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Expandindo a lista de pecados, a acusação de prostituição e adultério é repetida. Também são acrescentadas a autoindulgência com a ingestão de vinho e a ignorância das reais questões
que minavam a existência da nação (v. 9). Não é de se espantar que Efraim seja comparado a uma pomba enganada no v. 11. A falta de discernimento fazia o povo procurar as soluções erradas. As pessoas dependiam do Egito e da Assíria, em vez de contar com o Senhor e esperar nele. Bíblia de Estudo Andrews.
1. Quando me disponho … a sarar a Israel. …a doença moral e espiritual de Israel tinha sido tão obstinada e crítica que prevaleceu contra o remédio que Deus poderia ter aplicado contra ela. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 998.
2. Não dizem. Haviam esquecido que todas as suas ações estavam sob o contínuo escrutínio do Senhor (ver Sl 33:13-15; 90:8; Jr 16:17; Hb 4:13). CBASD, vol. 4, p. 998.
3. Eles alegram o rei com suas impiedades (NVI). Alguns preferem outra interpretação deste versículo, com base na seguinte tradução alternativa: “Na sua maldade fazem o rei alegre.” Ou seja, a maldade das pessoas era seu plano maligno para matar a família real. Com isto em mente, o rei se alegra com vinho, e assim se tornava uma vítima fácil e confiante.A frequência com que reis de Israel foram assassinados durante os últimos anos da história do país empresta certo apoio a essa interpretação (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 4, p. 999.
4. Semelhantes ao forno aceso. Neste quadro, o forno pode representar o coração (ver v. 6); o fogo, os desejos impuros, apetites, paixões; e a massa, os maus propósitos ou planos concebidos pelos conspiradores maus. CBASD, vol. 4, p. 999.
Até que seja levedada. Isto, aparentemente, representa o período decorrido entre o início e a realização dos maus desígnios. Depois de acender o forno, o padeiro deixa que o fogo continue a queimar até que a massa sovada esteja totalmente levedada. Assim foi com Israel: um tempo lhe foi dado para o fermento da maldade fazer efeito. CBASD, vol. 4, p. 999.
5. No dia da festa do nosso rei. Esse “dia” pode significar um dia em que a celebração foi realizada para homenagear o rei. Seja como for, foi um dia de excesso, quando a embriaguez despertou o mal nos homens pela remoção do poder do domínio próprio. Há neste versículo um alerta implícito contra o uso de bebidas alcoólicas por causa de seu efeito nocivo sobre a natureza humana (ver Pv 23:29-32; 31:4, 5; Hc 2:15). CBASD, vol. 4, p. 999.
6. Prepararam o coração. Isto mostra por que as pessoas praticam tão abertamente sua maldade. Seu coração, como um forno, se aquece cada vez mais pelo fogo das más inclinações e dos desejos que se acumulam. Dorme. O tempo de espera é o período em que não há nenhuma demonstração aberta e ativa do mal. Mas, embora o fogo da iniquidade, às vezes, pareça estar depositado no coração humano de modo passivo, ainda é o fogo da iniquidade, pronto para irromper com o calor intensificado do pecado premeditado. CBASD, vol. 4, p. 999.
7. São quentes como um forno. Isto, evidentemente, indica o temperamento intenso da paixão e o feroz poder da destruição. … Os reis de Israel tinham influenciado o povo para o mal. Eles tinham aquecido e inflamado seus súditos com os fogos de pecado, até que todos, reis e súditos, foram apanhados nas chamas de uma destruição comum. CBASD, vol. 4, p. 999.
Todos os seus reis. Durante o período final da história de Israel, quatro dos cinco reis foram condenados à morte em 20 anos. … Dos 20 reis de Israel só Jeroboão 1, Baasa, Onri, Acazias, Jeú, Joacaz, Joás, Jeroboão II e Menaém morreram por causas naturais. CBASD, vol. 4, p. 1000.
