Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
1 de novembro de 2017, 0:45
Filed under: Sem categoria

EZEQUIEL 42 – Obediência é evidência de um coração sob nova direção, sob a regência do Espírito Santo. A desobediência caracteriza aqueles que não dão o trono do coração ao Espírito de Deus para regê-lo segundo os princípios do céu.
O plano de Deus com o Santuário/Templo era habitar com Seu povo. Embora o templo não exista mais, nem deva ser reconstruído (pois Jesus “tabernaculizou” entre nós para revelar a shekinah de Deus), a intenção de Deus de habitar conosco ainda é real.
Embora Deus seja santo e nós pecadores, Ele quer santificar-nos/separar-nos para poder habitar conosco no céu. Antes, Deus Se afastou do Templo devido à desobediência do povo (capítulos 8-10), porém, Deus não abandonou Seus propósitos.
• As celas revelam-nos que devemos separarmo-nos do pecado (vs. 1-14). Os cristãos, sacerdotes atuais (Apocalipse 1:6), devem ser diferentes no comer e no vestir.
• Os muros devem separar-nos das coisas imundas (vs. 15-20). A distância entre o estilo de vida do cristão deve ser plenamente visível em cada área da vida.
Deus quer levar-nos ao Céu, lugar do verdadeiro tabernáculo/templo – onde quer relacionar-Se conosco (João 14:1-4; Hebreus 8:1-2; 11:16). Se não permitirmos que Jesus nos purifique do pecado, não estaremos aptos para viver no Céu, um lugar santo. Se nossa vida não evidencia plena distinção dos padrões do mundo vivendo na desobediência, precisamos de reavivamento.
Ellen G. White convida-nos à reflexão profunda:
“Se a verdade para este tempo, se os sinais que estão se multiplicando por todas as partes – os quais testemunham que o fim de todas as coisas está próximo – não são suficientes para despertar a energia adormecida dos que professam crer na verdade, então trevas os alcançarão proporcionalmente à luz que tem brilhado sobre eles. No grande dia de acerto final não poderão apresentar a Deus nenhuma desculpa por sua indiferença. Não haverá razão alguma para argumentar acerca do porquê não viveram, andaram e trabalharam à luz da sagrada verdade da Palavra de Deus. Nem do porquê não revelaram ao mundo obscurecido pelo pecado, mediante sua conduta, sua simpatia e seu zelo, que o poder e a realidade do evangelho não podem ser controversos”.
O que poderia ter sido, não aconteceu devido à indiferença dos judeus. Agora, aguardamos a promessa de morarmos com Deus. Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.


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