Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 12 by jquimelli
13 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-12/

Por que Deus desencoraja sobras no Antigo Testamento, mas parece apreciá-las no Novo Testamento? Êxodo 12:10 (NVI) diz: “Não deixem sobrar nada [do cordeiro da Páscoa] para a manhã seguinte; caso isso aconteça, queimem o que restar. “Mas depois da alimentação dos 5.000, Jesus diz a seus discípulos: “Ajuntem os pedaços que sobraram. Que nada seja desperdiçado”. João 6:12 (NVI). Deus pode ordenar as duas coisas? Qual a diferença?

A Páscoa era um serviço especial instituído por Deus para traçar uma linha entre os que eram fiéis e os que não acreditavam. O cordeiro morto simbolizava a morte de Cristo em favor dos pecadores e como esses participantes seriam ignorados [passed over] pela ira do julgamento de Deus. A opção estava disponível para todos, mas somente apenas até a ira cair. As sobras não teriam mais sentido para a salvação e simbolizariam tentar crucificar novamente a Cristo.

Por outro lado, Jesus alimentando os 5.000 simbolizava a partilha do evangelho. A verdade pode ser compartilhada e compartilhada e nunca se esgotar. A fé realmente se fortalece com o compartilhamento. Jesus respondeu: “Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus’” Mateus 4:4 (NVI).

Karen Lifshay
Cantora do coro da IASD Hermiston
Stanfield, Oregon, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=308
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 12 Comentário devocional de Andy Nash by jquimelli
13 de dezembro de 2018, 0:58
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Os judeus tem uma ligação muito forte com um período de 50 dias que começa com a primeira Páscoa e libertação do Egito, continua com a passagem através do deserto e pelo Mar Vermelho e termina no Monte Sinai, onde a Lei de Deus foi dada para as 12 tribos.

Os cristãos também tem uma ligação muito forte com um período de 50 dias que sustenta a nossa fé. Os 50 dias começam com a crucificação e terminam 50 dias depois em uma sala no andar de cima no Monte Sião, onde o Espírito de Deus foi dado aos 12 discípulos [Pentecostes = 50 dias, em grego].

Aqui está a parte interessante: ambos os períodos de 50 dias começam e terminam nos mesmos dias. Jesus foi crucificado no dia da Páscoa, assim como os cordeiros foram sacrificados na Páscoa, o dia 14 de Nisan. Na verdade, se voltarmos um pouco nessa semana, os cordeiros pascais eram selecionados quatro dias antes da Páscoa começar. Nos próximos quatro dias, o cordeiro seria examinado para se certificar de que estava sem defeito.

Foi quatro dias antes da Páscoa que Jesus veio ao templo pela última vez depois de andar em Jerusalém: o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University

 

Publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/09/11/exodo-12/



ÊXODO 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
13 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
13 de dezembro de 2018, 0:45
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O remédio para qualquer desgraça causada pelo pecado é a graça, não há outro. Além disso, se diluído em legalismo ou liberalismo teológico ou outra coisa qualquer perde totalmente o efeito. Atente bem para o que diz a palavra de Deus para não aceitar palavras de pastores, padres, papas, presbíteros, bispos, doutores, etc.

A páscoa/Pessach ilustra teológica, didática e pedagogicamente o evangelho que liberta dos pesados fardos de pecados do presente e do passado, e restaura o estrago causado por ele; ela oferece um futuro a quem mal vive o presente.

A páscoa original, orientada por Deus, descrita na Bíblia, não tem coelhos nem ovos (símbolo místico da fertilidade) nem chocolates. Havia cordeiro, sangue, morte, ervas amargas e pães asmos/ázimos:

  • Ervas amargas simbolizavam lembranças amargas da escravidão (v. 14);
  • Sangue, carne e morte do cordeiro simbolizavam união familiar (vs. 3-4);
  • Pães asmos/sem fermento simbolizavam purificação (vs. 8, 19-20).

Tudo apontava ao plano da salvação que chegaria ao seu auge quando o Cordeiro de Deus – Cristo – morresse e derramasse Seu sangue para libertar-nos de nossa escravidão do pecado, restaurando-nos e purificando-nos das agruras vividas na miséria da imoralidade; promovendo assim, união familiar, principalmente na família eclesiástica.