8 Um pão. Do heb. ‘ugah, uma camada fina de massa em forma de pão circular, que era rapidamente assado sobre pedras quentes ou cinzas (ver lRs 19:6). … O ‘ugah precisava ser virado rapidamente para que o calor penetrasse nele por igual. Se não fosse assim, o pão ficaria queimado de um lado e cru, do outro. Esta é uma metáfora da inconsistência e inconstância espiritual do povo. Os israelitas eram declaradamente adoradores do Senhor, mas estavam engajados nas práticas idólatras dos pagãos. … praticando uma religião sincrética, por assim dizer. CBASD, vol. 4, p. 1000.
9. Estrangeiros lhe comem a força. Nações estrangeiras idolatras devoraram a força de Efraim. A Síria reduziu as forças armadas de Jeoacaz a um número desprezível (2Rs 13:3-7). Menaém teve de pagar tributo à Assíria (2Rs 15:17-20). No reinado de Peca, Tiglate-Pileser, rei da Assíria, invadiu o território israelita e levou o povo em cativeiro para a Assíria (2Rs 15:29; lCr 5:26). Tudo isso aconteceu antes que o reino terminasse, com a queda de Samaria (2Rs 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1000.
As cãs já se espalham (ARA; NVI: “Seu cabelo vai ficando grisalho”). Uma representação simbólica do declínio da força de Israel e da decadência de sua importância nacional. CBASD, vol. 4, p. 1000.
11. E uma pomba enganada. Nos tempos antigos, parece ter sido uma opinião generalizada que a pomba era uma ave simples e facilmente enganada. A estupidez dessa ave é o tema de um provérbio árabe, um provérbio cuja antiguidade é desconhecida. A simplicidade absoluta da pomba em voar direto para a rede do passarinheiro, sem suspeitar ou perceber o perigo (ver Pv 7:23), é efetivamente utilizada como uma ilustração da insensatez de Efraim. Ao pedir ajuda ao Egito e à Assíria, Israel não sabia que estava se colocando em uma posição de aguçar o apetite territorial desses poderes imperiais que buscavam controlar a Palestina. Assim, Israel perdeu sua soberania e independência nacional (p. 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1000.
12. E … os farei descer. O profeta continua a utilizar a metáfora das aves e do passarinheiro. Não importa quão alto ou rápido voem, as pessoas não podem escapar de Deus. Elas serão humilhadas na terra. CBASD, vol. 4, p. 1001.
13. Falam mentiras contra Mim. … a gravidade está em mentir a respeito do Senhor. … o profeta quer dizer que essas mentiras consistem em uma aproximação hipócrita de Deus, com os lábios, enquanto o coração está longe dEle (ver Is 29:13). CBASD, vol. 4, p. 1001.
14. Para o vinho se ajuntam. O quadro é de um grupo de ociosos que se reúnem com o objetivo principal de comer e beber. CBASD, vol. 4, p. 1001.
16. Como um arco enganoso. O declínio espiritual gradual de Israel, que o levou a perder o seu elevado destino, de fato se assemelha a um arco cujo cordão, perdendo sua elasticidade, é incapaz de disparar a flecha contra o objeto a que ela foi destinada (veja SI 78:55-57). CBASD, vol. 4, p. 1002.
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Comentário Devocional
Oséias 6:1-3 é uma continuação de 5:15.
Deus quer que Israel se arrependa e volte para ele. Somente após o castigo de Deus eles poderiam esperar a cura de seu país (6:1). Mesmo que estivessem mortos, no terceiro dia Deus os ressuscitaria e lhes daria poder para viver para Ele (6:2). Se eles conhecessem a Deus intimamente e orassem a Ele, o Senhor certamente apareceria diante deles, e os abençoaria com boas chuvas e colheitas (6:3).
