Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 8 by jquimelli
9 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-8/

Relembrando a leitura bíblica de hoje, perguntamos a nós mesmos: O que sapos, piolhos e moscas têm em comum? O que eles podem simbolizar em nossa vida espiritual?

Apesar de serem altamente defendidos e adorados pelo povo egípcio, os sapos logo se tornariam uma maldição para eles. Os magos tentaram se levantar contra Deus, mas apenas pioraram o problema anfíbio.

Os piolhos eram terríveis. Os magos tentaram duplicar os piolhos, mas falharam – e os piolhos estavam em toda parte! O problema se manifestou tanto no homem quanto nos animais. Os homens de poder não tinham controle sobre algo tão pequeno quanto os piolhos, forçando-os a reconhecer o poder superior de Deus.

As moscas eram mais do que apenas um incômodo. Elas tinham asas e podiam picar. Com seus enxames vieram sujeira e muita miséria. Não havia como escapar das pragas – nem ao ar livre nem dentro de casa.

Sapos, piolhos e moscas. Pai, por favor, remova-os da minha vida espiritual e ajude meu coração a ser humilde, cheio de vontade em aprender e entregue à sua vontade. Amém.

Aleksandra Talev
Aluna da Great Lakes Adventist Academy
Cedar Lake, MI, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=304
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):

 



ÊXODO 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 8 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
9 de dezembro de 2018, 0:45
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Deus entende o que há no coração de cada um de nós. Ele entende até o pagão. Pena que muitos de nós não entendemos nem quereremos entender o amor que há no coração do Criador.

As dez pragas revelam a paciência divina frente à arrogância humana. Há misericórdia no fato de Deus ter enviado a praga da morte dos primogênitos em décimo lugar, (poderia ter sido a terceira, ou ainda a primeira). Cada praga era um chamado estrondoso de um Deus amoroso.

Após a praga das águas converterem em sangue (no capítulo anterior), mais três pragas vieram na sequência:

1. Das rãs (1-15);
2. Dos piolhos (vs. 16-19);
3. Das moscas (vs. 20-32).

Observe os seguintes detalhes nos versos 20-32 destacados por Douglas Stuart:

• Anúncio da praga (vs. 20-23);
• A praga e sua devastação (v. 24);
• Primeira concessão de Faraó: Oferta de festa religiosa, mas dentro do Egito (v. 25);
• Moisés rejeita a primeira oferta de Faraó (vs. 26-27);
• Segunda concessão de Faraó: Permissão para uma viagem temporária ao deserto (vs. 28-29);
• Eliminação da praga, seguindo o cumprimento da promessa por parte de Faraó (vs. 30-32).

Os feiticeiros duplicaram até a praga das rãs. Na praga dos piolhos reconheceram que era, de fato, “o dedo de Deus”; contudo, Faraó ignorou (v. 19). Feitiçaria e ignorância não dão lugar para Deus. Fique longe disso!

A feitiçaria/magia/bruxaria/etc. está vinculada aos deuses falsos; à bem da verdade, é o diabo quem está por trás exercendo poder. Muitos creem que só Deus faz milagres ou atos sobrenaturais, assim Satanás ilude àqueles que buscam milagres a qualquer preço. Cuidado, atualmente a feitiçaria está mais ousada do que antes, está no púlpito de muitas igrejas.

Faraó possuía um coração duro. Quando cedia, logo se arrependia de ter cedido, voltando atrás no que havia dito (vs. 15, 19, 32). Aquele que não cede sinceramente à revelação divina firma-se na falsidade como se fosse verdade. Distorções teológicas endurecem o coração e embrutecem a mente…

Observe no texto a misericórdia divina. “Antes de ser infligida cada uma das pragas, Moisés devia descrever sua natureza e efeitos, para que o rei pudesse salvar-se da mesma se o quisesse” (Ellen G. White).

Que Deus maravilhoso! Inclinemos nossa face perante Ele para adorá-lO. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de dezembro de 2018, 0:30
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“Então, disseram os magos a Faraó: Isto é o dedo de Deus. Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o Senhor tinha dito” (v.19).


Mesmo após sete dias recebendo sangue em lugar de água, o coração de Faraó permanecia endurecido. Os truques de seus magos lhe deram o conforto em pensar que estava diante de um conflito entre deuses, e que, mais cedo ou mais tarde, as divindades do Egito abateriam o Deus dos hebreus. No derramamento da segunda praga, as rãs que eram consideradas pelos egípcios como animais sagrados, transformaram-se em seu pior pesadelo. Desesperados por provar que também podiam fazer o mesmo, os magos, “com suas ciências ocultas”, também “fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito” (v.7). Mas o que julgavam ter sido mais uma vitória, saiu totalmente de controle, até ao ponto do próprio Faraó se submeter à intervenção de Moisés e Arão.

