo. O termo em hebraico, aqui, denota orgulho e presunção (cf Jz 9.4; 1Cr 5.1-2) (Bíblia de Genebra).

não serás o mais excelente. É claro que Ruben não se mostrou excelente em coisa, como podemos verificar no fato de que nenhum só juiz, ou profeta, se refere como provindo dessa tribo. Muito cedo, ela foi conquistada por Moabe (Jz 5.15-16) (Bíblia Shedd).

6-7 no seu furor mataram homens Maldito seja o teu furor.  A violência referida aqui se relaciona com a destruição desnecessária de Siquém (34:25). A dispersão de Simeão se verificara mediante a absorção da tribo pela da de Judá. A maldição sobre Levi foi transformada em bênção visto que a tribo foi separada para as funções sacerdotais, caso em que veio a atuar como representante da nação diante de Deus. Tal transformação resultara do fato de que os levitas tomaram partido em favor do Senhor no ensejo da repressão do pecado relacionado com o bezerro de ouro (Êx. 35.25-29) (Bíblia Shedd).

7 dividi-los-ei… espalharei. Compartilhando de uma inclinação a uma ira e crueldade destrutivas, Simeão e Levi constituíam-se uma ameaça à paz (34.25-31). Após o êxodo do Egito, a tribo de Simeão diminuiu em importância e não foi mencionada na bênção de Moisés (Dt 33). Simeão não recebeu uma herança separada na Terra Prometida, mas à essa tribo foram destinadas cidades pertencentes à herança de Judá (Js 19.1-9). Semelhantemente, a tribo sacerdotal de Levi recebeu cidades por toda a terra (Js 21.1-42) (Bíblia de Genebra).

8 Judá significa “Louvor”. No futuro, as demais tribos teriam razões de louvar a esta tribo, uma vez que Davi, sua dinastia e o Messias foram da linhagem de Judá (cf Is 11.1 e Mt 1.1-17) (Bíblia Shedd).

As tribos se prostraram diante do descendente de Judá, Davi, por causa de seus feitos heróicos (2Sm 5.1-3) (Bíblia de Genebra).

8-12 Note a extensão e conteúdo da bênção de Judá. Apesar de não ser o primogênito (de nenhuma da mulheres de Jacó), sua transformação de caráter e liderança o prepararam para tarefas mais elevadas. O título messiânico “Leão de Judá” é baseado neste texto. O termo “Siló” no v. 10, é de tradução particularmente difícil. Ele é repetido quase literalmente em Ez. 21:27, onde é relacionado a um rei davídico. Aponta para um futuro rei de Israel, vindo da tribo de Judá. Tipologicamente, aponta além de Davi, para Cristo que é o Rei messiânico perfeito (Andrews Study Bible).

9 leãozinho. O termo significa força, coragem e ousadia (Jz 14.18; Pv 28.1). O leão era um símbolo adequado para os reis guerreiros da linhagem real davídica de Judá culminando no Messias conquistador, Jesus Cristo (Ap 5.5) (Bíblia de Genebra).

10 O cetro não se arredará. Uma profecia que foi posteriormente aperfeiçoada e confirmada pela aliança davídica (2Sm 7.16) ((Bíblia de Genebra).

11-12 A bem-aventurança do governante messiânico é representada pelo vinho (um símbolo de prosperidade, 27.28) e pela sua beleza (Sl 45.2-9) (Bíblia de Genebra).

13 A Zebulom, sexto filho de Lia, é prometido lugar favorável, com respeito ao mar Mediterrâneo. Js 19.10-16, entretanto, indica que o território desta tribo não limitava, propriamente, com o mar. De qualquer maneira, tinha fronteira com a Fenícia que era o maior poder marítimo de então e, sem dúvida, ganhou muita prosperidade através desse contato (Bíblia Shedd).

14 Issacar é comparado com um animal de carga, satisfeito com a tranquilidade na terra, e pronto a se sujeitar aos cananitas (Bíblia Shedd).

15 trabalho servil. Tendo falhado em expulsar os cananeus para fora do seu território, a tribo de Issacar aparentemente desejava negociar sua liberdade em troca do trabalho forçado (cf. Jz 1.28-30). Issacar livrou-se do jugo cananeu sob a liderança de Débora e Baraque (Jz 5.15) (Bíblia de Genebra).

16  (“juiz”) julgará, isto é, ganhará justiça e prestígio para essa tribo pela astúcia e luta contra outras tribos e os cananitas (Bíblia Shedd).

julgará. Ou “trará justiça a eles”. Ver 30.6 (Bíblia de Genebra).

17 serpente. Embora pequena, Dã era perigosa e subitamente atacava para derrubar inimigos maiores (Jz 18). O danita Sansão, sozinho, derrotou os filisteus (Jz 13-16) (Bíblia de Genebra).