O salário do pecado é a morte. O anjo da morte passaria pelo Egito, mas passaria por alto (ou por cima) da casa em que alguém passasse sangue por cima da porta e nas laterais. Não existiam condições ou escolhas aleatórias de famílias; quem quisesse salvar-se deveria passar sangue nas portas da casa: seja egípcio ou israelita, bom ou ruim (v. 48).

Faraó não aceitou; portanto, sentiu na alma o que significa ignorar a graça de Deus (v. 30).

O anjo não olharia comportamento de ninguém, somente o sangue. A única recomendação era decidir passar sangue ou não. Quem submetesse às orientações divinas perceberia que a PÁSCOA comemoraria…

  1. A libertação do sofrimento, da escravidão (vs. 31-33, 37-51);
  2. O poder de Deus em libertar/salvar/redimir (vs. 17, 27-29).

Páscoa fala do início de uma nova vida: da escravidão à libertação, da tristeza à alegria, do pecado à santidade.

O princípio permanece válido: O único meio de livrar-se da morte é através da morte do Cordeiro de Deus: Cristo (verdadeira páscoa cristã: 1 Coríntios 5:7).

“Liberta-nos, Senhor. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí



Êxodo 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de dezembro de 2018, 0:30
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“Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor” (v.12).


O Senhor instituiu a Páscoa e a Festa dos Pães Asmos antes da saída dos filhos de Israel do Egito. As duas celebrações comporiam o calendário judeu das festas cerimoniais anuais. A primeira, que inaugurava as demais, representava libertação. O sacrifício de “um cordeiro para cada família” (v.3) simbolizava o sacrifício de Cristo e Sua obra de salvação em cada lar de Seus filhos, como está escrito: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). “O cordeiro… sem defeito” (v.5), o sangue nos umbrais das portas (v.7) anunciavam o plano da redenção em Cristo Jesus. Assim como o plano original do Criador girava em torno da família, o plano de resgate da raça humana possui o mesmo objetivo. É desejo do Senhor que cada casa seja redimida pelo sangue do Cordeiro e que todos estejam preparados, com “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão” (v.11), como Seu exército militante rumo ao triunfo.

Há um claro recado em toda a Escritura acerca do resultado do pecado, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). O fermento tornou-se um símbolo de impureza e pecado, e os pães asmos, ou pães sem fermento, materializavam a pureza e ausência de corrupção, como o foi Jesus, o Pão da Vida. Deus desejava purificar o Seu povo e elevá-lo à estatura de Cristo. E para isso, Israel precisava compreender que o Senhor deve ser entronizado no coração como o primeiro e o último. A inauguração da celebração com uma “santa assembleia” (v.16) e o encerramento sendo realizado de igual forma, promovia a atmosfera de comunhão plena e educava o povo a antes de celebrar, adorar. A verdadeira adoração consiste no reconhecimento não apenas dos benefícios do Senhor, mas também na renúncia de tudo aquilo que possa tomar-Lhe a adoração que só a Ele é devida.

Deus deixou “para [nós] outros e para [nossos] filhos” (v.24) a Sua Palavra em linguagem humana. Um tesouro que deve ser transmitido de geração em geração. “Quando [nossos] filhos [nos] perguntarem” (v.26) a respeito das Sagradas Letras, é nosso dever ensinar-lhes e que eles percebam que tudo o que têm aprendido pode ser notoriamente visto através de nosso fiel proceder. Israel estava prestes a viver a maior experiência de sua existência. A décima e última praga abriu caminho para que iniciassem uma árdua e longa jornada até o lugar prometido. Uma multidão carregada dos despojos do Egito saíra às pressas da terra da opressão, de forma que “não haviam preparado para si provisões” (v.39). Naquele mesmo dia, “todas as hostes do Senhor saíram da terra do Egito” (v.41). Um momento que deveriam “todos os filhos de Israel comemorar nas suas gerações” (v.42).