Enquanto os encantadores egípcios usavam de imitações para tentar subjugar o poder de Deus, Moisés fazia de tudo para que o Egito reconhecesse que o Senhor é o único Deus. Ao permitir que Faraó definisse o tempo em que a praga cessaria, Moisés o mostraria “que ninguém há como o Senhor, nosso Deus” (v.10). Exatamente no tempo proposto pelo rei, Deus fez cessar a praga. Porém, as duas pragas que estavam por vir, definiriam a diferença que, até então, passava despercebida: “Farei distinção entre o Meu povo e o teu povo” (v.23). As pragas que atingiam violentamente os egípcios, não atingiam os hebreus, desde a primeira praga. A prova disso está em que a Bíblia só relata o desespero dos egípcios “para encontrar água que beber”, e não dos hebreus (Êx.7:24).

As tentativas humanas em provar que podemos fazer algo sem o auxílio divino só têm causado ainda mais dor, como o foi no Egito. Os magos souberam aumentar o problema, mas não puderam solucioná-lo. O curto período de alívio (v.15) logo seria trocado pela inevitável confissão: “Isto é o dedo de Deus” (v.19). Chegará o tempo em que haverá uma clara e inconfundível distinção entre “o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). E a menos que estejamos separados de Babilônia e protegidos na “Gósen” (v.22) espiritual de Deus, seremos atingidos pelos últimos flagelos.

Aquele que Faraó julgara seu inimigo, na verdade era o instrumento de Deus para seu próprio livramento. Era quando Moisés orava, que as pragas cessavam. A oração sempre foi a mais potente arma do cristão e ganha efeitos revolucionários quando praticada em comunidade. Nestes últimos dias, precisamos fazer uso constante e fervoroso deste recurso infalível. Para a proteção do próprio povo de Deus e esperança na conversão de pecadores, precisamos rogar ao Pai por todos, assim como Moisés intercedia por Faraó e seu povo.

Quando o povo de Deus estiver ligado coração a coração, quando o retorno de Cristo for a sua maior esperança, quando a bondade, o perdão e a misericórdia forem vistos e sentidos em suas palavras e ações, quando a promessa do poder dobrado do Espírito Santo for o maior anelo de sua alma, então, o mundo será abalado por um povo de fé firme que, com confiança, aguarda a sua eterna libertação.

Feliz semana, povo de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo8 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
9 de dezembro de 2018, 0:05
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386 palavras

1-15 A praga dos sapos – embora que não ameaçadora à vida – aumentou o senso de inconveniência e urgência. Desta vez a descrição é abreviada e não inclui a conversação entre Faraó e Moisés e Aarão (Andrews Study Bible).

3 em abundância. Literalmente, “enxame” (Andrews Study Bible).

7 Novamente os mágicos reproduzem o milagre através de truques (7:22) e enchem ainda mais a terra com sapos (Andrews Study Bible).

8-10 Rogai. Este verbo não usual, usado para oração (traduzido por “pedido” em Gên. 25:21), abre uma janela de oportunidade para faraó e sugere súplica (um paralelo ao rei Acaz em Is. 7:11-12). Faraó é deixado a escolher o momento exato do milagre (Andrews Study Bible).

15 Mesmo em face da graça divina, Faraó endurece seu coração ainda mais e não cumpre sua parte no acordo (v. 8) (Andrews Study Bible).

16-19 piolhos. O tipo de inseto referido aqui não é perfeitamente claro. Mosquitos ou carrapatos também têm sido sugeridos. A descrição da terceira praga é a mais curta e encerra o primeiro ciclo de três. É aqui que os mágicos encontram seus limites. Seus truques e mágicas não podem reproduzir nuvens de insetos perturbadores e desagradáveis (Andrews Study Bible).

19 dedo de Deus. Não necessariamente uma expressão de fé por parte dos mágicos, mas, antes, o reconhecimento da origem divina da praga (Andrews Study Bible).

20-32 O próximo ciclo de três pragas traz de volta as longas descrições, incluindo a ordem e ação divinas, um diálogo entre Faraó e Moisés e Aarão cedo de manhã (7:15; 8:20; 9:13), e uma oração por livramento em favor dos egípcios feita por Moisés. Moscas são portadoras de doenças, especialmente no contexto de peixes mortos e sapos (veja as primeiras duas pragas) (Andrews Study Bible).

22-23 Começando com esta praga, Deus distingue entre egípcios e israelitas – outro sinal da autoridade divina. Esta distinção é também feita explicitamente na maioria das demais pragas (Andrews Study Bible).

25 A oferta de Faraó não satisfaz realmente o solicitado: Israel não deve apenas sacrificar, mas servir (= adorar) o Senhor (v. 20). A negociação continua (Andrews Study Bible).

28 A segunda concessão de Faraó permite uma curta jornada, mas não uma jornada de três dias, o que seria à uma saída permanente (Gên. 30:36). Esta resposta torna claro que Faraó entendeu o pedido original de Moisés (Andrews Study Bible).

32 Mesmo Deus tendo atendido ao seu pedido, Faraó endureceu ainda mais o seu coração (4:21) (Andrews Study Bible).



ÊXODO 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
9 de dezembro de 2018, 0:05
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