Efraim (v. 4a) representa o Norte de Israel. Deus disse tanto a Israel ao norte quanto a Judá, no sul: “Que posso fazer com você …?” A fidelidade e o amor deles a Deus era como a neblina da manhã, que logo desaparece ou o orvalho que logo evapora (6:4b). É por isso que as mensagens dos profetas de Deus traziam palavras de destruição (6: 5-7). Eles traziam a Deus os seus sacrifícios de animais e ofertas, mas Deus desejava a misericórdia que brota do amor (6:6). Eles agiam contra a expectativa de Deus. Como Adão havia transgredido e pecado contra Deus no Éden, eles também tinham pisado e quebrado sua aliança com Deus (6:7).
Que possamos responder positivamente ao amor imutável de Deus por nós e que possamos ter e desfrutar de um relacionamento verdadeiro com Ele.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/6 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1114
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/6
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/01/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 6 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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1-3 Isto é presunção, não arrependimento genuíno. O povo não entendeu a profundidade de seus pecados. Eles não abandonaram seus ídolos, não se arrependeram de seus pecados, nem procuraram fazer mudanças reais. … Antes de julgar Israel, considere sua atitude … Você se arrepende facilmente, sem considerar seriamente que mudanças precisam ser implementadas em sua vida? Life Application Study Bible Kingsway.
6. Rituais religiosos podem ajudar as pessoas a entender Deus e renovar suas relações com Ele. É por isso que Deus estabeleceu a circuncisão e o sistema sacrifical no Antigo Testamento e o batismo e a Santa Ceia no Novo Testamento. Mas o ritual religioso é útil somente se é levado a efeito com uma atitude de amor e obediência a Deus. Se o coração de uma pessoa está afastado de Deus, rituais se convertem em zombaria vazia. Deus não queria os rituais israelitas; ele queria seus corações. Por que você adora?Qual é o motivo por trás de suas “ofertas” e seus “sacrifícios”? Life Application Study Bible Kingsway.
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OSEIAS 6 – Quando percebemos quão ruim é a vida sem Deus e, então, nos voltamos a Ele, seremos aceitos e restaurados das mazelas do pecado!
Oseias profetizou em tempos de fartura. Jeroboão havia estendido os limites de Israel através de várias operações militares (II Reis 14:24-28). Ao sul, Uzias fortalecera as forças armadas de Judá e alcançou vitórias contra seus inimigos (II Crônicas 26:1-15). Contudo, a profecia revelava perigo devido ao afastamento de Deus. Oseias 6 mostra, em resposta a 5:15, a superficialidade da religião formalista e qual a qualidade da resposta espiritual do povo do reino do Norte ao cativeiro assírio:
• Ao experimentar o amargor por afastar-se do Senhor e reconhecer seu pecado buscando o perdão em Deus, o povo sabia que Deus o aceitaria novamente – como Oseias aceitou Gômer. Naquela época, a esperança dos israelitas por um avivamento (vs. 1-2) baseava-se nas antigas promessas divinas reveladas por Moisés (Deuteronômio 30:1-3).
• A fuga da presença do pecado para buscar a presença de Deus é comparada à chuva serôdia, que vinha na primavera nas terras de Israel e proporcionava vigor às plantas e aos frutos. Antes havia a chuva temporã, útil para a época de plantio. A presença de Deus fortalece a fé, revigora a espiritualidade e restaura a piedade como chuva em terra seca (v. 3).
• Assim como morre uma tenra planta sob as intempéries climáticas, o amor por Deus também desaparece facilmente diante dos obstáculos da caminhada espiritual. Profetas e líderes espirituais alertam sobre o perigo, incentivam um conhecimento íntimo pela intimidade com Deus e apontam pecados, objetivando evitar o estrago do afastamento de Deus (vs. 4-9).
• Quando parece que nada desperta a consciência cauterizada do povo negligente, Deus recorre à disciplina corretiva; como Pai amoroso, age com firmeza visando trazer de volta Seu povo à pureza (vs. 10-11).
Desde a chuva temporã espiritual no Pentecostes no início da igreja, o povo de Deus passou a aguardar a chuva serôdia antes da colheita divina. Ellen G. White afirma que:
• “O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi a ‘chuva temporã’, e glorioso foi o resultado. A chuva serôdia será mais abundante, porém”.