Infelizmente, a marcha que começou com celebração e adoração, foi perdendo o compasso da fé, de modo que a transmissão de valores e os ensinos mosaicos foram sendo esquecidos e paulatinamente, abandonados. O registro da história de Israel é uma das maiores provas do amor incondicional de Deus e de Suas infinitas misericórdias. Em nosso contexto, como povo de Deus dos últimos dias, será que estamos distantes de incorrer no mesmo erro do antigo Israel? Eis o nosso discurso: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma”. Eis a realidade: “e nem sabes que és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17). A nossa terrível condição só pode ser mudada caso aceitemos a completa e perfeita intervenção divina. Ao abrirmos a porta da nossa vida para Cristo, a primeira coisa que Ele nos promete não é a realização de uma festa em nossa casa, e sim que Ele será o primeiro a nela entrar: “entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Busquemos viver, a cada dia, uma experiência pessoal com Cristo, entregando nossa família no altar do Senhor, e Ele “não permitirá ao Destruidor que entre em [nossas] casas, para [nos] ferir” (v.23).

Bom dia, famílias lavadas pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo12 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 12– VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
13 de dezembro de 2018, 0:10
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ÊXODO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by jquimelli
13 de dezembro de 2018, 0:05
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2277 palavras

Disse o Senhor. Neste capítulo estão registrados os regulamentos acerca da primeira das instituições conhecidas como mosaicas. Deve-se observar que nem Moisés nem Arão implantaram legislação alguma por conta própria, nesta ocasião nem mais tarde. Todo o sistema religioso e civil anunciado por Moisés, antes do êxodo, foi revelado a ele. Não foi ele quem deu origem às leis que levam seu nome no Pentateuco; ele foi apenas o instrumento usado por Deus para tornar conhecida Sua vontade ao povo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 584, 585.

Este mês. Introdução do calendário religioso em Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O verdadeiro aniversário do povo de Deus. … O cordeiro da Páscoa era o sacrifício aceitável, que Deus mesmo tinha instituído. Jesus é nossa Páscoa (1 Co 5.7), é o Cordeiro de Deus (Jo 1.29). O cordeiro tinha de ser sem defeito (5) e Cristo cumpriu esta exigência. Bíblia Shedd.

Como ocorre aqui, às vezes este mês é designado como o primeiro mês do ano (Êx 40.2, 17; Lv 23:5; etc.), chamado também de abibe (Êx 13:4; 23:15; 34:18; Dt 16:1). Abibe, que geralmente corresponde ao mês de abril do nosso calendário, significa “mês das espigas”, pois os cereais estavam na espiga nesse período. Após o cativeiro, nomes do calendário babilônico foram adotados e abibe se tornou nisã (ver Ne 2:1; Et 3:7). CBASD, vol. 1, p. 585.

um cordeiro.  A palavra hebraica se aplica tanto a cordeiros como cabritos, sem limitação de idade. Porém, a idade foi fixada por estatuto (ver Êx 12:5) em um ano, e se podia escolher um cordeiro ou um cabrito (v. 5). É interessante observar que em geral os hebreus preferiam cordeiro a cabrito. CBASD, vol. 1, p. 585.

se a família for pequena. Posteriormente, a tradição judaica fixou como 10 o número de pessoas para quem um cordeiro deveria ser repartido. CBASD, vol. 1, p. 585.

O cordeiro será sem defeito. A ausência de defeitos e danos … era símbolo da integridade moral do Cordeiro de Deus representado pelo sacrifício. … Mais adiante, a lei proibiu o uso de animais imperfeitos para sacrifícios obrigatórios, embora pudessem ser apresentados como oferta voluntária (Lv 22:20-25). CBASD, vol. 1, p. 585.

macho. Esta exigência era feita porque o cordeiro assumia o lugar do primeiro filho homem da família. CBASD, vol. 1, p. 585.

todo o ajuntamento da congregação. O chefe de cada família deveria oferecer o sacrifício por si mesmo e por sua família. Assim, ninguém que não fosse da família interviria entre ela e Deus. Isso era feito em reconhecimento de de que Israel era uma nação de sacerdotes, como os cristãos (Ap 1:6; 1Pe 2:5, 9). CBASD, vol. 1, p. 586.

no crepúsculo. Os cordeiros da Páscoa eram mortos … aproximadamente à hora quando o verdadeiro “Cordeiro de Deus” morreu pelos pecadores na cruz (1Co 5:7; Mt 27:45-50). A preparação da refeição pascal requer tempo e deveria estar pronta antes da meia-noite. … Segundo Josefo, era costume em sua época oferecer o cordeiro por volta das três horas da tarde (Antiguidades, xiv.4.3). CBASD, vol. 1, p. 586.

