Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 43, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de novembro de 2017, 0:29
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“O Espírito me levantou e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do SENHOR enchia o templo” (v.5).


Que emoção não deve ter enchido o coração do profeta ao ver a glória de Deus novamente naquele lugar e ao ouvir da boca do Senhor: “este é o lugar do Meu trono, e o lugar das plantas dos Meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre” (v.7). Os pecados e as abominações haviam retirado a glória do Eterno do santuário, mas, o Seu santo nome não seria mais contaminado. Ainda havia esperança!

Não foi a atitude do povo de Deus que fez com que a glória do Senhor voltasse a encher o santuário, e sim o zelo pelo Seu santo nome. A Sua bondade e misericórdia foram estendidas aos filhos de Israel para que, “envergonhando-se eles de tudo quanto praticaram” (v.11), tornassem a observar e a cumprir os estatutos de Deus. Notem a sequência:

  1. “A glória do SENHOR entrou no templo” (v.4);
  2. O povo deveria envergonhar-se de seus pecados (arrependimento) (v.10);
  3. Então, observar e cumprir toda “a lei do templo” (v.12).

A obediência à lei de Deus não é sinônimo de salvação, mas, certamente, é o resultado dela. Foi assim na vida de Noé, Abraão, José, dentre tantos outros homens e mulheres que permaneceram fiéis ao Senhor e à Sua Palavra. Foi assim na vida de Jesus, que nos deixou exemplo “tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fl 2:8). Foi assim na vida dos apóstolos que nos deixaram um legado de fé prática, e confiança plena no poder de Deus. Foi assim na vida dos reformadores e pioneiros que dedicaram a vida em resgate das verdades que haviam sido lançadas por terra (Dn 8:12).

Creio que a maior prova de que a observância da lei não salva está nos rituais de sacrifício. Se o cumprimento da lei fosse o suficiente, não precisaria haver “holocausto ao SENHOR” (v.24). A função principal da lei é a de revelar os nossos pecados e a necessidade que temos de um Salvador que faça “a purificação e a expiação” (v.20) das nossas iniquidades. Anule a lei, e, consequentemente, você estará afirmando que não há pecado. E, se não existe pecado, não precisamos da graça. E, sem a graça, para que um Salvador?

Muito em breve toda a Terra resplandecerá por causa da glória do Senhor (v.2), e os que insistiram na prática do pecado serão consumidos por Sua ira (v.8). Mas os que crerem em Jesus e seguirem os Seus passos, confiantes em Seus méritos, não farão parte da turba do desamor (Mt 24:12), mas irão amar como Ele amou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo 15:10).

Bom dia, amados do Senhor!

Jornada espiritualChuva Serôdia. Chegou a hora!“, 18° dia: “A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que viveram verdadeiramente o ministério de Cristo e exerceram grande influência em suas comunidades. Pesquise e encontre-as e depois anote as ideias e o que você aprendeu para colocar em prática” (Manassés Queiroz, Chuva Serôdia. Chegou a hora!, Pág. 105).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel43
#RPSP

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