19 Gade. Este versículo consiste num jogo de palavras (quatro das seis palavras hebraicas tem som semelhante a “Gade”) indicando o constante perigo a que Gade estava constantemente exposta por causa de seus vizinhos ao sul e ao leste (Amom e Moabe) (Bíblia de Genebra).

20 Aser ganhou como herança as terras baixas desde o Carmelo até Tiro. Era uma das partes mais férteis da Palestina, abundando em trigo e azeite de oliveira (cf 1 Rs 5.11) (Bíblia Shedd).

pão… delícias. Uma referência à sua terra fértil (Dt 33.24; Js 19.24-31). Ver 30.13 (Bíblia de Genebra).21 A descrição de Naftali como gazela solta, sugere a ideia de agilidade, vitalidade e liberdade. Esta tribo herdou a terra à volta do mar da Galiléia, que se relacionaria com a vinda do Messias (cf Is 9.1,2 com Mt 4.15,16) (Bíblia Shedd).

22 frutífero. A estéril Raquel produziria a tribo mais frutífera (30.2,22; 41.52). se estendem sobre o muro. Os filhos de José mais tarde procurariam aumentar seu território (Js 17.14-18) (Bíblia de Genebra).

24-25 Note a admirável multiplicação de nomes divinos (Bíblia de Genebra).

24 Poderoso de Jacó é um título que se refere não somente às maravilhas feitas na vida do grande patriarca, mas também fala do futuro em que Ele tornará esta pequena família numa nação poderosa, abençoada e benéfica (cf Is 1.24, 49.26) (Bíblia Shedd).

25 Todo-poderoso. Heb El Shaddai (Bíblia Shedd).

abençoará. A raiz hebraica para “abençoar” é usada seis vezes neste versículo. Essas bênçãos significavam a fertilidade da terra alimentada pela água vinda do céu e das profundezas da terra (1.6-8) e a fertilidade do corpo (“seios e da madre”; 1.22; cf Nm 24.5-7). As bênçãos outorgadas aos homens na criação estavam concentradas em José (Bíblia de Genebra).

27 Benjamim é um lobo. Ver 35.18. Esta tribo, posteriormente, teria a reputação de um guerreiro feroz (Jz 20.14-25) (Bíblia de Genebra).

29-33 Esta é a cena final da morte e Jacó. Antes de morrer, Jacó relembra aos seus filhos que seu local de sepultamento não é no Egito, mas na terra da promessa, aonde seus ancestrais estão descansando (25:8). Sepultamento é o termo chave nesta seção e no próximo capítulo. Note que Jacó será enterrado com sua primeira mulher, Lia – não com Raquel (Andrews Study Bible).

49.29 – 50.26 Crendo nas promessas de Deus feitas a Abraão e Isaque acerca de Terra Prometida (13.15), Jacó pediu para ser enterrado com eles em Canaã (49.29-32; cf 47.29-31). José também instruiu a sua família para enterrá-lo na Terra Prometida depois do êxodo (50.24-26; cf 24.32). O enterro de Jacó na caverna de seus pais e a determinação de José para ser enterrado em Canaã destacam a solidariedade da família da aliança e apontam adiante para o êxodo do Egito. A unidade da família será enfatizada adiante pelas bondosas palavras de José e suas provisões para os seus irmãos que haviam lhe causado mal (50.15-21) (Bíblia de Genebra).

33 recolheu os pés na cama. Na iminência da morte, Jacó ainda está no controle (Andrews Study Bible).



GÊNESIS 49 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
30 de novembro de 2018, 0:00
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Errata: Davi era da tribo de Judá da linhagem de Jesus



GÊNESIS 48 by jquimelli
29 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-48/

Este capítulo nos ajuda a compreender o caráter de Jacó e a importância das relações familiares. Jacó era um pai afetuoso, chorou o desaparecimento de José e se entristeceu quando Simeão ficou preso no Egito. Jacó, agora, como um avô carinhoso, beija e abraça os netos.

De modo surpreendente, Jacó adota os dois filhos de José, Manassés e Efraim, como seus próprios filhos. Essa foi uma maneira de honrar a memória da sua querida esposa, Raquel, que ele tanto gostaria pudesse presenciar aquele momento com os netos. Deste modo, a profecia dada a José, de que teria uma porção dobrada entre seus irmãos, veio a se cumprir.

Jacó refere-se a Deus como o benfeitor de sua vida; Aquele que lhe apareceu em um momento de grande necessidade, fugindo para salvar a vida, e prometeu abençoar-lhe com uma grande descendência (v. 3-4). Jacó dá testemunho de que Deus o sustentou e o livrou de todo o mal, e suplica que Deus abençoe de igual maneira aos filhos de José (v. 15-16). As palavras e ações de Jacó revelam a intimidade de sua caminhada com Deus.

Senhor, ajuda-nos a revelarmos o teu caráter ao próximo, especialmente no círculo familiar.

Jobson Santos
Professor de Religião no Unasp
Hortolândia, Brasil

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=294
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio(Voz: Valesca Conty):




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