Tomarão do sangue e porão em ambas as ombreiras e na verga da porta. O sangue simboliza a vida de uma vítima (Lv 17.11). Bíblia de Genebra.

Simboliza um sacrifício oferecido em substituição, uma vida entregue em troca de outra de outra.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

Espargir o sangue deveria ser considerado um ato de purificação, pois o molho de hissopo era usado para esse fim (Êx 12:22). CBASD, vol. 1, p. 586.

assada no fogo. As razões podem ser que assar fosse mais fácil que cozinhar e que seria difícil “cozinhar” o “cordeiro” sem cortá-lo em pedações, o que também parece ter sido proibido (ver Êx 12:46; Nm 9:12; Jo 19:36). CBASD, vol. 1, p. 587.

pães asmos. O cordeiro assado devia ser comido com pães asmos, pois o fermento produz fermentação, símbolo natural de impureza e corrupção. CBASD, vol. 1, p. 587.

ervas amargas. Embora não se saiba que tipo de “ervas” eram usadas no Egito, mais tarde, judeus da Palestina usaram duas variedades de alface, um tipo de cardo e agrião. A alface e a escarola são nativas do Egito e da Palestina. … Quaisquer que tenham sido as ervas usadas, é óbvio que eram designadas para lembrar aos participantes de seu cativeiro e do amargo sofrimento na terra do Egito. CBASD, vol. 1, p. 587.

Não comereis do animal nada cru. Esta ordem era necessária, tendo em vista o fato de os povos pagãos com frequência comerem carne crua em suas refeições de sacrifícios. CBASD, vol. 1, p. 587.

10 Nada deixareis dele. Toda a carne devia ser consumida na refeição, para que não se decompusesse. Visto que o corpo de Cristo não veria a corrupção (At 2:27, 31; 13:35-37), o cordeiro simbólico também não. CBASD, vol. 1, p. 587.

11 lombos cingidos. Para o trabalho ou para uma viagem em que se tenha que carregar algo, a parte da frente [das longas e soltas vestes semitas] é dobrada e amarrada na cintura. CBASD, vol. 1, p. 587.

sandálias nos pés. Não era costume usar sapatos dentro de casa ou às refeições. CBASD, vol. 1, p. 587.

comê-lo-eis à pressa. Como não sabiam o momento quando partiriam, e pelo fato de terem que queimar os ossos do cordeiro antes de ir, deviam terminar a refeição o mais rápido possível. CBASD, vol. 1, p. 587.

é a Páscoa do Senhor. O povo devia perceber que aquela não era uma refeição comum. A vida de seus primogênitos dependia do cumprimento das instruções. CBASD, vol. 1, p. 588.

12 ferirei na terra do Egito todos os primogênitos … até os animais. Quase todos os deuses do Egito eram semelhantes a algum animal, com feições humanas. A morte do primogênito de cada tipo de animal mostrará a falibilidade e a impotência das “divindades” que haviam de protegê-los. Bíblia Shedd.

13 passareis por vós. Ao passar pela [em inglês, passover] terra do Egito para ferir todos os primogênitos de homens e de animais, o Senhor “passaria por alto”, pasah, os israelitas. Esta palavra foi transliterada para o grego como pascha, de onde vem a palavra portuguesa “Páscoa”. CBASD, vol. 1, p. 588.

14 memorial. A observância deveria ser comemorada de ano em ano. CBASD, vol. 1, p. 588.

perpétuo. De ‘olam, cuja tradução literal seria “perpetuamente”. … Como um tipo [modelo], deveria continuar vigente até a vinda do antítipo [realização do modelo], Jesus Cristo, que liberta do pecado. A duração de “perpétuo”, ‘olam, está condicionada à natureza daquilo a que se aplica. Pode se referir a algo que não tem começo nem fim, como, por exemplo, o próprio Deus, ou a um tempo que tem um início, mas não tem fim, como a vida eterna dos remidos, ou pode significar um período mais curto de tempo que tem tanto início como fim. Aqui, tem o último sentido. Instituída no êxodo, a Páscoa permaneceu vigente até a crucificação. CBASD, vol. 1, p. 588.