• “Ao avizinhar-se o fim da ceifa da Terra, uma especial concessão de graça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda de [Jesus]. Esse derramamento do Espírito é comparado com a queda da chuva serôdia”.
Deus quer nos reavivar e nos tornar crentes frutíferos! – Heber Toth Armí.
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“Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (v.6).
Certa vez alguns homens chegaram em determinada cidade, após uma longa caminhada em estradas poeirentas. Com muita fome, eles começaram a comer, sem antes lavar as mãos. Outros homens vendo aquilo, indignados, perguntaram ao Líder daqueles: “Por que transgridem os Teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos [ritualmente] quando comem” (Mt 15:2). Você já deve saber a que história me refiro. Mas o que ela tem a ver com o texto de hoje? Tudo. Vamos descobrir o porquê, juntos.
Observem que os três primeiros versos exprimem uma ansiedade por cura, por restauração. Dão uma ideia de verdadeira busca pelo poder que só Deus pode conceder. Contudo, aqueles versos que contém palavras tão lindas, tão cheias de verdade, não passavam, simplesmente, disto: de palavras. O amor declarado do povo foi comparado a uma nuvem e ao orvalho “que cedo passa” (v.4). Isto é: Vocês dizem que Me amam, buscam a cura, acreditam que Eu levantarei um Salvador para vocês, mas o amor de vocês é uma grande mentira!
As perguntas de Deus para eles, em linguagem contemporânea, poderiam ser:
- O que é que Eu faço com vocês (v.4)?
- Até quando não compreenderão que “misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (v.6)?
- Até quando vocês colocarão a tradição dos anciãos na frente do verdadeiro evangelho?
- Até que ponto as coisas terão que chegar para que vocês percebam que estão se portando “aleivosamente contra Mim” (v.7)?
Tudo isto me lembrou de quando eu era adolescente na casa de meus pais. Quase toda semana, nós recebíamos a visita de uma senhora muito idosa a quem ajudávamos com algum alimento. O interessante é que ela sempre nos presenteava com um pano de prato. Eram paninhos simples, mas que tinham um grande significado para mim. Até que, a partir de um um dia, aquela senhora nunca mais apareceu e eu percebi que não eram panos de prato que ela deixava lá em casa, e sim amor.
Meus irmãos, do que adianta lavar as mãos enquanto o coração “está contaminado” (v.10)? A transgressão da aliança do Senhor não se resume ao que você e eu fazemos ou deixamos de fazer, mas ao que não permitimos que o Espírito Santo realize em nós. Existe um abismo de diferença entre dizer que ama e amar de verdade. Enquanto não entendermos que não é o que fazemos que define o nosso destino eterno, mas com que intenção fazemos, nunca descobriremos, de fato, a misericórdia e o conhecimento de Deus.
Que a minha e a sua vida não se resuma a “mãos lavadas” por sacrifícios e holocaustos, mas a “panos de prato” de misericórdia e amor de Deus!
Feliz sábado, misericordiosos do Senhor!
Desafio do dia 9/21: Oremos por uma vida plena de misericórdia e do amor de Deus.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Oseias6
#RPSP
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6:1-11. O desejo de voltar para Deus parecia verdadeiro. As pessoas diziam as palavras certas. Falavam que o Senhor as revigoraria em três dias e viria para o povo como chuva de bênçãos. Contudo, Deus comparou a fidelidade daqueles indivíduos com a nuvem da manhã ou o orvalho da madrugada, que logo passam, apontando para um profundo problema. O que ele desejava era misericórdia e fidelidade à aliança, não sacrifícios; queria que o povo buscasse conhecê-lo, muito mais do que receber holocaustos. Jesus citou esta passagem ao confrontar a hipocrisia religiosa (Mt 9:13; 12:7). Bíblia de Estudo Andrews.
