Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 6, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de novembro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (v.6).


Certa vez alguns homens chegaram em determinada cidade, após uma longa caminhada em estradas poeirentas. Com muita fome, eles começaram a comer, sem antes lavar as mãos. Outros homens vendo aquilo, indignados, perguntaram ao Líder daqueles: “Por que transgridem os Teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos [ritualmente] quando comem” (Mt 15:2). Você já deve saber a que história me refiro. Mas o que ela tem a ver com o texto de hoje? Tudo. Vamos descobrir o porquê, juntos.

Observem que os três primeiros versos exprimem uma ansiedade por cura, por restauração. Dão uma ideia de verdadeira busca pelo poder que só Deus pode conceder. Contudo, aqueles versos que contém palavras tão lindas, tão cheias de verdade, não passavam, simplesmente, disto: de palavras. O amor declarado do povo foi comparado a uma nuvem e ao orvalho “que cedo passa” (v.4). Isto é: Vocês dizem que Me amam, buscam a cura, acreditam que Eu levantarei um Salvador para vocês, mas o amor de vocês é uma grande mentira!

As perguntas de Deus para eles, em linguagem contemporânea, poderiam ser:

  • O que é que Eu faço com vocês (v.4)?
  • Até quando não compreenderão que “misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (v.6)?
  • Até quando vocês colocarão a tradição dos anciãos na frente do verdadeiro evangelho?
  • Até que ponto as coisas terão que chegar para que vocês percebam que estão se portando “aleivosamente contra Mim” (v.7)?

Tudo isto me lembrou de quando eu era adolescente na casa de meus pais. Quase toda semana, nós recebíamos a visita de uma senhora muito idosa a quem ajudávamos com algum alimento. O interessante é que ela sempre nos presenteava com um pano de prato. Eram paninhos simples, mas que tinham um grande significado para mim. Até que, a partir de um um dia, aquela senhora nunca mais apareceu e eu percebi que não eram panos de prato que ela deixava lá em casa, e sim amor.

Meus irmãos, do que adianta lavar as mãos enquanto o coração “está contaminado” (v.10)? A transgressão da aliança do Senhor não se resume ao que você e eu fazemos ou deixamos de fazer, mas ao que não permitimos que o Espírito Santo realize em nós. Existe um abismo de diferença entre dizer que ama e amar de verdade. Enquanto não entendermos que não é o que fazemos que define o nosso destino eterno, mas com que intenção fazemos, nunca descobriremos, de fato, a misericórdia e o conhecimento de Deus.

Que a minha e a sua vida não se resuma a “mãos lavadas” por sacrifícios e holocaustos, mas a “panos de prato” de misericórdia e amor de Deus!

Feliz sábado, misericordiosos do Senhor!

Desafio do dia 9/21: Oremos por uma vida plena de misericórdia e do amor de Deus.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Oseias6
#RPSP


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