15 qualquer que comer coisa levedada … será eliminada. A punição é grave; mas, na Bíblia, o fermento frequentemente simboliza o pecado, a podridão (Lc 12.1), e é claro que nenhuma cerimônia religiosa tem valor se vier acompanhada do pecado humano (1 Co 10.1-5, 11.28-19). Bíblia Shedd.

Antes de celebrar a Páscoa, o judeu praticante faz uma busca sistemática (muitas vezes simbólica) em casa para eliminar toda migalha de pão levedado que porventura haja ali (cf. v. 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

eliminada. O que de fato aconteceu nesses casos [os 36 registrados de negligência passível de “eliminação” no AT] não se sabe, pois não há registro de tal ocorrência, nem de instruções dadas quanto à forma como essa ameaça deveria ser levada a cabo. Alguns imaginam que isso signifique uma morte violenta, mesmo prematura, ou eterna. Mas, provavelmente, significa a perda dos direitos e privilégios de pertencer ao povo de Israel. Após ser “eliminado”, o indivíduo era considerado forasteiro e não tinha parte em nenhuma das bênçãos da aliança. CBASD, vol. 1, p. 588.

16 Santa assembleia. Assembleia convocada por ordem expressa de Deus para santificação. CBASD, vol. 1, p. 589.

19 será eliminado … o peregrino. Este era o cidadão não israelita que vivia de forma temporária ou permanente entre o povo hebreu, mas que não aceitava suas crenças e práticas religiosas. CBASD, vol. 1, p. 589.

o natural da terra. O israelita. O termo … era [também] aplicado aos que nasciam como israelitas. CBASD, vol. 1, p. 589.

22 hissopo. Uma planta usada para aspergir. Bíblia Shedd.

A maioria dos pesquisadores bíblicos concorda que esse hissopo era um tipo de manjerona cinza-esverdeado, origanum maru, conhecido na Palestina como za’tar. Os samaritanos ainda usam um maço de za’tar nas cerimônias da Páscoa, para colocar o sangue do cordeiro pascal sobre os umbrais das portas das casas. CBASD, vol. 1, p. 589.

nenhum de vós saia. Naquela noite de juízo, nenhum lugar estaria seguro, a não ser atrás da porta manchada de sangue. Assim … também …  não há salvação à parte do sangue de Cristo, o verdadeiro “Cordeiro de Deus” (Jo 1:36; At 4:12). CBASD, vol. 1, p. 590.

26 Que rito é este? Hoje, ao ser [a Páscoa] observada, a criança mais jovem presente faz perguntas semelhantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cada culto, cada rito, cada sacramento tem a finalidade de ensinar a palavra de Deus, instruir os participantes nas coisas que Deus tem feito, ordenado e prometido. Bíblia Shedd.

28 fizeram isso. Descreve de maneira muito abreviada a total aceitação dos israelitas da divina instrução. Andrews Study Bible.

Uma vez que a ordem foi dada antes do dia 10 de abibe (Êx 12:3), e o cordeiro pascal não foi morto antes do dia 14, o v. 28 fala de vários dias de preparação. CBASD, vol. 1, p. 590.

29 à meia noite. Literalmente “na metade da noite”. Embora os israelitas soubessem o dia, este não havia sido anunciado ao rei, e essa incerteza deve ter-lhe causado mais ansiedade. Quando Moisés saiu da presença do obstinado rei, todos os cortesãos, sem dúvida, temeram perder seu primogênito. Contudo, passados vários dias sem que a ameaça se cumprisse, muitas pessoas, talvez o próprio rei, devem ter pensado que nada aconteceria. Porém o temor de que a palavra de Moisés se cumprisse deve ter estado sempre presente. CBASD, vol. 1, p. 590.

o primogênito de Faraó. Se Amenhotep II foi o faraó do êxodo …, seu filho mais velho foi morto durante a noite de horror. Não existem registros fora da Bíblia sobre esse acontecimento. Na realidade, era costume dos antigos egípcios não declarar qualquer experiência humilhante. Entretanto, Tutmés IV, irmão do primogênito do faraó, deixou uma evidência da qual se infere a morte inesperada de seu irmão e sua própria ascensão à condição de príncipe herdeiro. CBASD, vol. 1, p. 590.