1-3 Isto é presunção, não arrependimento genuíno. O povo não entendeu a profundidade de seus pecados. Eles não abandonaram seus ídolos, não se arrependeram de seus pecados, nem procuraram fazer mudanças reais. … Antes de julgar Israel, considere sua atitude … Você se arrepende facilmente, sem considerar seriamente que mudanças precisam ser implementadas em sua vida? Life Application Study Bible Kingsway.
1. Vinde. Os v. 1 a 3 estão mais estreitamente relacionados ao pensamento de Oseias 5:15 [reação do povo – conversão insincera – ao castigo corretivo divino] do que os outros versículos do cap. 6 . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 996.
Ele nos despedaçou. O objetivo essencial da Sua disciplina é promover reforma de vida (ver Sl 119:75; Lm 3:31-33; Hb 12:5-11). CBASD, vol. 4, p. 996.
2. Depois de dois dias. A expressão “após dois dias […] ao terceiro dia” parece ser um artifício literário empregado para designar um tempo indefinido (cf. 2Rs 9:32; Am 4:8). Oseias previu que o Senhor iria “curar” (Os 6:1, NTLH). Então, ele acrescenta que a cura estaria em um tempo indefinido no futuro, embora talvez não muito distante. CBASD, vol. 4, p. 996.
Viveremos diante dEle. Viver diante de Deus é estar em plena harmonia e comunhão de amor com Ele (ver Nm 6:25, 26; Sl 11:7; 17:15; 27:8, 9; 51:11; 67:1; 119:135). CBASD, vol. 4, p. 996.
3. Sua vinda. Evidentemente, o antecedente de “Sua” é o “SENHOR”. A passagem apropriadamente descreve a obra da vinda do Messias (ver PR, 688). CBASD, vol. 4, p. 996.
Como a alva. Jesus Cristo é o amanhecer, ou o sol nascente das alturas (Lc 1:78). Como a aurora tranquila e gentilmente irrompe sobre a terra, dissipando as sombras da noite e despertando o mundo para uma nova vida e atividade, assim será “o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas” (Ml 4:2). Cristo não veio com demonstração externa de glória para deslumbrar os sentidos dos homens. Em vez disso, Ele deu ao ser humano a quantidade exata de luz necessária para sua salvação. CBASD, vol. 4, p. 996.
Como chuva serôdia. A chuva temporã, no fim de outubro até a primeira parte de dezembro (ver com. de Dt 11:14; Jl 2:23), após a estação seca, permite o plantio da semente no outono (no início do ano civil e agrícola judaicos). A chuva serôdia, em março e abril, que antecede e amadurece a colheita, fecha a temporada de inverno chuvoso, que culmina em janeiro (ver vol. 2, p. 93, 94). E com essa linguagem expressiva e figurativa que Oseias assegura ao seu povo as abundantes bênçãos de Deus que iriam reavivar e alimentar sua vida espiritual. CBASD, vol. 4, p. 996.
4. Que te farei …? Depois de ter tentado persuadir Israel e Judá a se arrependerem, Deus percebe que Seus esforços foram inúteis e, assim, em tristeza, pergunta o que mais pode fazer antes de lhes impor o castigo (ver com. de Is 5:4). CBASD, vol. 4, p. 996.
Como o orvalho da madrugada. O questionamento divino foi inspirado pela piedade de curta duração do povo. A história da nação escolhida por Deus ilustra profusamente sua piedade fugidia e inconsistente. Todos nós precisamos aprender essa mesma lição, porque a bondade é de pouco valor real a menos que seja um atributo do caráter, algo permanente na vida. CBASD, vol. 4, p. 996.
5. Por isso, os abati. A palavra hebraica refere-se a quebrar pedras para fins de construção, um símbolo adequado para moldar o ser humano pelo Escultor celeste “à semelhança de Deus” (Tg 3:9). CBASD, vol. 4, p. 996, 997.
Os Meus juízos. As versões LXX e Siríaca dizem: “Meu julgamento”. Qualquer que seja a leitura adotada, a referência é claramente uma alusão ao castigo. CBASD, vol. 4, p. 997.
6. E não sacrifício. Ver com. de Os 5:6. CBASD, vol. 4, p. 997.
Rituais religiosos podem ajudar as pessoas a entender Deus e renovar suas relações com Ele. É por isso que Deus estabeleceu a circuncisão e o sistema sacrifical no Antigo Testamento e o batismo e a Santa Ceia no Novo Testamento. Mas o ritual religioso é útil somente se é levado a efeito com uma atitude de amor e obediência a Deus. Se o coração de uma pessoa está afastado de Deus, rituais se convertem em zombaria vazia. Deus não queria os rituais israelitas; ele queria seus corações. Por que você adora?Qual é o motivo por trás de suas “ofertas” e seus “sacrifícios”? Life Application Study Bible Kingsway.
O conhecimento. Misericórdia é a religião na prática, o conhecimento é o guia de conduta adequada. Sem estes dois elementos básicos, a religião tende a ser mera forma
vazia e cai no desfavor divino (ver 1Sm 15:22; Pv 21:3;Is 1:11-17; 2Tm 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 997.
7. Mas eles transgrediram a aliança. Ou, ‘como Adão, transgrediram”. … Ao transgredir “traiçoeiramente” a aliança, Israel já não era o povo de Deus, fato implícito no nome “Lo-Ammi” (ver com. de Os 1:9; 2:23). CBASD, vol. 4, p. 997.
Aleivosamente (ARA. NVI: “me foram infiéis”).
8. Gileade é a cidade. Uma cidade não identificada em Gileade [região], a leste do Jordão entre os ribeiros de Jaboque e de Jarmuque (ver com. de Gn 31:47). Os gileaditas são retratados aqui como assassinos por natureza (ver 2Rs 15:25) e, dessa forma, não é surpreendente descobrir que eles estavam entre os primeiros do reino do norte levados em cativeiro pela Assíria (2Rs 15:29). CBASD, vol. 4, p. 997.
9. Como hordas de salteadores. Um retrato do estado terrivelmente perverso dos sacerdotes dos lugares altos (ver com. de Os 4: 3). CBASD, vol. 4, p. 997.
10. Israel … Efraim … Israel . Ver com. CBASD de Os 5:3.
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Comentário Devocional
A mensagem profética contra os pecados dos sacerdotes do Israel do norte começa em Oséias 4:4.
Eles tinham feito locais de adoração de ídolos em Mispa e na encosta do Monte Tabor (5:1). Aqueles que inventaram a adoração do bezerro de ouro e o rei que introduziu a adoração de Baal em Israel não hesitaram em abater os verdadeiros adoradores de Deus (5:2). A causa desta maldade e degradação era a adoração de ídolos e o espírito de devassidão sexual. Sua desobediência intencional contra Deus em fazer o bezerro de ouro e a introdução em Israel do culto ao Baal de Sidom eram uma rejeição direta das instruções de Deus e Sua lei. E eles ainda queriam que Deus os escutasse! Tais adoradores não tinham capacidade de estabelecer uma verdadeira relação de amor com Deus (5:4).
O final do versículo 7 [“Agora suas festas de lua nova os devorarão”, NVI] pode ser lido: “Um mês os devorará e à sua herança.” Um mês judaico tinha 30 dias e estes 30 dias poderiam ser interpretados profeticamente como 30 anos, cada dia por um ano. De fato, do final do reinado de Jeroboão II (753 a.C.) até a destruição de Samaria (722 a.C.) e cidades circunvizinhas se passaram cerca de 30 anos. Oséias 5:8-9 ressalta a certeza da vinda da Assíria para destruir o reino do norte de Israel (5:13).
Enquanto eles não reconhecessem seus pecados e buscassem o perdão de Deus, Ele não poderia abençoá-los, nem poderia restaurar um bom relacionamento com eles como seu Criador e Redentor (5:15).
Deus está sempre disposto a Se relacionar conosco. Precisamos reconhecer que santidade como um povo significa nossa dedicação total a Ele.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/5 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1113
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/5
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/31/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 5 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
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