30 grande clamor. Os egípcios não tinham mais dúvida de que todos morreriam se os israelitas permanecessem no país. CBASD, vol. 1, p. 591.

32 abençoai-me. Faraó … foi forçado a reconhecer que lhe faltava alguma coisa. Só que não quis pagar o sacrifício do próprio “eu”, com um arrependimento real. Bíblia Shedd.

34 tomou a sua massa. Isto reflete a urgência dos egípcios. Os israelitas provavelmente preparariam pães para a viagem. Embora Moisés lhes tivesse advertido muitos dias antes, o povo parecia não esperar uma partida tão apressada e ainda não estava pronto. … a necessidade os obrigou a se contentar com pães asmos, ou o chamado “pão da aflição” (Dt 16:3). CBASD, vol. 1, p. 591.

35 pediram aos egípcios. Uma indenização a pagar aos escravos libertados, uma fração daquilo que lhes era devido. Bíblia Shedd.

36 despojaram. Não pelo roubo, mas pelo favor. Bíblia Shedd.

37 cerca de seiscentos mil homens. Cifra redonda que representa 603 550 [cf. 38.26]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A referência de Ellen G White a “mais de dois milhões de almas” e “milhões” que saíram do Egito e morreram no deserto (PP, 344, 410) está em harmonia com a tradução de 600 mil. CBASD, vol. 1, p. 593.

38 um misto de gente. Foram feitas muitas tentativas para se identificar este “misto de gente”. … Embora não saibamos a identidade desses não israelitas que se uniram aos triunfantes hebreus nessa oportunidade, eles aparecem novamente mais tarde na narrativa. Foram sempre os primeiros a lamentar a saída do Egito e desejar suas iguarias (Nm 11:4, 5). CBASD, vol. 1, p. 593.

39 e cozeram. Os israelitas fizeram uma parada breve em Sucote para os preparativos finais da longa jornada no deserto. A duração de sua estada não é mencionada, mas foi tempo suficiente para assar os pães que necessitariam. CBASD, vol. 1, p. 593.

40 quatrocentos e trinta anos. A declaração de Paulo em Gálatas 3:17, assim como outras evidências, deixa claro que esses 430 anos incluem o período desde o chamado de Abraão para deixar Harã até a descida de Jacó ao Egito, 215 anos mais tarde. Visto que na época de Moisés a Palestina era considerada parte do império egípcio, não é de se estranhar que um autor desse período incluísse Canaã no termo “Egito”. … A profecia de que a quarta geração daqueles que haviam entrado no Egito sairia dali (Gn 15:16) e o registro de seu cumprimento (Êx 6:16-20) tornam irrelevante qualquer outra explicação do período de 430 anos. CBASD, vol. 1, p. 593.

43 nenhum estrangeiro. Isto é, alguém de outra etnia que desejasse permanecer com sua condição de estrangeiro e não ser circuncidado. Uma vez que a Páscoa era uma festa que comemorava o nascimento de Israel como nação, seria naturalmente impróprio que um estrangeiro participasse dela. CBASD, vol. 1, p. 593.

44  depois de o teres circuncidado. Não foi de forma natural, mas por meio de um chamado divino, que Israel se tornou o povo do Senhor. Por essa razão, e como estava destinado a ser uma bênção a todas as nações, Israel não deveria assumir atitude exclusivista em relação aos estrangeiros. Eles deveriam receber bem os que desejassem se unir a eles em adoração e serviço a Deus. CBASD, vol. 1, p. 593.

45 O estrangeiro e o assalariado. Residentes temporários e assalariados não deviam participar da Páscoa, pois sua participação com Israel poderia ser dissolvida a qualquer momento. CBASD, vol. 1, p. 593.

46 nem lhe quebrareis osso nenhum. Esta norma mostra claramente que o cordeiro pascal era um tipo de Cristo. João 19:33 e 36 evidencia que isso era compreendido na igreja cristã primitiva. CBASD, vol. 1, p. 594.

Tal como acontecia ao cordeiro pascal, e contra o costume dos romanos, nenhum osso de Jesus foi quebrado por ocasião de sua crucificação (Jo 19.36; cf 1Co 5.7). Bíblia de Genebra.




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